Amigos do ministro Joaquim Levy (Fazenda) não apostam que ele fique no cargo por muito tempo. Isolado no governo, sem apoio do PT e aliados e hostilizado pelos sindicatos, não gostou de ter sido criticado publicamente por Dilma, após chamar de “brincadeira” e “grosseiras” as ações de política fiscal dos antecessores.
Levy também ficou sentido com a bronca por não atender prontamente as convocações Dilma. Controladora, Dilma saber de cada passo do ministro, mas às vezes Levy não pode atender a convocação imediatamente, e isso a irrita.
Levy também enfrenta dificuldade, dizem os amigos, de tomar broncas seguidas de esculachos, em meio a palavrões impublicáveis. As informações são do Diário do Poder.
IBGE: custo da contrução civil sobe menos em fevereiro
O Índice Nacional da Construção Civil (INCC/Sinapi), divulgado nesta sexta-feira (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), variou 0,18% em fevereiro, após uma alta de 0,21% em janeiro. O índice acumulado foi de 0,39%, e o resultado em 12 meses ficou em 5,67%.
Segundo o IBGE, o custo nacional da construção alcançou R$ 916,85 por metro quadrado em fevereiro, acima dos R$ 915,22 por metro quadrado estimados em janeiro. A parcela dos materiais variou 0,18%, enquanto o custo da mão de obra ficou também em 0,18% em fevereiro, ante 0,22% em janeiro.
Segundo o IBGE, o custo nacional da construção alcançou R$ 916,85 por metro quadrado em fevereiro, acima dos R$ 915,22 por metro quadrado estimados em janeiro. A parcela dos materiais variou 0,18%, enquanto o custo da mão de obra ficou também em 0,18% em fevereiro, ante 0,22% em janeiro.
Dólar tem maior valor desde 2004 e vai a R$ 3,059
O dólar subia mais de 1% ante o real pela quinta sessão seguida nesta sexta-feira, após absorver a notícia de que o mercado de trabalho dos Estados Unidos criou mais vagas do que o esperado em fevereiro, reforçando as apostas de que os juros devem começar a subir em breve na maior economia do mundo.
Às 12h05, a moeda norte-americana subia 1,51%, cotada a R$ 3,0595 na venda, perto da máxima, tendo atingido R$ 2,9832 na mínima da sessão. Na véspera, a divisa fechou acima de R$ 3 pela primeira vez desde agosto de 2004.
Segundo dados da BM&F, o giro financeiro estava em torno de 480 milhões de dólares.
Às 12h05, a moeda norte-americana subia 1,51%, cotada a R$ 3,0595 na venda, perto da máxima, tendo atingido R$ 2,9832 na mínima da sessão. Na véspera, a divisa fechou acima de R$ 3 pela primeira vez desde agosto de 2004.
Segundo dados da BM&F, o giro financeiro estava em torno de 480 milhões de dólares.
Inflação em 12 meses fica em 7,7% e é a maior desde maio de 2005
O aumento dos preços registrado no Brasil em fevereiro ficou em 1,22%, o mais alto para o mês desde 2003. Considerando o período de 12 meses (de março de 2014 a fevereiro de 2015), a inflação acumulada é de 7,7%, a maior desde maio de 2005, quando foi de 8,05%.
O objetivo do governo é manter a inflação em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos --ou seja, pode variar entre 2,5% e 6,5%.
Se a inflação passar desse teto, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, tem que fazer uma carta aberta explicando o motivo do descumprimento da meta.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira pelo IBGE, que calcula o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
O objetivo do governo é manter a inflação em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos --ou seja, pode variar entre 2,5% e 6,5%.
Se a inflação passar desse teto, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, tem que fazer uma carta aberta explicando o motivo do descumprimento da meta.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira pelo IBGE, que calcula o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
Procurador acusa Luís Adams de fazer 'apologia à impunidade' em acordos de leniência
Adams, ao lado, falando em nome do governo Dilma, defende as empreiteiras sob o argumento de que o País para, o que é falso. Na verdade, ele tenta salvar os empreiteiros e por tabela Dilma e Lula -
A disputa entre o Ministério Público e a Controladoria
Geral da União para ver quem deve ou não ter o direito de fechar acordos de
leniência com empresas investigadas na Lava Jato ganhou mais um capítulo. O
procurador do Ministério Público de Contas junto ao Tribunal de Contas da
União, Julio Marcelo de Oliveira, enviou mais um pedido ao ministro do TCU João
Augusto Ribeiro Nardes solicitando que a CGU, ligada ao poder Executivo, se
abstenha de celebrar esse tipo de acordo com as empreiteiras envolvidas na Lava
Jato. O procurador acusa, indiretamente, integrantes do governo de fazer
"apologia à impunidade". Oliveira também vê "terrorismo"
nos argumentos do Executivo.
"Quem defende que apenas os executivos das empresas
sejam punidos e que as empresas não devam ser punidas, faz apologia à
impunidade", escreveu em sua petição ao TCU. Em declarações públicas
realizadas em janeiro deste ano, a presidente Dilma Rousseff defendeu que
apenas pessoas devem ser punidas e que empresas não podem ser destruídas. Em
entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o advogado geral da União, Luis
Inácio Adams corroborou a fala da presidente.
Procuradores temem que a colaboração das empresas com a
CGU não seja tão frutífera e rigorosa como são os termos assinados com o
Ministério Público. Na petição, Julio Marcelo escreve que um eventual acordo
com a Controladoria não pode ser usado como "um pequeno e conveniente
purgatório por onde as empresas podem escapar do inferno da inidoneidade para
regressar felizes ao paraíso da impunidade".
Há cerca de um mês, Oliveira já havia enviado uma petição
ao TCU com o mesmo objetivo. Entretanto, antes de decidir sobre a questão o
ministro Nardes quis ouvir a CGU. Agora, neste novo texto, o procurador tenta
rebater todos os argumentos apresentados pela Controladoria e reforçar o seu
pedido para que o Tribunal de Contas não endosse esse tipo de acordo.
Na petição entregue na quarta-feira ao TCU, Julio Marcelo
solicitou: "É preciso que se pare com a falácia de que se as empresas não
fizerem acordo de leniência com a CGU e forem punidas, o Brasil vai parar,
todas vão desaparecer, milhares de pessoas vão perder seus empregos. Isso é
apenas terrorismo e chantagem. O que se espera que pare de funcionar
efetivamente é o propinoduto alimentado por essas empresas para o
enriquecimento ilícito de agentes públicos e o financiamento inadequado de
partidos e campanhas políticas."
Advogado-Geral da União continua fazendo o lobby das empreiteiras sujas: "Operação Lava-Jato afeta meio milhão de empregos"
As 23 grandes empresas que estão diretamente envolvidas
no caso correspondem a 13% do PIB, diz Luís Adams, advvogado-Geral da União, em nova investida pelas empreiteiras do dinheiro sujo da Petrobrás. Ao lado, MPF do Paraná mostrando o dutodo dinheiro sujo.
A cadeia econômica
que tem no topo 23 grandes empreiteiras e empresas do setor de energia
envolvidas diretamente no caso Lava-Jato tem abaixo de si cerca de prestadoras
e fornecedoras de produtos e serviços, totalizando quase . Juntas, elas
correspondem a do país. O cálculo é do ministro Luís Adams, da Advocacia-Geral
da União (AGU), que se encontrou com empresários fluminenses na Federação das
Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) na quinta-feira.
Luís Adams acredita que a melhor saída para que a investigação
dos atos de corrupção na estatal não acabem brasileira pode estar na efetivação
de acordos de leniência, quando os grupos envolvidos assumem suas culpas e se
comprometem a fazer uma série de medidas para pagar financeiramente pelos
crimes cometidos e evitar futuros desvios de conduta, em troca da volta à
condição de poderem fechar contratos com a área pública. O acordo passa pela
AGU e pela Controladoria-Geral da União (CGU).
- Nós compreendemos que existe uma relação de produção
muito grande entre as empresas, que não existem sozinhas. É um encadeamento de
várias atividades que se relacionam. Nós fizemos um levantamento inicial que
identificou que esse núcleo de produção representa de 12% a 13% da atividade
econômica do país e tem uma relação que vai a 50 mil empresas, desde
fornecedores [de produtos], de mão de obra, investidores e bancos. Como essas
23 empresas têm uma forte participação em várias áreas de investimento, não só
petróleo, uma situação de quebra impacta negativamente e profundamente nesta
realidade - disse Adams, após a reunião, em entrevista a imprensa ao lado do
presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvea Vieira.
O advogado-geral
da União ressaltou que o esforço do governo não é somente salvar as empresas,
mas garantir e preservar a atividade econômica como um todo, mantendo o combate
à ilegalidade.
- Preservar a atividade econômica não é incompatível com
combater a corrupção. Temos institutos legais que viabilizam uma solução que
permite o efetivo combate à corrupção com a submissão da empresa, mudança
comportamental, colaboração, ressarcimento, associado à preservação. Mas nós
não temos que transformar essas consequências em realidade traumática para 500
mil empregados e os milhares de investidores que apostaram nessa atividade
econômica e que não têm nenhuma responsabilidade porque alguns agentes tiveram
em relação à Lava Jato.
Luís Adams destacou que
os acordos de leniência preveem uma série de requisitos, incluindo a
participação direta de um integrante do governo dentro dessas empresas.
- Um dos elementos internacionais (dos acordos de
leniência) é que há um tipo de monitoramento interno da empresa por parte de um
agente indicado pelo Estado para acompanhar sua atuação e apurar se ela está
efetivamente colaborando com a investigação. Esse é um desafio que a empresa
terá que aceitar. Na medida em que há um acordo de leniência, impõe-se as
condições mínimas para a própria empresa demonstrar que está procurando
resgatar sua reputação junto à sociedade e ao Estado
Outra medida obrigatória, segundo Adams, é o afastamento,
ainda que temporário, até que se concluam as investigações, dos gestores das
empresas acusadas.
Dólar recua com investidores se desfazendo da moeda
O dólar à vista no balcão abriu nesta sexta-feira em
baixa, com vendas para uma realização de lucros, após ter fechado na
quinta-feira, no maior valor desde 13 de agosto de 2004 (R$ 3,009). Os investidores
aguardam a divulgação, às 10h30min, do relatório oficial de emprego nos Estados
Unidos, que tende a definir a direção dos negócios.
PSDB vai para a TV dizer que Dilma é mentirosa e falsa
A partir deste sábado, o PSDB levará ao ar comerciais em
que acusa a presidente Dilma Rousseff de faltar com a verdade. A data para
exibição dessas inserções coincide com o período para o qual estão programadas
duas manifestações na Avenida Paulista.
Além do dia 7 de março, as inserções do PSDB serão
veiculadas, em rádio e TV, nos dias 15 e 22. No dia 13, ocorrerá um ato da CUT
em defesa da Petrobras, mas contra o ajuste fiscal promovido pelo governo
Dilma. Para o dia 15, domingo, estão marcados uma série de protestos pelo
impeachment da presidente.
Cushman & Wakefield foi posta à venda
A Cushman & Wakefield, uma das maiores empresas de
consultoria imobiliária do mundo, que opera inclusive em Porto Alegre, foi colocada à venda.cushman
A família italiana Agnelli, que controla a Cushman e
também a Fiat, está tentando aproveitar os preços recordes dos imóveis em
cidades como Londres e Nova York para obter um bom preço pela empresa.
De acordo com o The Wall Street Journal, a família
contratou a Goldman Sachs e o Morgan Stanley para achar um comprado
Agritech, empresa do grupo Stédile, Caxias, exporta tratores e implementos para a República do Senegal
A República do Senegal, país situado na parte ocidental da África, adquiriu 59
tratores, 80 microtratores e 249 implementos agrícolas da Agritech, cuja fábrica localiza-se em Indaiatuba, SP, e pertence ao grupo Stédile, Caxias do Sul, RS. O primeiro embarque saiu ontem.
A Agritech, pioneira na indústria brasileira ao fabricar
linhas voltadas especialmente para a agricultura familiar,
A República do Senegal receberá 59 tratores modelo 1175
(75 cv), 80 microtratores modelo TC 14 (14 cv) e 249 implementos agrícolas,
entre roçadeiras, encateiradores e sulcadeiras, com o objetivo de ajudar no
desenvolvimento agrícola do país, que tem mais de 70% de sua população
economicamente ativa empregada no setor.
.
O Programa Mais Alimentos Internacional estabelece uma
linha de crédito concessional para o financiamento de exportações brasileiras
de máquinas e equipamentos destinados à agricultura familiar e fornecer apoio a
projetos de desenvolvimento rural para o fortalecimento da produção da
agricultura familiar por meio da cooperação técnica e do intercâmbio de
políticas públicas.
Coordenado pelo MDA, o programa tem a participação de
mais de 100 empresas brasileiras, que exportam para seis países: Zimbábue, Moçambique,
Senegal, Gana, Quênia e Cuba.
O governo brasileiro já aprovou R$ 1,2 bilhão em
exportação de tecnologia de máquinas agrícolas, área em que o Brasil é
referência mundial. A previsão é de que mais de 2,5 mil tratores sejam
comercializados pelo programa. Além disso, mais de 60 mil equipamentos e
máquinas agrícolas também serão usados nas lavouras dos países cooperantes.
Sobre a Agritech
- A Agritech Lavrale – Divisão Agritech faz parte do Grupo Stédile e surgiu com a cisão da Yanmar do Brasil. A Agritech fabrica ainda os motores diesel Yanmar, implementos agrícolas e autopeças. A empresa faz parte do Grupo Francisco Stédile, de Caxias do Sul (RS), um dos mais respeitados grupos industriais do Brasil e que também engloba as empresas Agrale S.A., Germani Alimentos, Fazenda Três Rios e a Fundituba Indústria Metalúrgica.
Sigte: www.agritech.ind.br
Inflação de fevereiro tem alta de 1,22%, aponta IBGE
Nos últimos doze meses, a taxa foi para 7,70%, a mais
elevada desde maio de 2005, quando atingiu 8,05%.
Faturamento da indústria despencou desastrosos 7,9% em janeiro no RS. Fiergs omite-se na crítica à desindustrialização.
Ao lado, Heitor Muller, que continua beijando a mão de Dilma, apesar da destruição da indústria do RS - A Fiergs informou ontem que o faturamento real da indústria gaúcha recuou pela quarta
vez seguida e fechou janeiro com queda desastrosa de 7,9%, em comparação com dezembro de
2014. Este resultado impactou o Índice de Desempenho Industrial do Estado
(-0,5%).
A Fiergs não analisou as razões do desastre, omitindo-se mais uma vez em relação à desastrosa política econômica seguida pelo governo Dilma, apoiada sem restrições pela entidade.
O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande
do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, preferiu fazer projeções dramáticas sobre o futuro, que vê ainda mais negro, embora compreenda as "razões" do governo, que não critica, até porque só fala sobre os efeitos e não sobre as causas da desindustrialização:
- A necessidade de ajustes em uma economia
em situação de recessão, com o aumento de impostos, a retirada de incentivos e
elevação dos juros e da energia elétrica, além da retirada de incentivos, deve
agravar em muito as dificuldades do setor fabril. As empresas já vinham sendo
afetadas por outra conjunção de fatores, como o desaquecimento da demanda e os
baixos níveis de investimentos.
Todos os dados estão no site da Fiergs.
Os demais componentes do Índice de Desempenho Industrial
ficaram positivos nessa base de comparação, apesar de terem apenas recuperado
parte das perdas dos meses anteriores: horas trabalhadas na produção (6,5%),
utilização capacidade instalada (3,4%) e as compras industriais (2,8%). O
levantamento é realizado mensalmente pela entidade. Todos os indicadores
mostraram forte desaceleração, sobretudo o faturamento real (-13,3%) e as
compras industriais (-20,9%). A utilização da capacidade instalada apresentou a
maior ociosidade dos últimos seis anos.
O Exército de Lula, o MST, destrói 15 anos de pesquisa em biotecnologia
Em uma ação criminosa e
obscurantista, 1.500 mulheres do Movimento dos Sem-Terra (MST)
depredaram e destruíram, ontem, mudas de árvores transgênicas que eram objeto
de pesquisa há quinze anos no interior de São Paulo. Repetiram o que já tinham feito em centros de pesquisa e experimentação científica do RS.
Elas invadiram e ocuparam um centro
de pesquisa da FutureGene, empresa do grupo Suzano Papel e Celulose, em
Itapetininga. A Polícia Militar teve de intervir, mas ninguém foi preso, de
acordo com o Jornal Nacional, da TV Globo. A Polícia Civil investiga o caso e talvez nunca "descubra" nada.,
Não se sabe por que ninguém foi preso.
O alvo da fúria do MST eram as
mudas de uma espécie de eucalipto transgênico, H421. Com lenços encobrindo o
rosto, barras de ferro, machados e facões em punho, elas bloquearam e picharam
a entrada da empresa.
Assim que conseguiram entrar no
local, foram direto à estufa onde os cientistas faziam testes com as mudas. Em
um ato de selvageria - enaltecido em vídeo publicado pelo grupo, no qual a
empresa é chamada de "maldita" - bateram com pedaços de pau nos
viveiros, arremessaram as mudas geneticamente modificadas no chão e as pisotearam.
Artigo, Marta Suplicy, Folha de S. Paulo - A vaca vai pro brejo?
É um privilégio neste momento crítico da política
brasileira voltar a este espaço que ocupei em 2011 e 2012. Já colaborei na
Folha, em cadernos e anos diversos, exercendo atividade diferente da que tenho
hoje. Tenho consciência da importância que foi chegar a milhares de pessoas
quebrando tabus, defendendo os direitos do povo, das mulheres e minorias,
avançando em temas de difícil aceitação.
Senadora, e com uma visão muito crítica da situação política
brasileira, sinto-me no dever de exercer neste espaço a audácia e transparência
que caracterizaram minha vida.
Em política existem duas coisas que levam a vaca para o
atoleiro: a negação da realidade e trabalhar com a estratégia errada.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Congresso poderá reduzir o tamanho do mandato de Dilma ?
O atual ministro de Ciência e tecnologia e ex-líder do governo,
Aldo Rebelo (PCdoB), reconhece que a atual aliança partidária ainda procura
lideranças para dar rumo, mas afasta possibilidade de ruptura no Congresso:
-Ninguém vai cogitar a hipótese de reduzir o mandato presidencial. Há uma reação organizada aos efeitos indesejáveis da investigação da
operação Lava Jato; mas destruir o patrimônio de interesse público e
nacional é inadmissível. Fragilizar e expor a Petrobras e as construtoras é danoso para o País.
O encurtamento do mandato de Dilma seria uma solução menos traumática do que o impeachment.
É tudo gente da base aliada do governo Dilma, PT
Além de Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Renan Calheiros (PMDB),
mais seis nomes de senadores foram incluídos na lista de pedidos de inquérito
ao STF enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot: são eles:
Lindbergh Farias (PT-RJ), Humberto Costa (PT-PE), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison
Lobão (PMDB-MA), Fernando Collor (PTB-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI).
São todos da base aliada do governo Dilma, PT, o que inclui o próprio líder do Partido no Senado, dois ex-ministros da própria Dilma e um ex-presidente da República, que pode ser cassado pela segunda vez, agora como senador, por corrupção.
A lista não inclui um só senador da oposição.
Marta Suplicy irá para o PSB. Ela disputará a prefeitura de São Paulo com apoio do PSDB.
A senadora Matrta Suplicy, PT, decidiu ir para o PSB, e no ano que vem disputará a prefeitura de São Paulo com o apoio do PSDB do governador Geraldo Alckmin, que quer ser o candidato tucano à presidência.
Consultorias esperam inflação de até 9% para este ano
Por causa da forte elevação da tarifa de energia
elétrica, consultorias independentes e ligadas a bancos revisaram para cima a
projeção de inflação para este ano, que já chega a 8%. Se a expectativa se
confirmar, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano será o maior
desde 2003, quando a inflação fechou em 9,3% e também foi afetada pelo aumento
da eletricidade e pela disparada do câmbio.
Eis três previsões:
Credit Suisse, 8%
trendências, 7,9%
LCA Colnsultores, 9,3%
Se a Odebrecht cair, Lula também cairá
O que segue está no site O Antagonista, escrito e
dirigido por Diogo Mainardi (Manhattan Conection e ex-Veja) e Mario Sabino,
ex-Chefe de Redação de Veja. No âmbito da grande mídia nacional são dois
profissionais muito bem informados.
Enquanto os jornalões e grandes redes de TV fingem que
estão revelando tudo o que acontece nos bastidores do petrolão, a mega
roubalheira na Petrobras, O Antagonista foi atrás a partir de informações
fragmentadas e que, a rigor, constituem apenas tiros n’água. O jornalismo de
verdade exige o árduo trabalho investigativo e fontes altamente qualificadas.
Vejam o que descobriram:
César Mata Pires, fundador da OAS, é um homem
desesperado. A sua empreiteira está afundando depois de deflagração da Operação
Lava Jato. Desesperado e amargurado com a Odebrecht, com quem mantinha,
digamos, acordos bastante lucrativos. Ele foi aconselhado a ameaçar Lula,
como contaremos a seguir.
No dia 20 de fevereiro, reproduzimos aqui que César Mata
Pires procurou Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da dita-cuja, para
saber como era possível que a empreiteira comandada pelo menino não
tivesse ninguém preso. Na mesma conversa, ele disse que não estava
preocupado em salvar a própria pele, mas que não deixaria os seus herdeiros
pagarem por "erros cometidos em equipe" -- menção a
lambanças cometidas pela OAS com a cumplicidade da Odebrecht, que até
agora vem se safando. A informação foi tirada de uma reportagem publicada pelo
Estadão, cujo tema principal eram os encontros de Lula e Paulo Okamotto
com empreiteiros à beira de um ataque de nervos. Ao jornal, a Odebrecht
negou o encontro e a OAS saiu-se com uma evasiva.
O Antagonista resolveu apurar os desdobramentos dessa
história e descobriu que César Mata Pires procurou também Emílio Odebrecht,
pai de Marcelo e presidente do Conselho de Administração da empresa. O encontro
foi na ilha de Kieppe, na baía de Camamu, no sul da Bahia, de propriedade
dos Odebrecht. O dono da OAS formulou a mesma pergunta a Emílio: como era
possível que a empreiteira dele não tivesse ninguém preso, ao passo que a
sua estava com toda a diretoria em cana. E acrescentou: o que eu posso
fazer para salvar a OAS?
A resposta de Emilio Odebrecht foi: "Procure
Lula".
Emílio contou-lhe então que, temendo pela prisão de
Marcelo, foi direto ao ponto com o petista. Emílio Odebrecht disse a Lula
o seguinte: "Se for preso, o Marcelo não aguentará a pressão: ele vai
abrir a boca e contará tudo o que sabe sobre as suas relações com a
Odebrecht."
O Antagonista revelou que Lula interferiu para que
Renato Duque fosse solto, depois de ser ameaçado pela mulher do ex-diretor
da Petrobras, operador do PT na estatal. Não se sabe se Lula moveu um dos
seus tentáculos para manter, até o momento, graúdos da Odebrecht fora da prisão.
Não se está insinuando, aqui, nada contra a Justiça. O empenho dos procuradores
da Lava Jato em incriminar a empreiteira é grande, assim como o do juiz Sergio
Moro. A nossa impressão é de que a Odebrecht será pega no momento certo
pelos bravos paranaenses.
O único fato da nossa apuração -- e fato assombroso, por
mais que conheçamos as relações promíscuas entre a Odebrecht e Lula -- é
que Emilio Odebrecht ameaçou Lula e recomendou a César Mata Pires que fizesse o
mesmo com o petista se quisesse salvar a sua empresa.
A única certeza da nossa apuração é que,se a Odebrecht
cair, Lula também cairá.
Governo lança marca-conceito "Todos pelo Rio Grande"
A nova marca do governo gaúcho traz consigo um
conceito: “Todos pelo Rio Grande”. A criação inova ao transformar o próprio
slogan em um elemento visual. O Piratini avisou que a frase e o desenho reproduzem valores e
diretrizes que estavam presentes desde o discurso de posse e que têm sido
repetidos pelo governador José Ivo Sartori, como união, solidariedade e
espírito comunitário. “É um chamamento realista, que reconhece os desafios do
Estado, mas ao mesmo tempo olha para frente”, explicou o secretário de
Comunicação, Cleber Benvegnú.
A marca é assinada pelos publicitários gaúchos Newton
Bento e Renato Konrath, que cederam a criação sem custo para o Governo do
Estado.
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