Governistas adiam votação da MP que restringe seguro-desemprego e abono salarial. MP corre risco de desaprovação.

Sindicalistas jogaram dólares falsos no plenário. -


Depois de uma rebelião da base aliada e com risco de ser derrotado, o governo precisou pedir que o Senado adiasse a votação da Medida Provisória 655, que endurece as regras para o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial. 

Seria a primeira medida do ajuste fiscal analisada pelo Senado este ano.

A votação ficou para a próxima terça-feira e a expectativa é que até lá o governo negocie com senadores para conseguir uma maioria segura para a votação.

O Palácio do Planalto foi informado de que havia risco de derrota, já que o governo teria apenas de três votos a cinco votos de vantagem. O adiamento vai dar ao governo e aos líderes tempo para achar uma saída que evite uma derrota da presidente Dilma Rousseff em um dos pilares do ajuste fiscal.

3 comentários:

Anônimo disse...

O Senado e a Câmara Federal precisam votar E APROVAR a medida provisória que endurece o pagamento do seguro desemprego e o abono salarial.

Estes "Direitos" (principalmente o seguro deemprego) se tornaram um câncer no Brasil.

Eu acho que o seguro deveria ser proporcional ao número de meses trabalhado.

Eu conheço (e duvido que vocês também não conheçam) pessoas que hoje só trabalham o tempo suficiente para solicitar um novo seguro desemprego.

Eu trabalhei 40 anos e usei o seguro desemprego apenas uma vez EM TODA A MINHA VIDA.

Hoje quem tem uma pequena empresa está na mãos dos "trabalhadores".

A coisa está assim: o empregado vem e trabalha muito bem durante 90 dias (normalmente este é o prazo do contrato).

Nos outros 90 dias começa a fazer corpo mole. Chega atrasado. Já não produz mais como antes.

E aí vem com a proposta "amigável" de fazer um acordo. Pede para ser demitido, e até se propõe em abrir mão dos 40% de multa sobre o FGTS.

E o troço não acaba aí: se você não aceitar a proposta, você acaba tendo um inimigo dentro de sua empresa (tenho uma pequena empresa de construção civil). Eles entopem os canos de esgoto com cimento; fazem coisas tortas, instalações elétricas com erros, vazamentos, etc. Ou seja, prejuízos para o patrão.
Se você aceita a "proposta amigável" e deixar o sujeito trabalhando, corre o grande risco de ser multado pela fiscalização.

O próprio empregado não se dá conta que ele também corre riscos nesta situação, pois num caso sério de acidente de trabalho ele não terá cobertura do seguro da previdência. E o empresário poderá ser multado e até mesmo processado para pagar valores a viúva ou herdeiros, caso seja um caso de óbito.
No Brasil, ao longo dos anos, procurou se proteger tantos os trabalhadores que fragilizaram demais a relação entre patrões e empregados.
Uma amiga que cuida da mãe idosa com a ajuda de "cuidadoras" passa pelas mesmas dificuldades. A funcionária trabalha até querer fazer o tal acordo. Imagina não aceitar o acordo e manter uma funcionária descontente que cuida de uma pessoal idosa completamente dependente e indefesa.

Anônimo disse...

O Senado e a Câmara Federal precisam votar E APROVAR a medida provisória que endurece o pagamento do seguro desemprego e o abono salarial.

Estes "Direitos" (principalmente o seguro deemprego) se tornaram um câncer no Brasil.

Eu acho que o seguro deveria ser proporcional ao número de meses trabalhado.

Eu conheço (e duvido que vocês também não conheçam) pessoas que hoje só trabalham o tempo suficiente para solicitar um novo seguro desemprego.

Eu trabalhei 40 anos e usei o seguro desemprego apenas uma vez EM TODA A MINHA VIDA.

Hoje quem tem uma pequena empresa está na mãos dos "trabalhadores".

A coisa está assim: o empregado vem e trabalha muito bem durante 90 dias (normalmente este é o prazo do contrato).

Nos outros 90 dias começa a fazer corpo mole. Chega atrasado. Já não produz mais como antes.

E aí vem com a proposta "amigável" de fazer um acordo. Pede para ser demitido, e até se propõe em abrir mão dos 40% de multa sobre o FGTS.

E o troço não acaba aí: se você não aceitar a proposta, você acaba tendo um inimigo dentro de sua empresa (tenho uma pequena empresa de construção civil). Eles entopem os canos de esgoto com cimento; fazem coisas tortas, instalações elétricas com erros, vazamentos, etc. Ou seja, prejuízos para o patrão.
Se você aceita a "proposta amigável" e deixar o sujeito trabalhando, corre o grande risco de ser multado pela fiscalização.

O próprio empregado não se dá conta que ele também corre riscos nesta situação, pois num caso sério de acidente de trabalho ele não terá cobertura do seguro da previdência. E o empresário poderá ser multado e até mesmo processado para pagar valores a viúva ou herdeiros, caso seja um caso de óbito.
No Brasil, ao longo dos anos, procurou se proteger tantos os trabalhadores que fragilizaram demais a relação entre patrões e empregados.
Uma amiga que cuida da mãe idosa com a ajuda de "cuidadoras" passa pelas mesmas dificuldades. A funcionária trabalha até querer fazer o tal acordo. Imagina não aceitar o acordo e manter uma funcionária descontente que cuida de uma pessoal idosa completamente dependente e indefesa.

Anônimo disse...

O Senado e a Câmara Federal precisam votar E APROVAR a medida provisória que endurece o pagamento do seguro desemprego e o abono salarial.

Estes "Direitos" (principalmente o seguro deemprego) se tornaram um câncer no Brasil.

Eu acho que o seguro deveria ser proporcional ao número de meses trabalhado.

Eu conheço (e duvido que vocês também não conheçam) pessoas que hoje só trabalham o tempo suficiente para solicitar um novo seguro desemprego.

Eu trabalhei 40 anos e usei o seguro desemprego apenas uma vez EM TODA A MINHA VIDA.

Hoje quem tem uma pequena empresa está na mãos dos "trabalhadores".

A coisa está assim: o empregado vem e trabalha muito bem durante 90 dias (normalmente este é o prazo do contrato).

Nos outros 90 dias começa a fazer corpo mole. Chega atrasado. Já não produz mais como antes.

E aí vem com a proposta "amigável" de fazer um acordo. Pede para ser demitido, e até se propõe em abrir mão dos 40% de multa sobre o FGTS.

E o troço não acaba aí: se você não aceitar a proposta, você acaba tendo um inimigo dentro de sua empresa (tenho uma pequena empresa de construção civil). Eles entopem os canos de esgoto com cimento; fazem coisas tortas, instalações elétricas com erros, vazamentos, etc. Ou seja, prejuízos para o patrão.
Se você aceita a "proposta amigável" e deixar o sujeito trabalhando, corre o grande risco de ser multado pela fiscalização.

O próprio empregado não se dá conta que ele também corre riscos nesta situação, pois num caso sério de acidente de trabalho ele não terá cobertura do seguro da previdência. E o empresário poderá ser multado e até mesmo processado para pagar valores a viúva ou herdeiros, caso seja um caso de óbito.
No Brasil, ao longo dos anos, procurou se proteger tantos os trabalhadores que fragilizaram demais a relação entre patrões e empregados.
Uma amiga que cuida da mãe idosa com a ajuda de "cuidadoras" passa pelas mesmas dificuldades. A funcionária trabalha até querer fazer o tal acordo. Imagina não aceitar o acordo e manter uma funcionária descontente que cuida de uma pessoal idosa completamente dependente e indefesa.