O acerto – que ainda precisa ser formalizado –
reequilibra a divisão do bolo.
Os municípios ficarão com um montante mais vantajoso, que
leva em consideração o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os estados,
também – em especial os do Norte e do Nordeste, e não apenas os tradicionais
produtores e exportadores. O óleo extra agora contabilizado irá a leilão no dia 6 de novembro – 14 empresas de 11 países estarão na disputa – e o governo espera arrecadar até R$ 106 bilhões.Desse montante, R$ 33 bilhões vão para a Petrobras, R$ 49 bilhões para a União, R$ 2 bilhões para o Rio de Janeiro e R$ 22 bilhões para estados e municípios.
O texto final combinado entre as lideranças partidárias, será convertido em projeto de lei, que tem votação agendada para hoje na Câmara
e na próxima terça-feira no Senado.



