RS reduz ICMS para gasolina, energia, comunicações e transporte coletivo

Seguindo o que já fizeram os governos de SC, PR e SP, o governador Ranolfo Vieira Júnior anunciou na manhã desta sexta-feira que, a partir de hoje, o governo do Estado se adequará à Lei Complementar 194, proposta pelo Governo Federal, que limita a 17% a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

A implementação da nova medida resultará em uma redução de R$ 0,71 no ICMS da gasolina. Ao mesmo tempo, a arrecadação por parte do Estado terá uma queda de R$ 2,8 bilhões no segundo semestre. 

Em relação aos demais itens da lei – energia elétrica, comunicações e transporte coletivo –, a medida não surtirá efeito, pois o Estado já está em conformidade com a norma proposta da União.

Em relação ao diesel, o governador já tinha determinado a redução.


7 comentários:

Anônimo disse...

Se fosse o PSDB iría aumentar os impostos por causa do covid.

Anônimo disse...

Os Vagabundos Psdebistas que governam o Estado do RS entraram no STF junto com os bandidos que governam os pobres nordestinos para impedir a redução do preço da gasolina!
PSDB Nunca MAIS!

Anônimo disse...

Haverá redução de receita, e com a RRF aprovada, o gaúcho pode esquecer investimentos públicos pelos próximos 30 anos!

Anônimo disse...

Em relação às aliquotas de energia elétrica e telecomunicações, a redução também é de 25% para 17%. Em relação aos demais itens, como diesel e transporte coletivo, a medida não surtirá efeito, pois o Estado já está em conformidade com a norma proposta da União.

Anônimo disse...

aqui em Floripa ja vi por R$ 6,65

Anônimo disse...

E dá-lhe Bolsonaro !

Mito !

Mito !

Mito !

Anônimo disse...

Só espero que a tal "economia de mercado" que domina o preço dos combustíveis desde a porta da refinaria até a bomba no posto não se aproveite para embolsar
a diferença $$$. Vamos prestar atenção nisso. Isso vai ser caso para polícia, promotores, além de alguns órgãos inúteis que custam muito dinheiro aos pagadores de impostos e deveriam "em tese" evitar práticas abusivas contra o consumidor.