Líder do Parlamento venezuelano se declara presidente interino do país

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, assumiu há instantes "formalmente as competências do Executivo Nacional como presidente encarregado" do país, informa o jornal O Globo.

O jovem líder opositor, de apenas 35 anos, vinha sendo pressionado para tomar esta decisão, mas claramente esperou a gigantesca manifestação popular que toma as ruas de Caracas neste momento para dar o passo que a maioria da oposição esperava.

Logo após o anúncio de Guaidó, por volta das 16h (horário de Brasília), o presidente americano, Donald Trump, reconheceu o líder opositor como presidente interino do país. O secretário-geral da OEA, Luis Almagro, fez o mesmo. Um funcionário do governo do Canadá disse que o país também reconhecerá Guaidó como presidente interino.

9 comentários:

Anônimo disse...

Maduro está deixando o país rumo ao México.

Anônimo disse...

Em conversa gravada, miliciano diz que é ele quem dá o dinheiro para a polícia:

Brasil 23.01.19 11:39 - O Antagonista

Em uma das conversas interceptadas pelo MP-RJ, no dia 15 de outubro de 2018, o miliciano Manoel de Brito Batista, conhecido como Cabelo diz que é ele quem dá o dinheiro para a polícia e que sabe quando eles iriam até o local em Rio das Pedras, informa o G1.

“Teve um Coroa lá no meio da rua quebrando concreto, eu já falei para vocês, só é para parar quando eu falar, sou eu que dou o negócio pro homem e vocês sabem mais do que eu, eu que levo o negócio pro homem, eu sei quando vem, pô”, reclama Cabelo, um dos presos na operação Os Intocáveis na terça-feira.

Anônimo disse...

Aos 19, Flávio Bolsonaro ocupou cargo em Brasília enquanto estudava e estagiava no Rio:​

Publicado em 23 janeiro, 2019 3:04 pm
Do Uol

Posto na liderança do PPB, partido ao qual Jair Bolsonaro pertenceu nos anos 2000, também foi ocupado pela então mulher do atual presidente.

Entre 2000 e 2002, Flávio Bolsonaro, então com 19 anos, acumulou três ocupações em duas cidades diferentes: faculdade presencial diária de Direito e estágio voluntário duas vezes por semana no Rio de Janeiro, e um cargo de 40 horas semanais na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Ocupadas ao mesmo tempo por quase um ano, todas essas atividades exigiam a presença física do primogênito do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e hoje senador eleito pelo PSL-RJ, segundo as instituições ouvidas pela BBC News Brasil.

(…)

Procuradas, a assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro afirmou que não iria responder aos questionamentos da BBC News Brasil e a assessoria do presidente Jair Bolsonaro não respondeu até a publicação desta reportagem.

O posto de assistente técnico de gabinete foi ocupado por Flávio na liderança do PPB, partido pelo qual Jair Bolsonaro havia sido eleito para seu terceiro mandato na Câmara. Esse mesmo posto comissionado foi ocupado antes por outro membro da família de Jair Bolsonaro: a então mulher dele, Ana Cristina Siqueira Valle, deixou o cargo uma semana antes de ser substituída por Flávio.

Presença obrigatória

Não há informações públicas disponíveis sobre os salários pagos a Flávio e Ana Cristina à época. Mas, segundo declaração do Imposto de Renda de Flávio, o cargo de assistente técnico de gabinete rendeu em 2001 o equivalente a R$ 4.712 por mês, ou R$ 13,5 mil em valores corrigidos.

Esses cargos comissionados alocados nas lideranças de partidos na Câmara (considerados cargos de natureza especial, ou CNE) são ocupados a partir de indicações por critérios políticos e/ou técnicos. Em geral, os escolhidos são militantes ligados ao comando do partido; servidores concursados em outros órgãos públicos que recebem um adicional para trabalhar no Congresso; ou apadrinhados dos deputados da sigla, que em alguns casos loteiam os cargos do escritório da liderança entre si.

As normas da Câmara determinam que essas funções só podem ser exercidas pelos funcionários em Brasília. Questionada pela BBC News Brasil por meio da Lei de Acesso à Informação sobre a norma vigente à época, a Câmara dos Deputados afirmou que os cargos de natureza especial, como o ocupado por Flávio nos anos 2000, “têm por finalidade a prestação de serviços de assessoramento aos órgãos da Casa, em Brasília. Desse modo, não possuem a prerrogativa de exercerem suas atividades em outra cidade além da capital federal”.

No mesmo período em que ocupava esse cargo em Brasília, Flávio relata em suas páginas no LinkedIn e no site da Assembleia Legislativa fluminense que exercia outras duas atividades: faculdade de Direito na Universidade Candido Mendes e estágio na Defensoria Pública do Rio de Janeiro. Procurada pela BBC News Brasil, a Defensoria Pública afirma não haver registro de que Flávio Bolsonaro tenha atuado formalmente no órgão, mas informa que um defensor público do núcleo de sistema penitenciário (que não quis ser identificado na reportagem) relata que Flávio foi seu estagiário voluntário duas vezes por semana.

Não há informações precisas sobre o período em que esse estágio ocorreu. O parlamentar divulga duas datas diferentes nas duas versões de seu currículo: de março de 2001 a janeiro de 2002 (no LinkedIn) e de agosto de 2000 a outubro de 2001 (no site da Assembleia Legislativa). Não havia pagamento de bolsa de estudos, controle de frequência ou carga horária mínima, mas o jovem era “assíduo e interessado”, segundo o tutor, que respondeu a perguntas da BBC News Brasil por meio da assessoria de imprensa da Defensoria Pública.

(…)

Anônimo disse...

Mas a Gleisii não reconheceu ainda!!!!

Anônimo disse...

Flávio ainda tentará nos convencer de que Queiroz mandava nele, diz jornalista:

QUA, 23/01/2019 - 14:50

Jornal GGN - Bernardo Mello Franco escreveu em sua coluna no jornal O Globo, nesta quarta (23), que daqui a pouco Flávio Bolsonaro tentará nos convencer que Fabrício Queiroz era quem mandava no gabinete do ex-deputado estadual, e não o contrário.

A declaração foi dada após Flávio alegar que foi Queiroz quem determinou a contratação, para o seu gabinete, da mãe e esposa do Capitão Adriano Magalhães, de quem é amigo pessoal.

Ex-agente do Bope, Adriano teve mandado de prisão expedido ontem, no âmbito da operação Intocáveis, porque é acusado de ser o chefão do chamado Escritório do Crime, o maior grupo de extermínio em atividade no Rio. (...)

Anônimo disse...

O silêncio estridente das cadeiras vazias:

FERNANDO BRITO · 23/01/2019

Não foi grande surpresa para ninguém, exceto para os organizadores e para os jornalistas estrangeiros, que Jair Bolsonaro tivesse refugado da entrevista coletiva oficialmente marcada e deixado vazias as cadeiras preparadas para ele e seu séquito no centro de imprensa do Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça.

Nem que a justificativa tenha sido, oficialmente, a de que o cancelamento se dava pela “abordagem antiprofissional da imprensa”.

Os nomes dos motivos são vários: Flávio, Queiroz, Rio das Pedras, milícia, Marielle, Capitão Adriano…

E são um só: Bolsonaro não tem capacidade de argumentar, apenas de atacar.

Como não tem com o quê, teria de ficar na defesa.

Mas além daqueles, há outros: o fiasco de seu curtíssimo discurso, a reforma da Previdência da qual, sem se conhecer o que é, ele só sabe que não afetará os militares senão “numa segunda fase” (pausa para duvidar) e que confia ser aprovada por conta, apenas, do que julga serem os capachos parlamentares de seu governo.

Medidas econômicas? Nem pensar, isso é com o Paulo Guedes e, de Moro, já teve parte do que queria com o decreto das armas e com o silêncio sepulcral do ex-Savonarola Sérgio Moro, convertido à mudez.

A comunicação que interessa a Bolsonaro é a tosca, a sem contraditório, feita a veículos de comunicação dóceis como as suas TVs de estimação, aqui, a agências de notícias que só querem saber de anúncios de privatização e, claro, nas redes sociais, onde a fala é sempre curta e não questionada.

Escapar da imprensa, entretanto, é mil vezes mais fácil que escapar dos fatos . E, pior ainda, entregar-se de bandeja até a factóides.

Jair Bolsonaro deveria lembrar que só pôde atravessar calado a campanha porque um desequilibrado mental o atingiu a faca. Seu estado de saúde, providencialmente, serviu de motivo para não enfrentar as polêmicas e ficar como vítima.

No poder, não poderá fazer o mesmo sem ser desmanchado pela mídia.

Aumentar o fanatismo dos incondicionais não é o mesmo que aumentar o número de apoios.

As cadeiras vazias são, talvez, mais expressivas do que tudo o que tem dito em Davos.

Anônimo disse...

AÇO

Anônimo disse...

Nossa como esse blog tá infestado de mortadelas, credo.

Anônimo disse...

MOURÃO DIZ QUE SE JUAN GUAIDÓ FOR PRESO, O BRASIL SÓ IRÁ PROTESTAR


Além de afirmar que o Brasil não se envolverá num conflito militar na Venezuela, como parece ser o desejo dos Estados Unidos e de Jair Bolsonaro, que bate continência para a bandeira americana, o presidente interino Hamilton Mourão afirmou que o País não tomará nenhuma atitude se o presidente venezuelano Nicolás Maduro decidir prender o deputado Juan Guiadó, que se declarou presidente do país vizinho; "[O Brasil] Só pode protestar; não vai fazer mais nada além disso", declarou

23 DE JANEIRO DE 2019 ÀS 21:26 // INSCREVA-SE NA TV 247 Youtube