O ministro do STF atendeu a um pedido do procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, e determinou que a Polícia Federal tome depoimento de
Marcelo Odebrecht no âmbito da Lava Jato; poupada até agora na investigação, a
principal empreiteira do País deverá esclarecer declarações da senadora Gleisi
Hoffmann (PT-PR), que disse ter pedido aos executivos recursos para sua
campanha em 2010; companhia pode ser uma escada para o juiz Sergio Moro na
caçada ao ex-presidente Lula; a advogada da empreiteira, Dora Cavalcanti, disse
em entrevista na última sexta-feira que a Odebrecht é vítima de
"armação" na Lava Jato
Tarso burlava o Programa de Ajuste Fiscal com cobertura de Arno Augustin
O secretário da Fazenda do RS, Giovani Feltes, denunciou favorecimento
do governo Dilma Roussef na "interpretação" das metas fiscais
previstas em contratos do governo federal em favor do Estado.
O aval foi do então secretário do Tesouro Nacional, Arno
Augustin (PT), companheiro de Partido de Tarso, e ex-secretário da Fazenda
de Olívio.
No RS e depois em Brasília,Augustin foi agente da chamada
contabilidade criativa.
Feltes falou na
Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle.
O afrouxamento das metas teria sido importante para
ampliar a capacidade de endividamento do governo gaúcho.
Em governos anteriores, como de Yeda Crusius, durante o
qual Dilma na Casa Civil e Augustin no TN chegaram a sentar em cima de pedidos
de avais, o Tesouro Nacional sempre foi rigoroso na cobrança do cumprimento das
metas fiscais.
Na avaliação de peemedebistas, o caso poderá gerar
implicações pela Lei de Responsabilidade Fiscal, dificuldades na busca de
financiamentos futuros e eventuais reprovações de contas no Tribunal de Contas
do Estado (TCE).
Contou Feltes,sem poupar nomes e fatos:
— O Arno Augustin assinava mesmo sem as metas fiscais
jamais serem alcançadas. É interessante que as alternativas que poderiam
ser utilizadas para a crise são as mesmas pactuadas pelo Estado com a
Secretaria do Tesouro Nacional, mas nada foi cumprido. Os acordos descumpridos, com autorização de Augustin, listam
diversas ações de ajuste, de aumento de receita e redução de despesa, com
redução da máquina pública e venda de ativos.
Em uma das revisões do Programa de Ajuste Fiscal, assinada no último dia do governo Tarso, dia 31 de dezembro
do ano passado, o Rio Grande do Sul se comprometia novamente a recuperar a
sua situação fiscal com ações como venda de ativos (patrimônio) do Estado,
federalização da CEEE e reprogramação de despesas. Também era meta brecar as transferências financeiras
às empresas estatais. Outra imposição era "limitar as despesas de pessoal
a 60% da Receita Corrente Líquida". Já nesta época, o comprometimento da
receita com a folha ultrapassava os 70%. Semanas antes de assinar o PAF se
comprometendo com redução do custeio do funcionalismo, Tarso havia
pago a primeira parcela de reajuste de 14% ao magistério. Ao mesmo tempo,
já existia a previsão de um calendário de reajustes para a área da
segurança entre 2015 e 2018, com impacto de cerca de R$ 4 bilhões.
Para Feltes, a prática do governo Tarso era de
sempre aumentar gastos, em contrapartida aos compromissos assumidos de redução
com a Secretaria do Tesouro Nacional.
Acordo entre
companheiros
O PAF é responsável por regularizar a situação
do Estado com a União. No PAF, o Estado, em um indicativo de esforço de
recuperação fiscal, assume metas como redução de despesas com funcionalismo,
aumento da arrecadação própria, melhoria do resultado primário das contas,
venda de ativos, redução da máquina e equilíbrio fiscal.O Estado é obrigado a cumprir essas metas para manter o
contrato de renegociação da dívida, receber recursos ordinários da União e ter
autorização para contratar empréstimos de organismos internacionais, como o
Banco Mundial.
No governo Tarso, pela política adotada, as metas teriam
sido descumpridas. E, a cada período de avaliação na Secretaria do Tesouro
Nacional, Augustin aceitava a prorrogação do prazo de cumprimento das normas
fiscais, que voltavam a ser descumpridas. A observação do acordo acabava
prorrogada. A flexibilização pelo Tesouro Nacional era fundamental para que o
Palácio Piratini continuasse a receber, mesmo sem atender todos os requisitos
do ajuste, as parcelas de empréstimos com bancos, principal aposta do governo
Tarso para gerar investimento no Estado.
Giovani Feltes acusa Tarso por crime de responsabilidade no governo do Estado.
Nesta quinta-feira o secretário gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes, acusou o governador Tarso Genro por crime de responsabilidade, nao deixando outra alternativa ao Ministério Público junto ao Tribunal de Contas e ao próprio MPE, senão denunciá-lo ao juiz de plantão.
Foi na Comissão de Finanças da Assembléia.
Eis a denúncia:
- R$ 914 milhões de financiamentos recebidos pelo governo
Tarso em 2014 caíram no caixa único e foram utilizados para gastos com custeio
da folha de pessoal, e não para investimentos, conforme previsto em contrato.
O banco contratado acusou o crime.
Agora, para liberar as próximas parcelas das operações de crédito, o Piratini
terá de devolver em 2015 uma parcela de R$ 731 milhões com recursos próprios.
Sem isso, os pagamentos seguintes dos empréstimos ficarão represados.
Deputado do DEM chegou atrasado ao balcão de negócios montado pelo governo Dilma, PT
O caso do preço cobrado pelos oito deputados do DEM que traíram a oposição foi tão escrachado que o novato deputado do Pará, Hélio Leite, demonstrou fúria por não ter sido convidado para o banquete presidido ontem pelo vice Michel Temer.
Veja fotos e texto na nota a seguir.
Dentro da sala do DEM ele reclamou em alto e bom som, sem constrangimento, avisando que precisava mais dinheiro do que os demais deputados, já que sua campanha tinha sido muito cara.
O preço da traição dos oito deputados do DEM foi combinado com Temer: R$ 400 milhões para a prefeitura de Salvador.
As fotos ao lado registram cenas do almoço durante o qual o vice-presidente Michel Temer combinou o preço da traição com ACM Neto e os oito deputados do DEM.
Foi ontem, durante almoço que precedeu a votação da MP do ajuste fiscal.
Os oito votos da traição foram vitais para a vitória do governo, já que ela se deu por 252 contra 227, uma diferença de 25 votos. Isto significa que 13 votos dariam vitória à oposição. Só o DEM concedeu oito dos 13 votos necessários.
Os outros vieram de Judas do PSB e do PV.
Foi um imundo balcão de negócios, bem próprio do governo desavergonhado de Dilma e do PT.
Ninguém assume a paternidade pelas revelações detalhadas sobre o almoço e sobretudo a respeito do milionário cardápio, mas o que se sabe é o seguinte:
- ACM Neto receberá R$ 400 milhões de verbas federais que estavam retidas para a prefeitura de Salvador. R$ 100 milhões serão liberados depois da votação da segunda MP, semana que vem.
- Os oito deputados foram contemplados de outro modo.
Nota técnica do Senado diz que Fachin exerceu advocacia ilegalmente
Uma nota técnica da Consultoria Legislativa do Senado
afirma que Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff para o STF, exerceu
advocacia ilegalmente depois de ser nomeado procurador do estado do Paraná -
cargo que ocupou entre 1990 a 2006.
Diz trecho da nota:
"Com base em tudo que expusemos, pode-se concluir
que, tendo o sr. Luiz Edson Fachin tomado posse após janeiro de 1990, quando já
se encontravam em vigor as proibições de advogar constantes tanto da
Constituição do Paraná quanto da Lei Complementar no 51, de 1990, a atuação no
âmbito da advocacia privada, concomitantemente com o exercício do cargo de
Procurador do Estado, viola, prima facie, o ordenamento legal",
Na terça-feira, 12, ele terá que se explicar aos senadores.
Mas o atestado de ilegalidade já está dado.
Os oito renegados do DEM vão tomar milhares de representacões contra traição ao Partido
Milhares de representações ao Conselho de Ética do DEM serão protocoladas a partir de amanhã contra os oito deputados que traíram o Partido na votação da MP do ajuste fiscal.
Foi uma cara traição.
Terceirizados valem R$ 13 milhões por ano para a CUT
A briga entre CUT e Força Sindical no caso dos trabalhadores terceirizados é por causa de R$ 13 milhões por ano.
Governo do PT sacaneia estudantes brasileiros do "Ciências sem Fronteira"
Ao lado, Artur
Rodrigues,20, estudante do Ciência sem Fronteiras que recebeu o e-mail
sugerindo "jeitinho brasileiro" para lidar com atraso de bolsa. -
Os 11.741 estudantes que participam do programa
"Ciências sem Fronteiras" nos Estados Unidos receberam um e-mail na
quarta-feira (06) do IIE (Instituto de Educação Internacional) informando sobre
o atraso do pagamento referente a moradia, alimentação e auxílio deslocamento
durante o verão (Inverno no Brasil).A mensagem foi recebida como um desrespeito aos
intercambistas -- e não apenas pelo atraso na verba, mas também porque a
instituição recomendou que os alunos usassem "o método brasileiro de
resolução criativa de problemas", o famoso "jeitinho brasileiro"
enquanto o dinheiro não chegasse. A recomendação causou revolta e aflição entre
os bolsistas.
A reportagem é da Folha de hoje. Leia as denúncias completas:
O IIE é responsável pelo repasse dos auxílios e a verba é
de responsabilidade do governo brasileiro. A mensagem informa que o Instituto
não pode confirmar a data em que os pagamentos serão efetuados, nem pode
fornecer fundos de emergência ou bolsas adicionais.
"Enquanto isso, pedimos que para que você use o
método brasileiro de solução criativa de problemas para trabalhar com seus
amigos brasileiros, seus novos amigos
americanos, sua família, contatos formais e informais, seu assessor e
funcionários da universidade para angariar recursos. Ofereçam hospitalidade uns
aos outros, peçam gentilmente para ficar com os amigos, utilize mais os
dormitórios e refeitórios do seu campus ou use sua bolsa da Capes (Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) para arranjos
temporários", afirma um trecho do e-mail.
Revolta
Karolina Solano,22, estudante do Ciência sem Fronteiras
que recebeu o e-mail sugerindo "jeitinho brasileiro" para lidar com
atraso de bolsa
Para os estudantes da Western Kentucky University
Karolina Solano,22, e Artur Rodrigues,20, a utilização do termo "jeitinho
brasileiro" foi de péssima escolha.
"Pareceu um deboche com a gente e também com todos
os brasileiros que lutam todos os dias por oportunidades e por vitórias na
vida. Tenho que receber cerca de U$ 2.800 do IIE", desabafa Karolina.
"A indignação está na falta de cuidado e respeito. A quantia que recebi da
Capes já dá para me sustentar até o pagamento."
Já o estudante de odontologia Artur teve uma reação mista
ao ler a mensagem: "Não sabia se ria pela cara de pau ou se ficava com
raiva. O jeitinho brasileiro é um termo estereotipado e um eufemismo para
caloteiro".
Um estudante de engenharia mecânica que preferiu não se
identificar, conta que está nos Estados Unidos há pouco mais de um ano e nunca
teve problema com atrasos. "Essa é a primeira vez, mas, fui completamente
ofendido. Eles, ao mandarem esse e-mail, perderam a oportunidade de ficarem
calados".
Procurada pela reportagem, a Capes, responsável pelo
programa Ciências sem fronteiras no País, não se pronunciou sobre o caso até o
fechamento desta matéria. Assim que eles enviarem seu posicionamento, ele será
acrescentado no texto.
Crise derruba o gaúcho Marcos Mazoni da presidência do Serpro. Ele foi demitido pelo telefone.
O presidente do Serpro, Marcos Mazoni, é gaúcho. Foi presidente da Procergs durante o governo Olívio. É xiita da tendência Democracia Socialista, PT. Há poucos dias, levou Lauro Killing, diretor Técnico do governo Tarso, para ajudá-lo. Ele caiu em meio a uma saraivada de denúncias no âmbito da Zelotes e também da intervenção no fundo de pensão Serpros.
Leia material editado há pouco pelo blog Convergência Digital, que conta tudo sobre a queda de Mazoni:
Um dia alguém ainda escreverá sobre a ascensão e queda do
PT e como um partido pode ser tão autofágico. Enquanto isso não ocorre, segue
mais um capítulo na guerra interna do partido: Marcos Mazoni deixa nesta
sexta-feira, depois de oito anos, o cargo de presidente do Serpro.
Havia uma articulação para que Mazoni ficasse por mais um
ano, pois a presidenta Dilma Rousseff ainda queria que ele concluísse alguns
projetos que considera importantes para o governo. Mas Mazoni mexeu com
"forças ocultas" no PT que há meses trabalhavam pela sua queda. Junto
com ele saem Wilton Mota ( diretoria de Operações) e José Aquino (diretoria de
Desenvolvimento).
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não queria a
renovação dos mandatos de direção do Serpro, embora estivesse disposto a
atender ao anseios da presidenta e pelo menos deixar Mazoni e demais diretores
ficarem por mais um ano, o ministro mudou de opinião quando recebeu um
telefonema do ministro da Previdência Social, Carlos Gabas.
No telefonema, Gabas informou Levy de que tinha acabado de
publicar no Diário Oficial da União uma intervenção no fundo de pensão dos
funcionários do Serpro - o SERPROS - sem nenhuma razão aparente, pelo menos de
domínio público, já que o fundo está superavitário, diferentemente do Postalis,
dos funcionários dos Correios, ou do Petros - da Petrobras, entre outros.
A intenção de Gabas era uma só: impedir a recondução de
Marcos Mazoni. Ainda que sejam desconhecidos os interesses que este ministro
tem na área de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, nos bastidores do
PT sabe-se que Carlos Gabas sempre atuou nesta área. Por várias vezes teria
tentado interferir na substituição de Mazoni na presidência do Serpro e os
rumores dão conta de que ele poderá fazer, agora, o futuro presidente, ainda
não escolhido por Levy.
Ao anunciar a intervenção, Carlos Gabas matou dois
coelhos com um único telefonema para o ministro da Fazenda. Primeiro, eliminou
a possibilidade de Marcos Mazoni ficar por mais um ano no comando do Serpro.
Segundo, eliminou a possibilidade da atual diretoria do fundo de pensão SERPROS
ser reconduzida, pois o próximo presidente da estatal terá condições, como
patrocinador, de indicar os novos componentes.
O fundo de pensão, por sinal, foi obrigado a interromper
o seu processo eleitoral por ordem do novo interventor, Walter de Carvalho
Parente, designado pela Previc - Superintendência Nacional de Previdência
Complementar, órgão vinculado ao Ministério da Previdência. A intervenção no
SERPROS anunciada ontem será pelos próximos 180 dias.
Levy, que não tinha interesse na permanência de Mazoni,
mas cedia aos apelos da presidenta Dilma, ganhou um forte argumento para não
reconduzí-lo no cargo, junto com os demais diretores. A exceção era apenas para
Gilberto Paganotto, diretor-superintendente, que já havia manifestado o
interesse de deixar o Serpro. Assim, procedeu em favor da queda de Mazoni,
depois de oito anos de presidência do Serpro.
Demissão
por telefone
Marcos Mazoni ficou sabendo que não continuaria na
presidência do Serpro numa ligação telefônica que recebeu ontem à noite, por
volta das 22 horas, pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda,
Tarcísio Godoy. Naquele momento ele estava participando da festa de despedida
de Gilberto Paganotto, com as presenças de Rogério Santanna, ex-presidente da
Telebras e Rodrigo Assumpção, presidente da Dataprev.
"Fui demitido pelo telefone", reagiu
desconcertado Mazoni. "Bem-vindo ao mundo", reagiu bem humorado
Rogério Santanna, que também foi exonerado por uma coluna do jornal O Globo,
para somente depois ser comunicado oficialmente pelo então ministro das
Comunicações, Paulo Bernardo, no ínício do primeiro Governo Dilma Rousseff.
Até o fechamento desta reportagem, novos nomes já teriam
sido indicados para a diretoria do Serpro, que ainda aguardará uma decisão de
Joaquim Levy, quanto ao futuro presidente da estatal. Para o cargo de
diretor-superintendente, no lugar de Gilberto Paganotto, teria sido escolhida a
ex-diretora de TI do Banco do Brasil (é funcionária de carreira) e
ex-secretária de Losgística e TI do Ministério do Planejamento, Glória
Guimãres. Atualmente ela estava trabalhando na diretoria de Tecnologia dos
Correios.
Outros nomes citados, mas os cargos ainda estão
indefinidos, pelo menos para conhecimento público são: Fernando Garrido
(Secretaria do Tesouro Nacional), André de Cesaro (Serpro). Haveria ainda outra
indicaçção oriunda dos Correios, além de Glória Guimarães.
Permanecerão em seus cargos de diretoria, ou em breve
poderão mudar de funções: Antonio João (Administrativo Financeiro) e Robinson
Margato (Relacionamento com Clientes).
Dizem que no telefonema do Tarcísio Godoy ao Mazoni,
que foi ouvido pelos presentes da festa, o mesmo comunicou que Mazoni poderia
ficar mais um ano. Daí Mazoni aceitou desde que indicasse o DS (Diretor
Superintendente). Tarcísio não topou, dizendo que daí Mazoni estaria fora.
Mazoni desligou e sumiu, sendo que ninguém sabe onde foi hoje.
Finalmente Mazoni
caiu na real depois de 8 anos.
Mazoni queria indicar o DS, pois não atuou como DP, sendo
que no último ano quem carregou todo o piano foi o Paganoto. Esse sistema
desvirtuado e vicioso não trouxe ganho ao SERPRO, e parece que botou uma pá de
cal na carreira do Mazoni, onde vendia mais imagem do que trabalho e
eficiência.
IBGE: Desemprego no RS sobe para 5,6% no primeiro trimestre
A taxa de desocupação no Rio Grande do Sul cresceu 1,1% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira. O índice total ficou em 5,6%.
Apesar da alta no Estado, o resultado ainda é inferior à média nacional. A taxa de desemprego no Brasil neste primeiro trimestre ficou em 7,9%. O crescimento nacional é o maior desde o primeiro semestre de 2013.
Em relação à população, o RS tem 9,3 milhões de pessoas em idade para trabalhar (mais do que 14 anos). Porém, considerada como força de trabalho, o número cai para 6 milhões.
Apesar da alta no Estado, o resultado ainda é inferior à média nacional. A taxa de desemprego no Brasil neste primeiro trimestre ficou em 7,9%. O crescimento nacional é o maior desde o primeiro semestre de 2013.
Em relação à população, o RS tem 9,3 milhões de pessoas em idade para trabalhar (mais do que 14 anos). Porém, considerada como força de trabalho, o número cai para 6 milhões.
Eletrobras planeja venda fatiada de distribuidoras
O governo pretende fatiar em até quatro etapas a privatização das distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras. O processo de venda deve começar pela Celg, estatal goiana. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a estratégia deve ganhar velocidade assim que o governo renovar as concessões das distribuidoras.
Os contratos vigentes vencem em julho e serão prorrogados. Falta definir, todavia, os valores dos planos quinquenais de investimentos com que as empresas se comprometerão para modernizar as redes e obter uma extensão. Só assim será possível estabelecer o preço mínimo da venda dos ativos.
Resolução do Conselho Nacional de Desestatização (CND), deu, na quarta-feira, largada formal para a venda da Celg, cujo controle é dividido entre Eletrobras (51%) e o Estado de Goiás (49%). A ideia é fazer uma oferta conjunta de ações no segundo semestre de 2015, com o objetivo de transferir a administração da companhia à iniciativa privada.
Em uma segunda fase, devem ser oferecidas as distribuidoras em localidades já conectadas ao sistema interligado nacional: as antigas Cepisa (Piauí), Ceal (Alagoas) Eletroacre (Acre) e Ceron (Rondônia).
Os contratos vigentes vencem em julho e serão prorrogados. Falta definir, todavia, os valores dos planos quinquenais de investimentos com que as empresas se comprometerão para modernizar as redes e obter uma extensão. Só assim será possível estabelecer o preço mínimo da venda dos ativos.
Resolução do Conselho Nacional de Desestatização (CND), deu, na quarta-feira, largada formal para a venda da Celg, cujo controle é dividido entre Eletrobras (51%) e o Estado de Goiás (49%). A ideia é fazer uma oferta conjunta de ações no segundo semestre de 2015, com o objetivo de transferir a administração da companhia à iniciativa privada.
Em uma segunda fase, devem ser oferecidas as distribuidoras em localidades já conectadas ao sistema interligado nacional: as antigas Cepisa (Piauí), Ceal (Alagoas) Eletroacre (Acre) e Ceron (Rondônia).
BB eleva juros de financiamentos de imóveis
Uma semana após a Caixa Econômica Federal restringir o financiamento de imóveis usados, o Banco do Brasil reajustou os juros das linhas de crédito para habitação. A partir do dia 18, as taxas de financiamentos imobiliários subirão de 9,9% ao ano mais a taxa referencial (TR) para 10,4% ao ano mais a TR. A mudança vale para financiamentos concedidos a partir dessa data.
Em nota, o banco informou que o aumento dos juros foi necessário para compensar os maiores custos de captação. Em compensação, o prazo máximo de pagamento foi estendido de 360 meses (30 anos) para 420 meses (35 anos). A ampliação do prazo dependerá do perfil de cada cliente. O teto de financiamento foi mantido em 80% do valor do imóvel para todos os mutuários.
Em nota, o banco informou que o aumento dos juros foi necessário para compensar os maiores custos de captação. Em compensação, o prazo máximo de pagamento foi estendido de 360 meses (30 anos) para 420 meses (35 anos). A ampliação do prazo dependerá do perfil de cada cliente. O teto de financiamento foi mantido em 80% do valor do imóvel para todos os mutuários.
Produção de veículos recua 14,5% em abril ante março
A produção de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no mercado brasileiro em abril caiu 14,5% na comparação com março e recuou 21,7% ante o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No quarto mês do ano, foram produzidos 217.089 veículos no País. Com o resultado, a produção acumula queda de 17,5% no primeiro quadrimestre, em relação a igual período de 2014.
Considerando apenas automóveis e comerciais leves, a produção em abril chegou a 208.164 unidades, baixa de 14,6% em relação a março e recuo de 20,4% ante abril do ano passado. No quarto mês do ano, foram produzidos 176.158 automóveis e 32.006 comerciais leves. Com isso, a produção de autos e leves acumula queda de 15,8% no primeiro quadrimestre frente o mesmo intervalo de tempo do ano passado.
Vendas de máquinas agrícolas caíram 11,5% em abril
As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no atacado atingiram 4.279 unidades em abril, queda de 11,5% na comparação com março e recuo de 29,4% ante o mesmo mês do ano passado. Com o resultado, as vendas acumulam retração de 22,9% em 2015 até o momento, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Já a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias chegou a 5.661 unidades em abril, baixa de 4,2% na comparação com março e retração de 19,8% ante abril do ano passado. Nos primeiros quatro meses deste ano, a fabricação de máquinas agrícolas acumula recuo de 21,9% na comparação com igual período de 2014.
Renan cobra que governo receba mulheres de opositores presos na Venezuela
Ao lado das mulheres dos opositores presos na Venezuela, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), cobrou, nesta quinta-feira, 7, que o governo receba o grupo que está no Brasil em busca de apoio. "Nós fizemos um apelo para que o governo tivesse um olhar diferente para o que acontece naquele País. O Legislativo está fazendo a sua parte. O governo também precisa fazer", disse o peemedebista.
As mulheres do ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma e de Leopoldo López, líder do partido Vontade Popular, Mitzy Capriles e Lilian Tintori, respectivamente, participaram nesta quinta de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado. Segundo elas, hoje há 89 presos políticos na Venezuela, todos eles opositores do governo de Nicolás Maduro.
Ao lado de Renan, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também criticou que chamou de "omissão do governo". "Um País como Brasil, que tem como o presidente da República uma ex-presa política, não pode se calar quando assiste, num país vizinho, um governo manter quase 90 presos políticos", afirmou.
As mulheres do ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma e de Leopoldo López, líder do partido Vontade Popular, Mitzy Capriles e Lilian Tintori, respectivamente, participaram nesta quinta de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado. Segundo elas, hoje há 89 presos políticos na Venezuela, todos eles opositores do governo de Nicolás Maduro.
Ao lado de Renan, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também criticou que chamou de "omissão do governo". "Um País como Brasil, que tem como o presidente da República uma ex-presa política, não pode se calar quando assiste, num país vizinho, um governo manter quase 90 presos políticos", afirmou.
CPI da Petrobras aprova oitiva de ex-deputados presos em Curitiba
A CPI da Petrobras aprovou nesta quinta-feira, os requerimentos de convocação dos ex-deputados federais André Vargas (sem partido-PR), Luiz Argôlo (SD-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE), todos presos em Curitiba.
Na segunda-feira, 11, os parlamentares farão a oitiva de presos na Operação Lava Jato em Curitiba. De acordo com a presidência da CPI, os depoimentos serão no auditório da Justiça Federal, a partir das 9h, e serão abertos à imprensa.
Em uma votação em bloco, os deputados também aprovaram a convocação do doleiro Carlos Habib Chater, dono do posto de gasolina em Brasília que deu nome à Operação da Polícia Federal. No pacote de convocações aprovadas também está o delegado da Polícia Federal Gerson Machado, chamado para "colaborar com as investigações" da CPI.
Na segunda-feira, 11, os parlamentares farão a oitiva de presos na Operação Lava Jato em Curitiba. De acordo com a presidência da CPI, os depoimentos serão no auditório da Justiça Federal, a partir das 9h, e serão abertos à imprensa.
Em uma votação em bloco, os deputados também aprovaram a convocação do doleiro Carlos Habib Chater, dono do posto de gasolina em Brasília que deu nome à Operação da Polícia Federal. No pacote de convocações aprovadas também está o delegado da Polícia Federal Gerson Machado, chamado para "colaborar com as investigações" da CPI.
Oi investe R$ 58 milhões no RS e mercado reage bem ao balanço financeiro do 1º tri de 2015
A Oi anunciou hoje que investiu cerca de R$ 58 milhões no
Rio Grande do Sul no primeiro trimestre de 2015. A operadora está priorizando
investimentos em suas redes de telecomunicações, com foco no tripé Operações,
Engenharia e TI, para melhoria da qualidade do serviço aos clientes em todas as
regiões. Em 2014 foram cerca de R$ 255 milhões em investimentos.
No primeiro trimestre de 2015, a companhia instalou mais
de 6.678 mil portas de acesso à internet banda larga no estado. Neste período,
também foram implantados mais dois novos sites de telefonia móvel 2G, 3G e 4G.
O destaque foi a Oi TV que chegou em março de 2015 a 110 mil clientes do seu
serviço no estado e foi companhia que mais cresceu nos últimos doze meses em
comparação com o mesmo mês de 2014 (48%).
Balanço
Balanço
A operadora também apresentou seu balanço financeiro nacional relativo ao 1º trimestre de 2015 em audioconferencia de imprensa com o presidente da Oi, Bayard Gontijo. O mercado está vendo com bons olhos os resultados da companhia, segundo relatórios dos bancos JP Morgan, Bradesco e New Streat Research.
Apesar do prejuízo consolidado no trimestre, o balanço da Oi registra indicadores que, de acordo com o comunicado da companhia, lhe permitem reiterar guidance para 2015 (EBITDA de rotina de R$ 7,0 a 7,4 bilhões e melhoria no Fluxo de Caixa Operacional -FCO entre R$ 1,2 e 1,8 bilhão). O prejuízo é em parte atribuído ainda ao impacto contábil da descontinuidade das operações da PT.
A receita atingiu R$ 6.841 milhões, com uma redução no ritmo de queda, que no trimestre anterior havia sido de 2%. Houve um aumento na receita média mensal por usuário, graças ao desempenho da banda larga e TV paga que permitiu um crescimento do Arpu na telefonia fixa, em bases sequenciais, de 0,7%.
Serra regulamenta PEC da Bengala e amplia para 75 anos idade para aposentadoria no serviço público
Proposta (PLS 274/2015) faz parte da regulamentação da
chamada PEC da Bengala, apresentada há dez anos pelo ex-senador Pedro Simon,
que altera de 70 para 75 anos de idade a aposentadoria compulsória dos
ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União
(TCU) e de outros tribunais superiores.
Segundo o senador tucano José Serra,
proposta significará uma economia aproximada de R$ 800 milhões a R$ 1,4 bilhão
por ano no próximo meio século
Teori recua e desta vez mantém Renato Duque na cadeia do Paraná
Renato Duque vai continuar na cadeia. Ontem à noite, o
ministro Teori Zavascki, do STF, negou um habeas corpus apresentado pela defesa
do operador petista do propinoduto da Petrobras.
Teori, que já tinha libertado Renato Duque uma vez, não teve coragem para dobrar a aposta.
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