Os réus do Petrolão aprenderam a lição deixada por Marcos Valério no Mensalão

Dora Krammer conta na sua coluna deste domingo que a lição deixada pelo publicitário Marcos Valério é de que os governos do PT podem muito, mas não podem tudo. Ela foi absorvida pelos réus do Petrolão, que não protegem mais Lula, Dilma e o PT, acusando-os frontalmente por atos de gorssa corrupção. Leia o que diz a jornalista -  E qual é o argumento? Que os contratos superfaturados da Petrobras foram usados pelo governo federal para sustentar campanhas eleitorais e comprar apoio de parlamentares no Congresso. Acusação fortíssima, mas que precisa ser provada, evidentemente.

O inédito é que uma afirmação dessa gravidade seja feita. Até antes da ocorrência do mensalão, o silêncio era a lei. O prudente calava. Marcos Valério, operador do esquema, calou. Foi condenado a 40 anos de prisão, a maior pena de todos. Ele e a ex-banqueira Kátia Rabelo continuam presos enquanto todos os políticos condenados estão em casa. Restam em regime semiaberto apenas os ex-deputados João Paulo Cunha e Roberto Jefferson.


Conta o ex-ministro do Supremo que durante o julgamento em conversas reservadas os integrantes do tribunal estranhavam o fato de Valério não ter escolhido fazer delação premiada. Concluíram que ele confiava na “palavra de alguém” de que não haveria rigor no desfecho do processo.

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Badesul pagou um mico de R$ 46 milhões por financiar sem garantia real o complexo da Engevix em Charqueadas

No canteiro de obras que a Engevix (Iesa) abandonou em Charqueadas, Os donos da Engevix foram para a cadeia em Curitiba, envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras.  RS, além dos mil trabalhadores demitidos, estão ali toneladas de materiais como chapas de aço e módulos em processo avançado de construção, tudo sendo consumido por falta de manutenção.

. O empréstimo de R$ 46 milhões concedido pelo Badesul com a única garantia da própria planta industrial micou, porque as instalações locais não valem mais nada. A Petrobrás, que mantinha ali o único contrato conseguido pela Iesa, rompeu o negócio. O Badesul não se explica.

A falta de garantias reais por parte do Badesul assombrou o mercado, porque o nível de risco de uma garantia hipotecária não é comparável ao nível de risco de uma fiança bancária. Neste caso, o Badesul seria obrigado a  promover provisionamento para perdas, que agora são certas. Tomar como garantia a fábrica construída com o dinheiro emprestado é muito temerário. Este tipo de empréstimo rebaixa internamente a classificação de qualidade do financiamento.

Foi tudo feito ás pressas no Badesul, porque prevaleceu a vontade política do governador Tarso Genro de viabilizar o seu sonhado Pólo Naval do Jacuí, hoje apenas um monturo de ferros velhos, tudo para ajudar sua campanha à reeleição.

Centrais sindicais protestam pela entrega a estrangeiros do contrato de US$ 800 milhões desativado em Charqueadas, RS

As três principais centrais sindicais - CUT,Força Sindical e CTB - mais a Federação Única dos Trabalhadores, publicaram nota paga nos diários de hoje de Porto Alegre para protestar contra o último processo licitatório da Petrobrás.
Não se trata de denúncia de qualquer caso de corrupção que atinge sistêmicamente a estatal.
É que as centrais sindicais ficaram irritadas porque na última licitação, a Petrobrás encomendou módulos de compressão de gás para navios-plataformas apenas com empresas localizadas no exterior.
A encomenda estava, antes, nas mãos da Engevix, que não conseguiu tocar a encomenda de US$ 800 milhões na fábrica que instalou em Charqueadas, RS.
Na verdade trata-se de um convite, uma das modalidades previstas pela Lei de Licitações.
As centrais avisam que a decisão fere a Política de Conteúdo Local. A nota lembra que graças a esta política, a indústria naval expandiu-se e hoje emprega 82 mil trabalhadores. O temor é de desinvestimentos, como os de Charqueadas, com a consequente demissão de trabalhadores e queda nas receitas tributárias dos entes federados.

A nota defende a Petrobrás, mas em momento algum condena a grossa corrupção que atinge a estatal, envolvendo profundamente sua própria estrutura funcional, porque a corporação tomou conta de todos os cargos, mesmo os de presidente e direção. 

PT poderá censurar, amanhã, a deputada das medalhas

O PT do RS convocou reunião para segunda-feira com o objetivo de discutir o caso da deputada estadual Marisa Fôrmolo, que fez a Assembléia conceder medalhas a 21 familiares, inclusive a maior delas, a Medalha do Mérico Farroupilha, só entregue a personalidades de grande estatura política, econômica, cultura ou social. Em solenidade no parlamento, filhos, irmãos, e até cunhados e genros da deputada foram homenageados. O irmão da deputada, Armando Formolo, chegou a receber a Medalha do Mérito Farroupilha, a principal honraria do parlamento gaúcho. 

. O editor passou a informação em primeira mão, quinta-feira. O caso ganhou repercussão nacional. Folha e O Estado, além de O Globo, abriram matérias destacadas nas suas edições de ontem. 


. De acordo com o presidente estadual do PT, Ary Vanazzi, a executiva tomará uma posição sobre o episódio após reunião na segunda-feira. Vanazzi afirmou que a mais alta honraria do Parlamento precisa considerar a ‘impessoalidade’ dos atos e dos serviços prestados.

Após ganhar favor milionário do governo, empresário doa R$ 17 milhões para campanha de Dilma

Ao lado, para ampliar, clique em cima. Vá primeiro no link ao pé da nota, na capa. Na página da sequência, amplie - Em reportagem de capa que publica neste final de semana, a revista Época revela que no começo de 2013, o empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Itaipava, a segunda maior do país, queria expandir seus negócios ao Nordeste, não conseguia dinheiro, até porque estava com a ficha suja em decorrência de autuações do fisco e de prisão por crime federal, mas acabou conseguindo financiamentos absurdos no Banco do Nordeste em troca de financiar com valores milionários a campanha de Dilma Roussef. Uma doação de R$ 12,3 milhões foi feita quatro dias depois da liberação de um empréstimo. Fria e sua Itaipava foram os quatro maiores doadores da campanha da candidata. Leia tudo com atenção:

A primeira parte do plano envolvia a construção de fábricas na região. Ele optou por erguer a primeira em Alagoinhas, na Bahia, em razão de generosos incentivos fiscais. Faltava o dinheiro para a obra, e conseguir crédito não seria uma missão fácil. Faria e seu Grupo Petrópolis, que controla a Itaipava, tinham nome sujo na praça – e uma extensa ficha policial. Deviam R$ 400 milhões à Receita, em impostos atrasados e multas por usar laranjas, além de notas fiscais. Em 2005, Faria fora preso pela Polícia Federal, acusado de sonegação fiscal. Ficou dez dias na carceragem da PF. Três anos depois, em outra operação da PF, Faria acabou denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção ativa, formação de quadrilha e por denúncias caluniosas. Segundo as investigações, Faria armara um esquema para retaliar os fiscais da Receita que haviam autuado sua cervejaria anos antes. Iria difamá-los. Contratara para o serviço ninguém menos que o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza. A PF encontrou R$ 1 milhão na sede da Itaipava em São Paulo – dinheiro que, segundo a acusação, serviria para pagar chantagistas. Valério foi preso. Mas Faria perseverou.
Diante dessa ficha, qual banco toparia emprestar dinheiro para Faria e suas empresas? O Banco do Nordeste, o BNB, criado no governo de Getúlio Vargas para ajudar no desenvolvimento econômico da região – mas que, desde então, é usado com alarmante frequência para ajudar no desenvolvimento econômico dos políticos que mandam nele. Desde que o PT chegou ao poder, em 2003, o BNB, custeado com R$ 13 bilhões em dinheiro público, vem sendo aparelhado pelo partido. As previsíveis consequências transcorreram com regularidade desde então. Escândalos, escândalos e mais escândalos. O último deles, em 2012, revelado por ÉPOCA, derrubou a cúpula do banco após a PF entrar no caso – e deflagrou uma cascata de investigações dos órgãos oficiais, como a Receita, o Tribunal de Contas da União e o MP. Apesar disso, o aparelhamento petista no BNB perseverou, como Faria perseverara. Ambos perseveraram porque partidos como o PT precisam de empresários como Walter Faria, e empresários como Walter Faria precisam de partidos como o PT.
No segundo mandato de Lula, Faria, segundo fontes do PT e no BNB, tornou-se próximo dos líderes do partido, como o ex-presidente da República e o tesoureiro informal da legenda, João Vaccari. E manteve essas boas relações. Pelas leis da política, a história que se narra a seguir – fundamentada em documentos internos do BNB, relatórios do TCU e entrevistas com os envolvidos – era inevitável. Ainda no começo de 2013, Faria conseguiu obter do BNB um empréstimo de R$ 375 milhões para construir a fábrica na Bahia. Naquele momento, a nova cúpula do BNB, sob o trauma recente do escândalo que derrubara a diretoria anterior, relutava em fazer negócio com Faria. O então presidente do banco, Ary Joel Lanzarin, fez questão de que Faria apresentasse garantias sólidas para o empréstimo. Exigiu uma garantia conhecida como carta-fiança, em que outro banco garante cobrir o valor devido em caso de calote. Para quem empresta, como o BNB, é um ótimo negócio – praticamente zera o risco de calote. Para quem recebe o dinheiro, nem tanto. Uma carta-fiança tem um custo anual, que varia entre 0,5% e 3% do total do empréstimo.

Durante as tratativas, Faria reclamava. Dizia que perderia muito dinheiro com a carta-fiança. Mas capitulou. Ao fim, obteve dois empréstimos, ambos sob as mesmas condições. O de R$ 375 milhões seria destinado à construção da fábrica em Alagoinhas. Outro, fechado depois, em abril de 2014, no valor de R$ 452 milhões, serviria para construir outra fábrica da Itaipava, em Pernambuco. No total, portanto, Faria obteve quase R$ 830 milhões do BNB. Cada empréstimo tinha como principal garantia uma carta-fiança, que cobria integralmente o valor emprestado pelo BNB. Faria teria juros baixos, 11 anos para pagar e dois anos de carência para começar a devolver o dinheiro. Os técnicos do BNB classificaram a operação como segura, em virtude da carta-fiança.

Em conversas com os diretores do BNB, no entanto, Faria não desistia de rever a garantia da carta-fiança. Queria porque queria que o banco abdicasse dela, topando ter como principal garantia as fábricas construídas com o dinheiro emprestado. Faria dizia, nesses encontros, que a exigência da fiança lhe custava o equivalente a 2% do valor dos empréstimos – o equivalente a quase R$ 17 milhões ao ano. Para o BNB, era um pedido aparentemente impossível de atender, como seria para qualquer banco privado. Ainda mais porque, pelo contrato de empréstimo, os juros eram pré-fixados. Ou seja: o BNB não poderia compensar a garantia pior com um aumento nos juros do empréstimo. Segundo as regras do Banco Central e três especialistas de três grandes bancos, se o BNB aceitasse as condições de Faria, teria de rebaixar internamente a classificação de qualidade do empréstimo. Essa medida é obrigatória e forçaria o BNB a reservar dinheiro próprio para pagar ao menos parte da dívida de Faria, caso ele desse calote. No jargão do mercado, isso se chama “provisionamento”. Nenhum banco toparia fazer isso. É um péssimo negócio. “Nunca vi alguém aceitar algo parecido”, diz um economista que trabalha com esse tipo de operação para um grande banco brasileiro.

Mas o impossível é sempre uma possibilidade na política brasileira. Ainda em abril de 2014, Ary Lanzarin, o presidente que tentava moralizar o BNB, deixou o cargo. O PT pressionava para voltar ao comando absoluto do banco. A presidente Dilma Rousseff aceitou. As diretorias do BNB foram entregues novamente a afilhados de políticos petistas, como o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Procurado por ÉPOCA, Wagner preferiu não comentar o assunto. O jogo mudara.

Meses depois, no auge da campanha à reeleição de Dilma e dos esforços de arrecadação dos petistas, Faria conseguiu o impossível. No dia 10 de setembro, protocolou o pedido de dispensa da fiança do empréstimo da fábrica na Bahia. Uma semana depois, o pedido foi analisado – numa velocidade espantosa para os padrões de um banco tão lento e burocrático quanto o BNB. Num intervalo de pouco mais de 24 horas, o pedido passou por cinco instâncias do BNB e foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco, segundo os documentos obtidos por ÉPOCA. Estava no papel: o BNB aceitara, em tempo recorde, abdicar de uma garantia 100% segura por outras mequetrefes, se comparadas à carta-fiança. De quebra, teve de reservar R$ 3,6 milhões no balanço – o tal “provisionamento” – para cobrir o mau negócio que fechara.

Alguns técnicos do banco não gostaram da solução encontrada. Para demonstrar insatisfação, deixaram claro que a dispensa da fiança não seria inócua para o BNB. Em um documento interno obtido por ÉPOCA, funcionários afirmaram: “O nível de risco atualmente corresponde a 8,75 (AA), quando considerada a fiança bancária. Quando considerada a garantia hipotecária do complexo industrial, passa a ser 6,05 (B)” (leia abaixo). Fica claro que a substituição da fiança só interessava mesmo a Faria. A decisão do BNB também contrariou frontalmente uma das principais cláusulas que permitiram a assinatura do contrato: “Outras instituições financeiras de primeira linha estarão comprometidas com o projeto durante o prazo de 11 anos, visto que a fiança que comporá a garantia da operação terá vigência por todo o período do financiamento”.

No dia 29 de setembro, apenas 12 dias após seu Grupo Petrópolis obter o impossível no BNB, Faria depositou R$ 5 milhões na conta da campanha de Dilma. Até o dia 3 de outubro, a campanha dela receberia outros R$ 12,5 milhões. No total, Faria doou R$ 17,5 milhões. Tornou-se, assim, o quarto maior doador da campanha da presidente. É aproximadamente esse valor que Faria gastaria com as fianças anuais dos dois empréstimos. O pedido para que o segundo empréstimo, o da fábrica em Pernambuco, também seja dispensado da carta-fiança será feito em breve. Segundo fontes na cúpula do BNB, está encaminhado para ser aprovado. 

Procurado por ÉPOCA, o Grupo Petrópolis afirmou, por meio de nota, que a dispensa da fiança gerou economia para a empresa, mas não disse quanto. Afirmou ainda que a fiança foi substituída por outras garantias com “valores até maiores”. Ainda de acordo com a nota, Faria conhece Vaccari, mas negou ter pedido ajuda a ele ou a qualquer pessoa para que a fiança usada no empréstimo do BNB fosse dispensada. Disse, ainda, que todas as doações à campanha da presidente Dilma cumpriram as regras eleitorais. Também por meio de nota, Vaccari disse jamais ter tratado do interesse de qualquer empresa com o BNB. O presidente do BNB, Nelson de Souza, afirmou que a substituição da fiança está prevista nas regras do banco e que nunca esteve com o empresário Walter Faria. Disse, no entanto, que o empresário já esteve com dirigentes do banco para tratar assuntos do interesse dele.



Saiba quem serão os líderes de bancada e de partido na Assembléia do RS

Os líderes de Partido e de bancada que assumirão seus postos a partir do dia 1º na Assembéia do RS são os seguintes:

PMDB
Bancada, Álçvaro Boessio; Partido, Alexandre Postal
PT
Bancada, Luiz Mainardo; Partido, Altemir Tortelli
PSDB
Bancada, Jorge Pozzobom; Partido, Adilson Troca
PP
Bancada, Frederioco Antunes; Partido, Sérgio Turra
PDT
Bancada, Dioógenes Bassegio; Partido, Ênio Bacci


O deputado Alexandre Postal também será o líder do governo. PSB e PTB ainda não definiram suas posições.

Conheça os pontos de bloqueio da freeway neste final de semana

Será interrompido o trânsito freeway neste final de semana. O motivo é a colocação de vigas centrais da nova passarela, que está sendo construída no quilômetro 95 da rodovia, próximo a Arena do Grêmio. 
O problema começará das 22h deste sábado, quando o tráfego ficará restrito a apenas uma faixa em ambos os sentidos. Na madrugada de domingo, o trecho ficará totalmente bloqueado por 40 minutos a partir de 0h30min, no sentido Litoral-Porto Alegre, para que o guindaste faça o encaixe da primeira viga da passarela. Depois, o tráfego retorna para apenas uma faixa da rodovia.
A partir das 2h, a interrupção total será no sentido Porto Alegre-Litoral, para que ocorra a instalação da segunda viga da passarela. O bloqueio deve durar 40 minutos e, após, apenas uma faixa estará liberada para o tráfego.

Para evitar os bloqueios, os motoristas que se deslocam para Porto Alegre podem acessar a cidade pela região do Aeroporto, no quilômetro 92 da rodovia. Já para quem se desloca ao Litoral, o tráfego da BR-290 pela ponte do Guaíba e da avenida da Legalidade será desviado para a avenida Sertório, na Zona Norte de Porto Alegre. A previsão é que os trabalhos sigam até as 5h da manhã de domingo.

Gravações comprometem Kirchner com assassinato do promotor do caso AMIA

Cinco escutas telefônicas foram difundidas ontem, comprometendo o dirigente kirchnerista Luiz D'Élia, como também Jorge Khalil, o agente que teria servido de ele entre a Casa Rosada e Teerã nas negociações de acobertamento.O assassinato do promotor Alberto Nisman em Buenos Aires, um dia antes da apresentação da sua denúncia contra os autores do atentado contra a sede da Amia, que reúne judeus argentinos, continua dominando as cenas política, policial e midiática, segundo o leitor poderá verificar no link a seguir do jornal Clarin de hoje.

Apesar de morto, as denúncias de 300 páginas que já estavam preparadas foram divulgadas e implicam o governo de Christina Kirchner, que acertou encobrir o caso envolvendo o governo do Iran no atentado, tudo em troca de vantagens comerciais para o País.



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Noblat cobra na sua coluna de O Globo: " Cadê Dilma? Não foge, não, Dilma!"

O jornalista Ricardo Noblat critica na sua coluna de hoje o ministro gaúcho Pepe Vargas, que ele tratra por  Pepe Legal, o homem das Relações Institucionais, que já avisou que  não vai rolar nova CPI para investigar a roubalheira na Petrobras. Leia tudo: 

Basta! O caso já mereceu duas CPIs. Uma mista, formada por senadores e deputados. Outra formada só por deputados. Essa praticamente não funcionou.


A outra funcionou sobre o estrito controle do governo por meio dos seus áulicos no Congresso. E sabem no que deu? Em nada. Deu em nada. Sequer serviu para a oposição fazer barulho.

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Só CPI da Assembléia mostrará extensão sobre aliança do tráfico com gabinete do ex-secretário da Segurança do governo Tarso

O caso do chefe de segurança do ex-secretário Airton Michels é ameaça a todos os cidadãos do RS, porque durante quatro anos ele usou como quis da sua senha do sistema de consultas integradas, obtendo as informações que bem desejou.

. O comissário  Nilson Aneli foi surpreendido em Tramandaí no início do mês, quando dava proteção ao chefe do tráfego Xandi, que foi fuzilado sob as suas vistas.

. É caso de CPI e não apenas de inquérito policial.

. O governo Tarso Genro está todo sob suspeita.

. Além de Nilson Aneli, chefe de segurança do então secretário da Segurança, não se sabe quem mais usou do sistema de consultas integradas para beneficiar os bandidos.


. No governo Yeda, a revelação de que as senhas eram usadas até por jornalistas da RBS, ocasionou escândalo político sem precedentes, inclusive com prisões. 

Juiz Sérgio Moro inicia por Belo Monte nova fase da Operação Lava Jato. Alvos são Dilma e Lula.

Dilma e Lula, aí ao lado, se fazem de mortos quando alvejados por grossas suspeitas de corrupção, como acontece no momento, mas terão que falar sobre a nova fase da Operação Lava Jato, que  já começou a investigar a participação das nove empreiteiras que tiveram executivos e dirigentes presos. Em sua sétima fase, o juiz Sérgio Moro começará tudo pela construção da Usina de Belo Monte, uma das maiores obras de infraestrutura do país. O leilão aconteceu no governo Lula, em 2010, quando a presidente Dilma era chefe do gabinete civil. Alinhada com o governo, a jornalista Tereza Cruvinel diz que o objetivo de Moro é pegar Lula e Dilma. 

Deputada das medalhas diz que colegas só homenageiam grandes empresários

Tentando justificar as medalhas que fez a Assembléia entregar a 120 parentes, uma das qauis a maior delas, a do Mérito Farroupilha, a deputado Marisa Formolo, PT, tentou ir ao fígado dos colegas que também prestaram este tipo de medalhas:

- Eles preferem escolher financiadores de campanha ou grandes empresários.

. Como se sabe, o PT, Partido da deputada, prefere chantagear financiadores e grandes empresários, entregando-lhes obras públicas faturadas, como se percebeu no Mensalão e se vê agora no Petrolão.

Tarso ataca Eduardo Cunha: "Ele obstruirá o governo Dilma"

O governador Tarso Genro, que não é deputado, resolveu atacar a candidatura do deputado Eduardo Cunha para presidente da Câmara. No Twitter, sua mais nova trincheira política, ele avisa que Cunha obstruirá as ações do governo Dilma.

Crea tem novo presidente no RS

O engenheiro Melvis Barrios é o novo presidente do Crea do RS.

Doleiro do Petrolão, Alberto Youssef, denuncia: "Petrolão é obra de Lula e Dilma para garantir o projeto de poder do PT".

O doleiro Alberto Youssef, pivô da Operação Lava Jato, já escolheu seu alvo principal em sua peça de defesa: o Partido dos Trabalhadores. "É um projeto de poder para sustentação do PT. Não há dúvida disso. Vou citar isso na peça, claro. Não tem dúvida. PT e a base aliada como PMDB, PP", disse, nesta sexta, o advogado Antonio Figueiredo Basto. Ele avisou:

- É a corrupção sustentando um esquema de poder. Não há para mim a menor dúvida que esse esquema é um grande sistema de manutenção de grupos políticos. Vamos sustentar isso na nossa defesa. Meu cliente foi mera engrenagem. Não era a peça fundamental do esquema. Não tinha esse poder para fazer com que o esquema funcionasse ou deixasse de funcionar. O esquema só existiu porque havia vontade política para fazer com que ele existisse.

Alberto Youssef não é Marcos Valério e os empreiteiros presos não são os "soldados" do Partido, o PT, que não denunciaram Lula. 

Eis os novos e proibitivos preços da gasolina

Preços passam a valer em 1º de fevereiro: gasolina custará de R$ 2,905 a R$ 3,496.

Deputado socialista quer que Formolo, PT, devolva as medalhas que deu para 20 parentes

O editor foi atrás do deputado estadual Vanderlan Vasconselos (PSB), porque soube que ele protocolou pedido de devolução das medalhas concedidas pela petista Marisa Formolo a familiares na quarta-feira. O que ele disse:

-  A petição foi entregue à Mesa Diretora da Assembleia, que analisará o documento. A deputada desrespeitou o artigo 37 da Constituição, que trata dos princípios morais e éticos do exercício da função pública.Foi uma atitude que não corresponde aos princípios da impessoalidade e da moralidade. Pedi à Mesa Diretora uma nova avaliação do caso.

A próxima reunião da Mesa ocorre na primeira semana de fevereiro, quando Vanderlan não será mais deputado. 

A foto acima foi retirada do twitter da deputada. Festa familiar.

Casa Militar do Piratini foi parar nas páginas dos jornais de hoje

O governador José Ivo Sartori não disse até o momento o que quer fazer com a situação da chefia da Casa Militar do Piratini.

. Em sua edição de hoje, o jornal Zero Hora amplificou denúncias contra o novo chefe, que sequer assumiu o cargo até o momento.

Problema com Sêneca interditou Hercílio Luz e não o Salgado Filho

Por alguns momentos, esta tarde, circulou o boato de que um avião de carreira não tinha conseguido aterrissar corretamente no Salgado Filho, enterrando seu trem de pouso na pista, danificando-a e com isto levando á interdição do aeroporto.

. O editor buscou informações em Porto Alegre e Florianópolis.


. A informação era verdadeira, mas o problema ocorreu no Hercílio Luz, Florianópolis. Um Sêneca causou o problema. O aeroporto foi interditado entre 14h29min e 15h, sendo liberado em seguida. 

Este é o PT que devora os seus presidentes

No editorial "Dilma sob fogo amigo", publicado no Estadão de ontem, o jornal diz que reportagem dos seus repórteres  revela que, em defesa apresentada ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre sua participação no episódio da compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, o ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli procura se eximir, e à Diretoria Executiva que comandava, de qualquer responsabilidade pelos azares da transação e argumenta que o Conselho de Administração da estatal, então presidido pela ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, que autorizou a aquisição em 2006, deve ser responsabilizado pelos prejuízos decorrentes do contrato
Gabrielli sugere ainda que todos os integrantes do Conselho em 2006 sejam ouvidos no processo e, a exemplo do que já ocorre com os membros da Diretoria Executiva, tenham seus patrimônios congelados. Leia tudo:
Trocando em miúdos, o ex-presidente da Petrobrás entende que Dilma Rousseff, na posição que então ocupava, foi a principal responsável pela compra sobrefaturada e pelo prejuízo de quase R$ 1 bilhão sofrido pela estatal apenas nessa ocasião.

Esse novo episódio do escândalo da Petrobrás é apenas mais um da intensa troca de fogo amigo dentro do lulopetismo, desde que se tornou inevitável que, a exemplo do que ocorreu com o mensalão, as investigações sobre a corrupção na maior estatal brasileira levem à barra dos tribunais, e certamente às grades, novo e seleto time de figurões do partido de Lula. Começou, portanto, a fase do salve-se quem puder.

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