Dono das redes Big, Nacional e Extra quer fechar 30 supermercados no Brasil
O grupo Walmart confirmou seu projeto de fechar 30 supermercados no Brasil. No RS, Walmart controla as redes Big, Nacional e Extra.
Fator Sartori - Povo continua sendo abatido como gado indefeso nas ruas de Porto Alegre
Sem policiamento algum em Porto Alegre, tanto de dia quanto de noite, o povo gaúcho continua sendo abatido nas ruas como gado, sem que o governo estadual, responsável pela segurança pública, demonstre mais ação do que já não faz.
Estes dois episódios ocorreram apenas nas últimas 24 horas:
A dona de casa Vitória Pereira Boeira foi assassinada ontem a noite no bairro Rubem Berta. Ela foi atingida por uma bala perdida, resultado de tiroteio na região.
Um homem foi baleado durante uma tentativa de roubo na
Rua Barão do Guaíba, bairro Menino Deus, na madrugada desta quinta-feira.
Outro taxista foi preso ontem a noite depois de assaltar dois passageiros na zona Norte de Porto Alegre.
E o governador Ivo Sartori resolveu entrar em férias nesta véspera de Natal, sem ter demitido seu secretário da Segurança, Wantuir Jacini.
Polícia gaúcha desvenda assassínio de Doris em poucas horas. Luis Paulo, o suspeito, foi preso ontem a noite.
A Polícia Civil identificou em poucas horas o assassino da estudantes de
Direito Dóris Terra Silva, morta em São Francisco de Paula. O bandido foi preso às 22h30min de quarta-feira. De acordo com a investigação, Luis Paulo da Silva
Nunes, 31 anos, matou a jovem para roubar o carro dela.
A Justiça decretou a prisão temporária de suspeito de morte de
estudante.
Ele foi detido na Rua Arthur Bernardes, próximo ao número
400, no Bairro Niterói, em Canoas.
Daqui a pouco, as 11h, a Polícia vai contar detalhes do que apurou, mas as apurações revelaram que Luis Paulo, um marginal conhecido, atacou a vítima para roubar o carro, mas fez isto aleatoriamente: ele tinha saído para roubar o carro de qualquer pessoa que encontrasse pela frente.
O homem do ano de Veja é o juiz Sérgio Moro
O homem do ano da revista Veja é o juiz Sérgio Moro, o juiz federal do Paraná que assombrou o Brasil com a Operação Lava Jato e enfiou na cadeia os maiores empreteiros e de quebra até o banqueiro André Esteves e o próprio líder do governo no Senado, Delcídio Amaral.
Não foi pouca coisa.
A prisão de líderes importantíssimos do PT, como o senador Delcídio Amaral, o tesoureiro nacional do Partido, João Vaccari Neto e o ex-presidente nacional do PT, Zé Dirceu, apresentou as vísceras mal cheirosas da maio organização criminosa jamais constituída antes no Brasil para iludir eleitores e corromper parlamentares e partidos.
Veja conta toda a história de Sérgio Moro.
Não foi pouca coisa.
A prisão de líderes importantíssimos do PT, como o senador Delcídio Amaral, o tesoureiro nacional do Partido, João Vaccari Neto e o ex-presidente nacional do PT, Zé Dirceu, apresentou as vísceras mal cheirosas da maio organização criminosa jamais constituída antes no Brasil para iludir eleitores e corromper parlamentares e partidos.
Veja conta toda a história de Sérgio Moro.
Embaixada do Qatar usou Bumlai para agendar reunião de negócios com Lula
E-mails em poder da Polícia Federal revelam que o
empresário e pecuarista José Carlos Bumlai usou seu prestígio e amizade com o
ex-presidente Lula para fazer lobby e interceder em um negócio envolvendo a
Embaixada do Catar e uma empresa de vendas e fusões interessada na aquisição de
usina de açúcar no Brasil.
A reportagem é da revista Veja, conforme publicação no seu site www.veja.com.br
Leia tudo:
As correspondências são datadas de 21 de fevereiro
de 2014. Em uma delas, Bumlai escreveu para o secretário executivo do então
embaixador do Catar, Mohammed Al Hayki. "Estive hoje tratando do assunto e
o sr. Ex-presidente volta dia 27 de fevereiro para o Brasil e marcará a data
conforme solicitada no e-mail da Embaixada, ou seja antes de 19 de março."
No cabeçalho da mensagem, enviada às 20h38 daquele dia,
Bumlai anotou: "Assunto: Re: Qatar, Embaixador do - Audiência com o
Ex-Presidente Lula."
O e-mail de Bumlai respondia a uma mensagem que ele havia
recebido às 13h45 do mesmo dia. O remetente foi Thiago Del Vecchio, que se
identifica como "secretário" da Embaixada. Ele pede providências do
pecuarista para uma reunião com Lula. Nesses termos. "Prezado sr. José. O
Embaixador do Qatar, Exmo. Sr. Mohammed Al Hayki, gostaria de se encontrar com
o ex-presidente Lula a qualquer dia do dia 10 até o dia 19 de março de 2014, no
horário que melhor convir ao ex-presidente. O senhor poderia verificar se existe
essa possibilidade? Atenciosamente, Thiago L. Del Vecchio, Secretário."
Interrogado pela Polícia Federal sobre o conteúdo das
mensagens, Bumlai declarou. "Esclarece que apenas atendeu ao pedido do
secretario do Embaixador do Qatar porque havia uma explicação anterior da
demanda dada por Marcelo Horcades Coutinho, sócio de Eleazar de Carvalho Filho
numa empresa de vendas, fusões e aquisições de empresas."
CLIQUE AQUI para ler mais.
Aneel propõe nova variação em custo da bandeira tarifária em 2016
A agência Reuters informou ontem a noite que a agência propõe variação entre R$ 25 e R$ 55 por
megawatt-hora.. A cobrança é acionada quando há escassez no sistema.
As bandeiras tarifárias, que elevam as contas de energia
elétrica quando há escassez no sistema, poderão representar um custo extra para
os consumidores de R$ 25 a até R$ 55 por megawatt-hora em 2016, segundo
sugestão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que elevou o teto
para a cobrança adicional.
Atualmente, o custo com as bandeiras tarifárias varia de
R$ 25 a R$ 45 por MWh. Pela proposta colocada em audiência pública, o primeiro
patamar de cobrança extra, a bandeira amarela, será acionado nos meses em que o
custo de operação da termelétrica mais cara em funcionamento no país for igual
ou superior a R$ 211,28 por megawatt-hora.
Com a bandeira amarela em vigor, a tarifa tem acréscimo
de R$ 25 por megawatt-hora. Já a bandeira vermelha será dividida em dois
patamares, com o primeiro deles entrando em vigor quando a térmica mais cara em
operação tiver custo igual ou superior.
O segundo patamar será acionado em caso de uso de térmicas
com custo igual ou acima de R$ 610 por megawatt-hora.
O adicional nas tarifas será de R$ 40 por megawatt-hora
no primeiro patamar da bandeira vermelha e de R$ 55 por megawatt-hora no
segundo. Hoje, a bandeira vermelha tem um único patamar, que representa custo
extra de 45 reais por megawatt-hora.
Dilma chegou a Porto Alegre. Ela passará o Natal no RS.
A presidente Dilma Roussef chegou ontem a noite em Porto Alegre, onde passará o Natal. Seu avião foi para a Base Aérea de Canoas e de lá ela seguiu de helicóptero até a zona Sul, onde mora. Antes de viajar a Porto Alegre, a presidente passou por São Paulo, depois de cancelar ida ao Rio. A programação de Dilma em SP seria a de fazer exames de rotina, todos relacionados com o câncer que teve.
A presidente passará o Natal na companhia da filha, genro e neto. Paula, a filha, aguarda o nascimento de outro filho para qualquer momento.
A presidente passará o Natal na companhia da filha, genro e neto. Paula, a filha, aguarda o nascimento de outro filho para qualquer momento.
Nesta quinta-feira de Natal o dia será de chuvas no RS
8h15min
Porto Alegre, 22 graus
Gramado, 21 graus
Neste momento, 8h12min, chove em boa parte do RS, mas em Porto Alegre há apenas chuvisco, embora as nuvens espessas sejam ameaçadoras. A MetSul espera volumes altos em várias regiões com possíveis alagamentos. A chuva vem com
raios e temporais isolados. Centro de baixa pressão avança pelo Estado e traz grande instabilidade.
Na quinta-feira de Natal, chove mais nas Metades Norte e Leste,
mas o sol aparece com nuvens no decorrer do dia em diversos pontos do Estado.
As temperaturas mínimas de hoje irão dos 18°C em São José dos Ausentes e aos
19°C em Vacaria. As máximas podem chegar a 28°C em Uruguaiana. Em
Porto Alegre, os termômetros variam entre 22°C e 26°C.
Petrobrás fecha contrato de longo prazo para fornecer nafta para a Braskem. Polo de Triunfo será beneficiado.
O contrato assegura projetos de expansão do Polo Petroquímico do RS, inclusive o projeto da polonesa Synthos, R$ 680 milhões, que quer fabricar borracha sintética em Triunfo e dependia de insumos derivados da nafta petroquímica.
A Petrobras informou esta noite ao editor que sua Diretoria Executiva aprovou,
em reunião realizada hoje, a celebração de novo contrato de longo prazo com a
Braskem, para fornecimento de 7 milhões de toneladas/ano de nafta petroquímica.
O contrato possui prazo de cinco anos, ao preço
estabelecido de 102,1% da cotação da nafta no Noroeste da Europa (ARA).
Foi acordado entre as partes dispositivo que permite, a partir de 2018, a renegociação das condições comerciais condicionada a ocorrências de mercado pré-determinadas.
Opinião do editor - Os moleques, dona Rosane, estão do outro lado da cidade, e estão todos contra o discurso político de Chico Buarque
Bendita indignação - Não dá para aceitar calado que brasileiros como Chico Buarque continuem dando sustentação a moleques como os prisioneiros comuns que estão na foto aí ao lado, todos dirigentes do PT.
Os patriotas que vaiaram Nestor Cerveró, hoje, no vôo de Curitiba para o Rio, são da mesma estirpe dos patriotas que demonstraram irrefreável indignação diante do cantor Chico Buarque. Quem os critica, defende o governo Dilma e o PT, portanto coloca-se como cúmplice dos bandidos que infelicitam os brasileiros e o Brasil.
A jornalista Rosane Oliveira, editora de Política da RBS, saiu de novo em defesa de petistas que insistem em defender seus líderes investigados, como o chefe Lula da Silva; processados, como a presidente Dilma, ou presos como reles vagabundos e ladrões do dinheiro público, como Zé Dirceu, Delúbio Soares, André Vargas, Renato Duque ou João Vaccari Neto, todos membros daquilo que o ministro do STF, Celso Melo, já chamou de organização criminosa, no caso o PT.
É o caso de Chico Buarque de Holanda, irmão da ex-ministra do governo Lula, Ana de Hollanda, expurgada dali porque era incompetente. Aliás, o marido de Rosane Oliveira, Tailor Diniz, também foi da área cultural de um governo do PT, ocupando no caso uma polpuda CC oferecida por Tarso Genro, aboletado sobre a qual editou a revista Vox, paga com dinheiro da Corag. Diniz saiu com Tarso e participa do filme "A superfície da sombra", baseado numa das suas obras. O filme levou R$ 3,2 milhões do governo Dilma, via Ancine.
O que disse a defensora de Chico Buarque, chamando de "moleques" os patriotas que o criticaram por defender os líderes da organização criminosa que patrocinam as mais graves crises política, econômica, ética e social que este País já viu:
Sou fã de Chico Buarque desde os anos 1970, tempo em que
ele era um dos ícones da luta contra a ditadura. Tenho quase todos os seus
discos, ganhei alguns DVSs, li seus livros (no momento estou lendo O Irmão
Alemão) e não tenho medo da patrulha para afirmar que ele é, sim, um dos brasileiros
mais talentosos do século 20. Qual dos seus detratores seria capaz de escrever
alguma coisa tão genial quanto os versos de Construção? Ou tão especial
quanto Futuros Amantes? Qual dos moleques que agrediram o homem Chico
Buarque por suas posições políticas escreveria uma história tão pungente
quanto O Meu Guri? Quem, entre os que o chamam de ex-artista, deixou para
o mundo canções tão capazes de encantar homens e mulheres, como Atrás da
Porta, Eu te amo, As Vitrines, Bastidores e uma infinidade de
títulos que não cabem numa crônica?
Os patriotas que discutiram com Chico Buarque, não o criticaram por trabalhar contra a ditadura ou ser compositor e cantor, mas pelas posições políticas atrasadas, cúmplices, reducionistas e cretinas que sustenta. Ninguém discutiu o passado democrático ou a música de Chico, ao contrário do que sofisma Rosane Oliveira, na sua tentativa trêfega de defender seus amigos do PT.
GAP fecha as portas em Porto Alegre
Tem data marcada o encerramento das atividades da loja GAP de 800m2 no BarrashoppingSul, em Porto Alegre.
Sera no próximo domingo, dia 27/12.
A loja esteve em funcionamento durante 1 ano e oito meses.
O grupo GAP continuará com suas atividades no Brasil apenas no eixo Rio-São Paulo.
Sera no próximo domingo, dia 27/12.
A loja esteve em funcionamento durante 1 ano e oito meses.
O grupo GAP continuará com suas atividades no Brasil apenas no eixo Rio-São Paulo.
Pacote de ajuste fiscal de Sartori contém 30 projetos. Conheça os mais polêmicos.
O governo ainda demonstra pouca ambição e coragem para liquidar órgãos, estatais e fundações que apenas consomem dinheiro público e alguns que não precisam da presença do governo do Estado.
Na entrevista que Sartori e seus secretários concederam há pouco no Palácio Piratini ficou clasro que as sessões extraordinárias da Assembléia sairão a partir da
próxima segunda-feira para votar 30 projetos, sendo que 13 deles já tramitavam
na Casa e os demais foram protocolados nesta quarta.
Entre as propostas, constam polêmicas como a Lei de
Responsabilidade Fiscal Estadual, o fim da licença-prêmio a servidores públicos
e a extinção da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs).
Também foram incluídos outros projetos polêmicos.
O editor festeja sobretudo o projeto que limita número de servidores cedidos a
sindicatos, secretários reconhecem que proposta é polêmica, mas esperam
aprovação. Atualmente, 122 servidores estão cedidos a sindicatos e custam R$ 1,2 milhão por mês.
Mais:
Incentivos limitados - Limites para inventivos fiscais nos anos
de 2015 e 2016. Projeto envolve o Pró-Cultura, o Pró-Esporte e iniciativas
sociais.
Concessões - Sobre o plano de concessões, Feltes esclarece que projeto
de lei é geral, não engloba nenhuma rodovia específica.
Capitalização da Corsan - O projeto faz adequações para que recursos do PAC possam integrar o capital da
Corsan.
Carteira de Identidade veloz - O governo vai oferecer modalidade expressa de emissão da
segunda via da carteira de identidade cobrando 30% a mais do que o valor
regular.
Ouça e veja o editor no You Tube: "A guerra contra Dilma e o PT não é de guerrilhas, mas é guerra de verdade"
Ao lado, no Bier Markt, ontem, o editor (primeiro da esquerda para a direita) e seus amigos cabeças-brancas, pela ordem, no sentido do relógio: jornalista Vitor Vieira; advogados Magda Brossard, Leo Iolovitch e Bruno Dornelles; escritor Percival Puggina; José Giusti Tavares, professor, escritor, cientista político; Luiz Milmann, professor da Ufrgs, jornalista e escritor.
Este comentário é dedicado aos leitores com especial mensagem sobre o Natal. O editor aproveita a ocasião para também falar sobre as suas expectativas em relação a 2016, contando que a crise brasileira atual não é enfrentada politicamente através de uma guerra de guerrilha, mas de uma guerra de verdade.
No comentário, o editor fala da guerra e lembra Von Clausewitz.
CLIQUE AQUI para ver e ouvir.
Este comentário é dedicado aos leitores com especial mensagem sobre o Natal. O editor aproveita a ocasião para também falar sobre as suas expectativas em relação a 2016, contando que a crise brasileira atual não é enfrentada politicamente através de uma guerra de guerrilha, mas de uma guerra de verdade.
No comentário, o editor fala da guerra e lembra Von Clausewitz.
Ele foi diretor da Escola Militar de Berlim nos
últimos treze anos de sua vida, período em que escreveu a obra Vom
Kriege (Da Guerra), publicada postumamente. Ficou conhecida a frase em que
ele define a associação entreguerra e política: "A guerra é a
continuação da política por outros meios". Ele explica no livro que a guerra não pode ser vencida sem a compreensão precisa dos
objetivos e da disponibilidade de meios¸ ou sem o o cálculo racional das
capacidades e das oportunidades, ou o estabelecimento dos limites éticos ao uso
da força - sempre submetida aos objetivos políticos estabelecidos.
Crendo na superioridade da defesa e das capacidades
defensivas frente ao ataque e capacidades ofensivas, a argumentação de
Clausewitz comumente é sintetizada na noção de que o melhor ataque é uma ótima
defesa. Mais precisamente, Clausewitz demonstra a superioridade da defesa
enquanto elemento de dissuasão e enquanto tática de combate, pois ela
permitiria desde o desgaste do invasor em uma guerra de atrito até a
possibilidade de escolha do momento correto para contra-atacar as forças
adversárias.
CLIQUE AQUI para ver e ouvir.
Governo Dilma vai torrar R$ 500 mil em pesquisa para avaliar influência da maconha livre uruguaia sobre cidades gaúchas da Fronteira do RS
O governo brasileiro vai usar R$ 500 mil de dinheiuro público para uma pesquisa que seguramente resultará favorável à liberação da maconha também do lado brasileiro. A coordenadora geral do projeto é conhecida militante da esquerda de Pelotas, Beatriz Franchini. A reportagem a seguir é do Diário de Pelotas. Leia tudo:
Pesquisadores de dois países unem forças em um projeto
que busca avaliar os impactos de uma lei que divide opiniões apaixonadas desde
que foi aprovada, há dois anos. A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) foi a
instituição escolhida para encabeçar, do lado brasileiro, estudo que pretende
monitorar como a política de regulação do mercado de Cannabis (ou maconha, como
é mais conhecida) no Uruguai vai afetar a saúde pública e o consumo de drogas
nas cidades da fronteira entre os dois países.
O trabalho deve ser estendido por pelo menos quatro anos
De acordo com a coordenadora geral do projeto, a
professora da Faculdade de Enfermagem da UFPel Beatriz Franchini, desde 2014
ocorrem tratativas entre os governos uruguaio e brasileiro para o
desenvolvimento dos estudos
A verba para o primeiro ano do projeto - deste lado da
fronteira - é de R$ 500 mil, custeada pelo governo brasileiro, através do Fundo
Nacional Antidrogas (Funad).
CLIQUE AQUI para saber mais.
Janot diz que o ex-líder do governo Dilma é um "agente criminoso". A PGR quer que ele continue na cadeia.
Ao se manifestar contra a revogação da prisão do ex-líder
do Governo no Senado ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, chamou o senador Delcídio Amaral (PT/MS) de ‘agente
criminoso’ e afirmou que ele 'não mede as consequências de suas ações para
atingir seus fins espúrios e ilícitos'.
Ele completou ainda que Delcídio “certamente
assim continuará, já deixou bem claro seu modo de atuação”.
O senador, que continua no exercício do mandato, embora preso na PF de Brasília há um mês, era líder do governo Dilma Roussef, do PT, quando foi capturado em casa, algemado e enfiado na cadeia. Tudo por ter participado do PT, iniciativa da organização criminosa mais conhecida como PT.
Governo Dilma saca dinheiro (R$ 855 milhões) até da poupança do Fundo Soberano do Brasil
O governo federal resgatou R$ 855 milhões do Fundo Soberano
do Brasil, uma espécie de poupança formada com base em sobras de arrecadação
desde 2007, para reforçar o caixa do Tesouro Nacional. Segundo o Ministério da
Fazenda, resgate já estava previsto desde o mês de maio.
Chico Buarque agride jovens que cobraram seu apoio imoral ao governo Dilma
Valente à distância, como todo petista que se preze, o cantor e compositor Chico Buarque usou o Facebook na
madrugada desta quarta, para dar um ‘recado’ aos jovens patriotas que questionaram seu apoio ao PT e ao governo Dilma, sujeitos a processos por gatunagem na Justiça Federal do Paraná e a processo de impeachment na Câmara, respectivamente.
O cantor foi confrontado em frente a um restaurante no Rio, mas tentou explicar sua conduta imoral.
Em seu primeiro
post, depois da repercussão do fato, Chico publicou uma de suas canções mais
famosas: "Vai trabalhar, vagabundo".
Chico não parece reunir condições para mandar ninguém trabalhar, que é o que ele menos faz.
Dilma denuncia "ódio" contra Chico, que ainda não descobriu que só há "asco" contra o governo do PT
Falta Luiz Fernando Veríssimo nesta foto á esquerda. A oposição de 90% ao governo Dilma e ao PT não sáo sinais de ódio ou intolerância, mas a constatação de que o povo não é burro e sabe quem mente e rouba.
A presidente Dilma Rousseff saiu em defesa, nesta quarta, do cantor e compositor Chico Buarque, que resultou confrontado por jovens ´patriotas que não concordam com sua defesa do governo mais corrupto e mentiroso da história, conforme denúncias de vários dos réus já condenados na Lava Jato.
Naa mensagem, publicada no Twitter e no
Facebook, a presidente que está sob escrutíneo da Câmara dos Deputados, prestes a tomar um impeachment, diz em tom solene, como se os 90% dos brasileiros que querem vê-la pelas costa snão significa nada:
- Não podemos aceitar o ódio e a
intolerância. O Brasil tem uma tradição de conviver de forma
pacífica com as diferenças. É preciso respeitar as divergências de opinião. A
disputa política é saudável, mas deve ser feita de forma respeitosa, não
furiosa. Reafirmo meu repúdio a qualquer tipo de intolerância, inclusive à
patrulha ideológica. A Chico e seus amigos, o meu carinho.
Opinião do editor - Sartori pode mais, muito mais, mas não deixa claro se tem projeto de governo
Passado um ano de governo, Ivo Sartori ainda não deixou claro qual seu verdadeiro programa de governo, se é que tem um. Algo que tenha começo, meio e fim, mas sobretudo algum tipo de lógica interna poderosaq.
O Piratini tem ciscado o mar, mas não está arando o mar.
O editor espera muito mais do atual governo, como uma verdadeira reforma administrativa e um verdadeiro ajuste fiscal, o que exigirá a imediata extinção de entes públicos deficitários, o enfrentamento da dívida, o reordenamento de pessoal, com ênfase para a área da segurança, e a reforma dura da pevidência estatal estadual. O mesmo pode-se dizer em relação à busca imediata de parcerias com o setor privado e com outros entes federeados, neste caso no que diz respeito a saúde e educação, sobretudo a elementar.
O governador tem demonstrado coragem nas suas propostas de ajusate fiscal (menos despesas e mais arrecadação), mas ainda é tímido em relação ao que de fato precisa fazer o setor público estadual.
As medidas ainda são pontuais.
Durante este ano, Ivo Sartori progrediu lentamente, enfrentou resistências pontuais e em alguns casos exemplificativos de melhora da organização e da gestão pública, foi incapaz de impor sua vontade à base aliada. Os casos mais cruciais são os que tratam da extinção de elefantes brancos como a Ceasa e da implantação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. Um deles, a LRFE, irá para o período de sessões da convocação extraordinária, mas o outro permanece na bacia das almas da Assembléia.
O Piratini tem ciscado o mar, mas não está arando o mar.
O editor espera muito mais do atual governo, como uma verdadeira reforma administrativa e um verdadeiro ajuste fiscal, o que exigirá a imediata extinção de entes públicos deficitários, o enfrentamento da dívida, o reordenamento de pessoal, com ênfase para a área da segurança, e a reforma dura da pevidência estatal estadual. O mesmo pode-se dizer em relação à busca imediata de parcerias com o setor privado e com outros entes federeados, neste caso no que diz respeito a saúde e educação, sobretudo a elementar.
O governador tem demonstrado coragem nas suas propostas de ajusate fiscal (menos despesas e mais arrecadação), mas ainda é tímido em relação ao que de fato precisa fazer o setor público estadual.
As medidas ainda são pontuais.
Durante este ano, Ivo Sartori progrediu lentamente, enfrentou resistências pontuais e em alguns casos exemplificativos de melhora da organização e da gestão pública, foi incapaz de impor sua vontade à base aliada. Os casos mais cruciais são os que tratam da extinção de elefantes brancos como a Ceasa e da implantação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. Um deles, a LRFE, irá para o período de sessões da convocação extraordinária, mas o outro permanece na bacia das almas da Assembléia.
Sartori entrega a Brum o conjunto de propostas da mais nova fase de ajusate fiscal. Pacote inclui Lei de Responsabilidade Fiscal.
O governador Ivo Sartori entregou esta manhã ao presidente da Assembléia, Edson Brum, o conjuunto de projetos que integram o que ele chama de Ajuste Fiscal Gaúcho, fase 6.
As 16h30min, a troika que assessora o governador (Biolchi, Búrigo e Feltes) detalhará para os jornalistas o teor do pacote.
Algumas propostas já tramitam na Assembléia, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, que só não foi votada porque existe resistência dentro da base aliada, sobretudo no PDT e PSDB.
Só a LRF já justificaria a existência do atual governo. Na prática, a proposta freia a criação de novas despesas sem previsão de receita e não permite que sejam concedidos reajustes salariais que fiquem para o governo seguinte pagar.
O governo quer que todos os projetos sejam votados durante a convocação extraordinária, que deve ocorrer nos dias 28, 29 e 30.
Entre as novas propostas apresentadas nesta quarta-feira,
está a que altera a dispensa de servidores do Executivo para atividades
sindicais. Também faz parte do pacote a concessão de rodovias estaduais e uma
maior transparência na divulgação dos salários dos funcionários do Executivo,
do Legislativo e do Judiciário.
Medidas importantíssimas, mas também muito polêmicas, que vinham sendo estudadas pelo governo ficaram
de fora do pacote. Entre elas, a cobrança de contribuição para dependentes do
IPE-Saúde e a extinção de empresas públicas como a Companhia Rio-Grandense de
Artes Gráficas (Corag) e a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos
(FDRH).
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