Apesar da crise fiscal, governo estadual sustenta 122 sindicalistas ao custo anual de R$ 14,4 milhões

O Piratini revisou para R$ 14,4 milhões o total que o governo estadual gasta anualmente para manter os salários em dia dos 122 sindicalistas que cede para as direções dos sindicatos do serviço público estadual. O valor que o editor possuía era de R$ 15,2 milhões. 

O governo federal já acabou com essa derrama.

Só para o Cpers são 12 cedidos.

CLIQUE AQUI para saber quem são os que mais ganham, meia dúzia dos quais percebe mais de R$ 20 mil por mês sem trabalhar para o contribuinte que paga seus salários.

O projeto destinado a mudar a farra das cedências foi votado e apovado durante a convocação extraordinária da Assembléia, que irá até amanhã. Cada sindicato de servidores públicos estaduais poderá contar com quatro cedências. No caso de associações civis de servidores públicos estaduais, o número máximo de cedidos será de 2.

4 comentários:

Anônimo disse...

Polibio, esse número de sindicalistas está errado pelas informações que disponho, pois temos dezenas de sindicatos e geralmente são vários cedidos a cada entidade. Somente o CES tem algumas dezenas.
Solicite informações à SEFAZ que acredito que tais números serão aumentados.

Anônimo disse...

Acabou a farra nos sindicatos.

Justiniano disse...


Que sejam mantidos pelos sindicatos, que no caso do CPERGS é considerado a galinha dos ovos de ouro da CUT, tamanho é volume de dinheiro arrecadado.

Façam o licenciamento no estado e os sindicatos que paguem o salário destes.

Se até o governo federal que é do PT acabou com isso, vão criticar com que moral essa vanguarda do atraso.

Anônimo disse...

Até que enfim vai sobrar alguma coisa para a saúde, educação e segurança pública. Parabéns aos deputados gaúchos que votaram pelo fim dessa imoralidade!
Espero que isso seja replicado em todos os estados, inclusive aqui em SC, pois os sindicatos foram a ponte para a carreira política de gente da laia da ideli salvatti (aquela que sub-sub-sub-sub-qualquer coisa na OEA com o maridão militar corneteiro e que sabe falar russo).