Falta de legitimidade abre espaço para impeachment de Dilma, diz Roberto Romano

A legitimidade de um governante não se sustenta apenas no ambiente institucional. Uma série de “irresponsabilidades” na governança do país, cujo resultado é uma grave crise econômica, corroeu a autoridade e a capacidade de governar da presidente Dilma Rousseff, avalia o filósofo Roberto Romano, professor de ética política da Unicamp. Para Romano, embora carregue a legitimidade do voto popular, já que foi reeleita, Dilma carece do que chama de “legitimidade do exercício” – e isso abre espaço para a destituição da presidente por um processo de impeachment.

(...)

Valor - A presidente Dilma não ecupera um pouco de força se vencer a batalha do impeachment ?
Romano - Não. Na verdade, não lhe sobra nada. O que lhe sobra é ficar reclusa no palácio, sem ter interlocução com a sociedade com empresários, com o mercado, quase sem apoio no Congresso. Como é possível alguém querer governar nessa situação ?

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6 comentários:

Cap Caverna disse...

Em qualquer outro País do mundo essa corja de ladrões e incompetentes , teriam sido corridos há muito tempo! Que legitimidade tem essa dentuça, gorda e das pernas finas, se quebrou o País! Gastou um absurdo de dinheiro, com estas campanhas de compra de votos permanente, travestida em Bolsa Família e outras mais, e ainda querem governar? Infelizmente somos um País com um povo, inculto, que quer levar vantagem pessoas e não sabe nada de coletivo, enfim , uns agiotas governamentais. Estamos desmoralizados pelo mundo afora, devido a esta quadrilha chamada PT e seus quadrilheiros, sejam governistas ou seguidores, todos são uns canalhas da pior espécie.

Anônimo disse...

Vai recontar os 54 milhoes de votos e qdo terminar um por um vem m faLar em legitimidade.

Anônimo disse...

olha, a esta altura do campeonato não surpreenderia que a própria Constituição já tenha sido alterada vedando impeachment.

Só que não podem dizer.

Luiz Oliveira disse...

Depois que o Grupo Abril se rendeu ao desgoverno federal, demitindo Rodrigo Constantino e Joice Hasselman, por causa das contundentes críticas de ambos ao petismo, as propagandas petralhas voltaram com toda a força nas revistas do Grupo. Com toda a força da mentira, do engano e da desfaçatez, como sói acontecer a um regime comunista. Um exemplo deste tipo de matéria, de caráter eminentemente laudatório e autoelogioso ao desgoverno federal, foi publicada hoje no site da revista Exame. Paga pelo Banco do Brasil, a matéria trata de cinco grandes obras realizadas pelo desgoverno federal, as quais, segundo o autor, já estariam em vias de conclusão. Escrita de forma eminentemente laudatória e autoelogioso ao desgoverno federal, a matéria já começa com uma grande mentira: "A era das grandes obras no Brasil tem menos de uma década, e agora os primeiros resultados começam a aparecer." Como assim? Quer dizer que grandes obras no Brasil só começaram a ser feitas a partir do desgoverno petralha? E o que dizer de Brasília, construída no governo JK? E o que dizer das usinas hidrelétricas de Itaipu, de Tucuruí, de grandes polos petroquímicos, e refinarias, rodovias, portos, aeroportos, hidrovias, todos construídos em épocas anteriores à ascensão do pt? Quer dizer que foi no desgoverno petralha que grandes obras começaram a ser feitas no Brasil?

No caso da Refinaria de Abreu e Lima, por exemplo, não se faz nenhuma referência ao fato de que, tendo sido estimado o seu valor de construção, inicialmente, em US$ 2,5 bilhões, tal valor já ultrapassou os US$ 20 bilhões, oito vezes o seu valor inicial. Existem, inclusive, denúncias de desvios bilionários nos recursos destinados à construção desta refinaria,



http://exame.abril.com.br/publicidade/banco-do-brasil/conteudo-patrocinado/veja-como-estao-5-grandes-obras-pelo-brasil?utm_source=home&utm_medium=tvflash&utm_campaign=nativa-banco-do-brasil

Anônimo disse...

Dilma é uma filha ilegítima e de pai profundamente irresponsável e bem conhecido que foi gerada por uma democracia ainda muito fraca, fajuta e corruPTível.

Anônimo disse...

Muito bem registrado, Políbio! O Roberto Romano cutucou mais um pouco a ferida que não vai cicatrizar, o impeachment.