O 3º Congresso Sul Brasileiro de Crédito e Cobrança -
Congrecred, será realizado no dia 17 de julho, no Hotel Plaza São Rafael, em
Porto Alegre (RS).
Claudio Humberto revela que ministro brasileiro da Defesa foi humilhado por Morales. O boliviano revistou o avião do ministro à caça de senador asilado.
Este senador, Roger Pinto Molina, está asilado a um ano na embaixada do Brasil em La Paz, mas o presidente bolivariano Morales desrespeita o Brasil e não concede salvo conduto para ele ir embora.
Covarde, o governo brasileiro apenas emitiu uma nota de
protesto "secreta"
O jornalista Claudio Humberto revelou no seu blog desta segunda-feira que da mesma forma como se queixa de ter sido "humilhado",
porque, sob suspeita de dar fuga a um procurado pelo governo dos Estados
Unidos, já que seu avião foi impedido de sobrevoar o espaço aéreo de países europeus,
o cocaleiro presidente da Bolívia, Evo Morales, impôs uma humilhação ultrajante
ao o ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, no final de 2012, em
episódio mantido em segredo pelo governo brasileiro até agora. Leia toda a matéria de Claudio Humberto:
Amorim visitara
La Paz e se preparava para decolar quando seu avião foi cercado e revistado,
inclusive com cães farejadores, a mando do cocaleiro, desconfiado que o ex-chanceler
do governo Lula levava um senador de oposição asilado na embaixada do Brasil. A
informação é de diplomatas e funcionários que não podem ser identificados, em
razão de represálias. A humilhação ao Brasil foi ainda maior, considerando que
o ministro era transportado por um avião da FAB.
. Esta semana, Morales exigiu e obteve a solidariedade dos
parceiros do Mercosul, mas ele se comporta exatamente como seus supostos
detratores, mantendo cerco em La Paz à versão boliviana do ex-agente americano
Edward Snowden. O senador oposicionista Roger Pinto Molina se viu obrigado a
pedir asilo político à embaixada do Brasil em La Paz, onde se encontra há mais
de um ano. Ele quer deixar a Bolívia, porque teme até ser assassinado, mas
Morales se recusa a conceder-lhe salvo conduto, para sair da embaixada em
segurança até sair do país.
O senador oposicionista Roger Pinto Molina
O governo brasileiro novamente se acovardou, diante da
agressão ao ministro da Defesa, e apenas emitiu na ocasião uma "nota de
protesto" que permaneceu secreta, ou seja, apenas foi lida pelo
destinatário - que, claro, a ignorou. Além do senador Moloina, há muitos bolivianos asilados,
tentando se proteger da perseguição de Evo Moraes. Inclusive um candidato à
presidência e também magistrados que ousaram prolatar sentenças contra o
governo do cocaleiro, tiveram de se asilar para não morrerem.
Habeas corpus extraterritorial
. O jurista Fernando Tiburcio Pena, que defende o senador
Roger Pinto Molina, impetrou um "habeas corpus extraterritorial",
junto ao Supremo Tribunal Federal. Trata-se do primeiro caso do gênero no
Brasil, segundo explica o advogado, que usa como precedente uma decisão da
Suprema Corte dos Estados Unidos, que entendeu cabível o direito de habeas
corpus a um prisioneiro em Guantánamo. O habeas corpus deve ser julgado em
agosto no plenário do STF. O objetivo da medida é obrigar o governo brasileiro
a colocar à disposição do senador um veículo diplomático, para que ele possa
deixar o território boliviano sob a jurisdição do Brasil durante todo o
percurso. Veículo diplomático é protegido pela Convenção de Viena sobre
Relações Diplomáticas e, em razão disso, o senador não poderá ser removido à
força do carro. Mas a Bolívia de Evo Morales não costuma respeitar regras e
tratados internacionais, nem muito menos os mais elementares princípios
democráticos.
33 dos 58 refugiados colombianos que fogem das Farc serão asilados no RS
Além do ex-governador Olívio Dutra, as Farc possuem muitos amigos no RS, como o MST e o desembargador Rui Portanova, ao lado (leia entrevista que Portanova concedeu a Zero Hora em outra ocasião, destacando sua admiração pelos guerrilheiros narcotraficantes e comunistas da Colômbia).
- Estão todos fugindo dos guerrilheiros das Farc, cujos atos de banditismo são amplamente apoiados por setores de esquerda, inclusive do PT, que governa o Rio Grande do Sul. Esses refugiados virão para a boca do lobo, caso realmente desembarquem em Porto Alegre. No governo Olívio Dutra, do PT.
- Estão todos fugindo dos guerrilheiros das Farc, cujos atos de banditismo são amplamente apoiados por setores de esquerda, inclusive do PT, que governa o Rio Grande do Sul. Esses refugiados virão para a boca do lobo, caso realmente desembarquem em Porto Alegre. No governo Olívio Dutra, do PT.
A Agência Brasil, que é operada pelo governo federal de Dilma Roussef, confirmou neste domingo que no Rio Grande do Sul, ficarão assentados 33 dos 58 refugiados colombianos encaminhados com apoio da Associação Antônio Vieira. Por meio do Centro de
Defesa dos Direitos Humanos de Guarulhos (CDDH), o estado de São Paulo receberá
os demais colombianos.Os pedidos foram acolhidos pelo Acnur, cujo programa
mundial de reassentamento e refúgio tem participação do Brasil, explicou o
coordenador-geral do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), Virginius
Franca Lianza. “O Conare verifica as possibilidades de integração de cada caso
em separado. O primeiro ano de moradia das famílias reassentadas é custeado
pelo próprio Acnur. Já a sociedade civil realiza a integração local dos
refugiados, e o governo brasileiro trata da legalização e proteção dessas
pessoas no Brasil.”
. O primeiro reassentamento de refugiados no Brasil foi
feito em 2002, com a chegada de 23 afegãos ao Rio Grande do Sul. Segundo o
Conare, atualmente, 467 refugiados estão reassentados em território brasileiro:
324 colombianos, 96 palestino, 27 equatorianos, nove afegãos, três
venezuelanas, três apátridas, um congolês, uma costarriquenha, uma iraquiana,
uma jordaniana e uma libanesa.
Na entrevista a seguir, o desembargador Rui Portanova, conta de que modo ele e muitas outras autoridades e militantes de esquerda, inclusive do governo do PT, encaram a atividade dos assassinos das Farc:
Portanova – A coisa não estava boa por lá. A tal “zona
liberada” tinha acabado. Aí não fui. Mais uma que perdi. Outro foi o Chávez,
por quem assinei um manifesto em favor da reeleição. Ele esteve em Porto Alegre
e até recebi convite para almoçar com El Gran Comandante. Mas aí estava na
praia. Acabei não vendo o grande comandante.
Na entrevista a seguir, o desembargador Rui Portanova, conta de que modo ele e muitas outras autoridades e militantes de esquerda, inclusive do governo do PT, encaram a atividade dos assassinos das Farc:
Zero Hora – Como começou seu contato com as Farc?
Rui Portanova – Foi quando o governador Olívio Dutra (PT)
recebeu no Palácio Piratini um representante das Farc (Hernán Ramírez, em
1999). Pediram contato com algum juiz de esquerda, sobrou para mim. (Risos.)
Sempre fui conhecido como alternativo, apesar de não ter vínculos com partidos.
Afinal, sou juiz. Recebi o sujeito no meu gabinete no tribunal. Perguntei a ele
como estavam, como viviam na selva, se tinha como ir. Disse que conhecia bem os
acampamentos do MST…
ZH – O senhor se ofereceu para conhecer os acampamentos
da guerrilha?
Portanova – Sim, sim. Queria ver como sobrevivem. Como eu
tinha algumas milhagens de avião sobrando, me ofereci para bancar a própria
viagem. Aí mantive contatos por e-mail, durante meses. Quando estava para sair
a viagem, deu um problema de data, não lembro bem. Acabei nunca indo. Fiquei
com um pouco de medo, para ser sincero. O revolucionário brasileiro e gaúcho
aqui, que chamam de juiz comunista, acabou se borrando todo, tchê. (Risos.)
ZH – Por quê?
ZH – O senhor acha normal um desembargador brasileiro
manter contatos com uma guerrilha? O senhor contribuiu com dinheiro para as
Farc?
Portanova – Acho normal, foi por curiosidade. Não
contribuí com dinheiro, apesar de muito juiz de direita contribuir com
deputados por aí.
Sociólogo diz que protestos podem voltar mais fortes e incontroláveis. Saiba por que razão.
Boaventura de Sousa Santos (foto ao lado) aponta a insatisfação popular
como fruto da expansão da classe média brasileira, que ficou mais exigente.
Para ele, só uma reforma política profunda pode evitar que povo volte às ruas. A entrevistam foi concedida para a Deutsche Welle:
Os protestos no Brasil perderam intensidade, mas, se o
governo não der uma resposta rápida às reivindicações do povo, podem voltar
ainda mais fortes – e de forma incontrolável. O alerta é do português
Boaventura de Sousa Santos, doutor em sociologia pela Universidade de Yale
(EUA) e diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
(Portugal).
Autor de estudos sobre emancipação social, direitos
coletivos e democracia participativa, ele vê a onda de indignação que tomou as
ruas do país como fruto das mudanças vividas pela sociedade brasileira nas
últimas décadas. A classe média, afirma, cresceu e com ela as demandas dos
cidadãos por melhores serviços públicos ganharam força.
Para Boaventura, o Congresso está “divorciado das prioridades dos cidadãos” e, por isso, uma reforma política se faz necessária. “Há medidas de emergência que têm de ser tomadas, mas nada disso é possível se não houver uma reforma política profunda. Neste momento todo o sistema político tende a perverter e a inverter as suas prioridades”, afirma em entrevista à DW Brasil.
Deutsche Welle: Como o senhor avalia a onda de
protestos?
As manifestações foram
uma surpresa tanto no plano interno como no plano internacional. Tudo levava a
crer que tudo no Brasil estava indo bem. Internamente, os próprios partidos,
especialmente o do governo, foram apanhados de surpresa. O que foi surpresa foi
o motivo para que a explosão ocorresse. Havia um mal-estar, e ele resulta do
êxito das políticas que foram instituídas no Brasil a partir de 2003 [quando
Lula assumiu o poder] e que fizeram com que 40 milhões de pessoas entrassem
para a classe média.
Protestos foram realizados em cidades brasileiras e no
exterior.
Elas criaram expectativas não só no que diz respeito à
sua vida, mas também ao modo como se posicionam na sociedade, ao modo como usam
os serviços públicos.
Tereza Cruvinel, jornalista chapa branca do Correio Braziliense, diz que oposição foi vitaminada sem saber por que razão
A charge ao lado é de Spon Holz.
* Título original: Vento virado
Os protestos iniciados na segunda quinzena de junho estão
completando um mês, mas neste curto prazo viraram a conjuntura política de
ponta-cabeça, numa guinada que lembra a de 1994, quando o lançamento do Real
dissolveu o favoritismo de Lula, fortaleceu o presidente Itamar Franco e
catapultou a candidatura de Fernando Henrique. Mas ali as consequências foram
basicamente eleitorais. Agora, com o pleito mais distante, o giro da roda
afetou outros valores, como a estabilidade política, a governabilidade e a
dinâmica da economia. E isso agora não é problema das ruas, mas das elites
responsáveis.
. Neste momento, a oposição colhe o que não plantou e ganha
músculos graças ao vigor dos protestos que ninguém esperava. A presidente da
República, num movimento arriscado, claramente tenta flertar com as ruas,
permitindo que se amplie a distância entre o governo e o Congresso, e que a
base de sustentação se estilhace. O esperado sinal de recuperação da economia
chegou invertido, com as notícias de retração em maio.As ruas, na quinta-feira, 11, foram ocupadas pelas
centrais sindicais, o MST e outros movimentos da sociedade organizada. É
verdade que os atos foram menos massivos do que o alardeado, mas não são menos
legítimos do que os da segunda quinzena de junho, espontâneos, organizados a
partir das mídias sociais e desvinculados dos partidos. Foram infiltrados por
grupos de direita antipartidários e por legiões que desencadearam o vandalismo
e a violência. Nem por isso deixaram de expressar o sentimento popular.
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Entenda o que há por trás dos "protestos" oficiais contra espionagem dos EUA
A charge de Chico Caruso, O Globo de hoje, demonstra que os presidentes do Mercosul fizeram um protesto de ofício, porque sabem que os americanos espionavam, espionam e espionarão, o que todos eles também fazem. Quando não conseguem fazer, por falta de competência, dinheiro e tecnologia, comem pelas mãos dos americanos - ou estão nas mãos deles.
O jornalista Gleen Greenwald, do The Guardian,
que mora no Rio de Janeiro e foi um dos primeiros a entrar em contato com
Edward Snowden, o agente da CIA que revelou segredos da espionagem americana, disse nestge sábado o seguinte:
- O governo dos Estados Unidos deveria ajoelhar-se todos os dias e implorar
que nada aconteça com Snowden, porque, se algo acontecer com ele, todas as
informações serão reveladas, e pode ser o pior pesadelo.
. Gleen Greeenwald avisou que o Brasil é um dos países mais atingidos pela espoionagem ilegal do
governo Obama, mas a vigilância intensificou-se muito a partir de 2001.
- O que não disse o jornalista Greenwald e nem tampouco Snowden, é que o Brasil teve e tem acesso a informações que a inteligência americana recolhe aqui mesmo, o que explica a reação burocrática do governo e sua negativa em dar asilo ao espião americano.
Elio Gaspari denuncia Mercadante como o articulador do caos
Mercadante e seu encerado bigode, a bordo de uma burrice política indesmentível, como se percebeu na montagem de dossiê criminoso que sua gente tentou montar contra José Serra. Ele é agora o guru político de Dilma.
A extensão de seis para oito anos do curso de medicina
penalizará quem ralou pagando faculdade privada
Na condição de articulador de iniciativas da doutora
Dilma, o comissário Aloizio Mercadante patrocinou três lances de gênio. A
saber:
1) A convocação de uma constituinte exclusiva para fazer
uma reforma política. Durou 24 horas.
2) A convocação de um plebiscito para que o eleitorado
definisse os marcos da reforma. Durou duas semanas.
3) Com o copatrocínio do ministro Alexandre Padilha, da
Saúde, propôs a reorganização do ensino médico, aumentando-o de seis para oito
anos.
Na semana passada informou-se aqui que as burocracias do
MEC e das universidades federais faziam uma exigência maluca para médicos
formados no exterior que quisessem revalidar seus diplomas. Caso queira
trabalhar no Brasil, um doutor que se formou em Harvard e trabalha na clínica
de Cleveland é obrigado a atestar que mora em Pindorama, mesmo tendo nascido
aqui. Sem isso não pode pedir a revalidação, que demora até um ano. Até lá,
vive de quê?
A exigência será eliminada, tudo bem, mas havia coisa
pior.
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Estes são os 10 Países que mais visualizam este site
O editor trabalha 7 dias por semana, 16 horas por dia, usando para isto seu desk top, notebook, iPad e iPhone, esteja onde estiver. As edições de sábado e domingo costumam registrar menores números de visualizações, algo como 60% a 70% de um dia normal. Aí vai o ranking dos 10 Países de maior número de visualizações deste sábado, por País, em percentagem:
Brasil: 87%%
Estados Unidos: 7%
Rússia: 2%
Reino Unido: 1%
Canadá: 1%
Portugal: 0,5%
França: 0,5%
Menos de 0,5%: Ucrânia, Alemanha e Itália
No total, são 52 Países.
Os dados são do Google Analytics.
Juiz manda desocupar Câmara apenas a partir de segunda. Até lá, prosseguirá a violação do Legislativo, agora com cobertura da Justiça.
O jujiz plantonista Honório Neto mandou desocupar a Câmara de Porto Alegre. O juiz invocou o artigo 172 do Código de Processo Civil, que
prevê o cumprimento de mandado de reintegração apenas em dias úteis, entre 6h e
20h. Isto significa que a desocupação será feita segunda-feira. Até lá, a ocupção ilegal prosseguirá, agora com cobertura judicial.
. No despacho expedido pouco depois das 19h deste sábado, o
magistrado ainda afirma que o uso da força policial poderá ser requisitado, se
necessári
Vereadores ajuizam reintegração de posse para desalojar invasores
O presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre,
Thiago Duarte (PDT), protocolou na tarde deste sábado o pedido de reintegração
de posse da sede do Legislativo. O prédio está ocupado desde a última
quarta-feira por manifestantes do grupo Bloco de Luta pelo Transporte Público. A decisão de ingressar com o documento no Fórum Central
foi tomada depois que os ativistas se reuniram com representantes da Casa por
quase duas horas da tarde de sábado e o encontro terminou sem acordo.
Até Drauzio Varella crttica programa "Mais Médicos" de Dilma: "Isto é jogar areia nos olhos do povo".
O médico oncologista Drauzio Varella também criticou o
programa Mais Médicos anunciado esta semana pelo governo Dilma, segundo divulgou hoje o site www.brasil1247.com.br, que escreve mais o seguinte: Para ele,
apregoar como um grande salto na qualidade do atendimento à população a medida
de obrigar recém-formados a prestar serviços em localidades desprovidas da
infraestrutura mais elementar é simplificação demagógica. Leia o artigo
publicado na Folha:
Mais médicos
Estamos despreparados para atender à demanda das
enfermidades responsáveis pela maioria das mortes.
A saúde no Brasil padece de dois grandes males: falta de
dinheiro e gerenciamento incompetente.
Impossível levar a sério qualquer projeto que não
enfrente ao mesmo tempo esses dois desafios. Investir apenas na organização é
tão insuficiente quanto alocar mais recursos para um sistema perdulário,
contaminado pela corrupção e por interesses políticos da pior espécie.
Há anos gravo programas de educação em saúde pelo
interior do Brasil e na periferia das cidades maiores.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Veja avisa que programa "Mais Médicos" não tem chance alguma de dar certo
Ao lado, fotos da capa de Veja e de protestos de estudantes e médicos atacados pelo governo do PT.
"Sem chance de dar certo", garantre a revista Veja deste final de semana, em seu editorial, referindo-se ao programa "Mais Médicos". De acordo com o
texto, a medida que obriga estudantes a dedicar dois anos de trabalho ao
Sistema Único de Saúde é "autoritária, inaplicável na prática e, acima de
tudo, inconstitucional". Veja vestiu a
presidente Dilma de médica em sua capa, e diz que programa
representa a "gota d'água". Internamente, propaganda do Ministério da
Saúde anuncia: "Doutor, bem-vindo" As inscrições vão até 25 de julho;
bolsa oferece R$ 10 mil mensais
PPS confirma que convidou Serra para ser seu candidato a presidente da República
O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire
(PPS-PE) disse hoje no seu Facebook estar "no aguardo" da definição de José Serra,
ex-governador de São Paulo, sobre ser ou não ser candidato à presidência da
República pelo partido. Sem espaço no PSDB, Serra cogita mudar de legenda para
tentar realizar o sonho de chegar à presidência da República. Aos tucanos, ele
defende a tese de que múltiplas candidaturas, como a dele, a do senador Aécio
Neves (PSDB-MG), a da ex-senadora Marina Silva e a do governador Eduardo
Campos, ajudarão a levar a disputa para o segundo turno
Editorial, O Estado - A irrelevância das centrais
Recorte e utilize. O Vingador sempre estará contra os que querem oprimir o povo, suprimindo-lhe a liberdade de expressão e de empreender.
A maioria dos vereadores da Câmara de Porto Alegre emprestaram mais relevância do que realmente possuem os grupos agressivos de minorias comunistas que se organizam naquilo que suas organizações chamam de "coletivos". Eles não são a maioria e também não representam a vanguarda da sociedade, até pelo contrário, porque defendem as teses reducionistas da ditadura e da estatização. A irrelevância desses grupelhos ficou claríssima no decorrer dos mais recentes protestos, porque eles protagonizaram as ações de rua antes e depois das manifestações de massa, estas sim da maioria esmagadora da população brasileira: aquela que quer o estado democrático de direito e o progresso econômico no marco da economia e de mercado, portanto no âmbito das liberdades individuais e públicas. Não existe por que se intimidar com a violência verbal ou física dos inimigos da democracia. Antes disto, é preciso confrontá-los no campo que escolherem. A correlação de forças políticas e de força nem de longe está ao lado deles. O editorial a seguir do Estadão de hoje, retrata tudo isto, ao relatar o fracasso de outros grupos de arrivistas ideológicos, pelegos sindicais, manifestantes chapas brancas e argentários, os verdadeiros sangue-sugas da sociedade. Leia:
A irrelevância das centrais’, editorial do Estadão
A maioria dos vereadores da Câmara de Porto Alegre emprestaram mais relevância do que realmente possuem os grupos agressivos de minorias comunistas que se organizam naquilo que suas organizações chamam de "coletivos". Eles não são a maioria e também não representam a vanguarda da sociedade, até pelo contrário, porque defendem as teses reducionistas da ditadura e da estatização. A irrelevância desses grupelhos ficou claríssima no decorrer dos mais recentes protestos, porque eles protagonizaram as ações de rua antes e depois das manifestações de massa, estas sim da maioria esmagadora da população brasileira: aquela que quer o estado democrático de direito e o progresso econômico no marco da economia e de mercado, portanto no âmbito das liberdades individuais e públicas. Não existe por que se intimidar com a violência verbal ou física dos inimigos da democracia. Antes disto, é preciso confrontá-los no campo que escolherem. A correlação de forças políticas e de força nem de longe está ao lado deles. O editorial a seguir do Estadão de hoje, retrata tudo isto, ao relatar o fracasso de outros grupos de arrivistas ideológicos, pelegos sindicais, manifestantes chapas brancas e argentários, os verdadeiros sangue-sugas da sociedade. Leia:
A irrelevância das centrais’, editorial do Estadão
Publicado no Estadão deste sábado
As centrais sindicais brasileiras só reúnem multidões no
Primeiro de Maio – atraídas não exatamente pela data histórica, mas pelos shows
e sorteios que promovem, por exemplo, na Praça Campo de Bagatelle, na zona
norte de São Paulo. Já anteontem, na Avenida Paulista, as entidades que
organizaram o Dia Nacional de Lutas, tentando pegar carona nas jornadas
espontâneas de protesto que tomaram conta do País em junho, não conseguiram
reunir nem 10 mil pessoas. Das nove associações que as arrebanharam, pelo menos
duas, a Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), contrataram
“manifestantes” a R$ 50 e R$ 70 por cabeça.
Contrastando com a profusão de faixas, balões, bandeiras,
camisetas, bonés e fitas, tudo confeccionado em escala industrial pelas
centrais que devem a sua prosperidade exclusivamente à aberração do Imposto
Sindical – o dia de salário por ano compulsoriamente recolhido de todos quantos
tenham carteira assinada -, o clima era de apatia. “Uma representante da CUT
desfilou durante algum tempo diante do carro de som com um rolo de bandeiras
debaixo do braço, procurando militantes para empunhá-las”, relatou um repórter
deste jornal. “Não encontrou.”
O que era para ser uma quinta-feira difícil na maior
metrópole brasileira acabou sendo um domingo extra. Inumeráveis empresas,
temendo o pior, dispensaram seus empregados.
CLIQUE AQUI para ler mais.
Tarde chuvosa e muito fria em Gramado. Porto Alegre tem tempo instável.
O fim de semana começou chuvoso em todo o Rio Grande do
Sul. Em Porto Alegre o tempo apresentou-se instável durante a tarde, mas nas
demais regiões chove e faz frio. Em Gramado, milhares de turistas que lotam os
hotéis, depois de uma manhã até ensolarada e quente, o tempo virou, começou a
chover e faz muito frio neste momento.
. Conforme a Somar Meteorologia, a chegada de uma massa de
ar polar derruba as temperaturas nos municípios gaúchos ao longo do domingo e
com mais força na segunda-feira. Há a possibilidade de geadas entre a Campanha
e a Região Sul. As mínimas devem ser registradas em Canguçu, com 1ºC, e Bagé e
Pelotas, com 2ºC. Na Capital, os termômetros variam entre 6ºC e 17ºC.
. O tempo segue firme em todas as regiões até terça-feira.
Na quarta, a previsão é que a chuva retorne para todo o Estado, e o frio perca
um pouco de força.
Zero Hora decide não abrir espaço para bandoleiros políticos que ocupam a Câmara de Porto Alegre
Somente esta tarde o presidente da Câmara de Vereadores
de Porto Alegre decidirá se irá ou não a juízo para exigir que ativistas
políticas de extrema esquerda saiam do
Legislativo, que ocupam desde quarta-feira. Nesta sexta-feira, o
presidente, dr. Thiago, foi espancado pelos manifestantes. Ele e seu fotógrafo
apanharam nos corredores.
. Os ativistas censuram os jornalistas, impedem pela
força a cobertura feita por repórteres dos jornais Zero Hora e Correio do Povo,
e já produziram atos de vandalismo nos carros dos vereadores que não são do PT
e PSOL.
. Neste sábado, surpreendentemente, o principal jornal de
Porto Alegre, Zero Hora, decidiu não
abrir mais espaço para os ilegais atos de ocupação da Câmara de Vereadores.
Presidente eleito do Paraguai rejeita voltar a Mercosul liderado por Caracas
O Mercosul é hoje uma associação de delinquentes falidos,
querendo dar golpes de estado, acompanhados por um regime terrorista que não
poderia estar no grupo. O Paraguai faz muito bem, se entrar na Aliança para o
Pacífico e botar uma base norte americana em seu território, para mostrar que
fala grosso contra os delinquentes do Foro de São Paulo
Horácio Cartes, que assume a presidência paraguaia no dia
15 de agosto, diz que a adesão da Venezuela ao bloco foi ilegal. A cúpula dos
países-membros, realizada em Montevidéu, levantou a suspensão imposta a
Assunção após a destituição de Lugo, em 2012.
Maiakovski, a flor roubada do jardim e a ocupação criminosa da Câmara de Porto Alegre
Na primeira noite, eles se aproximam e roubam uma flor do
nosso jardim: não dizemos nada. Na segunda, já não se escondem. Pisam as flores, matam o
nosso cão e não dizemos nada. Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa
casa, rouba-nos a luz e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da
garganta. E já não podemos dizer nada. - Vai embora dr. Thiago Duarte ! Cristiano Rinaldi, bairro Cristal, Porto Alegre.
Maria do Rosário mentiu, mas não se desculpa com o povo brasileiro
Não se sabe o que espera a ministra Maria do Rosário para pedir desculpas públicas ao povo brasileiro pelas irresponsáveis e mentirosas declaraçõeds que deu quando da corrida dos esmoleiros da Bolsa Família .
. Logo no início da corrida, a ministra Maria do
Rosário, dos Direitos Humanos, atribuiu os atropelos à central de notícias da oposição, mas agora sua própria Polícia Federal constatou que tudo foi resultado de combustão espontânea.
- Dona Rosário, como se sabe, acha que está apta a disputar uma cadeira de Senador pelo RS.
CLIQUE AQUI a íntegra das informações da Polícia Federal.
CLIQUE AQUI a íntegra das informações da Polícia Federal.
Não fosse o STF, os bandidos petistas do Mensalão jamais iriam para a cadeia, como irão em agosto
Sobrfe o julgamento do Mensalão, que deve concluir no decorrer do mês que vem com a prisão imediata dos bandidos do PT, tipo os ex-presidentes do Partido, Zé Dirceu e José Genoíno, também ex-ministro e ex-eminência parda dos governos Lula e Dilma, algo jamais visto antes na história deste País:
"No sistema judiciário brasileiro, que é o pior do mundo,
quanto mais alta a escala do judiciário, mais eficiente é a Corte. O mensalão,
se estivesse sendo julgado na primeira instância, em diferentes tribunais,
quantos anos seriam necessários para que houvesse um trânsito em julgado?
Talvez uns 60 anos, porque um condenado recorreria ao Tribunal de Justiça,
depois ao Superior Tribunal de Justiça"
Cláudio Weber Abramo, diretor-executivo da ONG
Transparência Brasil
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