Conselho de Transportes Urbanos aprovará, hoje, tarifa de R$ 3,25 para passagens de ônibus de Porto Alegre

A nova tarifa para os ônibus de Porto Alegre sugerida pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), de R$ 3,27, deve ser aprovada pelo Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu), na manhã desta quinta-feira. Os 23 conselheiros votam, a partir das 10 horas, pela aprovação ou reprovação da planilha de custos do transporte, calculada pela EPTC.


O resultado da votação do Comtu será encaminhado ao prefeito José Fortunati, que decide a nova tarifa. A tendência é que o valor seja arredondado para R$ 3,25. Ainda não há previsão de quando a nova tarifa passará a valer nas roletas.

Lista dos políticos corruptos do Petrolão irá a qualquer momento para o STF

O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, prometeu enviar ao STF, até o final do mês, a lista dos políticos corruptos envolvidos no Petrolão.

Dilma quer editar Pacote Anticorrupção que, a seu mando, PT vetou na Câmara

A presidente Dilma Roussef quer ocupar cadeia nacional de rádio e TV para anunciar seu Pacote Anticorrupção. Os termos do pacote foram objeto de projeto do deputado Vieira da Cunha (PL5.681/2013), vetado pela bancada do PT, Partido de Dilma.

Petistas querem ir embora da Ceasa

A direção petista que permanece no comando da Ceasa não aguenta mais ficar no cargo.

Direção petista do Banrisul mandou tirar o nome de Médici da agência do banco em Bagé

Foi da direção petista do Banrisul a decisão de remover o nome do ex-presidente Médici da agência do banco em Bagé. Os petistas prosseguem mandando e desmandando no banco, dois meses depois da posse do governador José Sartori, PMDB.

. O ex-presidente Médici é filho de Bagé.

Nome do novo secretário da Saúde de Fortunati poderá sair ainda hoje.

O prefeito José Fortunati poderá decidir ainda hoje o nome que sucederá Carlos Casartelli, PTB, no cargo de secretário municipal da Saúde. A secretaria é chave na administração.

O PTB quer manter a posição, mas dificilmente conseguirá isto.

Procura empresarial por crédito aumentou 12,3% em janeiro

Conforme apurou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, houve elevação de 12,3% na busca empresarial por crédito em janeiro/15 em relação ao último mês do ano passado (dezembro/14). Na comparação com janeiro/14, a demanda das empresas por crédito exibiu alta de 6,4%.

. A procura foi muito expressiva e é até surpreendente, já que os sinais de recessão são visível
. De acordo com o que informaram hoje ao editor os economistas da Serasa Experian, o movimento de recomposição de estoques, típico de início de ano após as vendas do natal, impulsionou a busca por crédito no mês passado. Todavia, tal movimento deu-se intensamente nas micro e pequenas empresas do que nas médias e grandes, podendo significar que, diante da maior seletividade e rigor creditício junto às instituições financeiras, dada o atual quadro econômico mais adverso, as micro e pequenas empresas estejam buscando fontes alternativas de financiamento como o crédito mercantil, por exemplo.

Análise por porte
A alta da demanda por crédito em janeiro/15 deveu-se à maior procura registrada pelas micro e pequenas empresas, as quais demandaram 13,1% mais crédito em relação a dezembro/14. Nas médias empresas, a procura foi bem menor, crescendo apenas 1,9% no primeiro mês do ano. Já nas grandes empresas houve retração de 0,4% na demanda por crédito em janeiro/15 na comparação com dezembro/14.

Na relação interanual, isto é, contra janeiro/14, a elevação da busca por crédito também se concentrou nas micro e pequenas empresas, com expansão de 7,5%. Por outro lado, nas grandes empresas houve recuo de 0,9% na demanda por crédito em janeiro/15 contra janeiro/14 e nas médias empresas a retração foi bem maior neste mesmo critério de comparação: baixa de 10,2% frente a janeiro/14.

Índice que mede os aluguéis subiu 0,16% na segunda prévia de fevereiro

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,16% na segunda prévia de fevereiro, ante avanço de 0,55% na segunda prévia de janeiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quinta-feira,19. O resultado ficou no piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam taxa entre 0,16% a 0,33%, com mediana das expectativas em 0,20%. Na primeira prévia deste mês, o índice havia subido 0,09%.

Luiz Fernando Veríssimo alia-se ao Petrolão: "A Petrobrás é nossa !".

O escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo afirma hoje que, "do ponto de vista da eternidade nada do que está sendo revelado, em capítulos diários, sobre o propinato na Petrobras e os partidos políticos que beneficiou deixa de ser grave, mas é impossível não ver o cerco à estatal do petróleo no contexto maior da velha guerra pelo seu controle". O escritor não tem dado maior importância ao escândalo que envolve o PT e seus governos (Lula e Dilma), protagonistas da maior roubalheira jamais vista neste País. Seu interesse é defender a Petrobrás, ignorando que todos os bandidos presos, investigados e sob suspeita são funcionários da estatal (2 mil deles estão sob vigilância), o que significa que finalmente a Petrobrás foi privatizada por seus empregados, pelos seus fornecedores e pelos políticos do PT e sua base aliada.  "A punição dos responsáveis pelos desvios que enfraqueceram a estatal deve ser exemplar e todos os partidos beneficiados que se expliquem como puderem, mas que se pense sempre no contexto maior, no qual a sobrevivência da estatal como estatal, purgada pelo escândalo, é vital", disse Luiz Fernando, sem dar nomes aos bois e sem pedir a punição de Lula e Dilma, os verdadeiros chefes do Petrolão.

Plano de saúde quer reajuste médio de 18%

As operadoras e seguradoras de saúde vão propor neste ano um reajuste médio de 18% para os convênios médicos corporativos  modalidade de benefício concedida pelas empresas aos funcionários. A estimativa é que o reajuste médio mundial seja de 10,15% neste ano, de acordo com pesquisa realizada pela Aon. No Brasil, há quase 34 milhões de usuários de planos de saúde corporativos, o equivalente a 66% do total do mercado.

Nomeação dos seis diretores do Badesul sairá até o final do mês

O governo espera indicar até o final do mês os seis diretores do Badesul. Já são conhecidos os nomes de dois deles, Suzana Kakuta, presidente, e Kalil Sehbe, diretor. Depois das indicações, todos terão que participar de sabatina na Assembléia e se submeter à aprovação do Banco Central.

Suzana Kakuta, a nova presidente, continua dando expediente no comando da Tecnosinos, São Leopoldo. 

Primeiro hospital que corta atendimento para o SUS fica em Horizontina

Saiu o primeiro hospital gaúcho que parou de atender pelo SUS em protesto contra os atrasos nos repasses de recursos por parte do governo estadual. É o caso do Hospital Oswaldo Cruz, de Horizontina, que se queixa de dívidas de R$ 1 milhão que não consegue receber.
Tem mais gente na fila.

PT quer questionar na Justiça a criação da secretaria para Maria Helena Sartori

O PT quer questionar a criação da secretaria extraordinária do Gabinete de Políticas Sociais, entregue pelo governador José Ivo Sartori à mulher, Maria Helene Sartori. É puro factoide. Tarso cansou de usar os termos da lei estadual 5.837, 1969, que deu ao governo a prerrogativa de nominar como bem entender as duas secretarias extraordinárias que criou.

Goergen passa novos sinais de que PP do RS poderá migrar para o PSDB

A crítica do deputado Jerônimo Goergen ao seu próprio Partido, o PP, bate de frente em problemas que a seção gaúcha do Partido enfrenta há muitos anos sem solução. Ela também demonstra que o parlamentar terá que procurar outra legenda, caso queira resolver os dilemas que enfrenta e que, segundo ele, são os seguintes: 

1) Falta de identidade, já que nacionalmente há alinhamento com o governo Dilma, do PT, mas no RS faz oposição. 2) Incapacidade de se posicionar sobre qualquer grande tema de debate nacional. As críticas e insatisfações de Jerônimo Goergen não são exclusividade do parlamentar, mas da maior parte da seção gaúcha. É o que reforça a informação de que poderá haver migração em massa de progressistas para o PSDB.

400 mil marcham sob chuva contra o governo Kirchner, Argentina

A marcha do silêncio, realizada ontem a noite em Buenos Aires sob forte chuva, reuniu 400 mil pessoas, segundo cálculos da própria polícia do governo Kirchner, o grande vilão da noite. Vieram pessoas de toda a Argentina. Ao lado de gente comum, a passeata e a concentração reuniram também políticos, artistas, intelectuais e empresários. Trata-se de um novo protesto contra a presidente Christina Kirchner, agora indiciada formalmente como responsável pelo acobertamento do atentado terrorista praticado pelo governo do Irâ contra a sede da Amia, Buenos Aires, que resutou na morte de dezenas de judeus. Os protestos ganharam corpo depois do assassinato do promotor Alberto Nisman, que investigou o caso e produziu a denúncia finalmente aceita pela Justiça. Os argentinos estão convencidos de que Nisman foi assassinado a mando ou sob a cobertura do governo Kirchner.
. Vale a pena ler a opinião a sguir, publicada hoje pelo jornal Clarin, o mais importante da Argentina, sobre os atos de ontem a noite. Vai em espanhol, no original. Use a ferramenta de tradução deste site para entender melhor.

Fue un acto político profundamente democrático

Por Graciela Fernández Meijide (Ex secretaria de la CONADEP)

Marché ayer porque creo que cuando la tragedia se nos impone e instala la pena y el temor entre nosotros con un hecho de la dimensión de un magnicidio, es natural que nos unamos para soportar, acompañados, un hecho que, desde que recuperamos la democracia, descontábamos que no resurgiría entre nosotros.

Caminé para expresar mi respeto por Alberto Nisman, un hombre de la justicia que ejerció su tarea pública tal y como creyó que se lo ordenaba su función. Estuve ahí porque quise acompañar a su familia en su estupor, en su dolor, en su duelo y en su legítimo reclamo de saber la verdad.

Cuando se ve al Estado lejano, ausente; cuando prima entre nosotros la convicción de la ineficacia de las instituciones que deben atender nuestras necesidades y están obligadas a garantizar nuestros derechos. Cuando vemos azorados a funcionarios que fingen mirar para otro lado mientras montan maniobras de distracción. Cuando contemplamos que desde las más altas investiduras, con gélida actitud, no se emite ni una palabra de solidaridad con quienes lloran la pérdida de Nisman. Cuando se utiliza con impudicia cualquier recurso para atemorizar y disuadir la asistencia a una movilización que perciben “peligrosa”, cuando todos sentimos que se traspasó una raya, creo que no debería sorprender que gente, que seguramente no comparte sus elecciones político partidarias o religiosas, se mueva codo con codo para exigir que ni la muerte del ex fiscal ni la voladura de la Amia queden irresueltas o atrapadas para siempre en la lentitud de la justicia.

Soy consciente de que cada uno de los que caminamos teníamos en mente decenas de diferentes reclamos cotidianos. Sin embargo, marchamos en silencio, sin gritos, sin pancartas, sin identificaciones partidarias porque con esa consigna fuimos convocados. Caminé todas las cuadras del trayecto desde el Congreso de la Nación hasta la Plaza de Mayo con mis amigos del Club Político Argentino sin asustarme de que se me acusara de “hacer política”. Siempre que nos reunimos en una concentración, producimos una acción política. Solo quien actúa de mala fe, dirá que asistiendo a la marcha del 18-F se conspira con intención golpista. Sólo una mente afiebrada podría especular con la posibilidad de que la Presidente Cristina Fernández de Kirchner termine anticipadamente su mandato. Ya aprendimos que cada vez que un gobierno legal y legítimo llegó a su fin antes de término, víctima de un golpe militar o de una crisis económica o política, el país retrocedió: sus instituciones se debilitaron, la fisura social se profundizó y un gran número de personas terminó ingresando al mundo de los no integrados. Sepan aquellos que hasta hoy pretendieron hacernos desistir de estar presentes el 18-F en la Avenida de Mayo que desde hace mucho somos conscientes de que la consigna “cuanto peor mejor” contribuyó a desencadenar la tragedia de los años 70 durante la cual perdimos todos sin diferencias: nosotros y ellos. Por fin, teníamos derecho a reclamar a las máximas autoridades nacionales y de la Ciudad que garantizaran que todo el recorrido terminara en paz. Y así fue. Esto me anima a pensar que tal vez, algún día- deseo tanto que no esté lejano- podamos hacer que fluya el diálogo sin distinción entre ellos y nosotros. Creo que se puede.


PDT pressiona e leva mais cargos no governo Sartori

O PDT colocou pressão sobre o governo Sartori e tudo deu certo: Vinicius Ribeiro, ex-deputado estadual e segundo suplente da bancada do PDT, será o presidente da Corag, enquanto o ex-deputado Kalil Sehbe assumirá uma diretoria no Badesul.


O terceiro indicado é o ex-presidente do Banrisul Flávio Lammel, mas o seu nome encontra fortes resistências no Piratini e é improvável que ele seja indicado para algum cargo no governo.

Juiz Sérgio Moro diz que reunião do ministro da Justiça com advogados das empreiteiras é "reprovável" e "intolerável"

Na foto ao lado, Moro, Cardozo e o advogado Toron, da UTC - O juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, classificou nesta quarta-feira como “intolerável” e “reprovável” a reunião de advogados de empreiteiras com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para discutir o futuro dos seus clientes presos na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR). O juiz fez o comentário a partir da denúncia da revista Veja desta semana, 

Sobre o assunto, leia a reportagem completa do site www.veja.com.br desta noite: 

Cardozo assumiu o papel de negociador com os empreiteiros envolvidos na Lava Jato. Em um desses esforços, o ministro recebeu em seu gabinete, em Brasília, o advogado Sérgio Renault, defensor da UTC. Em uma conversa absolutamente imprópria, disse que a operação da Polícia Federal – órgão ligado à pasta de Cardozo – mudaria de rumo radicalmente depois do Carnaval. Cardozo ainda orientou a empreiteira a não aceitar acordo de delação premiada – conselho seguido pelos executivos.
A confirmação do encontro de Cardozo foi o principal argumento utilizado pelo juiz para decretar nova prisão preventiva do presidente da UTC, Ricardo Pessôa, do diretor vice-presidente da Camargo Correa, Eduardo Leite, do diretor presidente da empresa, Dalton Avancini, e do presidente do Conselho de Administração da companhia, João Ricardo Auler.

“Existe o campo próprio da Justiça e o campo próprio da política. Devem ser como óleo e água e jamais se misturarem. A prisão cautelar dos dirigentes das empreiteiras deve ser discutida, nos autos, perante as Cortes de Justiça. Intolerável, porém, que emissários dos dirigentes presos e das empreiteiras pretendam discutir o processo judicial e as decisões judiciais com autoridades políticas, em total desvirtuamento do devido processo legal e com risco à integridade da Justiça e à aplicação da lei penal”, disse Sergio Moro. “Mais estranho ainda é que participem desses encontros políticos e advogados sem procuração nos autos das ações penais. O ministro da Justiça não é o responsável pelas ações de investigações. Trata-se de uma indevida, embora mal sucedida, tentativa dos acusados e das empreiteiras de obter uma interferência política em seu favor no processo judicial”, completou ele, que endossou as críticas feitas pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, sobre a reunião entre o ministro da Justiça e os advogados.

De acordo com o juiz, o episódio é mais uma evidência de que os empreiteiros presos na Lava Jato desde novembro tentam a todo custo interferir nas investigações. Eles já haviam tentado coagir testemunhas e apresentaram documentos falsos às autoridades. “A mera tentativa por parte dos acusados e das empreiteiras de obter interferência política em seu favor no processo judicial já é reprovável, assim como foram as aludidas tentativas de cooptação de testemunhas, indicando mais uma vez a necessidade da preventiva  para garantir a instrução e a aplicação da lei penal e preservar a integridade da Justiça contra a interferência do poder econômico”, disse.

“Certamente a Justiça não será permeável no presente caso a interferências políticas ou do poder econômico. Qualquer indício de tentativa de interferência espúria do poder econômica, quer diretamente, cooptando testemunhas, quer indiretamente, buscando indevida interferência política no processo judicial, deve ser severamente reprimida, justificando, por si só, pelo risco à integridade do processo e da justiça, a decretação da prisão preventiva”, afirmou.


Em seu despacho, Sergio Moro disse que as empreiteiras têm várias obras em andamento e podem estar replicando o esquema do petrolão em outras obras públicas. Para ele, “não é suficiente afastar formalmente os acusados do comando das empresas, pois não há como controlar ou prevenir a continuidade da interferência deles na gestão da empresa ou dos contratos”.

Fortunati anuncia novos secretários de Inovação e Direitos Animais

As vagas das secretárias Debora Villela e Regina Becker, serão ocupadas da seguinte forma, segundo informou esta tarde o prefeito José Fortunati. 

GABINETE DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA (INOVAPOA)
Titular: Maria Fernanda Bermudez – Formada em Direito pela Universidade de Brasília, há três anos atua como secretária-adjunta do Inovapoa. 
 Adjunto: André Barbosa – Formado em Direito pela PUC-RS, é pós-graduado em Direito Tributário e Direito Eleitoral. Em 2005, foi chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral do Município de Porto Alegre.

SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS ANIMAIS (SEDA)

Adjunta: Bernadete Mooge – Formada em Direito pela Unisinos. Como diretora da OAB no Rio de Janeiro, criou a primeira Comissão de Proteção Animal da entidade, em nível nacional. 

Magda Brossard diz que nota da OAB atacando Joaquim Barbosa e defendendo Zé Eduardo "é uma vergonha"

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse à Folha de S. Paulo que condenar o fato de ele ter-se reunido com advogados de empreiteiras do Petrolão é coisa da ditadura. A OAB, alinhada com o PT, ontem divulgou uma nota no mesmo sentido. Omitiram que as reuniões foram secretas e que José Eduardo Cardozo fez advocacia administrativa, crime previsto no Código Penal, em prol das empreiteiras corruptoras.

O blog O Antagonista, editado por Diogo Mainardi, que considerou despudoradas as manifestações da OAB nacional atacando Joaquim Barbosa e defendendo José Eduardo Cardoso, recebeu esta tarde um texto da advogada Magda Brossard Iolovitch, filha do ex-ministro do sTF, um brasileiro exemplar que combateu a ditadura militar desde o primeiro momento, que vai na íntegra a seguir:.

Sou advogada, inscrita na OAB/RS. Votei na chapa que elegeu Cláudio Lamacchia para o Conselho Federal da OAB, depois de uma ótima gestão na OAB/RS. Lamacchia, agora Vice-Presidente da OAB nacional, assina esta nota lamentável, triste, patética. Já me manifestei a ele pelo twitter. Esta nota parte de omissões, de fatos distorcidos, para não dizer falsos. Fala nas prerrogativas dos advogados, ok. Mas aqui não se trata disso. A OAB não pode defender que um Ministro da Justiça, também advogado, receba advogados às escondidas para dizer que uma operação da PF-MPF- Poder Judiciário vai ser amolecida! Uma operação que busca enfrentar a corrupção, um mal que corrói nossas instituições! A nota da OAB trata de uma meia-verdade, e por isto é mais vergonhosa! Acrescento: meu pai, advogado formado há quase setenta anos, foi Ministro da Justiça. Jamais fez coisa semelhante. Sempre teve a noção dos deveres do cargo. Deste, e de todos os que exerceu. Nunca fez nada escondido, e sempre defendeu a coisa pública. Entrou e saiu de cabeça erguida. Estou envergonhada e constrangida pela nota da OAB, que distorce os fatos. Raymundo Faoro, colega de meu pai na Faculdade de Direito, que presidiu a OAB, também estaria envergonhado pelos rumos que tomou a entidade.


Magda Brossard Iolovitch

Vereadora do PMDB quer convocar secretário da Fazenda de Fortunati

O secretário da Fazenda de Porto Alegre foi convidado para comparecer à Câmara de Vereadores para explicar as denúncias de uso do Fundo Municipal de Saúde para fazer superávit orçamentário , o que culminou com a demissão do vereador Carlos Casartelli da secretaria da Saúde. A denúncia foi feita pelo próprio Casartelli. O requerimento foi encaminhado à Mesa da Casa pela vereadora Lourdes Sprenger (PMDB), que também pretende questionar Jorge Luís Tonetto sobre as rubricas utilizadas na contabilidade do superávit nas contas de 2014 anunciado pela Prefeitura de Porto Alegre.


Conforme a vereadora, desde última semana de janeiro, quando foi anunciado o saldo positivo de R$ 258 milhões, circulam informações de que o resultado foi alcançado por intermédio da chamada “contabilidade criativa” (uso de fundos municipais, venda da folha de pagamento e recursos carimbados). Lourdes acrescentou que agora a questão é trazida a público pelas declarações de Casartelli. Ela considera graves as informações do ex-secretário de que “a Fazenda usa os recursos do Fundo Municipal da Saúde, formado também por dinheiro do SUS, e não libera pagamentos de medicamentos, serviços e horas extras de servidores”. 
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