Foram 29 votos a favor e 22 não.
Muita gente não acreditava que a Assembléia tivesse coragem de enfrentar a vanguarda do atraso - corporações públicas e políticos fisiológicos. O próprio editor não apostava nisto. Mas aconteceu o milagre.
Os gaúchos que acham que o Rio Grande tem saída, possuem agora mais razão para apostar nas mudanças lentas, graduais e seguras que o governo Sartori promove com valentia, contando com o apoio da maioria da Assembléia. O governador é favorecido pelo tamanho da herança maldita deixada por Tarso e também pelo destrambelhamento da gigantesca onda de corrupção, recessão e crise social na qual a vanguarda do atraso nos conduziu.
É preciso que Sartori persista, ouse mais, mas também comece a desenhar com clareza de que modo quer intervir na economia estadual, contando ou não com a participação privada, do governo federal e das prefeituras. A lei de concessões, cujo projeto foi adiado para votação em fevereiro, é um bom começo do que deve ser feito.
Os dias do predomínio das corporações públicas e do fisiologismo político desbragado, parecem com seus dias contados, voltando a ocupar seu papel minoritário dentro da sociedade para a qual juraram servir, mas da qual só se serviram até agora.
Acima, reprodução da capa do livro "Vanguarda do Atraso", organizado pelo jornalista Diego Casagrande. O editor é um dos autores. O livro conta a perseguição atroz sofrida por um grupo de jornalistas gaúchos durante o governo Olívio Dutra, do PT. Exemplares podem ser conseguidos ao preço de R$ 50,00, via polibioadolfobraga@gmail.com É edição antiga. Entrega grátis.
Acima, reprodução da capa do livro "Vanguarda do Atraso", organizado pelo jornalista Diego Casagrande. O editor é um dos autores. O livro conta a perseguição atroz sofrida por um grupo de jornalistas gaúchos durante o governo Olívio Dutra, do PT. Exemplares podem ser conseguidos ao preço de R$ 50,00, via polibioadolfobraga@gmail.com É edição antiga. Entrega grátis.




