Opinião do leitor - Jornais que matam

Num país onde há milhões que seguem o que diz o horóscopo, os jornais viraram armas mais destrutivas que fuzil no morro.

Genaro Faria, Porto Alegre.

7 comentários:

Anônimo disse...

KENNEDY: MORO ERRA AO DIZER O QUE FOLHA DEVE PUBLICAR:

Colunista Kennedy Alencar classificou nesta quinta-feira, 13, como "preocupantes" as críticas do juiz federal Sérgio Moro, que em carta à Folha, disse que o jornal deveria evitar "a publicação de opiniões panfletárias-partidárias", por ter sua conduta criticada pelo colunista Rogério Cezar de Cerqueira Leite; "Não cabe a um juiz exercer o papel de editor de jornal. Esse tipo de atitude é autoritária e perigosamente moralista para quem detém tanto poder como Moro. Soa como tentativa de interferência na liberdade de imprensa, sugerindo controle prévio de informações e críticas", disse Kennedy.

13 DE OUTUBRO DE 2016

247 - O colunista Kennedy Alencar classificou nesta quinta-feira, 13, como "preocupantes" as críticas do juiz federal Sérgio Moro ao artigo do professor da Unicamp e conselheiro editorial Rogério Cezar Cerqueira Leite, publicado na Folha de S. Paulo nessa terça-feira, 11.

O juiz da Lava Jato mandou carta ao jornal após Cerqueira Leite compará-lo ao frei dominicano florentino fanático e moralista do século 15, Girolamo Savonarola. "Moro não percebe, em seu esquema fanático, que a sua justiça não é muito mais que intolerância moralista", disse Leite. Para o magistrado, o jornal deveria evitar "a publicação de opiniões panfletárias-partidárias e que veiculam somente preconceito e rancor, sem qualquer base factual" (leia mais).

Para Kannedy Alencar, é direito de Moro considerar "lamentável" que a Folha dê espaço a um artigo que o comparou a Savonarola. "No entanto, é preocupante que o juiz diga que "deveriam ser evitadas" a publicação "de opiniões planfetárias-partidárias que veiculam somente preconceito e rancor". Não cabe a um juiz exercer o papel de editor de jornal. Esse tipo de atitude é autoritária e perigosamente moralista para quem detém tanto poder como Moro. Soa como tentativa de interferência na liberdade de imprensa, sugerindo controle prévio de informações e críticas", disse Kennedy.

Anônimo disse...

Agora Lava Jato atua com Temer para não quebrar empresas

13/10/2016

Jornal GGN - Em momento em que o governo Michel Temer tenta atrair investidores estrangeiros a empresas brasileiras como um dos pés para sair da crise econômica, a força-tarefa da Operação Lava Jato passou a preocupar-se com as indenizações impostas a grandes grupos econômicos nacionais investigados no esquema da Petrobras e tornou-se, agora, um dos porta-vozes do governo na negociação com o Tribunal de Contas da União (TCU) para amenizar as contas devidas de empreiteiras e empresas alvos ao Estado.

O cenário é exatamente o oposto desde a destituição de Dilma Rousseff da cadeira do Planalto. Isso porque, há mais de um ano, em fevereiro de 2015, os procuradores da Lava Jato acusavam os acordos de leniência, propostos pela Controladoria Geral da União (CGU) e Advocacia Geral da União (AGU) de Dilma Rousseff, como uma estratégia para "livrar" empresas rés na Lava Jato de punições.

O discurso partia de membros do Ministério Público no Tribunal de Contas da União e técnicos integrantes, mas recebendo o aval dos procuradores do próprio grupo de Sérgio Moro. Isso porque logo nas primeiras ações de improbidade administrativa encaminhadas a Moro, o grupo do MPF cobrava um pacote de ações que, se acatadas pela Justiça, quebrariam as empresas investigadas...

Anônimo disse...

Após polêmica com PF, Moraes troca segurança pessoal por PMs:

13/10/2016

Jornal GGN - Após se envolver em polêmicas com a Polícia Federal por causa da Lava Jato, o ministro da Justiça Alexandre de Moraes passou por cima de normas que ditam a maneira como é feita a segurança dos membros do governo e trocou os federais de sua equipe pessoal por policiais militares.

Segundo informações do Estadão, Moraes elegeu PMs da Força Nacional de Segurança com a desculpa de que quer fazer um rodízio entre os oficiais que o acompanham. A FNS, porém, é composta por militares de vários estados. Moraes só escolheu, em maioria, os militares de São Paulo, estado onde foi secretário de Segurança e Justiça. Na PF, a ação foi vista como uma maneira de desvalorizar a corporação.

A troca de farpas entre Moraes e a PF atingiu o ápice quando o ministro usou informações sigilosas da Lava Jato em um evento político do PSDB, aumentando as críticas no sentido de que a operação é partidarizada - ataca apenas a imagem do PT.

Alguns dias após esse deslize, a imprensa noticiou que o escritório de advocacia de Moraes recebeu R$ 4 milhões de uma empresa investigada na operação Acrônimo, a JHSF.

"Em conversas reservadas, delegados e agentes da PF questionam a medida lembrando que a corporação tem a prerrogativa legal de cuidar da segurança de ministros conforme a Lei 4.483/64", publicou o Estadão.

A PF possui um Núcleo de Segurança de Dignatários (NSD), com sedes em Brasília, Rio e São Paulo, que tem policiais especialmente treinados para a função.

Já a FNS, criada por Lula em 2004, tem a missão de atuar em situações geralmente emergenciais como risco à ordem pública e catástrofes ambientais.

Quando assumiu o cargo, Moraes também se recusou a receber federais que queriam discutir uma mudança no critério de escolha do delegado-geral.

A COISA TÁ FICANDO PRETA PARA A PF, os governos do PT deram autonomia para os Delegados e eles achavam que eram os donos da cocada. Agora, além de não serem recebidos pelo Ministro da Justiça terão pedir benção para a PM que vai fazer a segurança do Ministro, qualquer coisa eles chamam o choque que, se precisar, passa o laço em quem estiver perturbando.

Anônimo disse...

Promotores chamados de “3 patetas” pedem R$ 600 mil à Folha. Ou cala o bico ou abre o bolso…

FERNANDO BRITO · 13/10/2016

Do site jurídico JOTA:

Os promotores de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique de Moraes Araújo, que denunciaram e pediram a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acionaram a Justiça contra o jornal Folha de S.Paulo, cobrando mais de meio milhão de reais (R$ 600 mil) por danos morais.

No dia 12 de março, a o jornal publicou uma reportagem assinada pelo jornalista Mario Cesar Carvalho, a qual, no primeiro parágrafo (lide), o jornalista escreveu: “A acusação é “um lixo”. Não são promotores, são “três patetas”. Deram um “tiro no pé”: vão ajudar o ex-presidente Lula com essa acusação tão simplória”.

No parágrafo seguinte, o jornalista explicou que as frases foram ditas por professores e especialistas de direito ouvidos pelo jornal. “Foi assim que a denúncia e o pedido de prisão do ex-presidente Lula foram avaliados”, escreveu Carvalho.

Esse é o trecho da reportagem que está sendo questionado pelos promotores. Segundo eles, na petição inicial, “o autor da matéria obviamente distribui ofensas a terceiros, qualificados como ‘professores de direito e especialistas’, mas não aponta quem teria dito o que”.

“É necessário lembrar o tamanho da humilhação sofrida pelos autores [promotores] ao serem ridicularizados através da matéria veiculada no periódico”, dizem os promotores na petição, assinada pelo advogado Paulo Rangel do Nascimento. “Os autores tiveram sua reputação, competência e seriedade de conduta levadas a descrédito de forma leviana.”

À época do oferecimento da denúncia, os promotores de Justiça foram amplamente criticados pela imprensa e por profissionais do Direito. Na reportagem questionada, há uma crítica do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, afirmando que o pedido de prisão de Lula não cumpria os fundamentos exigidos pela lei.

Além disso, também há críticas na reportagem feitas por Gustavo Badaró, professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e Heloísa Estelitta, professora da Fundação Getúlio Vargas São Paulo (FGV-SP).

As opiniões dos profissionais, no entanto, segundo os promotores, são “opinião externada sem agressão”.

“A crítica é tolerável, a ofensa não, especialmente quando há uma tentativa de desqualificação profissional”, dizem. “Não custa lembrar que ‘três patetas’ é óbvia alusão ao grupo cômico que fez sucesso entre os anos de 1922 e 1970 e que se popularizou por meio de séries e filmes. ‘Pateta’, ademais, é sinônimo de tolo e/ou maluco.”

Protocolada no dia 9 de setembro, a ação foi distribuída à 32ª Vara Cívil do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e será julgada pela juíza Priscilla Bittar Neves Netto. Do valor total, cada promotor quer receber R$ 200 mil.

Na última movimentação processual, datada de 12 de setembro, a magistrada recebeu a petição inicial e disse estar analisando o “momento oportuno análise da conveniência da audiência de conciliação”. Na inicial, os promotores não querem, no entanto, a conciliação.

Procurada pelo JOTA, a Folha de S.Paulo informou que ainda não foi notificada sobre a ação de indenização por danos morais movida pelos promotores.

Já o advogado dos promotores, Paulo Rangel do Nascimento, disse por e-mail, na terça-feira (11/10), que estaria submetendo “o pedido” de entrevista aos clientes e, tão logo que tivesse resposta, voltaria ao assunto, o que não aconteceu até a publicação desta reportagem.

Cassio Conserino e José Carlos Blat afirmaram que não iriam se manifestar sobre o assunto. A reportagem não conseguiu contato com Fernando Henrique de Moraes Araújo.

É assim: ou bate palmas, ou cala ou bico, ou abre o bolso, porque senão a corporação feroz pega você… E não precisa nem powerpoint.

Anônimo disse...

Por que o anônimo - é sempre o mesmo - não faz seu próprio blog para disseminar suas opiniões, em vez de usar o alheio?

Anônimo disse...

Copio textos da esgotosfera e colo aqui no Polibio. Sou da inteligentsia esquerda. Foi Górpi. Fora Temer. Lula 2018!

Anônimo disse...

Concordo anônimo faz um blog só para ti fora anônimo chato