A coisa está tão séria (e perigosa) que “grenalizaram” até o debate sobre a exposição de arte Queermuseu, que estava em cartaz no Santander Cultural aqui em Poa.
Sobre o assunto, eu não pretendia gastar mais do que algumas linhas, mas, além de não “ficar me equilibrando encima do muro”, me vejo quase que obrigado a transcrever um texto, que reputo irrepreensível, de uma CARTA ABERTA À LUCIANA GENRO, ontem publicada.
Não que pensem que a referida senhora mereça holofotes, mas – com certeza – fez por merecer as palavras do autor, senhor Paulo Henrique Cremoneze (a quem não conheço, mas passei a admirar).
Primeiro, e antes, quero esclarecer:
a) Não vi a tal mostra, apenas algumas reportagens;
b) Não posso me considerar uma pessoa alheia à arte;
c) Nunca fui o “santinho” da turma, porém sou católico convicto;
d) Não tolero incoerência, muito menos das esquerdas radicais.
Dito isso, vou – de forma inédita nos meus artigos – usar palavras de terceiros para exemplificar o que penso.
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