A convicção do editor não resultou formada por aspectos ligados ao conteúdo da ação, por si só um arrazoado imprestável juridicamente e que deveria ter sido fulminado in limine.
O que acontece é que a apenas 3 dias das eleições para presidente da Câmara e do Senado, mas principalmente do Senado, onde seu próprio futuro imediato estará em jogo, o sr. Alexandre de Moraes não poderia cutucar a onça com vara curta, a menos que fosse totalmente insano.
Até que reeleja Rodrigo Pacheco, o STF não mexerá mais com a vida de nenhum parlamentar.
Simples assim.









