No comentário a seguir, o editor fala sobre a possibilidade de violação das urnas eletrônicas. O assunto foi levado esta semana ao Senado por iniciativa da senadora Ana Amélia.
. Apesar de reconhecer que “os testes de segurança das
urnas eletrônicas fazem parte do conjunto de atividades que garantem a melhoria
contínua deste projeto”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não fará nenhum
antes das eleições de outubro. Desde 2012, aliás, quando uma equipe de técnicos
da Universidade de Brasília (UnB) simulou uma eleição com 475 votos na urna
eletrônica e conseguiu colocá-los na ordem em que foram digitados, o tribunal
não expõe seus sistemas e aparelhos à prova de técnicos independentes. Mesmo
assim, continua a afirmar que eles são seguros e invioláveis.
. O editor sugere o uso de impressoras para que o eleitor e as urnas tenham comprovante material da votação eletrônica.
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Clique na imagem a seguir para ver e ouvir o editor. O comentário intitula-se Na área de TI nada é inviolável, nem as urnas eletrônicas.


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