Audiência pública da CPI do Carf será segunda no Plenarinho da Assembléia do RS

Será segunda-feira, dia 14 de setembro, a audiência pública na Assembléia Legislativa, no Plenarinho da Casa, sobre a Operação Zelotes, que revela um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descoberto no Brasil.  Entre os grupos gaúchos investigados pelo pagamento de propinas para anulação de autuações, estão a RBS, R$ 672 milhões; Gerdau, R$ 1,2 bilhão; Mundial, Marcopolo e PP (Partido Progressista).

As informações são da CPI que investiga o caso. 

A Zelotes calculou "acertos" de R$ 19 bilhões, mas com desdobramentos os valors  poderá chegar a R$ 500 bilhões. 

84,6% do povo de São Bernardo do Campo desaprovam governo Dilma

A pesquisa que o Instituto Paraná Pesquisas acaba de enviar ao editor, revela que na cidade onde mora Lula, São Bernardo do Campo, berço da CUT e do PT, a presidente Dilma Roussef enfrenta enorme rejeição popular, enquanto que Alckmin bate recordes de aprovação.

Dilma
Desaprovação, 84,6%
Aprovação, 12,%
Não sabe ou não fala, 3,2%


Alckmin
Aprovação, 58%
Desaprovação, 37,8%
Não sabe ou não fala, 4,2%

Na terra de Lula, São Bernardo, Aécio e Marina bateriam facilmente Lula

Na cidade onde mora Lula, São Bernardo do Campo, o ex-presidente sofreria, hoje, uma derrota devastadora diante de Aécio Neves e Marina Silva, caso a disputa eleitoral para presidente ocorresse neste momento.

Os dados são da Paraná Pesquisas.

Segundo turno
Aécio, 57%
Lula, 26,1%

Primeiro turno
Não sabe, 6,2%
Nenhum, 6,7%
Aécio, 36,8%
M<arina, 23,6%
Lula, 20,3%
Jair Bolsonaro, 4%
Eduardo Cunha,. 2%
Caiado, 0,3%

Para o governo estadual, Serra venceria fácil seus adversários

Serra, 40%
Skaf, 22,7%
Aloizio Mercadante, 8,2%
Kassab, 8,3%
Márcio França, 3,4%

Porto Alegre já tem lista de dez candidatos muito competitivos para a sucessão de Fortunati

O Jornal do Comércio de hoje lista os dez Partidos que neste momento já trabalham para apresentar seus candidatos a prefeito de Porto Alegre.

São eles: PT, PMDB, PCdoB, PDT, PP, Psol, PSDB, PSB, PTB e DEM.

PT é o que tem mais nomes participando da disputa interna, no caso Maria do Rosário, Henrique Fontana e Raul Pont.

PP, com Marcel Van hatten e Kevin Krieger, e PSDB, com Yeda e Marchezan Júnior, vêm em seguida, com dois pretendentes em cada caso.

Os demais são Sebastião Mello, Manuela D'Ávila, Maria do Rosário, Vieira da Cunha, Luciana Genro, Beto Albuquerque, Guga Streit e Onyx Lorenzoni.

São todos candidatos competitivos.

Nas últimas pesquisas do Instituto Paraná Pesquisas, publicadas pelo editor, Manuela e Luciana disparam na dianteira.

É muito provável que alguns Partidos busquem coligações, o que reduzirá o número de candidatos.

A lista do JC só inclui os Partidos de maior expressão, mas se sabe que outros candidatos de Partidos nanicos já estão na disputa.

Negociações entre governos federal e estadual começaram com boas propostas do RS

A primeira da série de reuniões que o ministro Joaquim Levy prometeu fazer entre técnicos da Secretaria Estadual da Fazenda e do Tesouro Nacional saiu ontem, quinta-feira. Os gaúchos pediram a redução do peso das parcelas da dívida do Estado, de 13% da receita corrente líquida todos os meses, R$ 265 milhões, para 10,5%, mas nada ficou definido.

O governo gaúcho saiu satisfeito do encontro:

- Apresentamos nossas propostas, e eles não fecharam as portas. Sabemos que o momento é complicado para o governo federal, mas fomos bem recebidos. Eles pediram mais informações .Entenda a história do endividamento do Rio Grande do Sul

Os representantes do governo do Estado também solicitaram autorização para fazer um novo financiamento em 2016. A ideia é reestruturar parte da dívida extra limite — composta por débitos contraídos após a renegociação do passivo com a União, em 1998, no governo Antônio Britto (PMDB).

A ideia é trocar um empréstimo caro por outro mais barato e com prazo mais longo, de preferência, com carência para o início do pagamento.

Houve sinal verde para levar a proposta adiante. 


Também foi discutida a possibilidade de parcelamento da dívida do Estado com o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), estimada em mais de R$ 400 milhões.

Padilha acompanhará Temer na viagem que começará hoje para Polônia e Rússia

O ministro Eliseu Padilha não virá neste final de semana a Porto Alegre. Ele embarcará hoje a noite com o vice Michel Temer para uma visita oficial de uma semana para a Polônia e Rússia.

A missão estará de volta no sábado que vem.

Ontem a noite, na Globonews, a jornalista Renata Lo Prete disse que Dilma teria feito um apelo para que nenhum dos seus ministros saíssem do País nos próximos dias.

Ar polar envolve o RS em temperatura muito fria

Uma forte massa de ar polar cobrirá o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira. No Estado, o ar polar derrubará a temperatura com frio mesmo à tarde em diversas cidades. Neste momento, 8h03min, Porto Alegre está sob densas nuvens,pouca brisa e muito frio, com temperatura de 12 graus. Em Gramado, segndo o Weather Canal  do iPPhon do editor, 7 graus, com tempo parcialmente nublado.

O começo do dia amanheceu  com sol na maioria das regiões. No decorrer do dia, o tempo firma no Estado todo. A temperatura vai despencar ao entardecer com frio intenso à noite. O vento moderado a forte reforçará a sensação de frio. 


As mínimas ficarão próximas de 0°C em São José dos Ausentes e dos 3°C em Bagé. As máximas, por sua vez, não devem passar 18°C em Torres. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 8°C e 17°C.

Funcionalismo gaúcho decide encerrar greve de duas semanas

As 44 entidades que representam o funcionalismo público estadual gaúcho decidiram encerrar sua greve de duas semanas a partir de hoje.

A volta ao trabalho significa que o povo desassistido voltará a contar com os sofríveis serviços de educação, saúde e segurança pública, que sumiram do mercado.

Hoje,também, o governo pagará a segunda de quatro parcelas do salário de agosto, desta vez novalor de R$ 800,00, conforme informou ontem a tarde o editor. O dinheiro já foi depositado.

Nos dias 15 e 22, o funcionalismo parará de novo. O objetivo é acompanhar a votação do pacote de ajuste fiscal na Assembléia, quando os sindicalistas pressionarão para que nada mude e tudo continue como está.

Standard & Poor's rebaixam 30 empresas do Brasil. Saiba quais são. BB, Bradesco, Itaú, Caixa e Santander estão na lista.

Estas empresas foram rebaixadas pela agência de risco Standard & Poor"s:

• Companhia de Gás de São Paulo (Comgas)
• Companhia Energética do Ceará (Coelce)
• Elektro Eletricidade e Serviços S.A. (Elektro)
• Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras)
• Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (TAESA)
• Neoenergia S.A.
• Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba)
• Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern)
• Companhia Energética de Pernambuco (Ceslpe)
• Itaipu Binacional
• Atlantia Bertin Concessões S.A. (AB Concessões)
• Rodovia das Colinas S.A.
• Triângulo do Sol Auto-Estradas S.A.
• Arteris S.A.
• Autopista Planalto Sul S/A.
• CCR S.A.
• Autoban - Concessionária do Sistema Anhanguera Bandeirantes S.A.
• Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A.
• Rodonorte Concessionária de Rodovias Integradas S.A.
• Ecorodovias Concessões e Serviços S.A.
• Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A.
• Santos Brasil Participações S.A.
• Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras)
• Samarco Mineração S.A.
• Bradesco
• Itaú Unibanco
• Banco do Brasil
• BNDES
• Caixa Econômica Federal
• Santander Brasil


Vítima da maior campanha de calúnias políticas da história do RS, Yeda obtém nova vitória na Justiça Federal

CABO DE GUERRA, o livro de 499 páginas no qual o editor conta em detalhes inéditos a luta diária de Yeda Crusius contra o Eixo do Mal e a batalha pelo Déicit Zero no governo do RS, R$ 75,00, vem aí em 2a. edição. Aquisições para qualquer parte do País e entrega grátis: polibioadolfobraga@gmail.com


Defesa de ex-governadora obteve vitória para trancar mai uma vez o processo que tramita em Santa Maria, decorrente da Operação Rodin. MPF tem insistido em manter acuada a ex-governadora. 

A decisão foi do TFR4, o famoso Tribunal Regional Federal da 4a. Região, que tem se notabilizado nas sucessivas rejeições dos investigados presos pela Operação Lava Jato, como Zé Dirceu e Marcelo Odebrecht. 

A ação permanecerá suspensa até que outros recursos sejam julgados em Brasília.

Nestas terça-feira, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, vice-presidente do tribunal, deferiu  medida cautelar pleiteada pelo advogado Medina Osório e foi duro ao analisar os prejuízos morais e políticos  (assassinato de reputação) que vêm sendo enfrentados por Yeda.

Na decisão, o desembargador escreveu: 

- No que pertine ao periculum in mora, tenho que a demora poderá causar prejuízos não somente aos direitos políticos da requerente, mas também de ordem moral e individual, com possível violação ao princípio da dignidade, acarretando grave dano ou de difícil reparação.

 Com isso, a ação em relação à Yeda fica parada até o julgamento dos recursos da defesa pelo Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça.


"Yeda foi vítima da maior calúnia política da história do Rio Grande do Sul e vem sendo 
sistematicamente perseguida. Fizeram uma devassa em sua vida e não encontraram nada, tanto que os fatos foram todos arquivados na esfera criminal. Esta ação de improbidade é um absurdo _ disse Medina Osório.

Debate na PUC, esta noite, ignora Mensalão e Petrolão, mas reúne petistas e psólicos para criticar o Congresso

O deputado Paulo Pimenta, PT do RS, e a professora Ruth Ignácio, comandarão o debate previsto para as 19h no auditório da PUC do RS, tudo para discutir o que os organizadores do evgento chamam de "sociedade da intolerância e congresso conservador".

O deputado é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Seu Partido, o PT, é protagonista central dos dois escândalos de corrupção mais devastadores jamais implementados até hoje na história política do Brasil, o Mensalão e o Lava Jato, tudo para beneficiá-lo e mantê-lo indefinidamente no Poder.

Paulo Pimenta chegou a brilhar na fase inicial do Mensalão, quando foi flagrado pelo ex-deputado Redecker em confabulações com o bandido Marcos Valério na garagem da Câmara. O caso acabou custando-lhe a vaga que tinha na CPI dos Correios.

Dilma desafia seus opositores: "Daqui não saio e daquininguém me tira"

Questionada se, em algum momento, a renúncia já lhe passou pela cabeça, presidente respondeu "não" em entrevista ao jornal Valor Econômico:

- Eu não saio daqui, não faço essa renúncia. Não devo nada, não fiz nada errado. E mais. Acho que a popularidade da gente é função de um processo. De fato, a minha está bem baixa hoje.

Dilma Rousseff admitiu que os cerca de 7% de aprovação de seu governo a incomodam:

- Ninguém, em sã consciência, não se incomoda, mas estoua  otimista e acredito no futuro deste país. Acredito que vamos sair dessa dificuldade.

PF faz operação contra fraudes em pagamentos de prêmios da loteria

A direção da Caixa Federal informou há pouco ao editor que está colabofrando com as investigações. No total, 54 mandados são cumpridos em GO, BA, SP, SE, PR e no DF. Entre os suspeitos no caso estão o ex-jogador Edílson e um doleiro.


A reportagem a seguir é assinada pelos jornalistas Vitor Santana e Fernanda Borges, G1. leia tudo:

A Polícia Federal realiza desde a manhã desta quinta-feira (10) uma operação contra uma quadrilha especializada em fraudar os pagamentos de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal. No total, 54 mandados judiciais são cumpridos em Goiás, Bahia, São Paulo, Sergipe, Paraná e no Distrito Federal. Entre os suspeitos de envolvimento estão o ex-jogador da Seleção Brasileira Edílson e um doleiro.

Dos mandados, cinco são de prisão preventiva, oito de prisão temporária, 22 conduções coercitivas e 19 de busca e apreensão. Até as 11h, nove mandados de prisões preventiva e temporárias foram cumpridos, sendo três em Goiás. Além disso, no estado, foram realizadas sete buscas e apreensões e uma condução coercitiva.
saiba mais

De acordo com a corporação, o esquema desviou mais de R$ 60 milhões em bilhetes premiados, não sacados pelos ganhadores, que deveriam ser destinados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). No ano passado, os premiados na loteria deixaram de resgatar R$ 270,5 milhões.

No total, 250 policiais federais participam da operação, que tem supervisão do Ministério Público Federal e do Setor de Segurança da Caixa Econômica Federal. Já foram apreendidos diversos cartões bancários, cédulas de documentos falsos, além de modems, que eram usados em desvios de dinheiro pela internet.

Esquema
Segundo a PF, a investigação, iniciada em outubro do ano passado, apontou que o esquema criminoso contava com a ajuda de correntistas da Caixa Econômica Federal, que eram escolhidos pela quadrilha por movimentar grandes volumes financeiros e que também seriam os responsáveis por recrutar gerentes do banco para a fraude.

Entre esses suspeitos está o ex-jogador Edílson, que negou, por telefone, qualquer envolvimento com o caso. Agentes da PF apreenderam discos rígidos e computadores na casa dele, em Salvador.
Ainda segundo a PF, quando os criminosos estavam de posse de informações privilegiadas, entravam em contato com os gerentes para que eles viabilizassem o recebimento do prêmio por meio de suas senhas, validando, de forma irregular, os bilhetes falsos.
"A fraude não está no sorteio, ela está na validação fraudulenta dos bilhetes. Qualquer bilhete premiado tem o prazo de 90 dias para ser retirado. O sistema da Caixa emite um alerta quando falta oito dias para prescrever esse bilhete. Com base nessas informações privilegiada, servidores da Caixa repassava quais seriam esses bilhetes para membros da quadrilha", explicou a delegada Marcela Rodrigues de Siqueira.

Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que “já vem colaborando com as investigações da Operação Desventura” e que “manterá cooperação integral com as investigações em curso”. A instituição destacou, ainda, que “está tomando todas as providências de abertura de processos disciplinares, apuração de responsabilidades e afastamentos, nos casos de envolvimento de empregados do banco”.

Os policiais federais também identificaram fraudes na utilização de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), ConstruCard, que é o financimento da Caixa para a compra de materiais de construção, e liberação irregular de gravames  de veículos.

“Essa é uma forma inédita de ação. Hoje a gente espera que tenha conseguido desarticular essa quadrilha”, afirmou o procurador da República Hélio Telho.

Durante a investigação, um integrante da quadrilha foi preso ao tentar aliciar um gerente para o saque do prêmio de um bilhete no valor de R$ 3 milhões. Meses depois ele foi liberado e, segundo a PF, morreu em circunstâncias que ainda estão sendo apuradas.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de integrar organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e corrupção.


Instalado no Congresso o Movimento Parlamentar Pró-Impeachment

A foto ao lado foi enviada por Whats App pelo advogado gaúcho e consultor jurídico da bancada do DEM no Congresso.

Ela registra a instalação da Movimento Parlamentar Pró-Impeachment, esta manhã.

O Pixuleco frequentou a reunião e depois foi levado ao plenário pelo senador Caiado, irritando os representantes do PT, que tentaram tomar-lhe o boneco.

Esta manhã, o líder do PSDB, Carlos Sampaio, disse ao UOL que já tem 280 das 342 assinaturas necessárias para en caminhar e aprovar o impeachment.

O cartão roxo que tem fila de espera e desafia os bancos

A reportagem a seguir é de Geraldo Samor, site www.veja.com.br desta segunda-feira. Ele conta a história do  Nubank — que apesar do nome não é banco, e sim uma ‘instituição de pagamentos’ aos olhos do Banco Central — é uma startup que oferece um cartão de crédito MasterCard Platinum internacional. O cartão não cobra anuidade nem nenhuma outra tarifa, e oferece taxas de juros muito menos cortantes do que os cartões tradicionais. Enquanto a taxa média de juros oferecida pelo Itaucard ou pelo Bradesco fica entre 13% e 16% ao mês, a taxa máxima praticada pelo Nubank é de 7,75% ao mês; clientes com perfil de crédito de coroinha de igreja chegam a pagar 2,75% ao mês.

Leia tudo:

Num prédio de três andares no Jardim Paulista, em São Paulo, uma equipe de 130 geeks, nerds e descolados está construindo uma empresa para roubar dos grandes bancos um pedaço de um negócio que movimenta bilhões de reais por ano e sobre o qual todo brasileiro tem algo a reclamar: cartões de crédito.

O Nubank não divulga quantos usuários já tem, mas diz que 500 mil pessoas já pediram o cartão — o mesmo número de brasileiros que já baixaram o Uber — e que há mais 100 mil na lista de espera. (Nem todo mundo que pede o cartão tem o crédito aprovado.)

Por trás da ‘mágica’ das taxas baixas do NU há dois diferenciais em relação ao modelo de negócios dos grandes bancos.

Primeiro, o NU minimiza os riscos de fraude e de perda de crédito — que afetam a composição da taxa, puxando-a pra cima — por usar tecnologia em toda a sua interface com o cliente.

Como recebe todas as propostas pelo app, o Nubank ganha acesso a informações ricas sobre o cliente, como o ‘device’ que ele está usando, suas coordenadas GPS, seu número de telefone etc.. Triangulando essas informações, o sistema consegue mapear potenciais golpistas para uma análise mais fina. “Temos mais informações para analisar do que outras instituições que trabalham com cartão de crédito para não-correntistas,” diz Cristina Junqueira, uma das fundadoras do NU depois de trabalhar 10 anos em serviços financeiros, incluindo passagens pelo Itaú e pela Luizacred.

O segundo diferencial é que, por não ter que remunerar nem uma rede física de agências nem milhares de funcionários, o Nubank tem um custo operacional muito baixo. Os bancos têm um custo alto de aquisição de novos clientes — o marketing, a mala direta e os funcionários terceirizados que oferecem o cartão na saída do supermercado — e custos de ativação, que incluem campanhas para incentivar o uso do cartão. (Estima-se que um grande banco emissor tenha um custo de aquisição/ativação de 130 a 170 reais por cliente. Este custo sobe quanto maior for a renda do cliente prospectivo.)

Como no Nubank é o cliente quem vai atrás do cartão, o custo de aquisição é baixíssimo, e o de ativação, inexistente.

Hoje, o Nubank consulta as mesmas fontes de dados que os grandes bancos na hora de avaliar o risco do cliente — birôs de crédito como o Serasa Experian e o Boavista. Mas a empresa está se preparando para incluir ‘dezenas de milhares de variáveis’ em sua análise de risco, o que poderá distânciá-la ainda mais dos concorrentes. “Em vez de termos simplesmente uma taxa média mais baixa que a dos outros, como é hoje, queremos ter quase uma taxa por cliente,” diz Junqueira.

O Nubank é uma de várias empresas tentando oferecer, numa plataforma digital, o que os bancos oferecem com agências, marketing e força de vendas. A tendência é que este setor — conhecido pelos investidores de venture capital como ‘FinTech’ — cada vez mais abocanhe negócios historicamente dominados pelos bancos. Talvez o caso mais bem-sucedido no mundo do FinTech seja o PayPal, que permitiu pagamentos sem a intermediação dos bancos, e o LendingClub, um app de empréstimos pessoais.

O maior investidor do Nubank é o Sequoia, um fundo que já financiou dezenas de empresas que atingiram escala mundial — incluindo o WhatsApp, o AirBnB e o Instagram — e cujo fundador, Don Valentine, investiu na Apple em 1978. Em junho, os fundos Tiger Global, QED Investors e Kaszek Ventures entraram como sócios do Nubank com um aporte de 90 milhões de reais. (A primeira rodada de investimentos foi de US$14,3 milhões.)

O modelo de negócios do Nubank é inspirado no Capital One, uma empresa de cartão de crédito que chacoalhou o setor nos EUA nos anos 90. Numa época em que a internet mal tinha saído da cabeça do Al Gore, o Capital One foi o pioneiro de um modelo de avaliação de risco chamado ‘information-based strategy’, que consistia em usar o máximo de dados para segmentar as ofertas aos clientes. Na época, os cartões de crédito nos EUA cobravam exatamente a mesma taxa de todos os clientes. Nigel Morris, um dos fundadores do Capital One, é hoje um dos investidores e conselheiro do Nubank. (O Capital One é hoje um banco com 65 milhões de clientes no mundo todo.)

O NU corre o risco de não ganhar massa crítica se a maioria dos clientes dos bancos permanecer onde está, o que pode acontecer por inércia ou pela percepção de que há uma vantagem no ‘one-stop banking’ (ou seja, o cliente poder fazer tudo no mesmo lugar). Além disso, alguns bancos já acordaram para o imperativo digital e estão investindo bilhões para substituir agências pesadas por plataformas tecnológicas; se estes custos menores forem divididos com o cliente na forma de taxas menores, a vantagem comparativa do Nubank pode diminuir com o tempo.


Mas cada vez mais os bancos — uma indústria regulada, cara e pesada — vêem o FinTech como ameaça… e uma fonte inesgotável de inspiração

Bancos sugerem que seus clientes não se mexam diante da crise do rating.

O editor acaba de visitar um dos bancos da cidade, onde foi encaminhar um empréstimo consignado, mas acabou colocando a mão no comunicado a seguir, enviado hoje para seus clientes mais abonados.
O texto vai na íntegra, porque ele reflete a posição de toda a banca brasileira, preocupadíssima com o rebaixamento da nota de rating soberano por parte da S&P, mas ao mesmo tempo buscando opções para negócios, sobretudo investimentos, com seus clientes.

Leia tudo:

A respeito do rebaixamento da nota de rating soberano por parte da Standard & Poor's, decisão divulgada ontem e hoje amplamente noticiada:

• O rebaixamento desta nota por parte da S&P já era esperado, talvez apenas para o ano que vem, mas o mercado já vinha precificando nos juros praticados este evento. Ressalte-se que a S&P é, historicamente, a primeira agência de rating a efetuar movimentos deste tipo, tendo sido a primeira a atribuir grau de investimento ao Brasil em 2008;

• O país ainda possui grau de investimento nas outras duas agências de rating – Moody's e Fitch - , o que permite ainda a fundos estrangeiros (especialmente de pensão) aplicarem em nosso país. A Fitch ainda concede nota BBB em sua escala, dois degraus acima do grau de investimento, enquanto a Moody's atribui nota Baa3 em sua escala com viés negativo, o que representa a nota mais baixa com grau de investimento, porém esta agência reavaliou a nota, em sua visita ao país, há menos de um mês, não tendo perspectiva de reavaliação ainda neste ano;

• Os mercados abriram em grande aversão ao risco na manhã de hoje com grande aumento nas curvas de juros, porém os agentes já estão mais tranquilos e amenizando as oscilações;

• A ata do COPOM divulgada hoje mostra que o ciclo de alta nos juros básicos se encerrou, com tendência a estabilidade até o final do ano para posterior início de trajetória de queda, visando reativar o dinamismo da economia;

• Para os clientes que não precisam de liquidez e estão atrelados majoritariamente na renda fixa o cenário é muito positivo.

• A inflação, principal temor do governo neste ano, já apresenta números mais acomodados, destaque para os 0,22% observados no mês de agosto, muito abaixo dos meses anteriores;

• Reafirmamos nossa ideia de que o horizonte de médio e longo prazo para o país é positivo.
                                                            
Ante o exposto, sugerimos que não sejam tomadas decisões de realocação neste momento, especialmente motivadas pela emoção das notícias recentes. Casos pontuais são analisados na consultoria do dia-dia.


Os refugiados só querem saber da Inglaterra e da Alemanha, desprezando pobretões como França, Itália e Espanha.

Envia de Budapeste o leitor Roni Cardoso de Melo, via Whats App

Os refugiados agrupam-se aqui em barracas sob viadutos e ao lado da gare ferroviária. Eles não querem ir para Rússia ou Israel, porque são pobres e a bala come solto. Todos querem Alemanha e Inglaterra, porque nem a França serve. Teme-se muito pelo recrudescimento do terrorismo e dos atentados. 

Governo vai pagar mais R$ 800,00 para 347 mil funcionários estaduais nesta sexta-feira

A secretaria gaúcha da  Fazenda confirmou esta tarde  o pagamento da segunda parcela de R$ 800,00 líquidos para a folha salarial do Poder Executivo, que representa R$ 230 milhões para as 347 mil matrículas.

O governo do RS tem 347 mil funcionários ativos e inativos, mais inativos do que ativos.

Governo do RS paga dívida com a União. Contas do Estado foram desbloqueadas nos bancos.

A partir do ingresso da receita de ICMS, a Secretaria da Fazenda conseguiu reunir na manhã desta quinta-feira os recursos necessários para quitar os R$ 265,4 milhões da parcela atrasada da dívida com a União, o que motivou o bloqueio das contas do Estado desde o dia 1º deste mês. A restrição havia sido imposta pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) no dia seguinte ao vencimento da dívida de agosto. Neste período, toda a arrecadação de impostos foi transferida pelo Banrisul de maneira automática para uma conta específica do Banco do Brasil, e os únicos pagamentos realizados foram garantidos a partir das reservas nos depósitos judiciais.

Adotada pela Fazenda na virada do mês, a medida teve como objetivo evitar bloqueios ou sequestros de recursos necessários para despesas emergenciais e de verbas de outros poderes e instituições públicas. Nos primeiros dias deste mês, período que coincide com um baixo ingresso de receita, foram pagos os seguintes compromissos:

· Folha das Fundações: R$ 25 milhões

· Precatórios (recursos disponíveis ao Poder Judiciário): R$ 32 milhões

· Fundo de Segurança Pública: R$ 4,8 milhões

· Recursos da CEEE (pagamento da Anaeel): R$ 8,6 milhões

· Juros pelo uso dos Depósitos Judiciais: R$ 26,4 milhões

· Sequestros de RPVs e medicamentos: R$ 9,6 milhões

· Tributos (INSS e ISSQN), Estagiários, Vale Refeição das Fundações: R$ 5,5 milhões

· IPE Previdência Patronal; R$ 17 milhões

· FGTS: R$ 2,3 milhões

· Férias das Fundações: R$ 3 milhões

Além dessas despesas, recursos na ordem de R$ 30 milhões de saldos dos duodécimos dos Poder Judiciário, Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas e Ministério Público integravam o saldo de R$ 170 milhões que estavam blindados nos depósitos judiciais. Outros R$ 100 milhões nos depósitos judiciais representam um espaço de segurança para saques por decisões judiciais. Importante observar que, no mês passado, uma única ação julgada pelo Judiciário culminou com o saque de R$ 92 milhões da conta dos depósitos judiciais.



Opinião do editor - A importância de não confundir imigração desejada, refúgio indesejado e exílio necessário.

Um dos leitores desta página escreveu o seguinte:

Sou descendente de italianos , alemães e espanhóis e creio que a vinda deles como imigrantes para cá só acrescentou aos valores de honradez e integridade do Brasil. Acredito que os imigrantes que para cá se dirigem agora venham com os mesmos sentimentos que moveram meus avós... começar uma nova vida... trabalhar muito... e viver em paz com a sua família.

A opinião do leitor tem sido compartilhada por muitos outros.

O editor não quer que os leitores confundam refugiados com imigrantes ou até com exilados. São gêneros diferentes.

O editor defende a atração e o abrigo de imigrantes, e unicamente de imigrantes, mas desde que isto seja do interesse nacional e no âmbito de políticas públicas claras e bem definidas.

O leitor, como também o editor, que tem entre seus sobrnomes também o nome Radtke, da sua mãe, é descendente de alemães que imigraram para território brasileiro num movimento organizado pelo governo, atendendo interesses nacionais de colonização, da mesma forma que aconteceu com italianos e japoneses mais tarde. 

A presença de refugiados e exilados será sempre bem vinda quanto isto acontecer com características que não se confundam como o cumprimento de rota de imigração não desejada.

Veja abaixo o vídeo feito pela jornalista britânica Stacey Dooley na sua cidade natal, Luton, Inglaterra. CLIQUE AQUI para saber mais sobre a jornalista.


https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/