CLIQUE AQUI para ler, também, "Quem nos governa", de Maria Lúcia Victor Barbosa.
Em mais um fiasco de proporções olímpicas, a presidente Dilma Rousseff bateu uma porção de recordes negativos no terceiro trimestre e conseguiu superar - para o lado pior - até as projeções mais pessimistas. O PIB foi 4,5% menor que o de julho a setembro do ano passado.
O valor acumulado em 12 meses ficou 2,5% abaixo do apurado no período anterior. O produto da indústria foi 6,7% inferior ao do trimestre correspondente de 2014. O investimento em capital físico, isto é, em máquinas, equipamentos e obras, recuou 15% em relação ao realizado um ano antes. Todos esses dados são os piores da série iniciada em 1996, mas o conjunto de números desastrosos é mais amplo e inclui também o balanço do consumo familiar, arrasado pelo desemprego crescente, pela erosão da renda real, pela dificuldade de acesso ao crédito e pelos juros insuportáveis.
Em mais um fiasco de proporções olímpicas, a presidente Dilma Rousseff bateu uma porção de recordes negativos no terceiro trimestre e conseguiu superar - para o lado pior - até as projeções mais pessimistas. O PIB foi 4,5% menor que o de julho a setembro do ano passado.
O valor acumulado em 12 meses ficou 2,5% abaixo do apurado no período anterior. O produto da indústria foi 6,7% inferior ao do trimestre correspondente de 2014. O investimento em capital físico, isto é, em máquinas, equipamentos e obras, recuou 15% em relação ao realizado um ano antes. Todos esses dados são os piores da série iniciada em 1996, mas o conjunto de números desastrosos é mais amplo e inclui também o balanço do consumo familiar, arrasado pelo desemprego crescente, pela erosão da renda real, pela dificuldade de acesso ao crédito e pelos juros insuportáveis.
A economia se manteve no vermelho em todos os trimestres
de 2015. De janeiro a setembro o PIB foi 3,2% menor que o de igual período de
2014. No fim da semana passada, o mercado financeiro projetava para este ano
uma contração econômica de 3,19%. Em seu último relatório de avaliação de
receitas e despesas federais, o Ministério do Planejamento alterou de 2,44%
para 3,10% a recessão estimada para 2015. O desastre contabilizado até agora já
estimula consultorias e departamentos econômicos de instituições financeiras a
rever as estimativas para o próximo ano. Na última semana, a mediana das
projeções do mercado indicava uma queda de 2,04% em 2016.
Com inflação batendo em 10% e talvez superando esse nível
neste ano, muitos economistas abandonam a perspectiva de redução de juros nos
próximos meses. Alguns admitem até o risco de novo aumento, apesar do tamanho
da recessão. A alta de preços projetada para 2016 já supera 6,6%. Sem
expectativa de melhora sensível nas contas públicas, o Banco Central (BC)
continuará praticamente sozinho na política anti-inflacionária, sem espaço,
portanto, para afrouxar sua política.
CLIQUE AQUI para ler tudo.





