Artigo, João Satt, Jornal do Comércio - A trilionária geração prateada quer tudo, agora mesmo

 - O título original é "Geração trilionária".
Esta é a segunda parte do artigo do gaúcho João Satt, CEO do G5

Há alguns dias escrevi aqui no Jornal do Comércio a respeito do poder de consumo da geração prateada, que vem surpreendendo tanto pela sua gigantesca capacidade de consumo (R$ 1,8 trilhão em 2019), quanto por estar praticando um estilo de vida e hábitos de consumo que há décadas eram associados apenas aos jovens.

Estão mais soltos, menos preocupados com os ditos limites sociais, e completamente focados em viver o melhor que puderem, agora. O confinamento trouxe o convívio digital para o dia a dia das pessoas de mais de 55 anos e, com isso, ganhou tração todo o universo das conveniências digitais: deliveries em geral, lives, cursos, consumo online e principalmente interação social.
Essa geração traz algo novo, que só fomos descobrir após vários estudos realizados pela nossa área de pesquisa e inteligência estratégica (Sunbrand): adora conviver em comunidades e se permite viver experiências que não viveu em outras fases de suas vidas.

(...)

Na atual crise, a geração prateada foi a menos afetada financeiramente e é quem estará puxando o consumo de A-Z nos próximos 40 anos.

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8 comentários:

Anônimo disse...

muito lero-lero pra dizer que a tal geração "prateada" esta mais consumista e materialista...

é alvissareiro, hein?

Anônimo disse...

BLABLABLÁ DE TURCO PARA TENTAR VENDER SEU PRODUTO EM ÉPOCA DE CRISE

aparecido disse...

Polibio ...voce pinta os cabelos ou tambem está na geração prateada ????

Anônimo disse...

Presos no Lockdown.

Anônimo disse...

Bla bla bla bla bla bla bla.... Como dizer o óbvio em muitas palavras. Sem nenhuma informação, "geração prateada" rótulos que não tem aderência com a realidade, adotam definir grupos gurus de si mesmo.

Anônimo disse...

E nesta "geração prateada", na qual estou incluído, surgem o milionários e os multimilionários, que pouparam e aplicaram muito bem seus ganhos do passado. Nadam hoje nos proventos das rendas variáveis, das ações e FIIs, sem nem tocar no fabuloso patrimônio que possuem, como imóveis e as próprias ações e fundos. Suas aposentadorias tornaram-se pequenos fluxos que realimentam a tsunami de dinheiro que diariamente lhes pertencem. Mesmo que sejam numericamente pequeno, este grupo de pessoas se expõe como um grande exemplo a ser seguido como criadores de riqueza. Outros países já fizeram isso. Quem quer ficar rico, que os sigam.

Anônimo disse...

a geração prateada, ao inves de procurar sabedoria nessa idade, vai atras de consumo materialista e vazio...

excelente...

e houve uma epoca em que os anciãos eram os guardiões da sabedoria...

hoje parecem mais vazios do que adolescentes...

isso é resultado direto dos best-sellers das nossas livrarias, que ficam ali entre livros de contos da carochinha e livretos de auto ajuda com pensamentos magicos disfarçados de filosofia rasteira e barata escrita por pfêssores das nossas univerÇidades que vao faturando horrores em cima do limitado intelecto da brasileirada...

Anônimo disse...

Na atual crise, a geração prateada foi a menos afetada financeiramente e é quem estará puxando o consumo de A-Z nos próximos 40 anos.

alguem ja avisou o autor desse texto sobre a reforma da previdencia?

essas aposentadorias ai de papai e mamae nao existirão mais, meu chapa...

como que uma geração de prateados que viverá ai mais uns 20 anos será responsavel pelo consumo dos proximos 40 anos?