As informações a seguir não desmentem que o ministro Ricardo
Lewandowski operou ilegalmente para proteger o PT, os bandidos do Mensalão e a
presidente Dilma Roussef quando foi presidente do TSE, segundo denúncia de Veja
desta semana, que deu nomes aos bois, datas, horários, locais e fatos. CLIQUEAQUI para examinar toda a reportagem de Veja. O que procuram agora os
"amigos" de Lewandowski, todos do PT e do governo Dilma: culpar a
mensageira pela mensagem. É uma manobra torpe, velha e conhecida. O fato é que
Lewandowski deve uma explicação ou precisa ser investigado e punido em caso de
confirmação de tudo.
Uma nota publicada nesta quarta-feira 14 pela jornalista
Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, descreve a preocupação da presidente Dilma
Rousseff com a arapongagem digital e revela que o ministro do Supremo Tribunal
Federal Ricardo Lewandowski chegou a bloquear seu email e mudar de endereço
depois que uma mensagem sua foi divulgada na imprensa. Leia abaixo:
*LINHA CRUZADA *
Dilma Rousseff fica aflita quando algum visitante entra
em seu gabinete com um iPad ligado. Ela foi informada de que o aparelho pode se
transformar num grande gravador, possível de ser acionado por algum araponga a
quilômetros de distância. Mesmo sem o consentimento do dono. Quando a situação
permite, a presidente pede que o tablet seja levado para longe de seu gabinete.
LINHA CRUZADA 2
O ministro do STF Ricardo Lewandowski bloqueou seu e-mail pessoal e mudou de endereço eletrônico. Fez isso depois que sua correspondência com uma servidora foi divulgada até na imprensa.
. Na semana passada, um email de Lewandowski, da época em
que comandava o Tribunal Superior Eleitoral, encaminhado para a ex-diretora do
TSE Patrícia Landi, foi vazado na íntegra e o seu conteúdo foi parar na coluna
Painel, da Folha, e nas páginas da revista Veja. ".
. Conforme apuração do 247, existe um forte indício de que
o vazamento da mensagem tenha partido da servidora Patrícia Maria Landi da
Silva Bastos, atual assessora-chefe de gestão estratégica da presidência do
Supremo, comandada por Joaquim Barbosa.
. Se confirmado o episódio, essa será a primeira vez na
história do TSE e do STF que um assessor – ocupante de cargo "de
confiança" – divulgaria a íntegra de um email reservado e o endereço
eletrônico de um ministro da Corte.





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