A cada dia que passa, a situação de Dilma, Lula e de Gabrielli complica-se. Conselho de Administração da Petrobrás, na época, também terá que dar explicações.
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O ex-.coordenador jurídico Internacionalda Petrobrás
Thales, Rodrigues de Miranda, responsável pela análise jurídica do contrato
da compra da primeira metade da refinaria de Pasadena, em 2006, se
recusou a assinar os termos do polêmico acordo com a empresa belga
Astra Oil, então proprietária da outra metade do empreendimento.
CLIQUE AQUI para ler, também, Vera Magalhães, Radar, Veja, com denúncia de engenheiro que compromete Dilma no caso Pasadena.
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Em entrevista ao Estado, Thales Miranda, que
deixou a estatal em 2013 após as pressões, confirma o teor de seu desabafo e
conta que o parecer jurídico encaminhado ao Conselho de Administração da
Petrobrás, que ele se recusou a assinar, não falava nada sobre uma multa de 20%
na cláusula put option – que previa que a Petrobrás tinha que comprar a outra
metade da refinaria em caso desentendimento com a Astra Oil.
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