Musskpf é novo homem forte do Marketing do Banrisul.
. Ildo Musskopf é o novo superintendente de Marketing do Banrisul.
Estava fora da programação a decisão da governadora Yeda Crusius de ir rezar esta noite no templo da Assembléia de Deus, rua General Neto 384, Porto Alegre.
. Pelo menos 1.500 religiosos decidiram rezar com Yeda. A governadora já tinha rezado neste domingo a noite, mas desta feita na igreja evangélica Centro de Avivamento para as Nações. No culto, o apóstolo Silvio Ribeiro entoou uma oração com 2 mil fiéis. O apóstolo rogou por proteção e avisou que Yeda está sendo acuada por sentimentos de inveja e ciúme.
Nesta sexta-feira, logo depois que o governo estadual percebeu que a investida que o procurador Geraldo Da Camino fez sobre as contas da superintendência de Marketing do RS assumiu contornos políticos e eleitorais, a produção do programa Conversas Cruzadas, TV Com, da RBS, convidou para um debate os principais personagens do caso:
Geraldo Da Camino, MPC, e Ildo Gasparetto, Polícia Federal
Ricardo Englert, secretário da Fazenda, e Mateus Bandeira, presidente do Banrisul.
. Seriam dois advogados contra
dois economistas.
. Na quinta-feira, o presidente do Banrisul, Mateus Bandeira, contratou o advogado Fábio Medina Osório e avisou que em nome do banco e do governo iria ele ao debate.
. Seria um debate entre advogados.
. Da Camino e Gasparetto nem quiseram saber de conversa e avisaram a RBS que não iriam debater com “um advogado”, o dr. Fábio Medina Osório.
. O Dr. Medina Osório, o banco e o governo, não temem as investigações sobre as malfeitorias feitas às costas de todo mundo, mas sabe que precisa preservar a incolumibilidade do banco. As midiáticas operações da Polícia Federal e o teor espetaculoso das “revelações” feitas pelo MPC e pela PF, sempre acompanhadas com antecedência estratégica pela RBS, colocaram em risco sistêmico o Banrisul. É por isto que o advogado do banco mandou contratar uma auditoria internacional para avaliar os prejuízos e não temerá responsabilizar qualquer agente público – mesmo pessoalmente - eventualmente responsável por prejuízos.
. A chamada da PF ao caso por parte do MPC foi considerada inconsistente e inconstitucional e desta forma passou a ser tratada pelo governo do RS.
- Yeda sabe que seus adversários passaram a utilizar o episódio para alvejá-la eleitoralmente. Ela resolveu não esperar para dar respostas.
Desde que se refugiou em Porto Alegre, sexta-feira, a candidata do PT, Dilma Roussef, escondeu-se atrás das saias de Lula.
. Lula assumiu a condição de verdadeiro candidato e se tornou insolente, mas não engana mais ninguém. Ele não está acima da lei e vai queimar os dedos.
- O incidente eleitoral já interferiu diretamente na campanha. Serra subiu o tom das denúncias e o PT foi para o brete, o que resultou em prejuízos para Dilma Roussef, conforme revela a última pesquisa Ibope. Dilma congelou os pontos da sua irresistível ascenção ao governo. A recomendação feita a Serra é de que prossiga acuando o PT e o governo.
CLIQUE no texto ao lado, assinado por Reinaldo Azevedo. Ele trata de um assunto que dirigentes do PT têm abordado nos últimos dias, que é o uso que José Serra estaria fazendo da condição da sua filha, Verônica, para emocionar os eleitores. O texto trata do outro pólo da disputa, ou seja, do caso de Dilma, que permanece em Porto Alegre para acompanhar o nascimento da neta. Dilma, como se sabe, é uma desvelada mãe e será uma desvelada avó, considerando-se que interrompeu a campanha presidencial há quatro dias só para acompanhar o que vai ocorrer no Hospital Moinhos de Vento. O neto de Dilma está agendado para nascer as 6h do dia 9.
Promotores pediram a cassação dos direitos políticos de Tarso Genro por 5 anos. Tarso e Raul Pont sentarão esta tarde no banco dos réus, na 1a. Vara da Fazenda Pública. Saiba mais sobre o caso:
A audiência agendada para as 17h desta segunda-feira na 1ª. Vara da Fazenda Pública diz respeito a um processo por improbidade administrativa movida contra o ex-prefeito Tarso Genro. Trata-se da ação 0011105025600-5, movida pelo Ministério Público do RS. O editor foi atrás da ação, possui cópia capa a capa, leu e estudou todo o processo.
. Os promotores Eduardo Tedesco, Cesar Faccioli e Karin Sohne Gene pediram a cassação dos direitos políticos (5 anos) do ex-prefeito do PT, como conseqüência da condenação.
. O processo arrasta-se desde 2002.
. Além de Tarso, também outros seis ex-prefeitos e ex-secretários, além do deputado Raul Pont estão sendo processado por improbidade administrativa.
. Sobre o mesmo caso foi movido contra Tarso e seus companheiros um processo crime na 7ª. vara Criminal. Os réus foram condenados no dida 18 de dezembro de 2002, mas dois anos depois a sentença foi anulada porque foi julgada extinta a punibilidade. A ação cível prossegue.
. Os promotores ajuizaram a ação porque consideraram ilegais as contratações temporárias de servidores da área da saúde a partir de 1993, em detrimento aos concursados. Tarso Genro e os seus sucessores na prefeitura “ao invés de nomear os aprovados, contratava-os de forma temporária”. Este tipo de contratação foi considerado uma fronta aos princípios constitucionais da ilegalidade, da impessoalidade e da moralidade. Os promotores usaram fartas decisões do Tribunal de Contas do Estado sobre o caso.


https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/