Mercosul expulsa a ditadura da Venezuela do Mercosul

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, divulgou no Twitter a foto da reunião com seus pares:
 Jorge Faurie (Argentina)
Eladio Loizaga (Paraguai) 
Rodolfo Nin Novoa (Uruguai) 

A reunião saiu na Prefeitura de São Paulo, onde foi decidida a suspensão da Venezuela do Mercosul.


Atualmente, o Brasil ocupa a presidência rotativa do bloco.

8 comentários:

sempre mais disse...

Lula ajudou a implantar a ditadura na Venezuela com o dinheiro de impostos do brasileiros. Lula é um MONSTRO!!

Anônimo disse...

A América latina expulsa agora os bolivarianos da turma Lula-Dilma-Tarso e outros de mesmos princípios "democráticos" de alta "civilidade"!

Anônimo disse...

PARABENS AO BRASIL MADURO DITADOR ASSASSINO NAO É MAIS APOIADO PELO BRASIIL POIS O PT NAO É MAIS GOVERNO =FOI CORRIDO

Anônimo disse...

LULA MOVIMENTOU 52 milhoes de suas contas sim a fortuna de 52 milhoes leiam no blog imprensa viva

Anônimo disse...

LULA MOVIMENTOU 52 MILHOES DE SUAS CONTAS SIM A FORTUNA DE 52 MILHOES,LEIAM NO BLOG IMPRENSA VIVA

Anônimo disse...

O Mercosul "expulsou" ou "suspendeu" a Venezuela? Suspender é pouco e a dúvida vem do breve artigo.
Esther

Anônimo disse...

Não houve qualquer fraude ou ilegitimidade na eleição constituinte na Venezuela, diz jurista:

06/08/2017 - Sul 21 - Marco Weissheimer

Há um consenso tanto no Direito quanto na Ciência Política que os impasses profundos das sociedades modernas são resolvidos com a convocação pelo poder político originário de uma Assembleia Constituinte. Na Constituição da Venezuela há expressa previsão que permite ao presidente da República convocar, via eleições, o poder constituinte. Então, não há que falar em fraude nem em ilegitimidade do processo constituinte. (...)

Sul21: Qual sua avaliação, como observador internacional, do processo constituinte realizado na Venezuela?

Luiz Moreira: Há duas perspectivas a tratar. Em primeiro lugar, do ponto de vista eleitoral, trata-se de processo absolutamente consistente, inclusive muito mais moderno e avançado em termos tecnológicos do que o brasileiro. Toda urna é dotada de uma impressora, que fica no interior da urna eletrônica, que, após o voto do eleitor, imprime-o, permitindo que o cidadão o confira e o deposite em urna de papelão. Encerrada a votação, há auditoria, conferindo-se uma a cada sete urnas. Assim, a urna eletrônica, a ser auditada, emite relatório que será confrontado com os votos depositados na urna de papelão. Trata-se de sistema muito sofisticado, que desenvolveu mecanismos de segurança ao longo das 21 (vinte e uma) eleições que ocorreram na Venezuela, desde 1999, mecanismos que foram desenvolvidos para assegurar aos partidos políticos, em permanente disputa, a lisura do processo eleitoral.

Em segundo, do ponto de vista político, há uma profunda divisão no país. De um lado, a posição defendida pelo governo Maduro, que obteve vitória maiúscula, apesar do boicote da oposição ao processo constituinte, expressa com o voto de mais de 8 milhões de votos, em universo de 19 milhões de eleitores. Ocorre que o voto na Venezuela não é obrigatório e a atmosfera não era favorável ao comparecimento dos cidadãos, pois havia e há todo um ambiente de confronto que desestimulava o voto. De outro, a vitória da oposição nas eleições parlamentares de 2015 suscitava a perspectiva de sua ascensão ao poder Executivo. No entanto, sua vinculação à política de intervenção promovida pelos Estados Unidos e seus protestos violentos geraram a percepção que o desabastecimento da população é a forma política encontrada para desestabilizar o governo Maduro. Essa escolha política da oposição acabou por fortalecer o governo e parece ser a responsável pela legitimação da população ao processo constituinte.

Sul21: A oposição ao governo de Nicolas Maduro contesta a legitimidade do processo constituinte. Qual sua opinião sobre esse tema da legitimidade?

Luiz Moreira: O Poder Eleitoral da Venezuela, por intermédio do Conselho Nacional Eleitoral, realizou 21 eleições nos últimos 18 anos, inclusive a eleição de 2015, que resultou na maior derrota da situação desde a ascensão de Hugo Chavez. Então, não há que falar em fraude nem em ilegitimidade do processo constituinte. Por que? Porque é consenso tanto no direito quanto na ciência política que os impasses profundos das sociedades modernas são resolvidos com a convocação, pelo poder político originário, de uma Assembléia Constituinte. Na Constituição da Venezuela há expressão previsão que permite ao Presidente da República convocar, via eleições, o poder constituinte. Nesse caso, a reação é grotesca, pois os críticos do processo pregam justamente a preservação da Constituição de Hugo Chavez e o contorno à soberania popular. (...)

Anônimo disse...

Que título criativo!