Eis o que o ministro Eliseu Padilha disse esta tarde aos 20 jornalistas do Clube de Opinião, com os quais foi conversar no Plaza, ao falar sobre política nacional (Padilha trabalha 80% do tempo na articulação política e 20% na Aviação Civil):
- Lula sempre fez política em tempo integral. Sua movimentação atual visa checar o que sobrou do PT e da sua rede nos sindicatos, ONGs, universidades e meio político, tudo para reorganizá-las e colocá-las em movimento unido.
A fala de Padilha foi em resposta a uma questão colocada por um jornalista, que queria saber por que Lula ataca Dilma.
O ministro apenas sorriu e deu a resposta acima.
O Antagonista diz que o parente de um ministro do TCU envolvido no Lava Jato é sobrinho do gaúcho Augusto Nardes, ex-presidente do Tribunal de Contas da União, que nega tudo. "Esta acusação é leviana", reclamou Juliano Nardes..
Ricardo Pessoa, dono da UTC, presidente do Clube do Bilhão, continua depondo para a PF e para o MPF, agora em Brasília, no âmbito da delação premiada que acertou com a Procuradoria Geral da República.
Informações que vazaram já envolveram o senador Lobão, o tesoureiro da campanha de Dilma (Edinho Silva) e Roseane Sarney.
Mas há mais.
Os jornalistas Mário Sabino e Diego Mainardi, do blog O Antagonista, informaram esta manhã que Ricardo Pessoa disse aos procuradores da Lava Jato que um
parente de um ministro do TCU fazia tráfico de influência no esquema do Petrolão. O Antagonista d disse que escobriu que se trata do advogado Juliano
Nardes, sobrinho do ministro Augusto Nardes.
Juliano Nardes ligou há pouco (15h38min) para o editor e disse que a notícia do blog é mentirosa:
- Isto é muito leviano e a informação mentirosa me prejudica muito, porque difamações como estas, sem comprovação, nos dias atuais, podem comprometer a reputação de uma pessoa. Peço que desmintas tudo. Não tenho nada a ver com esse escândalo e nem com qualquer outro.
Juliano Nardes ligou há pouco (15h38min) para o editor e disse que a notícia do blog é mentirosa:
- Isto é muito leviano e a informação mentirosa me prejudica muito, porque difamações como estas, sem comprovação, nos dias atuais, podem comprometer a reputação de uma pessoa. Peço que desmintas tudo. Não tenho nada a ver com esse escândalo e nem com qualquer outro.
Sartori manda LDO para a Assembléia. LDO prevê total congelamento de salários para 2016.
O governador Sartori encaminhou à
Assembleia o projeto de lei que define as
diretrizes da Lei Orçamentária de 2016. O projeto prevê
o congelamento de reajustes salariais para o funcionalismo público.
O congelamento atinge todos os Poderes.
A grita já começou nos outros Poderes e também entre os principais líderes do funcionalismo.
A proposta é manter em 2016 somente a correção de 3% nos
vencimentos, índice que é relativo ao chamado crescimento vegetativo —
direitos conquistados por lei pelos trabalhadores.
O governador negou-se a falar com a imprensa. Seu secretário do Planerjamento, Christiano Tatsch, e o vice José Cairolli, destacados para falar, nada disseram de importante. Tatsch, no entanto, avisou que com receita finita, será preciso trabalhar com despesa também finita. Como os dados não são ainda conhecidos, não se sabe (13h50min) ainda, se os "números" do governo conferem com as declarções do secretário, mas é provável que sim.
Escândalo de corrupção derrubou Signor no Mapa. Novo superintendente já foi indicado. Saiba, aqui, o que aconteceu.
A foto ao lado é de Antonio Paz, Jornal do Comércio. De paletó azul, Signor é conduzido à Polícia Federal.
Roberto Schroeder é o novo superintendente do Ministério da Agricultura no RS. Francisco Signor foi demitido ontem pela ministra Kátia Abreu, logo depois de ter sido levado até a Polícia Federal para depor sobre seu envolvimento em denúncias de corrupção.
O advogado Marcos Eberhardt, da Simbiose,
informou que pedirá vistas do inquérito à PF. "Mas me parece sem
fundamento a colocação, pois todas as questões que se relacionam aos atos do
Mapa estão sendo discutidas judicialmente pela Simbiose", contrapôs o
advogado
Roberto Schroeder é o novo superintendente do Ministério da Agricultura no RS. Francisco Signor foi demitido ontem pela ministra Kátia Abreu, logo depois de ter sido levado até a Polícia Federal para depor sobre seu envolvimento em denúncias de corrupção.
Os repórteres Fernando Soares e Patrícia Comunello, ambos do Jornal do Comércio, contaram em ampla reportagem o que aconteceu no Mapa do RS, o envolvimento de Signor e as ações da Polícia Federal.
Trata-se do melhor material produzido sobre o assunto pela imprensa do RS.
Leia e saiba tudo:
Superintendente no Estado foi levado à sede da PF para
explicar o favorecimento em atuações
Passava das 11h30min de ontem quando o celular do
delegado da Polícia Federal Aldronei Rodrigues tocou e, no outro lado da linha,
o colega Thiago Delabay, que atua em Brasília na Lava Jato, perguntava por
detalhes da investigação que recém havia sido revelada em Porto Alegre.
Rodrigues, em pé no térreo do edifício-sede da Superintendência da PF na
Capital, passou a narrar os principais fatos e acusações que brotaram da
Operação Semilla (semente, em espanhol) e atingem o principal nome do
Ministério da Agricultura (Mapa) no Estado, Francisco Signor, indiciado ontem
pela PF com mais três pessoas, segundo a assessoria de imprensa da PF. A
operação apontou favorecimento em autuações e superfaturamento em serviços
ligados a eventos.
Signor, superintendente do Mapa há 13 anos, indicado pelo
PT, é o pivô, segundo a descrição exaustiva da PF e do Ministério Público
Federal (MPF), de um esquema "criminoso", operado a partir do
gabinete do chefe do órgão, apontou o delegado Rodrigues. Delabay estava
curioso por uma razão: ele deu início à apuração, que derivou da Operação
Pasteur, que veio a público no fim de 2014 e também envolveu corrupção, daquela
vez entre fiscais federais do Mapa e indústrias lácteas no Vale do Taquari.
Pasteur e Semilla nasceram na Unidade de Repressão de
Desvios de Recursos Públicos. Ontem, estavam ao lado do delegado federal e do
superintendente da PF, Elton Manzke, o chefe da Controladoria-Geral da União
(CGU) no Estado, Cláudio Marques Corrêa, e o procurador da República do Núcleo
de Combate à Corrupção do MPF, Adriano Raldi. Signor e mais três acusados foram
conduzidos de forma coercitiva pela PF de suas residências em Porto Alegre e
Sapucaia do Sul para depor na Superintendência. Também houve arresto de bens e
bloqueio de contas bancárias, por ordem judicial a pedido da PF. Os policiais
anteciparam a operação em um dia, pois Signor embarcaria hoje para Jerusalém,
em um tour pela Terra Santa. No final do dia, o Ministério da Agricultura, por
meio de nota, informou a exoneração de Signor em cumprimento à decisão da 11ª
Vara Federal de Porto Alegre.
Nos locais, foram apreendidos documentos e arquivos digitais.
A lista de crimes vai desde associação criminosa, corrupção passiva, advocacia
administrativa e lavagem de dinheiro, adiantou o delegado. O rol foi confirmado
pelo MPF. Rodrigues descreveu que os acusados atuavam e ganhavam vantagens
financeiras de empresas do setor agropecuário alterando valores e até
suspendendo ou adiando a aplicação de multas.
Decretos judiciais obtidos pela PF levaram ao afastamento
de Signor e outro servidor das funções. "Os dois não podem, sequer,
aproximar-se de qualquer órgão vinculado ao Mapa no Estado", explicou
Rodrigues, reforçando a existência de provas contra o superintendente. Entre as
apreensões na casa de Signor, estão R$ 145 mil em notas de reais e dólares
(células de US$ 100,00).
O servidor envolvido é Sérgio Sobrosa, que ainda atuava
no Mapa, na divisão administrativa. Sobrosa também foi exonerado no mesmo
documento emitido por Brasília. Os outros dois indiciados seriam Elidiana
Maróstica e Ricardo Lemos. Contratada em março de 2005 como chefe de divisão,
em um cargo em comissão, Elidiana já não trabalhava mais no ministério, pois
havia sido exonerada em 6 de abril deste ano. Já Lemos, marido de Elidiana,
nunca trabalhou na superintendência, mas também integrava o esquema. Ele teria
a função de receber propinas e depositar em contas bancárias.
O superfaturamento teria ocorrido na prestação de serviço
pela empresa Ícone Viagens e Eventos, que atende ao Mapa em feiras
agropecuárias. Nas multas, Signor tinha autoridade julgadora (termo usado pelo
delegado) para reduzir valores. Em um dos casos, foram abatidos R$ 500 mil de
uma punição de R$ 3 milhões. Sobre eventual relação de pagamentos ou
favorecimento com doação a campanhas ainda não há conexão, segundo Rodrigues.
Último a depor, Signor deixou a sede da PF por volta das 17h, em silêncio.
Fiscais federais agropecuários não se surpreenderam com
ação policial
A divulgação do esquema não chegou a ser uma surpresa
para uma categoria. "Algumas coisas sabíamos que aconteciam. Fazíamos a
fiscalização de uma empresa, constatávamos irregularidades e aí terminava o
trabalho do fiscal. Depois, víamos que, quando chegavam à superintendência,
processos eram engavetados ou então eram arbitrados valores inferiores de
multa. Isso gerava revolva nos fiscais", destaca o diretor de administração
da delegacia regional do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários,
Marcelo Mazzini.
Um ponto de conflito era o repasse de informações sobre
as empresas a serem fiscalizadas. "Quando emitíamos ordem de serviço para
um fiscal se deslocar para determinado lugar, o superintendente exigia que
fosse avisado o nome da empresa que seria fiscalizada", diz Mazzini.
Diante de todos os indícios, Mazzini lembra que o
sindicato defendia a saída de Signor do cargo e requisitava que um funcionário
de carreira do ministério ocupasse o posto. Uma fonte consultada pelo Jornal do
Comércio assegura que, entre as empresas beneficiadas pela suspensão ou redução
de multas, estão habituais doadores para campanhas políticas. "Signor
dizia aos quatro cantos que conseguia arrecadar dinheiro para campanhas e essa
era a garantia da continuidade dele no ministério."
Primeiras pistas surgiram há cerca de três anos, segundo
a PF e o MPF
E-mails, escutas e documentos deram as pistas para formar
a Operação Semilla. Há pelo menos três anos, a unidade de crimes fiscais e o
MPF rastreavam conexões. Informações chegavam de várias fontes, como de fiscais.
A Operação Pasteur, que começou a ser levantada no final de 2013 e revelada em
dezembro de 2014, deu os primeiros indicativos mais fortes da atuação na cúpula
da Superintendência do Mapa. Na Pasteur, fiscais federais, sob comando de
Signor, cometiam irregularidades e que atingiam o fluxo de vistorias na área de
leite. Havia repasse antecipado de datas das vistorias para as empresas, o que
prejudicava a ação de fiscalização.
Por isso, a PF e o MPF apontaram a proximidade da Semilla
e Pasteur com a Operação Leite Compensado. A PF busca dimensionar o volume
financeiro que resultou da redução ou cancelamento de multas. Segundo Aldronei
Rodrigues, a fiscalização ocorre sobre quase 80 empresas do cadastro .
O promotor do Ministério Público do Estado Mauro
Rochemback lembra que Signor também era conhecido pela alcunha de Homem da
Mala. "Agora sabemos o porquê do apelido." Rochemback recorda que
Signor costumava desvalorizar a Operação Leite Compensado, chamando-a de
pirotécnica. "Ele utilizava de expediente administrativo para punir quem
colaborava conosco. Recebo a informação (do indiciamento) com alívio. É a
sensação de estar sem um inimigo na trincheira", ressalta.
No caso da Ícone, de eventos, o delegado disse que
algumas atividades teriam tudo comprovação sem serem realizadas. A CGU informou
que analisará os atos administrativos e a responsabilidade de empresas na
obtenção de vantagens, como redução ou cancelamento de autuações. Adriano Raldi
citou que Signor teria agido para impedir que a empresa Simbiose, de Cruz Alta,
fosse fechada.
Empresas afirmam desconhecer as irregularidades citadas
na investigação
Citadas pela PF e pelo MPF pelo envolvimento na Operação
Semilla, a Ícone e a Simbiose (em sementes com sede em Cruz Alta) afirmaram
desconhecer a investigação. A gerente-geral da agência de eventos, Mariam
Coutinho, negou qualquer problema que "esbarre na empresa".
"Nunca ouvi falar desse assunto. Desconheço qualquer informação. Vou falar
com o ministério (da Agricultura) para saber o que está acontecendo",
reagiu Mariam, a partir do escritório no Rio de Janeiro. Segundo a gerente, a
Ícone subcontrata fornecedores locais para realizar a montagem de estruturas,
como estandes e outros serviços pedidos pela pasta.
GM terá reunião, segunda, com líderes metalúrgicos de Gravataí.
A direção da GM no RS anunciou hoje que receberá segunda-feira as lideranças dos metalúrgicos de Gravataí.
Vai discutir a recessão e as alternativas da montadora em relação a suas operações no RS.
Logo abaixo, mais notícias sobre a crise na GM de Gravataí.
Vai discutir a recessão e as alternativas da montadora em relação a suas operações no RS.
Logo abaixo, mais notícias sobre a crise na GM de Gravataí.
Advogado Luiz Correia Barbosa apresenta uma rota para que Dilma saia do brete
Advogado reconhecido pela sua competência em todo o País, ex-defensor de Roberto Jefferson, o dr. Luiz Correia Barbosa passou há pouco sua receita para que Dilma Roussef saia do brete:
- Ir para a TV e anunciar:
1) Acabei de me desfiliar do PT.
2) Quem me acompanha, diga que fica, mas quem ficar deve saber que demitirei os que não devem me acompahar.
3) Estou indicando o juiz Sérgio Moro para a vaga de Joaquim Barbosa.
4) Vamos passar o País a limpo
E assim dito, vamos tocar o Brasil, porque ele é maior do que todos nós.
Convencido de que Dilma não tem nada a ver com malfeitos, Luiz Barbosa disse ao editor que tudo o que está acima descrito é recado que costuma dar nas entrevistas e já passou mais de uma vez ao seu amigo, o ex-deputado Carlos Araújo.
- Ir para a TV e anunciar:
1) Acabei de me desfiliar do PT.
2) Quem me acompanha, diga que fica, mas quem ficar deve saber que demitirei os que não devem me acompahar.
3) Estou indicando o juiz Sérgio Moro para a vaga de Joaquim Barbosa.
4) Vamos passar o País a limpo
E assim dito, vamos tocar o Brasil, porque ele é maior do que todos nós.
Convencido de que Dilma não tem nada a ver com malfeitos, Luiz Barbosa disse ao editor que tudo o que está acima descrito é recado que costuma dar nas entrevistas e já passou mais de uma vez ao seu amigo, o ex-deputado Carlos Araújo.
Lula e Renan reúnem-se em jantar para falar mal de Dilma
Ao lado, um bando de investigados ou suspeitos de bandidagem no Lava Jato: Renan, Delcídio, Lobão e Lula. -
O jornalista Josias de Souza, UOL, conta no seu blog de hoje que em almoço na residência oficial da presidência do Senado,
Lula ouviu críticas de Renan Calheiros à administração de Dilma Rousseff.
Podendo defender a pupila, Lula preferiu endossar os reparos. Em essência,
Renan disse que o governo padece de falta de rumo. Ele condena Dilma por chamar
de ajuste fiscal um pacote que se limita a restringir benefícios trabalhistas,
sem apresentar ao país uma estratégia para a retomada do crescimento.
Leia tudo:
Ecoando o interlocutor, Lula avaliou que Dilma se deixou
enredar por uma agenda negativa, mergulhando o governo na inércia. O padrinho
da presidente enxergava no programa de concessão à iniciativa privada de obras
de infraestrutura uma perspectiva de virada de página. Lamentou a decisão de
Dilma de adiar para junho o anúncio da reabertura da temporada de concessões.
A conversa entre Lula e o investigado Renan Calheiros foi
tesmunhada pelo líder do governo, senador Delcídio amaral (PT-MS), e pelo
também investigado senador Edison Lobão (PMDB-MA). À noite, Lula reuniu-se com
Dilma, no Palácio da Alvorada. Os dois convertsa amiúde. Mas o criador vem se
queixando de que a criatura já não ouve os seus conselhos como antes.
.
Maria do Rosário diz que não abafou o caso do ex-cunhado estuprador de menores
A acusação sobre o abafa é de Bolsonaro. Nesta quinta, Rosário disse que vai contra ele ao STF.
A deputada federal e ex-ministra dos Direitos Humanos
Maria do Rosário (PT-RS) rebateu, nesta quinta-feira (14), as declarações
feitas por Jair Bolsonaro (PP-RJ) a um grupo de estudantes que visitaram a
Câmara essa semana. O ex-militar acusou Maria do Rosário de tentar esconder um
suposto caso de abuso sexual contra menor de idade que teria sido praticado por
um homem que foi casado com sua irmã.
A reportagem é de Cintia Alves, jornal GGN. leia tudo:
A reportagem é de Cintia Alves, jornal GGN. leia tudo:
O caso foi descoberto por Maria do Rosário em 2003. À
época, a deputada era relatora de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de
Inquérito) que viajou o Brasil levantando crimes contra a infância.
Discutindo questões de genêro e os atritos que teve com
Maria do Rosário na Câmara, Bolsonaro disse às estudantes: "Você sabe por
que ela me chamou de estuprador? Não foi só por causa do Champinha [menor de
idade acusado de estuprar e matar uma adolescente], não. Foi por causa do
cunhado dela também, que havia acabado de estuprar uma menor, de 11 anos de
idade, 10 dias antes. Ela deveria ter pedido aqui [na Câmara] a punição do
cunhado dela. Ela abafou de toda maneira o estupro do cunhado dela, do dia 30
de outubro de 2003. Ou você acha que sair com uma menina de 11 anos não é
estupro de vulnerável?" (Assista ao vídeo clicando aqui)
Em entrevista exclusiva ao GGN, a ex-ministra disse que
considera a acusação de Bolsonaro "inaceitável", "uma violência
à minha dignidade". "É uma denúncia falsa. Em nenhum momento vacilei
em exercer a minha responsabilidade. Eles foram presos em flagrante,
denunciados no relatório final da CPMI e, como todos os demais [investigados],
trabalhei para que fossem responsabilizados", frisou.
"Quanto a este deputado que me agride de todas as
formas, a resposta que pretendo é sua condenação pelo STF [Supremo Tribunal
Federal] e pelo STJ [Superior Tribunal de Justiça], pelas calúnias e injúrias
que tem me proferido, inclusive mais está, porque está claramente documentado o
trabalho que realizei na CPMI", indicou.
Em dezembro do ano passado, durante discurso no plenário
da Câmara, Bolsonaro disse à Maria do Rosário que não a estupraria "porque
ela não merece". Em entrevista posterior ao "Zero Hora", ele
reiterou a declaração: "Ela não merece porque é muito feia, não faz meu
gênero. Jamais a estupraria". O pepista reafirmou às estudantes com quem
conversou essa semana que reagiu daquela forma porque Maria do Rosário o
ofendeu primeiro.
A deputada gaúcha, então, protocolou uma queixa-crime no
Supremo solicitando que Bolsonaro responda por injúria e calúnia. A
vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, também denunciou Bolsonaro ao
Supremo pelo crime de incitação ao estupro, a pedido do Conselho Nacional dos
Direitos Humanos.
"O que pretendo é juntar essas palavras caluniosas
[sobre tentativa de esconder um suposto crime de estupro] nas ações que já
correm. São depoimentos caluniosos e posso provar pelo relatório [da CPMI] que
está na internet, que pode ser visto por qualquer brasileiro. Espero que por
mais esses motivos, ele venha a ser condenado. Jamais deixaria de fazer uma
denúncia porque era contra alguém conhecido. A declaração que dei, aliás,
repito hoje: foi um sofrimento terrível para as pessoas que conviviam com
aquela pessoa. Mas o sofrimento maior é o da vítima de exploração sexual",
endossou a ex-ministra.
O caso
Maria do Rosário foi relatora da Comissão Parlamentar
Mista de Inquérito que investigou as situações de violência e redes de
exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, em 2003. "Foram
dois anos de trabalho, visitamos 21 estados, denunciamos mais de 200 pessoas
envolvidas em redes criminosas. Entre elas, uma pessoa que foi casada com minha
irmã. Eu a denunciei, está no relatório da CPI, e espero que o trabalho do
Ministério Público possa punir todos os responsáveis, inclusive este",
disse ao GGN.
A petista lembrou que, à época, "pela surpresa do
fato" de encontrar um conhecido entre os denunciados, sua reação foi a de
relatar o ocorrido aos demais membros da CPMI, e não de "abafar" o
fato, como sugeriu Bolsonaro. A deputada Ann Pontes (PMDB-PA), então, passou a
ser a relatora do episódio.
Bolsonaro diz que Maria do Rosário deu proteção ao seu ex-cunhado estuprador de menores, omitindo referências a ele na CPI que ajudou a comndar sobrew o assunto. A deputada anunciou, ontem, que de novo ao STF contra o deputado do PP.
A CPMI denunciou Flávio Renato de Brito Borges, que foi
casado com a irmã de Maria do Rosário, e Carlos Alberto Fontana. Eles foram
presos em 31 de outubro de 2003, em região de Porto Alegre conhecida como área
de prostituição, na companhia de duas meninas, uma de 11 e outra de 15 anos. No
relatório, consta passagem do inquérito no qual Flávio afirma que eles apenas
deram carona à criança e adolescente, e que estavam na região com outro
propósito.
A reportragem é de Cintria Alves, jornal GGN. Leia tudo:
Além de encaminhar cópias de toda a documentação do caso
ao Ministério Público do Estado, a CPMI recomendou o indiciamento de Flávio
Borges e Carlos Fontana, por "exploração sexual de criança ou
adolescente". À Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, ao MP
e ao Tribunal de Justiça do Estado, foi solicitado "agilidade e rigor na
apuração e julgamento do caso."
Ao que tudo indica, entretanto, Flávio Borges não foi
condenado. Isso porque, em março de 2014, o Tribunal de Justiça de São Paulo
ainda julgava uma ação por danos morais encaminhada por Flávio contra um jornal
de Porto Alegre, que noticiou o fato de 2003. Na decisão, o juiz citou uma
"sentença absolutória".
"Com efeito, o autor é cunhado da deputada federal
Maria do Rosário e, conforme amplamente divulgado em novembro de 2003, teria
sido flagrado com menores em seu carro nas imediações da Av. Farrapos, em Porto
Alegre. Flávio se insurge com a forma como a notícia foi tratada pela imprensa,
aqui neste caso o Jornal NH. O relatório do delegado de polícia que presidiu o
inquérito e a cópia da sentença absolutória confirmam que o autor foi preso na
companhia de outro sujeito e duas meninas menores de idade, tendo sido
indiciado e denunciado nos termos do artigo 244-A, do Estatuto da Criança e do
Adolescente. Então, nenhuma inverdade ou pré-julgamento foi praticado pelo
órgão de imprensa", despachou a autoridade judicial.
Entrevista, Marco Alba, Gravataí - A crise econômica é nacional, mas precisamos enfrentá-la localmente, custe o que custar
ENTREVISTA
Marco Alba, prefeito de Gravataí, RS
O senhor esteve com o governador esta manhã para expor as ameaças que pairam sobre o complexo automotivo da GM, assolada por vendas menores e levada a demitir muita gente.
Sim. Querol a parceria do governo estadual. A crise, a recessão, atingiu a ponta da economia, no caso os empregos dos trabalhadores. Se a GM acabar com o terceiro turno e enxugar na medida que vaza lá de dentro, teremos 3 mil desempregados em todo o complexo, GM e seus sistemistas.
E ?
O nosso governo estadual vive a sua própria crise, mas será parceiro.
Vocês criaram um Fórum contra o Desemprego, ontem, em Gravataí. Quais são os próximos passos ?
Todo mundo parece meio anestesiado e dá a impressão que não entendeu o tamanho da recessão, Arrecadamos R$ 30 milhões a menos no ano passado. 50% da receita local vem da GM. Ontem, reunimos a prefeitura, os vereadores, os empresários e as principais lideranças sindicais, sobretudo o Sindicato dos Metalúrgicos e a Força Sindical.
É uma crise nacional. Como resolver isto localmente ?
Queremos reduzir o impacto sobre o município e seus habitantes. Vamos procurar a GM em São Paulo, mobilizar a Granpal, da qual sou presidente. Os prefeitos todos penam e vão sofrer muito com a crise. A crise econômica é nacional, mas precisamos enfrentá-la localmente, custo o que custar.
Marco Alba, prefeito de Gravataí, RS
O senhor esteve com o governador esta manhã para expor as ameaças que pairam sobre o complexo automotivo da GM, assolada por vendas menores e levada a demitir muita gente.
Sim. Querol a parceria do governo estadual. A crise, a recessão, atingiu a ponta da economia, no caso os empregos dos trabalhadores. Se a GM acabar com o terceiro turno e enxugar na medida que vaza lá de dentro, teremos 3 mil desempregados em todo o complexo, GM e seus sistemistas.
E ?
O nosso governo estadual vive a sua própria crise, mas será parceiro.
Vocês criaram um Fórum contra o Desemprego, ontem, em Gravataí. Quais são os próximos passos ?
Todo mundo parece meio anestesiado e dá a impressão que não entendeu o tamanho da recessão, Arrecadamos R$ 30 milhões a menos no ano passado. 50% da receita local vem da GM. Ontem, reunimos a prefeitura, os vereadores, os empresários e as principais lideranças sindicais, sobretudo o Sindicato dos Metalúrgicos e a Força Sindical.
É uma crise nacional. Como resolver isto localmente ?
Queremos reduzir o impacto sobre o município e seus habitantes. Vamos procurar a GM em São Paulo, mobilizar a Granpal, da qual sou presidente. Os prefeitos todos penam e vão sofrer muito com a crise. A crise econômica é nacional, mas precisamos enfrentá-la localmente, custo o que custar.
Lei de Diretrizes Orçamentárias irá hoje para a Assembléia. Proposta será de congelar gastos de todos os Poderes.
O governo estadual encaminhará nesta sexta para a Assembléia a proposta de Lei de Diretrizses Orçamentárias.
O ponto mais polêmico será o da proposta de congelamento dos gastos de todos os Poderes, inclusive Judiciário e Legislativo. O mesmo ocorrerá com Ministério Público e Tribunal de Contas.
O ponto mais polêmico será o da proposta de congelamento dos gastos de todos os Poderes, inclusive Judiciário e Legislativo. O mesmo ocorrerá com Ministério Público e Tribunal de Contas.
Ministro Manoel Dias balança no ministério do Trabalho
O governo chamou o presidente do PDT, Carlos Lupi, para exigir que o Partido diga se fica ou sai do governo.
A idéia é que os deputados federais indiquem um ministro para o lugar de Manoel Dias, visando comprometer a bancada, que tem votado em bloco contra o Planalto.
A idéia é que os deputados federais indiquem um ministro para o lugar de Manoel Dias, visando comprometer a bancada, que tem votado em bloco contra o Planalto.
Prefeito Marco Alba teme 3 mil demissões na GM de Gravataí. "Crise chegou na ponta", avisa Alba.
Os trabalhadores que estavam em casa por causa do locaute dos cegonheiros, voltaram ontem ao trabalho no complexo da GM em Gravataí, mas agora a ameaça é de eliminação do terceiro turno, o que resultaria na demissão de 1.600 trabalhadores.
A GM não fala.
O site gaúcho produz 60% dos carros fabricados pela montadora no País. Os pátios próprios e de terceiros estão lotados de carros encalhados.
Ontem a tarde, o prefeito Marco Alba fez um discurso pessimista sobre o que pode acontecer, porque está convencido de que a crise econômica chegou na ponta, no emprego dos trabalhadores. Ele acha que a GM poderá acabar com o terceiro turno e reduzir ainda mais suas atividades. Neste caso, o desemprego atingiria 3 mil trabalhadores.
Em um ano, as montadoras do País demitiram 14,6 mil trabalhadores.
No RS não ocorreram dsemissões, mas a GM de SP colocará 900 empregados em layoff.
"Estamos no fundo do poço", disse Alba.
A audiência pública reuniu o prefeito, vereadores, líderes sindicais e emprtesariais Eles criaram uma frente para buscar alternativas, mas o problema não é local, já que a crise econômica decorre de erros e desmandos praticados pelo primeiro governo de Dilma Roussef, que agora busca um perverso ajuste fiscal, ferramenta com a qual pretende debelar a recessão.
Esta manhã, o sindicato dos metalúrgicos procurará a direção da GM para discutir a crise.
A GM não fala.
O site gaúcho produz 60% dos carros fabricados pela montadora no País. Os pátios próprios e de terceiros estão lotados de carros encalhados.
Ontem a tarde, o prefeito Marco Alba fez um discurso pessimista sobre o que pode acontecer, porque está convencido de que a crise econômica chegou na ponta, no emprego dos trabalhadores. Ele acha que a GM poderá acabar com o terceiro turno e reduzir ainda mais suas atividades. Neste caso, o desemprego atingiria 3 mil trabalhadores.
Em um ano, as montadoras do País demitiram 14,6 mil trabalhadores.
No RS não ocorreram dsemissões, mas a GM de SP colocará 900 empregados em layoff.
"Estamos no fundo do poço", disse Alba.
A audiência pública reuniu o prefeito, vereadores, líderes sindicais e emprtesariais Eles criaram uma frente para buscar alternativas, mas o problema não é local, já que a crise econômica decorre de erros e desmandos praticados pelo primeiro governo de Dilma Roussef, que agora busca um perverso ajuste fiscal, ferramenta com a qual pretende debelar a recessão.
Esta manhã, o sindicato dos metalúrgicos procurará a direção da GM para discutir a crise.
Polícia Federal foi grampeada no Paraná
Escuta foi encontrada no andar abaixo de onde ocorrem as
investigações da Operação Lava Jato, que apura esquema de corrupção na
Petrobras. O material foi encaminhado para análise do Departamento de Coordenação
de Assuntos Internos da PF em Brasília.
Há bastante tempo os policiais, procuradores e juizes federais do Paraná desconfiam da existência de grampos em seus gabinetes e até residências.
O esquema de proteção discreta sobre as principais figuras do processo do Petrolão também foi reforçado.
Moro almoça com direção da Folha de S. Paulo. Nas ruas, foi saudado como herói do povo brasileiro.
O juiz Sérgio Moro foi ontem a São Paulo. Ele almoçou com a direção do jornal Folha de S. Paulo.
Responsável pela Operação Lava Jato, juiz Sérgio Moro também foi recebido como celebridade numa livraria em São Paulo, durante o lançamento do livro "Bem Vindo ao Inferno", sobre uma das vítimas do médico Roger Abdelmassih. A mulher de Moro, a advogada Rosângela Moro, assina o prefácio da obra.
O magistrado foi rodeado por uma aglomeração de cerca de 50 pessoas, que carregava cartazes como "Força, Moro" e "Ministério Público, orgulho do Brasil". O ato foi convocado pelo Facebook pelo movimento Vem Pra Rua.
O juiz falou:
- É importante ter o apoio da população. Eu fico feliz com essa recepção, mas não quero ser o foco da atenção.
Responsável pela Operação Lava Jato, juiz Sérgio Moro também foi recebido como celebridade numa livraria em São Paulo, durante o lançamento do livro "Bem Vindo ao Inferno", sobre uma das vítimas do médico Roger Abdelmassih. A mulher de Moro, a advogada Rosângela Moro, assina o prefácio da obra.
O magistrado foi rodeado por uma aglomeração de cerca de 50 pessoas, que carregava cartazes como "Força, Moro" e "Ministério Público, orgulho do Brasil". O ato foi convocado pelo Facebook pelo movimento Vem Pra Rua.
O juiz falou:
- É importante ter o apoio da população. Eu fico feliz com essa recepção, mas não quero ser o foco da atenção.
Petrolão do PT está sendo desmontado com coragem e competência por Moro, MPF e PF
Para os leitores que acham que não etá acontecendo nada e que tudo é ainda muita areia nos olhos, vale a pena examinar o curto balanço feito abaixo pelo MPF do Paraná, ontem, em Curitiba. A organização criminosa do Petrolão, montada e operada nos governos Lula e Dilma com ações do PT, está sendo desmontada a ferro e fogo, com coragem e competência pela PF, MPF e juiz Sérgio Moro.
Mesmo que os políticos com mandato ainda estejam sob forte blindagem e Lula e Dilma prossigam fora da cadeia, o resultado é produtivo até o momento.
Leia:
Com as denúncias divulgadas nesta
quinta feira contra quatro ex-deputados federais e outros 9 acusados, já chega
a 28 o total de acusações formais perante a Justiça Federal contra 128
investigados, além de cinco ações de improbidade.
A Lava Jato conta com quinze acordos de delação premiada que levaram à restituição voluntária de 570 milhões de reais e mais o bloqueio de RE$ 700 milhões, conforme nota abaixo.
Foram repatriados 369 milhões de reais
Justiça bloqueia meio bilhão de reais da Camargo Corrêa e Sanko. Petrolão bloqueou R$ 700 milhões até agora.
A Justiça Federal no Paraná decretou o bloqueio de 544
milhões de reais de duas empreiteiras e de uma empresa fornecedora de tubos nas
obras da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. O confisco ocorreu
nesta quarta feira, no âmbito de ações de improbidade da Operação Lava Jato. A
informação foi divulgada pelo procurador da República Deltan Dallagnol, que
integra a força-tarefa da Lava Jato.
Camargo Corrêa e Grupo Sanko - Foram bloqueados 241 milhões de reais da empreiteira
Camargo Corrêa e do Grupo Sanko, ambos envolvidos em supostas irregularidades
na Abreu e Lima.
Galvão - Em outra decisão, a Justiça embargou 302 milhões de reais da
empreiteira Galvão Engenharia.
Com o valor bloqueado anteriormente da Engevix
Engenharia, o montante tornado indisponível de empresas acusadas na Lava Jato
já alcança 700 milhões de reais, segundo Dallagnol.
Engevix - Já havia sido bloqueado dinheiro da Engevix, de modo que o total dos bloqueios chega a 700 milhões de
reais, em razão das ações de improbidade administrativa.
Artigo, Astor Wartchow - Terceirizações e “Coitadismo”
* Este artigo do advogado Astor Wartchow foi publicado na Gazeta do Sul, Santa Cruz do Sul. O editor conversou com o autor, esta manhã, via e-mail e decidiu publicar o material.
A razão para
não restringir as possibilidades de terceirizações é garantir mobilidade e
agilidade de gestão empresarial, e a adoção de tecnologias, processos e
serviços inovadores e independentes.
São carências
de setores da economia que se encontram embretados numa série de intermináveis
exigências e dificuldades operacionais, formais, tributárias e burocráticas que
retira competitividade nacional e internacional dos negócios.
Entretanto,
no centro dos debates está a hipótese de precarização de direitos trabalhistas.
Os contrários à terceirização temem que haja achatamento salarial. É provável
que isso ocorra em alguns setores não qualificados e em alguns momentos do
processo. Mas, com o tempo o sistema entrará em estado de equilíbrio.
]
Porém, se continuam assegurados todos os
direitos celetistas (como de fato continuarão), tributos e obrigações
acessórias, mais o lucro de administração do intermediário, resulta que os
custos do contratante final, em verdade, aumentarão.
E por que uma
empresa se submeteria a um aumento de custos através da terceirização? Porque
obteria uma vantagem competitiva que diz respeito à verticalidade operacional e
consequente agilidade produtiva e comercial.
Nas
atividades fim, por exemplo, é estúpido supor que as empresas contratantes
venham a abrir mão da eficácia e qualidade dos trabalhadores em troca de uma
redução de custos (na suposição de um possível achatamento dos salários).
Ao contrário,
ocorrerá que os melhores trabalhadores serão disputados pelos administradores
da intermediação e as empresas contratantes. O que gerará um circuito virtuoso.
O que deveria
estar em debate, nesse momento, é por que o trabalhador brasileiro é tratado -
pelos sindicatos e pela Justiça do Trabalho - como um pobre coitado, que não
sabe nada, que não tem competência, que é incapaz de compreender e administrar
seus direitos e habilidades profissionais, e por que precisa ser tutelado
ininterruptamente?
Na teoria do
direito do trabalho denomina-se isso de “hipossuficiência dos trabalhadores e
de subordinação jurídica”. Pois, predomina o principio da
irrenunciabilidade/indisponibilidade do seu próprio direito.
Em síntese,
entre “bolsas e vales-disso e daquilo” e outras formas de tutela do cidadão, é
mais um exemplo do triunfo e hegemonia da “política do coitadismo”!
Ana Amélia dirá ao meio dia que ficará com o candidato do PP em 2016.
Candidato à sucessão do prefeito José Fortunati no ano que vem, Kevin Krieger confirmou ontem que ao meio dia ele e a direção municipal do Partido conversarão com a senadora Ana Amélia no Hotel Everest.
Ao contrário da eleição anterior, quando apoio a comunista Manuela D'Ávila, desta vez a senadora avisou que ficará com o candidato do PP. Foi o que ela disse ao editor em café da manhã rewalizado no Café do Porto, Porto Alegre.
Ao contrário da eleição anterior, quando apoio a comunista Manuela D'Ávila, desta vez a senadora avisou que ficará com o candidato do PP. Foi o que ela disse ao editor em café da manhã rewalizado no Café do Porto, Porto Alegre.
Padilha dirá ao meio dia se o governo empurra ou não com a barriga as obras do Salgado Filho
Está confirmada a conversa que o ministro Eliseu Padilha terá ao meio dia com os jornalistas do Clube de Opinião do RS.
O presidente do clube, Júlio Ribeiroi, disse há pouco ao editor que o encontro ocorrerá durante almoço no Plaza, meio dia.
Eliseu Padilha poderá esclarecer para os repórteres se o governo empurra ou não com a barriga o anúncio sobre o início das obras de ampliação do aeroporto Salgado Filho.
O presidente do clube, Júlio Ribeiroi, disse há pouco ao editor que o encontro ocorrerá durante almoço no Plaza, meio dia.
Eliseu Padilha poderá esclarecer para os repórteres se o governo empurra ou não com a barriga o anúncio sobre o início das obras de ampliação do aeroporto Salgado Filho.
Sartori lançará na semana que vem o seu Programa de 100 Pontos para 2015. Saiba do que se trata.
O governador José Sartori comandará pessoalmente o evento que agendou para a próxima quinta-feira no Hotel Embaixador, quando lançará um programa de 100 pontos. Na ocasião, os secrfetários assinarão contratros para cumprirem as metas. Vai controlar e coordenar tudo aquilo que o governo já chama de Rede de Governança e Gestão. É um sistema de monitoramento
transversal de prioridades, com a pretensão de ser atualizado em tempo real,
capaz de se antecipar aos problemas que travam a ação pública. Em média, cada secretário terá que cumprir 5 metas. Estes 100 pontos são para este ano. A cada ano seguinte, novas metas sairão.
Quais são os detalhes sobre as ferramentas que serão
lançadas pelo Palácio Piratini no dia 21?
Dividimos o governo em quatro eixos: econômico, social,
infraestrutura e ambiente e governança. A secretaria não estava exercendo a sua
função, que é de controlar as ações de governo. Vamos implantar a Rede de Governança
e Gestão para que, em cima das nossas condições financeiras, possamos priorizar
e identificar, em cada secretaria, as ações e obras que queremos fazer até o
final de 2015, com recursos disponíveis na Fazenda. Foi um trabalho árduo para
que a gente pudesse chegar em algo viável, factível, em condições de ser
realizado.
Com o RS em crise, o dinheiro virá de onde? Há estimativa
de recursos disponíveis?
Teremos isso fechado até semana que vem. São poucos
recursos, mas há convênios com o governo federal já firmados e que não foram
para o caixa único. Há convênios de 2011, com dinheiro disponível, e que nada
saiu do papel. Temos ainda recursos dos financiamentos, mas, isso sim, foi para
o caixa único do governo. Essas verbas não estão mais disponíveis, acabaram
pagando despesas com folha e outras coisas do governo anterior, quando deveriam
ter sido investidas. Dentro do déficit de R$ 5,4 bilhões de 2015, há um valor
que o governo pretende devolver para essas rubricas específicas e realizar as
obras previstas. Sem isso, podemos perder os contratos com Banco Mundial e
BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). São cerca de R$
700 milhões que o governo entende que têm de voltar às rubricas originais para
serem realizadas as ações. Assim, também liberaremos as próximas parcelas
desses empréstimos.
Leia as últimas notícias do dia
Como vai funcionar o programa?
Vamos ligar para o coordenador da secretaria e perguntar
por que a obra de uma estrada parou. Ele tem de, automaticamente, responder.
Qual o gargalo? Trancou a licença ambiental? Faltou um parecer da Procuradoria-
Geral do Estado (PGE)? Alguém tem de ser responsável por toda a execução. Teremos
reuniões a cada seis semanas com cada um dos quatro eixos e bimestrais com as
secretarias individualmente. Se der problema em um projeto, vamos reunir todas
as secretarias responsáveis. Vamos ver o que está travando e dizer: ‘tu tens
uma semana pra desatar esse nó’. Você dá tarefa e prazo às pessoas.
Quais as principais bases dos acordos de resultados?
Teremos três questões básicas: primeiro são os
indicadores. Na segurança, por exemplo, vamos ter metas de melhorar os
indicadores de assaltos. Outra meta é se manter na cota de custeio estabelecida
pela readequação orçamentária. Por último, os projetos que serão monitorados.
Se for uma obra, ela terá de cumprir o cronograma de execução até o final do
ano. Entre indicadores e projetos, teremos cerca de cem itens nos acordos de
resultados.
Qual área com maior volume de obras como metas?
Vai ser no Transporte, com o Daer (Departamento Autônomo
de Estradas de Rodagem). São obras em que o Estado tinha os empréstimos que
foram para o caixa único e que vamos devolver para continuar as obras. Tem
acesso asfáltico, restauração de rodovias.
O acordo de resultados poderá prever parcerias
público-privadas (PPPs) e concessões?
Está no nosso horizonte. Poderão não ser somente para
estradas, mas para hospitais, presídios, escolas. Isso não fará parte do acordo
de resultados em 2015. Ainda temos estudos em andamento sobre PPPs e
concessões. Mas, a partir de 2016, a gente quer que já faça parte.
O que acontecerá se uma secretaria ficar distante das
metas?
Vamos chamar o responsável e explicar que isso tem de ser
cumprido, é determinação de governo. Não vou dizer quais penalidades existirão
porque ainda nem sabemos isso. A pedido do Sartori, sou muito determinado em
fazer as cobranças. Tenho certeza de que ninguém ficará tão deficiente.
Assinar:
Postagens (Atom)




