Artigo, Ricardo Bergamini - A verdade sobre a dívida dos Estados

Agora, as cigarras reclamam no STF.


Hoje o STF julga o pedido dos estados perdulários em seus gastos com pessoal que propõem a mudança da regra mundial da forma de cálculo dos juros de compostos para simples. Na verdade estão pedindo para que seus crimes de reponsabilidade fiscal sejam absolvidos e os prejuízos divididos por toda a sociedade brasileira.

Os cinco maiores estados, São Paulo (32,1%), Rio de Janeiro (11,8%), Minas Gerais (9,2%), Paraná (6,3%) e Rio Grande do Sul (6,2%), concentravam 65,6% do PIB nacional em 2013, quase 2/3 da economia do País.

Apenas 4 estados (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul) concentram 63,72% das dívidas dos Estados e Municípios com a União.

A discussão sobre a renegociação das dívidas estaduais ganhou particular atenção em razão da judicialização do critério de incidência de juros.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

5 comentários:

Anônimo disse...

Isso que dá para manter uma estrutura gigantesca de Estado, mantendo estatais e fundações públicas sem finalidade para com o cidadão gaúcho. alguém sabe da agenda do Sartori?

Anônimo disse...

Essa monstruosa dívida que o RS, tem com a união, foi aumentada pelo perdulário, demagogo do atraso genro. Qtos empréstimos elle fez com o Banco Mundial, isso para pagar os funcionários...???

Anônimo disse...

Políbio,

Sou contra o "juros nominal", pois é quebra de contrato e abre sérios precedentes para "pessoas físicas".

Por outro lado, sou contra o Sul-Sudeste sustentar o Norte-Nordeste no quesito transferência de impostos.

A Federação vinha/vem sendo usada para puro populismo e agora chegou a hora de acertar a conta.

JulioK

Mordaz disse...

Primeiro a gastança, jamais a temperança.

Anônimo disse...

No caso de Minas Gerais, penso que grande parte da dívida tem a ver com os recursos usados para sanear bancos eestaduais nos governos Azeredo/FHC.Essa dívida teve juros questionados porItamar Franco quando tomou posse do governo mineiro. Ninguém se importou. Hoje a dívida "explodiu"