Análise, Nelson Hoineff - O sonho da TV pública acabou ?

A manchete do GLOBO desta segunda-feira mostra que as estatais contrataram 56 mil servidores em quatro anos e revela um dado estarrecedor sobre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Seu número de funcionários cresceu nada menos que 180%; foi de 913 para 2.564.A EBC é a controladora da TV Brasil, também conhecida por TV Lula, que, desde sua criação, há nove anos, não apenas não conquistou um ponto sequer de audiência, como deixou de cumprir ou mesmo de estabelecer metas artísticas, criativas ou de qualquer natureza televisiva.

A título de comparação, vale a pena lembrar que a Rede Bandeirantes, uma das mais modernas do país, tem menos de quatro mil funcionários. E que a Rede Globo, uma das cinco maiores do mundo, tem cerca de 18 mil.

O governo Temer, que vem ameaçando extinguir a empresa desde que o presidente interino se viu impedido de substituir um diretor, ganha agora forte munição para isso. Os opositores do atual governo despejam na opinião pública frases de efeito como “Temer quer destruir a TV pública”, quando, na verdade, o quadro é o oposto.


Logo no início do primeiro governo Lula, o PT criou inéditas condições políticas para que o país investisse meio bilhão de reais na formação de uma rede pública de TV. 

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4 comentários:

Cap Caverna disse...

Essa TV BRASIL, nada mais é, do que um ninho de ratos do PT, onde fazem propagandas politicas dos PeTralhas, e empregam radicais vermelhos lunáticos e raivosos. Lógico . que tudo pago com o dinheiros de nossos impostos! Cambada de fdp!

Anônimo disse...

Como é que é, Políbio?
O Temer está AMEAÇANDO terminar com a TV Pública?
Só ameaçar não basta.
Eta Presidente cagão....

Anônimo disse...

A ideia original da TV Brasil era fantástica, pena que foi mal conduzida, havia grande possibilidade de oferecer uma programação alternativa para aqueles que querem fugir da "mesmice" apresentadas pelas redes comerciais.

Anônimo disse...

Ninguem destrói o que não existe. Não passa de uma TV DE GAVETA. Como se diz das empresas de fachada.