Governo Temer determina corte de R$ 5,9 bilhões nas despesas deste ano

Juntamente com o  anúncio do aumento dos tributos sobre os combustíveis, ontem,o governo também anunciou um contingenciamento adicional do orçamento, em linha com a análise de economistas como os do Bradesco, de que seriam necessárias medidas adicionais para atingir a meta de resultado primário deste ano. 

O PIS/Confins incidente sobre o litro de gasolina passou de R$ 0,38 para R$ 0,79 enquanto o imposto sobre o diesel passou de R$ 0,25 para R$ 0,46. Já a alíquota sobre o etanol foi elevada em R$ 0,21. 

A partir desses aumentos, o governo estima uma expansão da arrecadação de R$ 10,4 bilhões, já em 2017. 

A nota divulgada pelo governo também antecipou que o relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, a ser divulgado hoje, incluirá um contingenciamento adicional de R$ 5,9 bilhões.

12 comentários:

Anônimo disse...

O que não se pode entender é que, nessa penúria, os políticos pensem em criar um fundão para garantir suas despesas com eleição. Isso é impensável. Outra coisa, nada de inventar subterfúgio para o imposto sindical voltar. Chega.

Anônimo disse...

Tem uma regra que determina teto de salários, ninguém cumpre.
E querem ajeitar a casa ...

Anônimo disse...

Insuficiente!!

Anônimo disse...

Roubo legalizado.

Anônimo disse...

É o país dos impostos sobre classe média trabalhadora, servidores públicos, consumidores e pobres. A cada REFIS vem os privilégios para o mau empresariado, se não bastassem os privilégios concedidos pelo executivo, os deputados ampliam esse leque indefinidamente. E se não acabar com as benesses do BNDES(o que seu atual presidente não quer, e só pra constar, seu genro está preso por ser lobista da Lava Jato) sempre faltarão recursos. O BNDES é um dos maiores vilões da economia nacional. O Brasil precisa além da reforma política, a reforma tributária(tributar mais renda e menos consumo) e instituir a TLP no lugar da TJLP, no BNDES, o mais rápido possível.

Anônimo disse...

O $$ QUE DEU PARA A BASE, VOLTA EM FORMA DE IMPOSTOS

Anônimo disse...

O $$ QUE DEU PARA A BASE, VOLTA EM FORMA DE IMPOSTOS

Anônimo disse...

LÍDER EMPRESARIAL DISPARA CONTRA TEMER: FRACASSOU:

Presidente-executivo da Associação da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso foi contundente ao criticar o aumento de impostos nos combustíveis executado por Michel Temer; para Velloso, Temer fracassou no ajuste fiscal; "E o plano fracassou por culpa da própria equipe econômica, que insistiu no corte de gastos em meio à maior recessão da história do país e não se preocupou em criar mecanismos para a retomada do crescimento", disse; segundo ele, Temer e Henrique Meirelles só adotaram medidas no sentido de "afugentar investimentos"; escalada tributária em meio à pior depressão econômica do País (...)

21 DE JULHO DE 2017 ÀS

247 - O presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso foi contundente ao criticar o aumento de impostos nos combustíveis executado por Michel Temer. Para Velloso, Temer fracassou no ajuste fiscal.

"E o plano fracassou por culpa da própria equipe econômica, que insistiu no corte de gastos em meio à maior recessão da história do país e não se preocupou em criar mecanismos para a retomada do crescimento", disse. "Ao contrário. As ações foram todas no sentido de afugentar investimentos", afirmou Velloso ao jornal Valor Econômico.

O líder empresarial afirmou que dos oito pontos de queda do PIB dos últimos três anos, "cinco foram causados pela falta de investimento", e criticou a lentidão do governo na redução da taxa de juros. Segundo ele, o juro real dobrou em meio à recessão, porque em 2015 o país teve perto de 10,5% de inflação e taxa Selic de 14,25% ao ano. Hoje, com a inflação em torno de 4%, a taxa básica caiu, mas está em 10,25%.

Por fim, o executivo da Abimaq criticou a falta de estímulos à exportação e a valorização do real, "que tira competitividade dos produtos brasileiros". Velloso disse não ser contra o ajuste fiscal, mas defende o aumento da arrecadação pela retomada da atividade.

PS: Os empresários, coxinhas, MBL, Médicos, evangélicos, Rede Globo a casa grande derrubaram dilma para botar seu "ventriloco", o traíra, para que os beneficiassem, em detrimento dos trabalhadores e os mais pobres se quebraram. Agora é mexer e gozar, como diria Marta Suplicy

Anônimo disse...

Esse valor é insignificante pelo rombo que causaram ao país. É preciso economizar muito mais e fazer milagres para sobreviver, assim como tem sido feito aqui em casa. A regra é simples: " Se o governo não produz, não tem o que gastar. Simples

Anônimo disse...

MORO VIROU CABO ELEITORAL DE LULA, DIZ REINALDO:

Um dos porta-vozes do movimento neoconservador brasileiro, o jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o juiz Sergio Moro se converteu no principal cabo eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao condená-lo sem provas, no episódio do chamado "triplex do Guarujá"; "Hoje, um de seus cabos eleitorais involuntários, dadas a sentença e a resposta aos embargos de declaração, é Moro. Ele empurrou para o TRF-4 uma escolha sem saída virtuosa: ou confirma uma condenação sem provas e alheia à denúncia, o que seria um desastre, ou absolve o chefão petista, outro desastre", diz Reinaldo, que concorda com a defesa de Lula e afirma que a condenação não guarda relação com a acusação proposta pelo Ministério Público.

21 DE JULHO DE 2017

247 – A cada dia, fica mais claro que a democracia brasileira foi golpeada em razão do fator Lula. Depois da quarta vitória sucessiva do PT, em 2014, a direita nacional não suportou a hipótese da volta de Lula em 2018. Na fase um do golpe, a presidente legítima Dilma Rousseff foi derrubada com a armação em torno das chamadas "pedaladas fiscais". A fase dois, que prevê a condenação do ex-presidente Lula em primeira e segunda instâncias, está em pleno curso.

No entanto, o tiro pode sair pela culatra. Segundo o colunista Reinaldo Azevedo, ao condenar Lula sem provas, o juiz Sergio Moro se tornou num de seus principais cabos eleitorais. "Hoje, um de seus cabos eleitorais involuntários, dadas a sentença e a resposta aos embargos de declaração, é Moro. Ele empurrou para o TRF-4 uma escolha sem saída virtuosa: ou confirma uma condenação sem provas e alheia à denúncia, o que seria um desastre, ou absolve o chefão petista, outro desastre", diz Reinaldo, em artigo publicado nesta sexta-feira.

O jornalista que concorda com a defesa de Lula e diz que a condenação não guarda relação com a acusação proposta pelo Ministério Público. "Indagado, nos embargos de declaração, a respeito da ausência de nexo, na sentença, entre o apartamento e os contratos, o juiz respondeu de forma surpreendente e insólita: 'Este juízo jamais afirmou, na sentença ou em lugar algum, que os valores obtidos pela Construtora OAS nos contratos com a Petrobras foram usados para pagamento da vantagem indevida para o ex-presidente'. E a acusação feita pelo MPF? Se um juiz acha que um réu deve ser condenado por algo distinto do que está na denúncia que ele próprio aceitou, é forçoso que isso seja feito em outro processo", diz Reinaldo (...)

PS: Se RA falou, tá falado. Esse tem o "filling" acima da média dos vagabundos, digo, dos neo nazistas.

Anônimo disse...

Meireles é muito fraco não passa de um executivo, não tem capacidade para formular estratégias falta visão econômica .

Anônimo disse...

Quantos cc's foram cortados?
Quantos auxílios foram cortados?
Quantos políticos deixaram de ser comprados?
Quantos cartões corporativos foram cortados?
Quantas aposentadorias acima do teto foram cortadas?
Quantas comitivas foram reduzidas para passeios no exterior?
Quantas hospedagens ocorreram em embaixadas ao invés de hotéis luxuosos?
Quantas embaixadas em países minúsculos foram fechadas?
Qual a redução de carros oficiais?
Não estou vendo contento de gastos no governo, só aumento.