A saída do governo estadual poderá ser o Judiciário.O governo acusa Edegar Preto, o presidente petista (ao lado).
A discussão sobre ampliar o prazo de convocação para
sessões extraordinárias na Assembleia e de inversão da pauta de votação, ontem,
desencadeou conflito que não fazia parte do roteiro estabelecido em torno das
discussões sobre a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal e a tentativa de
evitar plebiscitos para privatizar CEEE, Sulgás e CRM. A ordem determinada pelo
Legislativo coloca as PEC na frente do PLC do Regime. Para o governo, a ordem
deveria ser invertida.
Descontente com o encaminhamento dado pelo presidente da
Casa, Edegar Pretto (PT), sobre os pedidos, o líder do governo, Gabriel Souza
(PMDB) acusou:
- É
uma manobra partidária (do PT).
O chefe da casa Civil, Fábio Branco, repetiu o discurso no seu Twitter.
As 14h, Edegar Preto continuará a consulta iniciada no final da sessão de ontem, para saber se 37 deputados, o número necessário, querem a inversão de pauta. Caso contrário, começará a última sessão da convocação extraordinária pela discussão e votação das PECs, o que significa que o projeto de adesão ao RRF, que é o quarto da pauta, não será votado, já que a sessão terá apenas 4 horas e a oposição lulopetista arrastará seus discursos e votações, como fez nos dois primeiros dias.




