Dica de música - Músicos de rua
DICA DE MÚSICOS
Músicos de rua
Um diretor, Mark Johnson, filmou músicos de rua executando grandes shows. Clique no link abaixo:
http://br.youtube.com/watch?v=Us-TVg40ExM
General Heleno poderá ser a novidade na sucessão de Lula
O general que boa parte dos oficiais da ativa e da reserva do Exército querem lançar como candidato à sucessão de Lula é o general Heleno Ribeiro Pereira.
Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Curitiba, 29 de outubro de 1947) é um general-de-exército do Exército Brasileiro, foi comandante militar da Amazônia. Tem-se caracterizado por assumir posições claramente críticas com relação às políticas oficiais, particularmente com relação à atitude da comunidade internacional com relação ao Haiti e à política indigenista do governo brasileiro. Atualmente comanda o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT).
Como oficial-general, foi comandante do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército.
De junho de 2004 a setembro de 2005, foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti
Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Curitiba, 29 de outubro de 1947) é um general-de-exército do Exército Brasileiro, foi comandante militar da Amazônia. Tem-se caracterizado por assumir posições claramente críticas com relação às políticas oficiais, particularmente com relação à atitude da comunidade internacional com relação ao Haiti e à política indigenista do governo brasileiro. Atualmente comanda o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT).
Como oficial-general, foi comandante do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército.
De junho de 2004 a setembro de 2005, foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti
Dica dominical de livro - O maior dia da história
DICA DE LIVRO
Domingo
O livro de cabeceira deste domingo do editor é "O maior dia da história", Paz e Terra, 325 páginas, R$ 59,00, de Nicholas Best. O pano de fundo é o armistício que acabou com a I Guerra Mundial. O livro mostra alguns personagens que no conflito eram figuras de escalões inferiores, mas que depois desempenhariam papéis cruciais na II Guerra. No livro você verá como se comportou De Gaulle, preso durante tres anos pelos boches (alemães), mas também apreciará a movimentação do cabo Adolf Hitler ou de militares e civis como Harry Truman e Winston Churchill.
Leitor acha que a crise política atual começou com Feijó
A enquete que estava na capa até a manhã deste domingo, demonstrou que Paulo Feijó é o grande trapalhão da atual crise política do RS, com 35% dos votos e 219 votos.
. A enquete é a campeã do mês, com quase 500 votos até agora.
. O leitor, que não é bobo, respondeu objetivamente à pergunta, mas o que a pergunta traía e o leitor entendeu, é que o detonador da atual crise política é o vice Paulo Feijó. Tudo começou com ele.
- Nova enquete já está disponibilizada aí do lado direito, bem em cima, perguntando por que a oposição amarelou e não quis levar para depor na Assembléia a senhora Magda Koenigkan, 47 anos, tres filhos, esposa legal do empreteiro Marcos Koenigkan e companheira de Marcelo Cavalcante. A enquete oferece respotas bem humoradas, porque só com bom humor dá para confrontar esta briga de galinheiro que o deputado Paulo Azeredo, o ex-ouvidor Adão Paiani e a deputada Luciana Genro decidiram armar no RS.
. A enquete é a campeã do mês, com quase 500 votos até agora.
. O leitor, que não é bobo, respondeu objetivamente à pergunta, mas o que a pergunta traía e o leitor entendeu, é que o detonador da atual crise política é o vice Paulo Feijó. Tudo começou com ele.
- Nova enquete já está disponibilizada aí do lado direito, bem em cima, perguntando por que a oposição amarelou e não quis levar para depor na Assembléia a senhora Magda Koenigkan, 47 anos, tres filhos, esposa legal do empreteiro Marcos Koenigkan e companheira de Marcelo Cavalcante. A enquete oferece respotas bem humoradas, porque só com bom humor dá para confrontar esta briga de galinheiro que o deputado Paulo Azeredo, o ex-ouvidor Adão Paiani e a deputada Luciana Genro decidiram armar no RS.
Artigo Jack Welch (Exame) - Depois da crise, como sobreviver no emprego.
Revista Exame
Edição antecipada de 15 de julho
Como ter sucesso a partir de agora
Equilibrar vida pessoal e profissional está fora de cogitação. O negócio é fazer mais do que seu empregador espera de você
Por Jack Welch
Recentemente, antes de fazer uma palestra a uma turma de formandos, recebemos alguns conselhos sobre o que não falar. Em primeiro lugar, não deveríamos aborrecer os estudantes com clichês do tipo "a estrada a ser trilhada". Pediram também que evitássemos palavras da moda, como "sinergia" e "paradigma". E, principalmente, não deveríamos dizer aos estudantes que eles eram os melhores, os mais brilhantes e que o futuro lhes pertencia. Eles simplesmente cairiam na risada - ou, pior, ficariam entediados. Em vez disso, deveríamos deixar clara a péssima situação da economia e dar a eles o que querem ouvir: conselhos sobre como ter sucesso, apesar de tudo.
Três anos atrás, numa das colunas que escrevemos, dissemos aos formandos da época que "o caminho do sucesso dependia dos resultados obtidos" e que cada um deles deveria, a partir dali, "aumentar a expectativa que seu empregador tem de seu trabalho - e superar essa expectativa".
CLIQUE na imagem acima para ler o artigo completo.
PAC aéreo não decola
Relatório da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) obtido pelo Correio revela irregularidades graves e atraso de obras em aeroportos incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), muitas delas em cidades que receberão os jogos da Copa de 2014. O documento apresenta situações de “atenção” e “preocupação” em vários empreendimentos do PAC aéreo. Está havendo atraso em pelo menos 16 obras com orçamento total de R$ 3,69 bilhões, algumas delas paralisadas.
. Levantamento feito pela reportagem do jornal Correio Braziliense mostra que a intenção da Infraero era aplicar R$ 2,8 bilhões nessas obras até o final do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, nesse período, serão executados apenas R$ 814 milhões. Por causa de fraudes como sobrepreço, inconsistência nos projetos, falta de planejamento, o que não foi feito em quatro anos de PAC ficará para o próximo governo, faltando pouco tempo para os jogos mundiais de futebol no Brasil.
. Levantamento feito pela reportagem do jornal Correio Braziliense mostra que a intenção da Infraero era aplicar R$ 2,8 bilhões nessas obras até o final do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, nesse período, serão executados apenas R$ 814 milhões. Por causa de fraudes como sobrepreço, inconsistência nos projetos, falta de planejamento, o que não foi feito em quatro anos de PAC ficará para o próximo governo, faltando pouco tempo para os jogos mundiais de futebol no Brasil.
Artigo de Vargas Llosa - Honduras não quis ser chavista
El Pais, Madrid, Espanha
Domingo, 12 de julho
TRIBUNA: MARIO VARGAS LLOSA
El golpe de las burlas
PIEDRA DE TOQUE. El grueso de la población hondureña se manifestó en contra de convertirse en un país dependiente de Hugo Chávez, es decir, en una pequeña dictadura populista enfeudada al caudillo venezolano
Despertar a un presidente constitucionalmente elegido a punta de bayonetas y enviarlo al exilio sin darle tiempo siquiera a cambiarse el pijama, como hicieron los militares hondureños con Manuel Zelaya hace dos semanas, es un acto de barbarie política y resulta justa la enérgica condena que este atropello ha merecido de las Naciones Unidas, la OEA y de la mayoría de naciones del mundo entero.
Ahora bien, sentado este principio, que la interrupción de la democracia por una acción militar no es justificable en ningún caso, es preciso analizar lo ocurrido más de cerca y con prudencia porque en este golpe de Estado, como en la famosa "cena de las burlas", nada es lo que parece ser y la frontera entre la verdad y la mentira resulta más escurridiza que una anguila.
CLIQUE na imagem acima para ler o texto completo.
Gasto público do governo Lula aumenta R$ 9 bi em 10 dias
Só nos últimos dez dias, o governo anunciou três decisões que podem elevar o gasto público em R$ 9 bilhões este ano. O reajuste do funcionalismo a ser pago neste mês aumentará a folha em R$ 6 bilhões em 2009, o aumento do Bolsa-Família, ainda em discussão, custará cerca de R$ 2 bilhões e os parlamentares foram contemplados com a liberação de R$ 1 bilhão para pequenos projetos, como pavimentação de ruas em bases eleitorais.
. Apesar da gastança, o governo diz que a situação é tranquila. Com a recuperação da economia e da arrecadação, haverá recursos para fazer frente a essas despesas. Mas analistas privados, como Alexandre Marinis, da Mosaico Consultoria Política, alertam para a deterioração das contas públicas.
. Apesar da gastança, o governo diz que a situação é tranquila. Com a recuperação da economia e da arrecadação, haverá recursos para fazer frente a essas despesas. Mas analistas privados, como Alexandre Marinis, da Mosaico Consultoria Política, alertam para a deterioração das contas públicas.
Artigo de Pedro Malan - Respostas à crise: melhorar o debate ?
Tenho notado a desonestidade intelectual nas manifestações do Presidente do IPEA publicadas pela grande imprensa. A tal ponto que hoje considero supeito qualquer trabalho publicado pelo IPEA durante a gestão daquele senhor. Extraí do Estadão de hoje, o oportuno artigo anexo de Pedro Malan.
. É desonestidade intelectual, além de falta de ética no debate público, imputar a indivíduos e a supostas escolas de pensamento a que pertenceriam o descaso com o desenvolvimento econômico e a inclusão social,
. Vimos recentemente a tentativa de um partido de se apropriar do monopólio da ética na política. Deu no que deu.
. O Brasil merece algo melhor em termos de qualidade de debate público.
Hélio Mazzolli
. É desonestidade intelectual, além de falta de ética no debate público, imputar a indivíduos e a supostas escolas de pensamento a que pertenceriam o descaso com o desenvolvimento econômico e a inclusão social,
. Vimos recentemente a tentativa de um partido de se apropriar do monopólio da ética na política. Deu no que deu.
. O Brasil merece algo melhor em termos de qualidade de debate público.
Hélio Mazzolli
CLIPPING
O Estado de S. Paulo, página A2
Domingo, 12 de julho
Respostas à crise: melhorar o debate?
Pedro S. Malan
"Qual a diferença entre um anglo-saxão, um alemão prussiano e um latino?" O grande matemático John von Neumann brincava: "Para o anglo-saxão, tudo é permitido, exceto o que for proibido; para o prussiano, tudo é proibido, exceto o que é permitido; e para o latino, tudo o que for proibido é permitido" - desde que feito com jeito e sem alarde.
Eduardo Gianetti, que conta a anedota acima (sem o meu adendo final), nota que, "estereótipos à parte, ela toca num ponto nevrálgico do ordenamento ético em qualquer sociedade - a identificação e a observação das normas demarcando a fronteira entre o proibido e o permitido. E afirma, corretamente: "Não há convivência humana possível, mesmo nos marcos da nem sempre alegre energia latina, na ausência de interdições."
Afinal, lembra ele, há 250 anos Smith notara que na ausência de "leis de justiça" amplamente acatadas, canalizando o egoísmo privado para a criação de valores publicamente reconhecidos, o mercado pode degenerar numa selva predatória. Com efeito, Smith jamais subestimou a importância de um arcabouço ético-jurídico bem constituído para que o sistema de mercado pudesse funcionar a contento - assim como para que governos pudessem funcionar sem degenerar em selvas predatórias, em que cada um procura "defender" e ampliar o seu "espaço" e os de sua grei.
CLIQUE na imagem acima para ler o texto completo do ex-ministro da Fazenda de FHC, Pedro Malan.
Empresa varejista dá ''aula de história'' em fundação de Sarney
Uma empresa do ramo de comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, a Sousa Premiere, aparece como prestadora de serviços de um curso de capacitação de história da arte ministrado para a Fundação José Sarney, de São Luís. O suposto curso foi bancado com parte do dinheiro de um convênio com a Petrobrás, de R$ 1,3 milhão, firmado para patrocinar um projeto de digitalização do museu do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O trabalho nunca saiu do papel.
. Segundo materia do Estadão, a Sousa Premiere junta-se à lista de empresas fantasmas que aparecem na prestação de contas da fundação para o alegado projeto cultural. O Estado mostrou na quinta-feira que ao menos R$ 500 mil do valor total repassado foram parar na conta de empresas fantasmas ou da família Sarney.
. Segundo materia do Estadão, a Sousa Premiere junta-se à lista de empresas fantasmas que aparecem na prestação de contas da fundação para o alegado projeto cultural. O Estado mostrou na quinta-feira que ao menos R$ 500 mil do valor total repassado foram parar na conta de empresas fantasmas ou da família Sarney.
Artigo - O convescote em L'Aquila
CLIPPING
O Estado de S. Paulo, página A3
Sábado, 11 de julho
O convescote em L'Aquila
Uma reunião de líderes das maiores economias do mundo poderia ser uma boa homenagem ao povo de L'Aquila, assolado este ano por uma série de terremotos. Se essa era a intenção do governo italiano ao escolher a cidade para os eventos desta semana, o plano fracassou. Os encontros de governantes do Grupo dos 8 (G-8), do Grupo dos 5 (G-5) e outros especialmente convidados não foram mais que um ameno convescote, sem compromissos firmes para a solução de qualquer dos graves problemas atuais. Sobre a recessão, os chefes de governo do mundo rico limitaram-se a repetir o diagnóstico e as conclusões de organismos como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).Há sinais de melhora na economia mundial, segundo os líderes, mas a crise não terminou, a recuperação será lenta e é preciso manter os estímulos. Só a chanceler alemã, Angela Merkel, insistiu na adoção de uma estratégia, desde já, para compensar o endividamento e as pressões inflacionárias causados pelas medidas adotadas até agora. A ideia foi aceita genericamente, mas sem acordo sobre como executá-la. Todos esses temas haviam aparecido na imprensa, no segundo trimestre, e foram reapresentados com mais detalhe e mais clareza pelo FMI, nesta semana, juntamente com os números atualizados de seu Panorama Econômico Mundial. Como de costume, foram reiteradas as promessas de respeito ao livre comércio e, como sempre, não há nenhuma razão para se acreditar nessa conversa. Decidiu-se retomar em breve a Rodada Doha de negociações comerciais, para concluí-la até o próximo ano, mas isso já havia sido combinado antes, sem nenhum resultado. Enquanto isso, resta a perspectiva de uma redução de 12,2% no volume do comércio global de bens e serviços, seguida de uma expansão de 1% em 2010, segundo o FMI. A nova projeção para 2009 é 1,2 ponto inferior à divulgada em abril.A proteção ambiental foi incluída na pauta como um dos grandes assuntos. Foram mobilizados para a discussão chefes de governo dos 17 maiores emissores de gases estufa. Uma das figuras mais importantes do encontro, o presidente chinês, Hu Jintao, teve de ir embora antes da primeira reunião do G-8 por causa dos conflitos entre duas etnias em seu país. Não perdeu nada nem deixou de contribuir com qualquer ideia importante. A reunião produziu uma vaga promessa de se conter o aquecimento global no limite de 2 graus acima do nível da era pré-industrial. Não foram fixadas metas intermediárias. O presidente americano, Barack Obama, disse ao colega brasileiro ter pouca margem para compromissos a respeito de metas ambientais para o período entre 2013 e 2020, a segunda etapa do Protocolo de Kyoto. A posição de seu governo, explicou, dependerá de como o Congresso tratar o projeto de lei sobre desenvolvimento limpo. Metas muito severas estimulariam a mudança de indústrias para a China, disse Obama, segundo informação do assessor de Lula para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia. Os europeus, no entanto, continuarão a cobrar metas ambiciosas e a pressionar os emergentes, incluído o Brasil, para adotar padrões ambientais mais estritos, indicou o presidente da Comissão Europeia, José Durão Barroso. Na prática, isso poderá resultar em mais protecionismo - efeito especialmente perigoso enquanto não se conclui a revisão geral das normas de comércio. Apesar de sua pobreza de resultados, o encontro não serviu para a confirmação da morte do G-8, anunciada pelo governo brasileiro, nem para consagrar o G-20 como o novo diretório da economia e das finanças mundiais. O grande arauto da nova ordem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não fez nada mais notável que distribuir camisas da seleção brasileira aos companheiros do G-5. O resultado estético foi uma foto de cinco chefes de governo exibindo aquelas peças amarelas e imitando um varal de roupas. De resto, o presidente brasileiro comportou-se com surpreendente discrição, mantendo-se longe da imprensa durante a maior parte do tempo. Seus assessores adotaram a mesma atitude. Foi mais fácil, segundo enviados especiais, obter informações das outras delegações que da brasileira, apesar das bravatas do presidente Lula antes do convescote.
O Estado de S. Paulo, página A3
Sábado, 11 de julho
O convescote em L'Aquila
Uma reunião de líderes das maiores economias do mundo poderia ser uma boa homenagem ao povo de L'Aquila, assolado este ano por uma série de terremotos. Se essa era a intenção do governo italiano ao escolher a cidade para os eventos desta semana, o plano fracassou. Os encontros de governantes do Grupo dos 8 (G-8), do Grupo dos 5 (G-5) e outros especialmente convidados não foram mais que um ameno convescote, sem compromissos firmes para a solução de qualquer dos graves problemas atuais. Sobre a recessão, os chefes de governo do mundo rico limitaram-se a repetir o diagnóstico e as conclusões de organismos como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).Há sinais de melhora na economia mundial, segundo os líderes, mas a crise não terminou, a recuperação será lenta e é preciso manter os estímulos. Só a chanceler alemã, Angela Merkel, insistiu na adoção de uma estratégia, desde já, para compensar o endividamento e as pressões inflacionárias causados pelas medidas adotadas até agora. A ideia foi aceita genericamente, mas sem acordo sobre como executá-la. Todos esses temas haviam aparecido na imprensa, no segundo trimestre, e foram reapresentados com mais detalhe e mais clareza pelo FMI, nesta semana, juntamente com os números atualizados de seu Panorama Econômico Mundial. Como de costume, foram reiteradas as promessas de respeito ao livre comércio e, como sempre, não há nenhuma razão para se acreditar nessa conversa. Decidiu-se retomar em breve a Rodada Doha de negociações comerciais, para concluí-la até o próximo ano, mas isso já havia sido combinado antes, sem nenhum resultado. Enquanto isso, resta a perspectiva de uma redução de 12,2% no volume do comércio global de bens e serviços, seguida de uma expansão de 1% em 2010, segundo o FMI. A nova projeção para 2009 é 1,2 ponto inferior à divulgada em abril.A proteção ambiental foi incluída na pauta como um dos grandes assuntos. Foram mobilizados para a discussão chefes de governo dos 17 maiores emissores de gases estufa. Uma das figuras mais importantes do encontro, o presidente chinês, Hu Jintao, teve de ir embora antes da primeira reunião do G-8 por causa dos conflitos entre duas etnias em seu país. Não perdeu nada nem deixou de contribuir com qualquer ideia importante. A reunião produziu uma vaga promessa de se conter o aquecimento global no limite de 2 graus acima do nível da era pré-industrial. Não foram fixadas metas intermediárias. O presidente americano, Barack Obama, disse ao colega brasileiro ter pouca margem para compromissos a respeito de metas ambientais para o período entre 2013 e 2020, a segunda etapa do Protocolo de Kyoto. A posição de seu governo, explicou, dependerá de como o Congresso tratar o projeto de lei sobre desenvolvimento limpo. Metas muito severas estimulariam a mudança de indústrias para a China, disse Obama, segundo informação do assessor de Lula para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia. Os europeus, no entanto, continuarão a cobrar metas ambiciosas e a pressionar os emergentes, incluído o Brasil, para adotar padrões ambientais mais estritos, indicou o presidente da Comissão Europeia, José Durão Barroso. Na prática, isso poderá resultar em mais protecionismo - efeito especialmente perigoso enquanto não se conclui a revisão geral das normas de comércio. Apesar de sua pobreza de resultados, o encontro não serviu para a confirmação da morte do G-8, anunciada pelo governo brasileiro, nem para consagrar o G-20 como o novo diretório da economia e das finanças mundiais. O grande arauto da nova ordem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não fez nada mais notável que distribuir camisas da seleção brasileira aos companheiros do G-5. O resultado estético foi uma foto de cinco chefes de governo exibindo aquelas peças amarelas e imitando um varal de roupas. De resto, o presidente brasileiro comportou-se com surpreendente discrição, mantendo-se longe da imprensa durante a maior parte do tempo. Seus assessores adotaram a mesma atitude. Foi mais fácil, segundo enviados especiais, obter informações das outras delegações que da brasileira, apesar das bravatas do presidente Lula antes do convescote.
A conta secreta de Sarney no exterior
Revista Veja
15 de julho de 2009
Sarney consegue se afundar mais
Em junho de 2001, o presidente do Senado, José Sarney, esteve em Veneza, na Itália, ao lado do banqueiro Edemar Cid Ferreira, amigo de mais de três décadas. Eles foram acompanhar a cultuada Bienal de Artes da cidade. Sarney e Edemar visitaram exposições e foram a festas. Semanas depois, já em São Paulo e de volta ao trabalho, o então dono do Banco Santos mandou registrar em seu computador detalhes financeiros da temporada da dupla em Veneza. O registro faz parte dos milhares de arquivos digitais que integram o processo sigiloso de liquidação do banco. O documento tem como título "JS-2". Em sete linhas ele relata a movimentação de uma conta em dólares no exterior. Há um ano, VEJA teve acesso a esse e outros documentos do rumoroso caso de liquidação extrajudicial do Banco Santos. Na semana passada, finalmente ficou claro que JS-2 era o nome-código de uma conta em dólares de José Sarney e que as anotações feitas em 10 de junho de 2001, exatamente no dia da abertura da Bienal, se referiam a movimentações de fundos. Edemar registrou a entrega de 10.000 dólares em Veneza a "JS". Edemar Cid Ferreira se referia ao presidente José Sarney em documentos do banco recolhidos pelos interventores e em poder da Justiça pelas iniciais "JS." Caso encerrado? As evidências são inequívocas, mas à polícia e à Justiça cabe a palavra final.
CLIQUE na imagem acima para ler a matéria completa da revista Veja desta semana.
O Código Penal adverte: quem elogia criminoso é criminoso também
Revista Veja
Por Augusto Nunes
10 de julho de 2009
Faz muito tempo que o presidente Lula perdeu de vez a vergonha de dizer idiotices em público. Faz alguns anos que passou a orgulhar-se do superlativo despreparo intelectual. Não há como evitar, portanto, que constranja o país que pensa com a descoberta de que a juventude é muito jovem, ou com a entrega de camisas da Seleção a gente tão interessada em futebol quanto em receitas de acarajé ou letras de samba-enredo. O que não se pode tolerar é a ostensiva violação da lei por um presidente da República.
“Eu não vejo crise, só uma divergência no Senado”, mentiu em Paris o viajante que, desde o começo da procissão de escândalos, enfileira falatórios que, combinando astúcia de deputado com cinismo de senador, soam ultrajantes. Lula já disse, entre tantas afrontas, que o senador José Sarney deve ser absolvido liminarmente porque “não é uma pessoa comum”.
CLIQUE na imagem acima para ler todo o artigo de Augusto Nunes.
Multa milionária à Petrobras derruba a secretária da Receita Federal
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu demitir a secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e já comunicou isso a ela, numa conversa esta semana, informa Jorge Bastos Moreno. Mantega ficou muito irritado desde que o jornal O Globo revelou, em maio, que a Receita investigava a Petrobras – depois multada – num processo que acelerou as articulações para a criação da CPI da Petrobras no Senado.
. Além de, como superior hierárquico, não ter sido informado de que a Receita aplicara punição milionária à maior empresa do país, Mantega ainda ficou em situação desconfortável por ser membro do Conselho de Administração da Petrobras.
. O novo secretário da Receita vai ser escolhido pelo secretário-executivo do ministério, Nelson Machado, que já vem comandando informalmente a Receita. Lina Vieira, a primeira mulher a comandar a Receita, ficou apenas 11 meses no cargo, o menor tempo de permanência de um secretário. Sua passagem também foi marcada por forte queda de arrecadação.
. Além de, como superior hierárquico, não ter sido informado de que a Receita aplicara punição milionária à maior empresa do país, Mantega ainda ficou em situação desconfortável por ser membro do Conselho de Administração da Petrobras.
. O novo secretário da Receita vai ser escolhido pelo secretário-executivo do ministério, Nelson Machado, que já vem comandando informalmente a Receita. Lina Vieira, a primeira mulher a comandar a Receita, ficou apenas 11 meses no cargo, o menor tempo de permanência de um secretário. Sua passagem também foi marcada por forte queda de arrecadação.
''Tropa de choque'' domina conselho de ética para "livrar" Sarney
Para impedir qualquer investigação contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a cúpula do PMDB e os partidos da base aliada indicaram parlamentares da chamada "tropa de choque" para integrar o Conselho de Ética da Casa. A estratégia é arquivar a representação do PSOL contra Sarney e o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), ex-presidente da Casa, para que sejam investigados os 663 atos secretos baixados nos últimos 14 anos, que beneficiaram correligionários e parentes dos dois senadores. . O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse aos senadores em plenário, na quinta-feira, que não tem "nenhuma responsabilidade administrativa" na fundação que leva o seu nome, sediada em São Luís. O parlamentar omitiu informações dos colegas. O jornal O Estado de S.Paulo obteve o estatuto da Fundação José Sarney. O documento contradiz o que ele afirmou em sessão do Senado, cujas falas são registradas nas notas taquigráficas.
. O estatuto revela que, além de ser uma instituição de exaltação à figura de Sarney, a fundação está sob as ordens do parlamentar e de sua família. Em sete páginas, o nome do senador aparece por 12 vezes. O artigo 19 do capítulo 5 enumera cada uma das responsabilidades de Sarney como "presidente vitalício" e fundador da entidade. Entre as funções, está a tarefa de "assumir responsabilidades financeiras" e o "poder de veto" sobre qualquer decisão tomada pelo conselho curador - também presidido pelo senador. Na quinta-feira, o Estado revelou que a Fundação José Sarney desviou para empresas fantasmas e da família do senador ao menos R$ 500 mil da verba de R$ 1,3 milhão repassada pela Petrobrás para um projeto cultural que nunca saiu do papel.
Indignação dos brasileiros é só virtual
A internet inaugurou uma nova era: a que permite fazer de tudo sem sair de casa, apenas com um toque no mouse. É assim na hora de fazer compras, conhecer pessoas, criar empresas, fechar negócios e, também, na política. Num país marcado por escândalos nas diversas esferas do Poder, é tarefa fácil encontrar sites, comunidades e blogs de gente que quer protestar. Tudo sem sequer colocar o pé na rua.
. A rede mundial de computadores permitiu que mais gente tenha acesso ao noticiário político. E, como é um meio de comunicação interativo, abre espaço para manifestações variadas, das sérias às irônicas. A crise que envolve o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), impulsionou esse movimento, com a criação de comunidades no Orkut, de blogs e páginas no Twitter.
. A rede mundial de computadores permitiu que mais gente tenha acesso ao noticiário político. E, como é um meio de comunicação interativo, abre espaço para manifestações variadas, das sérias às irônicas. A crise que envolve o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), impulsionou esse movimento, com a criação de comunidades no Orkut, de blogs e páginas no Twitter.
Ministro de Lula rompe com PT e vai disputar governo baiano
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima PMDB), informou, formalmente, ao governador Jacques Wagner (PT) sua disposição de concorrer ao governo da Bahia em 2010.
Desenhada em meio a uma troca de farpas, a iminente ruptura é apenas uma amostra das dificuldades enfrentadas para a costura da aliança entre PMDB e PT pelo país.
. Além de Estados de rivalidade histórica (como no Rio Grande do Sul), os problemas afloram no Rio, Minas, Pará e Mato Grosso do Sul. Mesmo sem exigência de reprodução fiel das coligações nacionais nos Estados, são campos minados para pavimentação da aliança em favor da candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência.
Desenhada em meio a uma troca de farpas, a iminente ruptura é apenas uma amostra das dificuldades enfrentadas para a costura da aliança entre PMDB e PT pelo país.
. Além de Estados de rivalidade histórica (como no Rio Grande do Sul), os problemas afloram no Rio, Minas, Pará e Mato Grosso do Sul. Mesmo sem exigência de reprodução fiel das coligações nacionais nos Estados, são campos minados para pavimentação da aliança em favor da candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência.
Pô, compañero "the-guy". Deu uma camisa velha pro brô?
www.estado.com.br
Marcelo Rubem Paiva
Sexta-feira, 10 de julho
Marcelo Rubem Paiva descobriu que Lula é o verdadeiro mestre de Dilma Roussef, flagrada há poucos dias com um currículo que pode ser tudo, menos verdadeiro. Pois, pasme você, leitor: as assinaturas nas camisas distribuídas por Lula levam assinaturas que não são de jogadores da Seleção do Brasil.
CLIQUE na imagem acima para ver.
Nota atribuída a Lair diz que era falso documento publicado por Zero Hora.
O editor recebeu cópia de nota assinada aparentemente por Lair Ferst, pivô de toda a atual crise política do RS, denunciando que é falso o documento de acusações publicado na quinta-feira pelo jornal Zero Hora. A nota de Lair circulou em todos os gabinetes da Assembléia nesta sexta-feira.
. Caso se confirme a informação, uma nova Carta Brandi teria sido introduzida na política brasileira.
. O editor tentou falar com Lair para confirmar o documento, mas não conseguiu retorno.
CLIQUE AQUI para examinar o fac simile da nota assinada por Lair Ferst.
NOTA DO EDITOR - A nota acima deixa claro que o editor não garante a autoria dela. O advogado de Lair, depois de procurado pelo editor, à noite, em vez de responder as mensagens desta página, avisou para o jornal Zero Hora que a mensagem que este blog recebeu era falsa, mas não quis dizer se as denúncias do jornal eram falsas ou verdadeiras. Só uma perícia poderá dizer se as duas notas são falsas, se alguma delas é verdadeira ou falsa ou se ambas são verdadeiras. O editor desta página topa a perícia, porque tem arquivados os e-mails. Zero Hora também topa ? Se não topar é porque esconde alguma coisa. Os advogados dos réus da Operação Rodin usam a nota de ZH para anular o processo, já que elas foram sonegadas aos defensores. Nesta história escabrosa de lobistas, espiões, mentirosos, falsificadores, escroques e alpinistas sociais, todo mundo mente e todo mundo inventa o tempo todo, bastando reportar as cenas de baixaria explícita que os familiares de Marcelo Cavalcante proporcionaram esta semana em Porto Alegre, transformada por eles todos em verdadeiro galinheiro de quintal. O editor vai procurar a Justiça Federal para ajudá-lo a identificar o IP do remetente da segunda mensagem, como já fez isto, antes, com os antigos editores do blog esquerdista e caluniador Tomando na Cuia, fechado depois da ação deste editor junto à Justiça e à Polícia Federal. No mundo da Internet, ao contrário do que pensa muita gente, tudo se sabe e tudo se identifica. A nota de ZH de hoje sobre o caso é confusa e repete termos completos da declaração recebida por esta página, o que faz crer que não é só Lair Ferst quem mente. Somente uma perícia independente poderá esclarecer o que está ocorrendo de verdade neste jogo de gato e rato.
. Caso se confirme a informação, uma nova Carta Brandi teria sido introduzida na política brasileira.
. O editor tentou falar com Lair para confirmar o documento, mas não conseguiu retorno.
CLIQUE AQUI para examinar o fac simile da nota assinada por Lair Ferst.
NOTA DO EDITOR - A nota acima deixa claro que o editor não garante a autoria dela. O advogado de Lair, depois de procurado pelo editor, à noite, em vez de responder as mensagens desta página, avisou para o jornal Zero Hora que a mensagem que este blog recebeu era falsa, mas não quis dizer se as denúncias do jornal eram falsas ou verdadeiras. Só uma perícia poderá dizer se as duas notas são falsas, se alguma delas é verdadeira ou falsa ou se ambas são verdadeiras. O editor desta página topa a perícia, porque tem arquivados os e-mails. Zero Hora também topa ? Se não topar é porque esconde alguma coisa. Os advogados dos réus da Operação Rodin usam a nota de ZH para anular o processo, já que elas foram sonegadas aos defensores. Nesta história escabrosa de lobistas, espiões, mentirosos, falsificadores, escroques e alpinistas sociais, todo mundo mente e todo mundo inventa o tempo todo, bastando reportar as cenas de baixaria explícita que os familiares de Marcelo Cavalcante proporcionaram esta semana em Porto Alegre, transformada por eles todos em verdadeiro galinheiro de quintal. O editor vai procurar a Justiça Federal para ajudá-lo a identificar o IP do remetente da segunda mensagem, como já fez isto, antes, com os antigos editores do blog esquerdista e caluniador Tomando na Cuia, fechado depois da ação deste editor junto à Justiça e à Polícia Federal. No mundo da Internet, ao contrário do que pensa muita gente, tudo se sabe e tudo se identifica. A nota de ZH de hoje sobre o caso é confusa e repete termos completos da declaração recebida por esta página, o que faz crer que não é só Lair Ferst quem mente. Somente uma perícia independente poderá esclarecer o que está ocorrendo de verdade neste jogo de gato e rato.
Vonpar ocupa área de quarteirão da Fiateci, em Porto Alegre
A enorme área da antiga Fiateci, no bairro Humaitá, passou para as mãos do grupo Vonpar, que fabrica Coca Cola no RS.
. Trata-se de um quarteirão mais fornido do que a área onde fica o DC Navegantes.
. O bairro Humaitá, que recebeu o viaduto Leonel Brizola, abrigará a milionária arena do Grêmio.
. Trata-se de um quarteirão mais fornido do que a área onde fica o DC Navegantes.
. O bairro Humaitá, que recebeu o viaduto Leonel Brizola, abrigará a milionária arena do Grêmio.
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