Fiesp, Moreira Franco e corporativismo do banco uniram-se para derrubar Maria Sílvia

A Folha de S.Paulo de hoje confirma o que o editor escreveu logo abaixo sobre os interesses da Fiesp (dinheiro farto, barato e subsídios) e de Moreira Franco (PPPs) na queda de Maria Silvia do Bndes.

Fiesp e Moreira Franco tramaram contra Maria Silvia.

O jornal também conta que a agora ex-presidente desmontou a política do PT no banco, reavaliando contratos e reduzindo financiamentos com taxas subsidiadas.

Foi uma guinada e tanto.

Logo após assumir, ela suspendeu a liberação de R$ 4,7 bilhões de empréstimos que os governos petistas tinham concedido para empresas envolvidas na Lava Jato. Fora, 25 contratos de financiamento à exportação de serviços.

Nos últimos 15 dias, Maria Silvia enfrentou sua maior crise, com a Operação Bullish e a delação da JBS,o que acirrou um racha com os funcionários do banco, muitos dos quais estão sob investigação. A corporação exigiu uma defesa que a presidente nunca fez de modo direto. Essa gente ajudou a derrubá-la. Os mesmos que se acumpliciaram ou se omitiram quando o Bndes foi usado como fornecedor de dinheiro fáciul para a corrupção do PT.