Governo Sartori teima em não leiloar sua Folha de Pessoal

- O governo Dilma resolveu vender sua folha de pagamentos de 1,3 milhão de servidores. 

O governo gaúcho teima em não leiloar a Folha de Pessoal do funcionalismo público. Atualmente, os 300 mil servidores inativos e ativos recebem pelo Banrisul, que não paga nada ao Tesouro do Estado.

O leilão pode render até R$ 200 milhões por ano para o governo Sartori, algo como R$ 600 milhões durante seus três anos de governo. São recebíveis que podem ser negociados no mercado e transformados imediatamente em dinheiro.

7 comentários:

Anônimo disse...

Governo Incompetente e Inescrupuloso.

"promovendo ajustes fiscais e reformas administrativas pontuais que não são suficientes (existe enorme reação corporativa e política"

Que reforma administrativa? o cara não consegue nem extinguir ou desidratar a FDRH, que é uma fundação de 60 funcionários, se não consegue encarar o corporativismo de barnabés que não justificam existir no organograma do Estado, como vai resolver problemas mais sérios?

Triste

Anônimo disse...

Não vender a Folha de Pessoal em tempo de crise violenta. Seria o Sartori de origem portuguesa e não italiana ? Movimente-se governador ! Basta de inércia, indecisão e sonolência ! O tempo passa rápido e o Rio Grande não é uma escola de seminaristas contemplativos.

Anônimo disse...

Pra que, se o banco é do estado mesmo? Seria apenas uma transferência de arrecadação do contribuinte para o cliente do banco, tirando-lhe competitividade.

elton disse...

privatize o banrisul que dará um bom dinheiro e acabará com alguns cabides de emprego, depois venda a EGR, assim por diante. diminua o tamanho do estado governador

GKG disse...

Leiloa a folha e privatiza o Banrisul. Vai tirar uma grana preta para equilibrar as contas que o estúpido do tarso encalacrou.

Anônimo disse...

Aew gringo safado!!!! começa cortando os mil benefícios teus e da tua trupe. já vai dar uma baita grana!

Anônimo disse...

Privatize o que puder, mas para isso precisa ter coragem o que o senhor não tem, infelizmente.