O editor percorreu boa parte das ruas do bairro Petrópolis (os dois lados da Protásio Alves) sexta-feira a noite, rodou no sábado por todo o trajeto das avenidas Ipiranga, Nilo Peçanha, Protásio e Goethe, mais Padre Chagas, e no domingo passou a tarde no Parcão, tudo em Porto Alegre.
E não encontrou um único brigadiano no caminho. Ninguém os encontra em lugar algum do RS. A não ser que chame, depois que foi roubado, furtado, baleado ou agredido.
Isto ocorre desde que o governador Ivo Sartori assumiu o Piratini. Ele é diretamente responsável pela insegurança pública gaúcha.
E não diz o que fará para reduzir a criminalidade e esta pavorosa sensação de insegurança pública.
O caso não é de incompetência da Brigada Militar ou de omissão total do secretário da Segurança Pública, mas de responsabilidade do governador Ivo Sartori.
Ele já está há quase dois anos no Piratini e não mostra norte algum que tranquilize a população do seu Estado.
Isto é inaceitável.
O que mais assombra é o silêncio sepulcral da mídia, das instituições e das lideranças da sociedade, inclusive OAB, Ajuris, MJDH, Federasul, Fiergs, Partidos, em relação à responsabilidade direta do seu governador.