Lei da Ficha Limpa RS será sancionada quarta-feira no Piratini

O projeto de lei complementar Ficha Limpa RS para cargos públicos, de autoria da deputada Zilá Breitenbach, PSDB, será sancionado quarta-feira no Palácio Piratini às 17h. O texto, que veda a nomeação em cargos públicos de provimento efetivo, em comissão ou gratificação de função, de pessoas inelegíveis nos termos da Lei Complementar Federal nº 135, de 04 de junho de 2010, foi aprovado por unanimidade em sessão plenária de 19 de abril.

Prefeito de Gravataí, RS, Marco Alba, disputará a reeleição em nova disputa com Daniel Bordignon

Daniel Bordignon, ex-prefeito do PT, hoje no PDT. O "Gigante do Vale" dificilmente poderá confirmar sua candidatura, já que emplacou condenações por órgão colegiado de segunda instância. 


O prefeito de Gravataí, RS, sede da GM, Marco Alba, disputará a reeleição pelo PMDB. O editor almoçou com Alba na churrascaria Barranco, que como todos os restaurantes de Porto Alegre, mostra as cicatrizes da recessão provocada pelo governo Dilma Roussef, PT.

O prefeito deverá enfrentar estes candidatos:

Daniel Bordignon, ex-prefeito, ex-PT, atualmente no PDT
Professor Vitalino, PT, apoiada pela prefeita cassada Rita Sanco
Dr. Levy, ex-PMDB e atual PSD
Anabel Lorenzi, ex-mulher do deputado Miki Breier, PSB

São 180 mil eleitores.

O prefeito Marco Alba acabou com o domínio de 16 anos de administrações ruinosas do PT, que lhe deixaram herança maldita de R$ 500 milhões (o valor da dívida deixada). O PT desmantelou-se em Gravataí. Dos 21 vereadores, elegeu 4 e todos os 4 se foram: 2 para o PSD, 1 para o PSB e 1 para o PDT.

Tarcísio Godoy é o novo secretário executivo do MF. Meirelles anunciará na 2a. os nomes do BB, CEF, BNDES e BC.

O ministro Henrique Meirelles acaba de anunciar o nome de Tarcísio Godoy para secretário Executivo do Ministério da Fazenda.

Ele disse que na segunda-feira anunciará os nomes de toda a equipe econômica, inclusive dos diretores do Banco Central, BB, Caixa Federal e BNDES.

PT do RS vai homologar proibição de alianças municipais com PMDB, PP, DEM, PSD, PSC, SDD, PV, PPS e PTB

O diretório estadual do PT do RS terá reunião no dia 21 para homologar a decisão que proibirá coligação nas eleições municipais com PMDB, PP, DEM, PSD, PSC, SDD, PV, PPS e PTB.

O PT do RS, ontem, também decidiu que seus filiados devem sair imediatamente de cargos federais no Estado, sob pena de expulsão.

88% dos leitores alimentam boas esperanças sobre o governo Michel Temer

A imensa maioria dos leitores, 88%, acham que dá para alimentar esperanças no novo governo. Apenas 12% cravaram a resposta "não" à pergunta da enquete postada sobre o assunto nesta página.
Acompanhe:

Michel Temer fará um bom governo ?

Fará um bom governo, 46%
Talvez faça, 42%
Não fará, 12%

Nova enquete, aí ao lado, pede que o leitor aplique nota de zero a 10 ao novo ministério.

Prévia do PIB aponta queda de 1,44% no 1º trimestre, diz BC

A retração foi registrada na comparação com o último trimestre de 2015. Já em março ante fevereiro, IBC-BR teve baixa de 0,36%, a 15ª seguida

Saem nomes da equipe do ministro Henrique Meirelles. Ministro diz como vai ajustar a economia.

CLIQUE AQUI para ler "Direita, volver", na qual o colunista da Folha, Bernardo Mello Franco, demonstra que a chegada de Temer significa a maior guinada ideológica governamental desde 1964.
CLIQUE AQUI para ler, também, "A esquerda virou reduto dos incompetentes", Reinaldo Azevedo.
CLIQUE AQUI para ler, igualmente, "Não vai ter volta", José Henrique Mariante, Folha.

A nova equipe ministerial foi chamada para reunião com Michel Temer, esta manhã.

O jornal "O Estado de S. Paulo" informou há pouco que Tarcísio Godoy, Carlos Hamilton , Mansueto Almeida  Marcos Mendes participarão da equipe do novo ministro da Fazenda e da Previdência, Henrique Meirelles. 

Em entrevista ao "Bom Dia Brasil", da "TV Globo", o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o corte de gastos é uma medida essencial para equilibrar as contas públicas do país e retomar o crescimento. Sem entrar em detalhes, Meirelles disse ainda que haverá corte de "privilégios daqueles que não precisam", citando como exemplos os benefícios concedidos ao setor empresarial (a chamada "bolsa empresário") e a política de subsídios. Embora não tenha sido enfático, o ministro negou que o movimento de redução de despesas prejudique os programas sociais. Segundo ele, os valores que o governo deixa de arrecadar com benefícios a empresários e subsídios são "muito superiores aos valores investidos nos programas sociais". "Sim, devemos e vamos cortar despesas e privilégios daqueles que não precisam", concluiu

Opinião do editor - O movimento das Lojas Renner da Padre Chagas

A referência que o editor faz uma vez por semana ao movimento que ocorre na loja-conceito das Lojas Renner da "elegante" rua Padre Chagas, Porto Alegre, não tem nada de implicância ou sequer tentativa de chamar a atenção do CEO da rede varejista, o competente executivo José Galló, como reclamam alguns leitores acostumados com golpes baixos.
É que a verificação do movimento dessa loja diferenciada, clean, agradável, bem atendida e de itens variados e de qualidade, para público de classe média média e classe média alta, até para resíduos da classe A, fornece rapidamente ao editor, um bom termômetro dos humores do varejo diante da crise econômica.
Quando o editor enxergar 20 ,30,40 clientes na loja Renner, isto poderá representar uma mudança na economia.
O editor faz uma pesquisa de demanda.
O edior sistematicamente observa em shoppings brasileiros ou estrangeiros, o número de sacolas de compras dos clientes em compras, sempre mais que quatro por cliente em malls dos EUA.

No Brasil, atualmente, uma ou duas por cliente já é número expressivo. O poder aquisitivo faz a diferenca.

IBGE: receita real do setor de serviços apresentou alta na margem em março

O volume total do setor de serviços cresceu 1,1% na passagem de fevereiro para março, de acordo com os dados dessazonalizados pelo Depec-Bradesco e divulgados ontem na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE. O resultado interrompeu, assim, uma sequência de doze quedas consecutivas. Na comparação interanual, houve recuo de 5,9%. 

Dos três segmentos que entram no cômputo do PIB, dois apresentaram pior desempenho na passagem do segundo para o terceiro mês deste ano. A categoria de transportes, serviços auxiliares de transporte e correio caiu 7,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, ante declínio de 2,1% registrado em fevereiro. No mesmo sentido, serviços de informação e comunicação passaram de uma queda de 5,1% para outra de 5,9%. Em contrapartida, outros serviços passaram de um recuo de 6,1% para uma alta interanual de 2,6%. 

Apesar da alta marginal, o setor de serviços encerrou o primeiro trimestre deste ano com retração de 1,2% em relação aos três meses anteriores, reforçando nossa expectativa de contração do PIB no período.

Artigo, Marcelo Aiquel - Rescaldos do afastamento de Dilma Roussef

CLIQUE AQUI para ler, também, artigo de Claudio Lamachia, "O Brasil pós-impeachment".
CLIQUE AQUI para ler o discurso de posse do presidente Michel Temer.

Eu poderia escrever sobre a tecnicidade do processo de impeachment no Senado, palpitar sobre os votos que – com certeza – mudarão de lado na próxima deliberação, comentar o futuro político da nação, o novo ministério do Temer, os gaúchos que chegam ao poder, porém prefiro falar de flores, como Vandré cantou lá nos anos 60.
      
Foram vários os fatos ocorridos e procurarei me ater aos que considero principais:

1º - O DISCURSO RAIVOSO E IRRESPONSÁVEL DA PRESIDENTE AFASTADA

O Brasil “da paz” foi sacudido pelo discurso de despedida da presidente guerrilheira Dilma Rousseff.

Cercada por uma claque de militantes e alguns oportunistas “mortadelas”, a ex-presidente (tchau querida, até nunca mais!) mostrou a sua cara e caráter ao manifestar-se sobre o afastamento temporário (para as pretensões dela), que se tornará definitivo em muito breve (para júbilo dos brasileiros decentes):
      
Conclamou a sua militância à luta, numa clara alusão à desordem nas ruas;
      
Deixou transparecer que o PT, e os satélites PSOL e PC do B, farão uma oposição irresponsável ajudando a levar o país a um caos ainda maior, só para poderem dizer, mais tarde: “viram, nós somos a salvação”;
      
Foi desrespeitosa com as instituições da República, ao reafirmar que houve um GOLPE;
      
Mentiu – como é seu costume – ao declarar que foi “tirada do poder pela força”, ignorando a ampla defesa a que teve direito;
      
Tentou parecer popular se misturando às pessoas reunidas pelos movimentos sociais e sindicais defronte o Palácio.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

Jornal londrino Financial Times diz que Temer tem aparência gótica "picante"

Ao lado, uma figura gótica característica. Em Madrid e Barcelona, são famosos os bairros góticos.


O jornal traçou esta semana um perfil curioso sobre o novo presidente Temer (leia nota a seguir)

- Ele é um reconhecido advogado constitucionalista, que tem aparência ligeiramente gótica e que, a despeito da expressão impassível, tem uma vida pessoal um pouco picante.

No aspecto sentimental, pontua: 

- Casado três vezes, começou a namorar a terceira esposa, Marcela, uma ex-modelo, 40 anos mais jovem do que ele, quando ela ainda era uma adolescente.

O Financial Times, como de resto a mídia em geral, estrangeira ou brasileira, nunca se interessaram em escrutinar a fundo a vira sentimental de Dilma Roussef. 

Como FHC e Renan, Michel Temer também teve filho fora do casamento com uma jornalista

Ao lado, com a atual mulher, Marcela.


O novo presidente Michel Temer, a exemplo de FHC e do senador Renan Calheiros, os casos mais conhecidos, também teve uma jornalista como amante e com ela gerou um filho.

Eduardo, 17 anos, é o filho fora do casamento. A exemplo de FHC, ele também mantém o rapaz no exterior, em Londres.

Antes da jornalista, Temer esteve casado com a Maria Celia de Toledo, com a qual teve Luciana, 1969, Maristela, 1972, e Clarissa, 1974. Luciana é secretária de Assistência Social do prefeito Fernando Haddad, PT, São Paulo, e apóia sua reeleição contra a candidata do pai, Marta Suplicy, PMDB.

Com a sua atual mulher, Marcela, 32 anos, o vice tem o filho Michelzinho, 6 anos.

Saiba como ocorrerá cada passo do julgamento de Dilma Roussef pelo Senado

A partir deste momento, começa a segunda fase do processo de deposição constitucional no Senado. Em até 180 dias terá que ser realizado o julgamento final pelo plenário. Para depor Dilma, serão necessários 2/3 dos votos dos senadores. 

O julgamento do impeachment de Dilma no Senado terá, a partir de agora, dois momentos. O primeiro será destinado à produção de provas, diligências, debates entre acusação e defesa. O segundo será o do "julgamento propriamente dito". Segundo ele, Dilma poderá depor pessoalmente ou mandar um representante.

Ontem mesmo foi assinado o mandado de citação da presidente afastada Dilma Rousseff. Ela terá até 20 dias para apresentar sua defesa prévia.

Entenda todos os passos:

1) Presidente do STF assume a coordenação dos trabalhos no Senado
 Em reunião na tarde desta quinta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros, passou a condução do processo de impeachment para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, como determina a lei de impeachment (nº 1.079/1950). Os juízes são os senadores.

2) Eleição e início da instrução da Comissão Especial de Impeachment do Senado
A comissão deverá apresentar um novo parecer. O prazo para conclusão do relatório será definido a partir das diligências necessárias.O parecer pela pronúncia (denúncia contra a presidente) deve ser levado ao plenário do Senado.

3) Votação da Pronúncia pelo Plenário do Senado
A sessão no plenário do Senado será presidida pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski. A votação é por maioria simples. Para ser aprovado, o relatório tem que ser aprovado pela metade mais um dos senadores presentes. Se rejeitada a denúncia, o processo contra a presidente será extinto, e ela volta ao assumir o cargo. Caso seja aprovada a pronúncia, serão intimadas acusação e defesa para que apresentem novas alegações, em prazos sucessivos de 48 horas.

4) Remessa dos autos do processo ao presidente do STF
Apresentadas as alegações da acusação e da defesa, os autos do processo são remetidos ao presidente do STF, que define a data de julgamento e intima a presidente afastada.

Seis dos 24 ministros de Temer são do RS

Seis gaúchos integram o primeiro escalão do governo Michel Temer:

Eliseu Padilha (PMDB) na Casa Civil, 
Ronaldo Nogueira de Oliveira (PTB) no Trabalho, 
Osmar Terra (PMDB) no Desenvolvimento Social e Agrário, 
Fábio Medina Osório na Advocacia Geral da União, 
Sérgio Etchegoyen na Segurança Institucional,  
Blairo Maggi (PP) na Agricultura. Maggi é nascido no Paraná, mas registrado em Torres (RS).

Como o governo tem 24 ministérios, isto significa que quase 1/4 do bolo total é de gente nascida no RS.

Opinião do editor - Fortunati cumpre um fim de governo melancólico

Os novos cortes em obras e serviços paralisará quase tudo o que já está sendo feito de modo irritantemente vagaroso em várias regiões de Porto Alegre (leia nota abaixo). Trata-se de um fim de governo melancólico para a administração do prefeito José Fortunati.
Em ano eleitoral, o desastre inflará a coluna de débito dos candidatos apoiados pelo prefeito.

Fortunati anuncia cortes em obras e serviços para evitar atrasos nos salários

O prefeito José Fortunati anunciou ontem um corte extra no orçamento de Porto Alegre.A medida não atinge serviços essenciais, mas prejudica obras previstas. A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) terá corte mais expressivo, de quase R$ 27 milhões. O Departamento de Água e Esgotos (Dmae) teve reduzidos R$ 11 milhões no orçamento. Na Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), os recursos serão cortados em R$ 6,6 milhões. 

Construção de novas ciclovias e obras de saneamento previstas também estão suspensas.

O prefeito não disse o que acontecerá com obras rodoviárias em execução na cidade, boa parte das quais estão paralisadas há muitos meses. 

Em nota, o Executivo informou que espera economizar pelo menos R$ 64 milhões com as medidas de contingenciamento. O montante, somado aos R$ 67 milhões contingenciados já no início de janeiro, totaliza quase R$ 132 milhões em economia nesse ano.

Com os cortes de orçamento, a Prefeitura espera evitar o parcelamento do salário dos servidores. “Essas medidas são necessárias, diante da grave crise econômica que atinge o país e penaliza os municípios. No caso de Porto Alegre, a queda na arrecadação ameaça até mesmo o pagamento em dia da folha”, justifica José Fortunati.

Tempo continuará nublado no RS

Esta sexta-feira completa a semana de dias nublados, cinzentos e de temperatura amena em Porto Alegre. O sol até aparece na maioria das regiões, mas sempre com nuvens. No Oeste o tempo deve permanecer mais aberto.

As temperaturas mínimas rondarão os 7º em São José dos Ausentes e os 8ºC em Caxias do Sul. As máximas, por sua vez, podem chegar a 22º em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variarão entre 9º e 21ºC.

A MetSul informou ontem que este ano dificilmente haverá veranico em maio.

Eduardo Cunha, cáustico, comenta expurgo de Dilma: "Antes tarde do que nunca !"

O deputado Eduardo Cunha, afastado na semana passada da presidência da Câmara, foi irônico e cáustico ao falar sobre o início efetivo do processo de impeachment de Dilma, o que significou seu afastamento provisório por até 180 dias:

- Antes tarde do que nunca.

À vontade, declarou, animado:

- Tchau, querida !

Sem Eduardo Cunha, Dilma jamais teria sido expurgada do governo.

Estudantes ocupam o Colégio Júlio de Castilhos

Sem o secretário da Educação no cargo, já que o secretário Vieira da Cunha demitiu-se antes de sair de férias (Sartori não aceitou a demissão), expandiu-se ontem para o RS,  o movimento que traumatizou as escolas públicas estaduais paulistas, no caso local a ocupação do Colégio Júlio de Castilhos.

O mimetismo dos secundaristas gaúchos ligados a grupos da esquerda mais radical já era esperado, mas o governo trabalha com a informação de que ele será apenas de foquismo de franjas do PSOL, PCdoB, PT e PSTU.

Michel Temer cria Programa de Parcerias de Investimento para infraestrutura do Brasil

A primeira medida provisória assinada pelo presidente em exercício Michel Temer criou o Programa de Parcerias de Investimento (PPI), uma espécie de PPP (Parceria Público Privada) ampliada, batizado pela equipe de Crescer, com enfoque na geração de empregos. De acordo com o texto da MP, o órgão será vinculado à Presidência da República e terá à frente o ex-ministro e ex-governador Moreira Franco. Sua missão será supervisionar todas as operações em que o Estado fará parcerias com a iniciativa privada para gerar investimentos em infraestrutura.O PPI será dirigido por uma secretaria-executiva, que será o braço operacional do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, criado na mesma medida provisória. A equipe de Temer acredita que a iniciativa privada vai ter mais segurança jurídica com o novo programa, o que deve fazer com que as companhias voltem a investir em grandes obras de infraestrutura e a gerar novas vagas de trabalho.

O Aeroporto de Porto Alegre será um dos primeiros beneficiados, já que será concedido para que suas obras de melhoria e expansão sejam completadas de uma vez. 


O objetivo do programa é ampliar as oportunidades de investimento e emprego e estimular o desenvolvimento tecnológico e social, em harmonia com as metas de desenvolvimento social e econômico do País.

O conselho vai elaborar o calendário e a lista das parcerias, concessões, PPPs, arrendamentos e outros tipos de contratos. A execução propriamente dita - desde os estudos prévios de engenharia, jurídico, ambiental e econômico, além da elaboração dos editais e dos leilões - ficará a cargo dos ministérios com a supervisão e o apoio do PPI, que ajudará a coordenar todas as ações para que as parcerias sejam feitas com transparência e agilidade.

Segundo o governo de Temer, o novo formato vai corrigir distorções do modelo usado até então pela equipe da presidente Dilma Rousseff. De acordo com o texto da MP, o PPI pretende retirar entraves burocráticos e excessos de interferência do Estado nos processos de concessão. E vai também proibir expressamente as empresas responsáveis pelos estudos prévios de participar do leilão das outorgas.

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