PT, PSDB e PMDB terão mais de um terço do fundo

Os repórteres Vandson Lima e Raphael Di Cunto, Valor Econômico, produziram duas exaustivas reportagens sobre a reforma política em tgestação no Congresso, com ênfase para os casos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral.

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Apesar do desgaste de seus principais nomes por conta das investigações da Operação Lava-Jato, PT, PMDB e PSDB largarão muito à frente dos concorrentes no quesito financiamento para as eleições de 2018. A vingar a criação do fundo eleitoral em discussão no Congresso, as três siglas concentrarão mais de um terço dos recursos. Somados, alcançarão 36,6% dos R$ 3,2 bilhões que seriam distribuídos aos partidos no primeiro turno.

Pela proposta em discussão, o montante utilizado para financiar o chamado Fundo Especial de Financiamento da Democracia (FFD) corresponderá a 0,5% da receita corrente líquida apurada no período de 12 meses encerrado em junho de 2017. Até maio, último mês com dados oficiais, esse montante representou R$ 3,66 bilhões. Do total, 90% será destinado para custear as campanhas no primeiro turno e 10% será reservado para o segundo turno das campanhas de governador e presidente da República.


A divisão do dinheiro foi costurada de forma a contemplar generosamente os partidos com maior representação no Congresso Nacional. Um partido como o Novo, por exemplo, terá uma parcela ínfima de recursos (R$ 1,9 milhões) se comparado aos R$ 415,2 milhões de um PT.

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