Governo gaúcho poderá anunciar hoje primeiras medidas de contenção de despesas. Nomeações do segundo escalão começam.

Suspender por meio ano os pagamentos de contas devidas, sem qualquer escalonamento, pagamento de correção e garantia de quitação em dia das dívidas correntes, é condenar os mais pequenos empreendedores a dias de treva e horror.Grandes construtoras possuem gordura e alternativas para buscar recursos no mercado.  Esta é a segunda vez que o governo estadual pratica este tipo de calote abominável em apenas 8 anos (governos Yeda e Sartori), tudo para corrigir administrações financeiras perdulárias e incompetentes anteriores. E o Rio Grande não aprende.

O ex-prefeito de Rio Grande, Janir Branco, um dos atuais superintendentes da Famurs, foi anunciado ontem como novo adjunto da cherfia da Casa Civil do Piratini. O titular é o deputado Márcio Biolchi. Biolchi forma como Carlos Búrico, secretário Geral, e Giovani Feltes, secretário da Fazenda, o núcleo duro do novo governo, sobretudo os dois primeiros, que trabalham mais diretamente ligados ao governador. Ambos receberão, hoje, pelo menos os secretários Vieira da Cunha e Fábio Branco, iniciando a temporada de conversações sobre cortes e nomeações do segundo escalão. Márcio Biolchi confirmou, ontem, a próxima nomeação de Flávio Presser, atual diretor Geral do Dmae, para a presidência da Corsan.

. Ainda hoje o governo estadual poderá suspender os pagamentos de valores vencidos e devidos a fornecedores, pelo menos até junho. O cálculo é de que tudo some R$  700 milhões. O governo ainda não disse se abrirá exceções,  mas terá que fazer isto em áreas como saúde, porque ali alguns fornecedores já não recebem desde outubro. Além disto, suspender pagamentos devidos e a vencer, sem qualquer escalonamento desde já, poderá provocar interrupção de fornecimentos e até quebra de pequenas empresas.

. O governo também suspenderá todos os concursos de pessoal e contratações novas, mas não disse se cancelará as contratações feitas por Tarso no apagar das luzes.

. Cortes de CCs, cujo número cresceu geometricamente no governo do PT, de diárias e também de viagens, estão na lista.

. Os secretários terão que indicar que outros gêneros de economia poderão fazer.

.  O secretário Giovani Feltes terá a última palavra nos casos excepcionais.


6 comentários:

Anônimo disse...

Se Presser adotar a linha de reestruturação funcional na CORSAN, como fez no DMAE, enfrentará forte confronto com o SINDIÁGUAS e pessoal do quadro.
É nosso desejo que a água contínue sendo um bem universal, sob gerência do Estado, um item de saúde pública.

elton disse...

gauchada merece mesmo, um governo paga as contas (yeda) e elegem um gastador incompetente para estragar tudo (tarso). Agora, novamente chega alguem pra colocar ordem na casa (sartori)...em 2018 os politizados gaúchos elegerão o PT de novo...com a ajuda e gritaria dos professores, como sempre.
Ah, ia esquecendo.... os professores passaram os últimos 4 anos quietinhos...agora terá greve e histeria como no governo da Yeda? façam suas apostas...é pule de 10.

Anônimo disse...

VOTEI NO SARTORI MAS ESPERO QUE ELE NÃO ESCOLHA O SR.CAUDURO PARA NADA.

Anônimo disse...

E quando o Sartori vai fechar a CESA, o IRGA, a FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS, que nunca desenvolveu nenhum recurso humano desde a sua fundação.Sem falar em outras FUNDAÇÕES que podem ser anexadas as Secretarias com a mesma finalidade.....pobre povo....até quando....

Anônimo disse...

Em seu discurso de posse, o governador Sartóri disse que fará cortes e contenção de despesas para sanar as finanças do Estado. E, para isso, espera contar com a compreensão dos gaúchos.
Governador, se vossa excelência quer que acreditemos no seu discurso, comece vetando o aumento do seu salário, do vice, dos secretários e dos deputados, votado ressentemente na Assembléia. Aí sim, os gaúchos vão acreditar no seu discurso. Nos não temos mais sacrifico para oferecer, pois acabamos de ser escorchados com aumento de impostos e energia. Podemos contar com o senhor, Governador Sartori?

Anônimo disse...

Com certeza, trancando as nomeações os professores irão gritar, com razão, quem passou no concurso fica desempregado e quem não teve competência para isso fica trabalhando como contratado ...