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Processo contra Genro em gaveta com chave
Site Claudio Humberto - 6 de setembro de 2010
A Ordem dos Advogados do Brasil deve ter esquecido o processo que moveu contra o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, depois que ele acusou advogados de vazar para o conteúdo de processos sigilosos, cuja divulgação não interessava aos clientes. Do Supremo Tribunal Federal, o processo foi encaminhado em abril ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, mas lá não chegou. E ninguém fala mais nisso.
Ana Amélia descola de Rigotto e Paim e já tem 49%.
Se o Ibope estiver certo, algo que é muito duvidoso, Paim e Rigotto disputarão a segunda das duas vagas ao Senado. Leia os números desta segunda-feira:
Ana Amélia, PP-PSDB, 49%
Paim, PT-PCdoB, 40%
Rigotto, PMDB-PDT, 38%
Ana Amélia, PP-PSDB, 49%
Paim, PT-PCdoB, 40%
Rigotto, PMDB-PDT, 38%
Tarso abre maior vantagem sobre Rigotto e Yeda, diz o Ibope
Entre aspas, os números da pesquisa de 5 de agosto
Tarso, 41% (37%)
Fogaça, 23% (31%)
Yeda, 13% (11%)
- Fogaça, o único que perdeu, passou a enfrentar discussões internas sobre os rumos da campanha, sobretudo a respeito do conteúdo dos seus programas de TV. O PDT quer mais mobilização. Em Porto Alegre, na prática, o PDT assumiu o comando, sob a direção do prefeito José Fortunatti, e já é bem mais visível a campanha. Na Grande Porto Alegre, o controle passou na prática para o deputado Eliseu Padilha, via Marco Alba (Padilha é um tremendo organizador e mobilizador).

Marina diz que erro de R$ 1 bi de Dilma é "falta de transparência"
A candidata à presidência Marina Silva (PV) cobrou ontem maior transparência na gestão pública diante de falhas no cálculo da chamada tarifa social de energia que resultaram em prejuízo de R$ 989 milhões durante a gestão da candidata Dilma Rousseff (PT) na pasta de Minas e Energia.
. "Aos poucos a falta de transparência, de profissionalização do Estado vai se revelando o grande pé de barro daqueles que pensam que [a política] é apenas o poder pelo poder", afirmou Marina em Rio Branco. A candidata comparou o episódio à quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato tucano José Serra. "São pontos que sinalizam um sintoma de falta de transparência e controle social da gestão pública", afirmou Marina ontem.
. "Aos poucos a falta de transparência, de profissionalização do Estado vai se revelando o grande pé de barro daqueles que pensam que [a política] é apenas o poder pelo poder", afirmou Marina em Rio Branco. A candidata comparou o episódio à quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato tucano José Serra. "São pontos que sinalizam um sintoma de falta de transparência e controle social da gestão pública", afirmou Marina ontem.
Orçamento prevê 40,5 mil novos cargos em 2011
Depois de promover o inchaço da máquina pública ao longo dos anos, com a criação de novos cargos e a concessão de robustos reajustes, o governo do presidente Lula prevê para o Orçamento da União de 2011 a possibilidade de criação de mais 40.549 cargos e funções nos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).
. Só o Poder Executivo poderá criar 24.605 cargos ou funções. Ao todo, o governo reservou R$2,88 bilhões para criação/preenchimento de cargos e ainda para reajustes e reestruturação de carreiras. Do total desses recursos, R$1,65 bilhão (ou 57%) é destinado para a criação ou preenchimento de cargos, incluindo a substituição dos chamados terceirizados. O R$1,23 bilhão restante (ou 43%) vai para aumentos ou reestruturações das carreiras.
. Só o Poder Executivo poderá criar 24.605 cargos ou funções. Ao todo, o governo reservou R$2,88 bilhões para criação/preenchimento de cargos e ainda para reajustes e reestruturação de carreiras. Do total desses recursos, R$1,65 bilhão (ou 57%) é destinado para a criação ou preenchimento de cargos, incluindo a substituição dos chamados terceirizados. O R$1,23 bilhão restante (ou 43%) vai para aumentos ou reestruturações das carreiras.
TSE proíbe uso de imagem "Collor é Dilma"
O ministro Joelson Dias, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu ontem que a coligação do candidato José Serra (PSDB) continue exibindo no programa eleitoral gratuito imagem na qual o senador Fernando Collor defende o voto na candidata Dilma Rousseff (PT). A decisão foi tomada no julgamento de liminar pedida pela coligação petista.
. O vídeo, feito pelo jornal "Folha de S. Paulo", exibe Collor falando com eleitores em local público. "Não se esqueçam desse nome: Dilma Rousseff presidenta, número 13 na cabeça, no próximo dia 3 de outubro", diz Collor. O programa tucano inclui a legenda "Collor é Dilma" na imagem.
. O vídeo, feito pelo jornal "Folha de S. Paulo", exibe Collor falando com eleitores em local público. "Não se esqueçam desse nome: Dilma Rousseff presidenta, número 13 na cabeça, no próximo dia 3 de outubro", diz Collor. O programa tucano inclui a legenda "Collor é Dilma" na imagem.
Serra: ''Violação fiscal está no DNA do PT''
O candidato à presidência José Serra (PSDB) disse ontem que não tem dúvida nenhuma do envolvimento do Partido dos Trabalhadores (PT) no caso das violações fiscais de pessoas do seu partido. "Isso é o DNA do PT", avaliou, em entrevista coletiva realizada após visita ao Museu da Língua Portuguesa, na capital paulista. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o analista tributário Gilberto Souza Amarante, que acessou os dados do fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Eduardo Jorge, é filiado ao PT desde 2001.
. José Serra afirmou que "não vai ficar batendo boca com Lula" e que "está mais que na hora de Dilma sair da sombra do presidente e se manifestar para o Brasil". O pronunciamento do tucano foi uma resposta ao fato de Lula o acusar de "baixar o nível da campanha".
. José Serra afirmou que "não vai ficar batendo boca com Lula" e que "está mais que na hora de Dilma sair da sombra do presidente e se manifestar para o Brasil". O pronunciamento do tucano foi uma resposta ao fato de Lula o acusar de "baixar o nível da campanha".
Violador de IR de tucano em Minas também é filiado ao PT
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Jornal O Estado de S.Paulo - 6 de setembro de 2010
O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que é funcionário da Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001.De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município de Formiga. Foi em Formiga que o analista acessou o CPF de Eduardo Jorge, no dia 3 de abril de 2009, por dez vezes em menos de um minuto. Os acessos foram feitos, portanto, seis meses antes da sequência de violações no ABC paulista, já divulgada, contra vários dirigentes tucanos e contra Verônica Serra, a filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra.A identificação de Amarante foi feita pelo Estado com base no número do título de eleitor e do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do analista. Seu registro de filiação é classificado como "regular" pelo sistema informatizado da Justiça eleitoral. O servidor do Fisco vota na 18ª zona eleitoral, na 35ª seção, que fica na Casa de Cultura de Arcos.
Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem negócios nem imóveis em Formiga - fato que reforça a suspeita de que a violação de seus dados teve motivos não profissionais. Os acessos aos seus dados fiscais foram identificados pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
Jornal O Estado de S.Paulo - 6 de setembro de 2010
O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que é funcionário da Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001.De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município de Formiga. Foi em Formiga que o analista acessou o CPF de Eduardo Jorge, no dia 3 de abril de 2009, por dez vezes em menos de um minuto. Os acessos foram feitos, portanto, seis meses antes da sequência de violações no ABC paulista, já divulgada, contra vários dirigentes tucanos e contra Verônica Serra, a filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra.A identificação de Amarante foi feita pelo Estado com base no número do título de eleitor e do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do analista. Seu registro de filiação é classificado como "regular" pelo sistema informatizado da Justiça eleitoral. O servidor do Fisco vota na 18ª zona eleitoral, na 35ª seção, que fica na Casa de Cultura de Arcos.
Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem negócios nem imóveis em Formiga - fato que reforça a suspeita de que a violação de seus dados teve motivos não profissionais. Os acessos aos seus dados fiscais foram identificados pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Dutra e Dilma tentam eximir-se das ações de novos espiões do PT
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, em São Paulo, e Dilma Roussef, em Porto Alegre, tiveram que vir a público neste domingo, demonstrando grande constrangimento, para reagir diante da revelação de que outro filiado ao PT, este de Minas (leia nota a seguir) violou por dez vezes seguidas o sigilo fiscal do dirigente tucano Eduardo Jorge.
Dutra - Estou constrangido. Vou expulsar o Amarante, tão logo localize e confirme a imotivação do acesso.
Dilma - Tem que investigar até o fim e punir.
Em Porto Alegre, Dilma Roussef, em coletiva, também mostrou constrangimento e irritação quando jornalistas quiseram saber sobre as declarações do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que foi do seu comitê de Brasília, segundo as quais ele mesmo bisbilhotou a vida de Serra. Amaury esteve num almoço com um ex-delegado a Polícia Federal, que denunciou a tentativa do PT em contratar seus serviços para espionar e prejudicar Serra. Junto com Amaury estava o jornalista Luiz Lanzetta. O delegado disse que Lanzetta ofereceu-lhe R$ 1,2 milhão, a mando do ex-prefeito Fernando Pimentel, na época coordenador da campanha de Dilma.
Dutra - Estou constrangido. Vou expulsar o Amarante, tão logo localize e confirme a imotivação do acesso.
Dilma - Tem que investigar até o fim e punir.
Em Porto Alegre, Dilma Roussef, em coletiva, também mostrou constrangimento e irritação quando jornalistas quiseram saber sobre as declarações do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que foi do seu comitê de Brasília, segundo as quais ele mesmo bisbilhotou a vida de Serra. Amaury esteve num almoço com um ex-delegado a Polícia Federal, que denunciou a tentativa do PT em contratar seus serviços para espionar e prejudicar Serra. Junto com Amaury estava o jornalista Luiz Lanzetta. O delegado disse que Lanzetta ofereceu-lhe R$ 1,2 milhão, a mando do ex-prefeito Fernando Pimentel, na época coordenador da campanha de Dilma.
Estadão descobre mais dez violações de sigilo fiscal de Eduardo Jorge na Receita Federal
A identificação de Amarante foi feita pelo jornal Estado de S. Paulo com base no número do título de eleitor e do registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do analista tributário. Ele é de Minas, é do PT desde 2001, e é outro servidor da Receita Federal que violou imotivadamente o sigilo fiscal de Eduardo Jorge, vítima de vazamento também criminoso, mas em Mauá. Ao desvendar seu próprio prejuízo, EJ abriu a caixa de Pandorra da Receita Federal e o modo como militantes do PT quebram sigilos fiscais de adversários do governo Lula.
Rui Nogueira e Renato Andrade, O Estado de S.Paulo
O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que trabalha para Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município mineiro de Formiga, onde o analista acessou, no dia 3 de abril de 2009, o CPF de Eduardo Jorge dez vezes em menos de um minuto.
. A agência da Receita Federal responsável pela região do município de Arcos é sediada em Formiga e está subordinada à Delegacia de Divinópolis, a 124 quilômetros da capital Belo Horizonte (MG).
. Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem negócios nem imóveis na cidade mineira de Formiga, o que reforça a suspeita de violação de seus dados pelo analista.
Os acessos feitos a partir do computador no interior de Minas aconteceram seis meses antes do início da série de violações de sigilos fiscais de dirigentes tucanos e da filha do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.
. Todas as consultas feitas por Amarante aconteceram em questão de segundos. De acordo com o documento obtido pelo Estado, o primeiro acesso aos dados de Eduardo Jorge aconteceu às 16h32m18s. O último ocorreu às 16h32m59s. Todas as consultas foram feitas pelo mesmo usuário, a partir de um único computador.
- Além de EJ e Verônica Serra, os sigilos fiscais de outros tucanos também já foram violados por servidores da Receita. No dia 8 de outubro do ano passado, os dados do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros foram acessados, bem como os de Gregorio Marin Preciado (empresário casado com uma prima de Serra) e de Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso.
Rui Nogueira e Renato Andrade, O Estado de S.Paulo
O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que trabalha para Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município mineiro de Formiga, onde o analista acessou, no dia 3 de abril de 2009, o CPF de Eduardo Jorge dez vezes em menos de um minuto.
. A agência da Receita Federal responsável pela região do município de Arcos é sediada em Formiga e está subordinada à Delegacia de Divinópolis, a 124 quilômetros da capital Belo Horizonte (MG).
. Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem negócios nem imóveis na cidade mineira de Formiga, o que reforça a suspeita de violação de seus dados pelo analista.
Os acessos feitos a partir do computador no interior de Minas aconteceram seis meses antes do início da série de violações de sigilos fiscais de dirigentes tucanos e da filha do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.
. Todas as consultas feitas por Amarante aconteceram em questão de segundos. De acordo com o documento obtido pelo Estado, o primeiro acesso aos dados de Eduardo Jorge aconteceu às 16h32m18s. O último ocorreu às 16h32m59s. Todas as consultas foram feitas pelo mesmo usuário, a partir de um único computador.
- Além de EJ e Verônica Serra, os sigilos fiscais de outros tucanos também já foram violados por servidores da Receita. No dia 8 de outubro do ano passado, os dados do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros foram acessados, bem como os de Gregorio Marin Preciado (empresário casado com uma prima de Serra) e de Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso.
Quércia desiste do Senado para tratar câncer de próstata
Orestes Quércia (PMDB), 72, comunicará nesta segunda-feira a retirada da candidatura ao Senado por São Paulo para se tratar do retorno de um câncer na próstata do qual sofreu anos atrás. Na mesma oportunidade, o ex-governador anunciará o apoio ao companheiro de chapa Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).
Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma
Falhas no cálculo da chamada tarifa social de energia, criada no governo FHC, provocaram gastos indevidos de um fundo de consumidores de todo o país, informa reportagem de Rubens Valente, publicada neste domingo pelo jornal Folha de São Paulo.
Segundo o Tribunal de Contas da União, o desperdício foi de R$ 989 milhões no tempo em que Dilma Rousseff era ministra de Minas e Energia (2003-2005).
. O TCU alertou Dilma três vezes sobre o erro, mas ela não tomou providências.
. Um dos critérios para definir o benefício era o baixo consumo. O TCU concluiu que o domicílio que gastava pouco não era necessariamente pobre. Podia ser uma casa de praia, por exemplo.
Segundo o Tribunal de Contas da União, o desperdício foi de R$ 989 milhões no tempo em que Dilma Rousseff era ministra de Minas e Energia (2003-2005).
. O TCU alertou Dilma três vezes sobre o erro, mas ela não tomou providências.
. Um dos critérios para definir o benefício era o baixo consumo. O TCU concluiu que o domicílio que gastava pouco não era necessariamente pobre. Podia ser uma casa de praia, por exemplo.
PSDB diz que assalto à sede do PT de Mauá foi queima de arquivo
O Jornal Nacional, da Rede Globo, neste sábado a noite, introduziu duas novidades no conjunto de informações sobre a violação de sigilo fiscal da filha de José Serra, Verônica, e de dirigentes do PSDB:
1) O assalto à sede do PT em Mauá, pode ter sido forjada para promover queima de arquivos, sobretudo para fazer sumir registros da filiação do contador Antonio CArlos Atella Ferreira, que usou procuração falsa para obter as declarações de renda de Verônica. Além disto, Ferreira é mesmo filiado ao PT, ao contrário do que disse o ex-deputado José Eduardo Dutra. Pior: Ferreira é irmão do fundador do PT em Mauá.
2) O jornalista Amaury Ribeiro Júnior, envolvido na fase inicial da montagem do comitê de Dilma em Brasília, de onde teria saído a ordem para forjar dossiês contra Serra, confirmou que investigou Verônica e outros dirigentes tucanos, mas que o material era para o jornal em que trabalhava. Amaury disse que seu quarto foi violado e o material resultou furtado do seu laptop. O jornalista estava hospedado num hotel, com despesas pagas pelo PT.
. Reunidos em SP numa coletiva, o senador Álvaro Dias, o vice de Serra, Indio da Costa, mais o dirigente tucano Eduardo Jorge, responsabilizaram Dilma Roussef por todos os acontecimentos.
1) O assalto à sede do PT em Mauá, pode ter sido forjada para promover queima de arquivos, sobretudo para fazer sumir registros da filiação do contador Antonio CArlos Atella Ferreira, que usou procuração falsa para obter as declarações de renda de Verônica. Além disto, Ferreira é mesmo filiado ao PT, ao contrário do que disse o ex-deputado José Eduardo Dutra. Pior: Ferreira é irmão do fundador do PT em Mauá.
2) O jornalista Amaury Ribeiro Júnior, envolvido na fase inicial da montagem do comitê de Dilma em Brasília, de onde teria saído a ordem para forjar dossiês contra Serra, confirmou que investigou Verônica e outros dirigentes tucanos, mas que o material era para o jornal em que trabalhava. Amaury disse que seu quarto foi violado e o material resultou furtado do seu laptop. O jornalista estava hospedado num hotel, com despesas pagas pelo PT.
. Reunidos em SP numa coletiva, o senador Álvaro Dias, o vice de Serra, Indio da Costa, mais o dirigente tucano Eduardo Jorge, responsabilizaram Dilma Roussef por todos os acontecimentos.
Banco do Brasil continua com apetite voraz sobre o Banrisul
O Banco do Brasil, controlado pelo governo Lula, do PT, fez sondagens junto à governadora Yeda Crusius, visando comprar o Banrisul.
. Yeda repeliu as investidas.
. O que se sabe é que nenhum dos três candidatos ao governo gaúcho assumiu o compromisso de vender o Banrisul ao Banco do Brasil, mesmo que Dilma Roussef, do PT, venha a ganhar as eleições de outubro.
. Yeda repeliu as investidas.
. O que se sabe é que nenhum dos três candidatos ao governo gaúcho assumiu o compromisso de vender o Banrisul ao Banco do Brasil, mesmo que Dilma Roussef, do PT, venha a ganhar as eleições de outubro.
Saiba mais sobre os golpes baixos que sombreiam as eleições do RS
Análise
O leitor desta página ficou sabendo antes de todos os leitores dos demais sites, blogs, jornais e revistas, tudo que não sabia sobre as Operações Rodin e Solidária. Os meios mais considerados da mídia local trabalharam a favor da desinformação, como este editor demonstrou inúmeras vezes, o que acabou recolocando nos trilhos as revelações sobre uma conspirata política que foi conjurada e plenamente denunciada. A ferramenta usada pelo editor pode ser resumida numa única sentença: a busca da verdade. No jornalismo, como na vida real, só o que conta do ponto de vista ético, moral e legal, é a verdade. A verdade é sempre revolucionária. Os leitores desta página nunca receberão informações mentirosas, como sempre receberão opiniões independentes, embora com lado: o lado da legalidade republicana, democrática representativa - a que garante o império das liberdades políticas e econômicas. A propósito destas colocações, o editor prosseguirá elucidando aspectos que embaralham a compreensão da opinião pública gaúcha sobre dois recentes eventos aparentemente policiais, mas que se destinam a interferir no processo eleitoral do RS:
1) O caso das agências de publicidade que atendem as contas do Banrisul.
2) O caso da prisão do sargento Rodriguez, integrante do serviço de inteligência da Brigada.
. Sobre este primeiro caso, você lerá, logo abaixo, cópia da inédita e inacreditável representação que deu origem a Operação Pinoquio.
O leitor desta página ficou sabendo antes de todos os leitores dos demais sites, blogs, jornais e revistas, tudo que não sabia sobre as Operações Rodin e Solidária. Os meios mais considerados da mídia local trabalharam a favor da desinformação, como este editor demonstrou inúmeras vezes, o que acabou recolocando nos trilhos as revelações sobre uma conspirata política que foi conjurada e plenamente denunciada. A ferramenta usada pelo editor pode ser resumida numa única sentença: a busca da verdade. No jornalismo, como na vida real, só o que conta do ponto de vista ético, moral e legal, é a verdade. A verdade é sempre revolucionária. Os leitores desta página nunca receberão informações mentirosas, como sempre receberão opiniões independentes, embora com lado: o lado da legalidade republicana, democrática representativa - a que garante o império das liberdades políticas e econômicas. A propósito destas colocações, o editor prosseguirá elucidando aspectos que embaralham a compreensão da opinião pública gaúcha sobre dois recentes eventos aparentemente policiais, mas que se destinam a interferir no processo eleitoral do RS:
1) O caso das agências de publicidade que atendem as contas do Banrisul.
2) O caso da prisão do sargento Rodriguez, integrante do serviço de inteligência da Brigada.
. Sobre este primeiro caso, você lerá, logo abaixo, cópia da inédita e inacreditável representação que deu origem a Operação Pinoquio.
Ibope diz que no RS Dilma (44%) vence Serra (37%)
Entre parêntesis, os números da pesquisa de 5 de agosto
Dilma Roussef, PT, 44%
José Serra, PSDB, 37%
. Num eventual segundo turno, Dilma conseguiria 46%, contra 41% de Serra.
Dilma Roussef, PT, 44%
José Serra, PSDB, 37%
. Num eventual segundo turno, Dilma conseguiria 46%, contra 41% de Serra.
Ibope aponta avanço de Tarso (41%) e Yeda (13%) além de queda bruta de Fogaça
Entre parênteses, os números da pesquisa de 5 de agosto:
Tarso Genro, PT: 41% (37%)
José Fogapa, PMDB: 23% (31%)
Yeda Crusius, PSDB, 13
% (11%).
. Num hipotético segundo turno, Tarso cosneguiria 48% e Fogaça apenas 34%.
Nota do editor - O editor continua questionando os números das pesquisas eleitorais. Existem incongruências evidentes em todas elas, mas o Ibope bate recordes de absurdos. Nesta pesquisa, por exemplo, ele revela que o índice de rejeição de Yeda despencou de 41% para 33%, mas a candidata teria avançado para apenas 13%, número bem inferior aos das pesquisas DataFolha e Methodus.
Tarso Genro, PT: 41% (37%)
José Fogapa, PMDB: 23% (31%)
Yeda Crusius, PSDB, 13
% (11%).
. Num hipotético segundo turno, Tarso cosneguiria 48% e Fogaça apenas 34%.
Nota do editor - O editor continua questionando os números das pesquisas eleitorais. Existem incongruências evidentes em todas elas, mas o Ibope bate recordes de absurdos. Nesta pesquisa, por exemplo, ele revela que o índice de rejeição de Yeda despencou de 41% para 33%, mas a candidata teria avançado para apenas 13%, número bem inferior aos das pesquisas DataFolha e Methodus.
DataFolha vem aí com pesquisa sobre eleições no RS
Começará dia 8 e terminará dia 10 a nova pesquisa de campo do DataFolha sobre as eleições no RS. O contrato será pago pela Folha de S. Paulo e RBS.
Sperotto reclama da truculência da segurança de Lula: "Chegaram a me dar voz de prisão"
Foi um fracasso a visita do presidente Lula à Expointer, sexta-feira. Ele foi vaiado. A segurança do presidente chegou a agredir jornalistas e um militar da equipe de proteção presidencial deu voz de prisão ao presidente da Farsul, Carlos Sperotto, que tentava se aproximar de Lula para entregar um documento contendo reivindicações. Mais tarde, na inauguração da feira e exposição (Lula não esperou pelo ato), Sperotto reclamou em discurso:
- Veja só, governadora, a segurança do presidente chegou a dar voz de prisão para mim, simplesmente porque queria entregar uma reivindicação por escrito.
. A irritação dos pecuaristas deu-se em função do bloqueio dos estandes de ovinos e bovinos, o que impediu durante várias horas a comercialização dos animais, tudo para garantir tranquilidade ao passeio de Lula.
- Veja só, governadora, a segurança do presidente chegou a dar voz de prisão para mim, simplesmente porque queria entregar uma reivindicação por escrito.
. A irritação dos pecuaristas deu-se em função do bloqueio dos estandes de ovinos e bovinos, o que impediu durante várias horas a comercialização dos animais, tudo para garantir tranquilidade ao passeio de Lula.
Entenda a censura sobre as opiniões dos leitores
As opiniões dos leitores são todas examinadas com atenção e editadas em seguida. Esta manhã, o editor leu as 52 postagens feitas e 12 delas não puderam ser aproveitadas.
. As opiniões vetadas são todas aquelas que fazem críticas virulentas ao governo Lula e ao PT, mas também as postagens com ataques de baixo calão aos agentes públicas e privados que defendem o estado democrático de direito.
- O editor compreende e disponibiliza opiniões dos agentes do autoritarismo, mas quando a mediação é feita por delegação, a ordem é vetar tudo, remetendo as opiniões para as cavernas rochosas do site da revista Carta Capital.
. As opiniões vetadas são todas aquelas que fazem críticas virulentas ao governo Lula e ao PT, mas também as postagens com ataques de baixo calão aos agentes públicas e privados que defendem o estado democrático de direito.
- O editor compreende e disponibiliza opiniões dos agentes do autoritarismo, mas quando a mediação é feita por delegação, a ordem é vetar tudo, remetendo as opiniões para as cavernas rochosas do site da revista Carta Capital.
Serra endurece o discurso em Joinville: "Minha biografia não está esconida num cofre"
Olhem só o que o ex-governador de São Paulo, José Serra, disse ontem a noite em Joinville, num comício promovido por PSDB, DEM e PMDB (o PMDB de Santa Catarina abriju apoio explícito a Serra):
- Todos os brasileiros conhecem cada momento da minha vida, sempre compromissado com a democracia. Minha biografia não está guardada num cofre.
. O candidato tucano refere-se ao passado de luta armada em organizações comunistas (Colina e VAR Palmares), que marcou a vida da ex-ministra Dilma Roussef dos seus 17 aos 30 anos, quando morou em Belo Horizonte, Rio e São Paulo.
. O tom surpreendente e duro de Serra parece ser uma mudança de inflexão no seu discurso e decorre dos ataques sofridos por sua família. "Estou chocado com a violação do sigilo fiscal de minha filha e dos meus companheiros do PSDB", disse o candidato, segundo registro de repórteres da revista Veja (www.veja.com.br). Ela acrescentou:
- O PT trabalha contra as liberdades.
. Na quinta-feira, no seu programa de TV, Serra já tinha demonstrado que mudaria de tom no discurso, inclusiv e em relação a Lula e ao seu governo:
- Sou o contrário deles, que procuram calar a imprensa, usam a máquina pública para empreguismo, elevam os impostos, sustentam relações carnais com ditadores como Ahmanidejad e não controlam a fronteira com a Bolívia para evitar o narcotráfico.
- Todos os brasileiros conhecem cada momento da minha vida, sempre compromissado com a democracia. Minha biografia não está guardada num cofre.
. O candidato tucano refere-se ao passado de luta armada em organizações comunistas (Colina e VAR Palmares), que marcou a vida da ex-ministra Dilma Roussef dos seus 17 aos 30 anos, quando morou em Belo Horizonte, Rio e São Paulo.
. O tom surpreendente e duro de Serra parece ser uma mudança de inflexão no seu discurso e decorre dos ataques sofridos por sua família. "Estou chocado com a violação do sigilo fiscal de minha filha e dos meus companheiros do PSDB", disse o candidato, segundo registro de repórteres da revista Veja (www.veja.com.br). Ela acrescentou:
- O PT trabalha contra as liberdades.
. Na quinta-feira, no seu programa de TV, Serra já tinha demonstrado que mudaria de tom no discurso, inclusiv e em relação a Lula e ao seu governo:
- Sou o contrário deles, que procuram calar a imprensa, usam a máquina pública para empreguismo, elevam os impostos, sustentam relações carnais com ditadores como Ahmanidejad e não controlam a fronteira com a Bolívia para evitar o narcotráfico.
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