Escolas não farão avaliações por conceitos e alunos terão notas numeradas. Legado petista tinha mais de 300 formas de avaliar


O anunciado para a chamada desse texto perece absurdo, mas é verdade. 

As aulas nas escolas estaduais gaúchas estão retornando nos próximos dias, a maior parte das instituições recomeça na terça-feira, com várias mudanças administrativas.

Algumas têm sido criticadas por "especialistas", gente ligada às administrações petistas que vai à imprensa reclamar da "falta de diálogo".

Muitos dos sublevados com a medida integraram os governos petistas, dentro da secretaria de Educação, inclusive com o Tarso Genro que chegou a ter o pedido de prisão solicitado pelo sindicato dos professores em marcha pelas ruas. Em 2013, protestavam defronte ao Piratini e o governador permanecia encastelado, sem explicar porque defendeu em campanha, mas não pagou o Piso nacional. Naquele tempo, o salário dos docentes e servidores de escolas era o mais baixo do país.

Hoje, cada escola tem autonomia para definir de que forma avalia. É comum conceitos amplos e imprecisos como A, B, C e D, ou péssimo, bom, muito bom, excelente e assim por diante. Isso também ocorre em algumas instituições privadas, mas agora o Estado está normatizando tudo com notas de zero a dez.

Um levantamento do própria secretaria estadual identificou o número absurdo de conceitos utilizados sem padronização nas escolas da rede. Ano passado, houve 326 diferentes formas de avaliação. Parece que as escolas ainda podem usar conceitos para entregar boletim, mas as informações tabuladas e remetidas à secretaria precisam ser, obrigatoriamente, relatadas numa escala de zero a dez, sem invencionices e nomenclaturas vagas, esquerdices.

11 comentários:

Anônimo disse...

Havia boatos que os professores estavam proibidos de rodar os alunos até o quarto ano.

Seria um imposição político pedagógica imposta de cima para baixo, em função dos números da educação para as estatísticas internacionais.

Dai, os alunos chegavam no quinto ano totalmente despreparados, e com dificuldades de avançar nos estudos.

Isso seria uma das causas das desistências dos que não estavam conseguindo chegar até a antiga oitava série ou nono ano.

Seria uma grande causa da educação minguar no ensino fundamental incompleto.

Anônimo disse...

Depois que alteraram tudo pra ciências exatas, da terra, humanas, etc...
e engolobaram as disciplinas em blocos, isso ajudou a piorar o desempenho dos alunos.

Anônimo disse...

Era para ser como antes, nota 7 em todas as disciplinas.
Agora é essa balburdia.

Anônimo disse...

Formas de avaliar Nazista e Comunista do PT.

Anônimo disse...

Essa ajudinha sosiopisicosocial também é a mesma que aprova ou reprova no vestibular.
Quem preenche o questionário social do governo, e responde dentro do que querem, entra, quem preenche do jeito que não querem, fica de fora. Os cálculos são mirabolantes e ninguém sabe explicar direito como fecham as médias. Antigamente os vestibulares eram diretamente as médias das provas, e a única variável era a redação que podia empurrar pra cima ou pra baixo a nota final, e depois disso ficava mais bem colocado quem teve a maior nota e ponto final. Mas agora, tudo é fator de cálculo, e ninguém sabe explicar direito como se fecham as notas e as médias de quem passa ou não no moderno vestibular brasileiro.
Por isso que se vê o nível de certos alunos universitários que deixam as pessoas de boca aberta pensativas de como a pessoa conseguiu entrar na faculdade, enquanto outras aparentemente mais inteligentes e espertas, ficaram de fora.

Anônimo disse...

A esquerda criou seu exército particular de massas de manobra com essas ajudinhas um tanto quanto questionáveis.

José Corrêa disse...

Tem que botar ordem na casa mesmo!!!

Anônimo disse...

No ensino superior também são usados "A, B, C...". Na UFRGS a nota é dada em conceitos, em consonância com a "autonomia" (absoluta ou quase absoluta) com a qual seus professores contam, não só para formular suas avaliações mas como para a forma de contabilizar os "acertos". Mesmo nas exatas (nas engenharias), a correção das provas passa em muitos casos longe de ser científica, fica totalmente sujeita às "particularidades" do professor.

Anônimo disse...

Ótima medida! 0 a 10 e ponto final! Fui professor por 40 anos e sei o quanto os conceitos e outras formas de avaliação podem ser subjetivos, enganadores e injustos.

Cris disse...

Isto vem de longe...
No meu colégio havia um tal de "NA", que todos nós traduzíamos por "Não Aprendeu (Nada)" embora significasse "Necessita Atenção"... como se fossemos criancinhas no Jardim da Infância...
Como tínhamos um vestibular pela frente... "Não Aprendeu Nada" era mais objetivo e acendia o sinal amarelo para os vestibulandos de plantão...
A velha objetividade de quem possui metas que devem ser cumpridas...

Anônimo disse...

A qualidade dos nossos "especialistas" pode ser medida pelo desempenho dos alunos nas provas nacionais e internacionais.
Quem afundou a educação que restrija-se a sua incompetência, não queira sequer ser ouvido.

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