Pratos quebrados entre Marcel Van Hatten e Manuela D'Ávila
Não convidem para a mesma mesa os deputados Manuela D'Ávila e Marcel Van Hatten.
Artigo, Marina Silva, UOL - Pelas lições que insiste em não querer aprender, Dilma já foi 'saída'
Mais uma vez, manifestações. A favor e contra o
impeachment da presidente da República. Desta vez com alterações ainda maiores
no tom das vozes e no teor das falas. Houve até quem ameaçasse fazer barricadas
nas ruas. Ainda bem que era apenas retórica. Em todo o país, ocorreu de
forma pacífica o exercício legítimo do direito da sociedade de protestar
contra os que usurpam suas vitórias e roubam suas esperanças.
Podemos concordar com todas as falas, todas as faixas,
todas as narrativas? Claro que não, mas a honestidade impõe reconhecer que as
ruas mostraram uma monumental e muito relevante insatisfação contra a corrupção
e a mentira entranhadas nas instituições e nas relações de poder.
Contra a deterioração da situação econômica do país
pairando sobre a vida de todos. Contra os acordos sub-reptícios que ainda
continuam sendo feitos visando benefícios políticos de curto prazo,
atentatórios ao interesse da sociedade e à integridade do Estado. A favor da
ação independente da Justiça e dos órgãos de investigação.
Tenho denunciado, com a insistência que os meios à minha
disposição permitem, a atitude lamentável de alguns políticos – incluindo
alguns dos atingidos pela crise política e pelas denúncias de corrupção – de
instrumentalizar o momento e as instituições, aproveitando-se
dos problemas em vez de buscar soluções compatíveis com o interesse
público e o clamor por mudanças.
É o uso perverso da máxima que diz que "crise é
sinônimo de oportunidade". Buscam a oportunidade de melhorar seu cacife no
jogo do poder, enquanto a sociedade está nas ruas questionando, cada um à sua
maneira, o estrago que esse jogo faz, e tenta continuar fazendo, na vida do
país e dos cidadãos. O vaivém de manobras no espaço institucional
para proteger pessoas e grupos só agrava a instabilidade política, social
e econômica, e gera revolta.
As manifestações são legítimas. Elas são o termômetro da
crise política, e não se pode culpar o termômetro por indicar a gravidade
da febre. A responsabilidade dos que receberam um mandato é enorme e, se
traíram a confiança da sociedade, precisam se explicar perante a Justiça e se
submeterem às penas, caso o ilícito seja comprovado. Esperemos que este
seja um caminho sem volta no Brasil.
Governabilidade pragmática
Nas vésperas das manifestações, fiz a seguinte
postagem: "O Game of Thrones da política colocou em risco tudo o que
a sociedade brasileira alcançou de mais importante nas últimas décadas:
democracia, estabilidade econômica, inclusão social. (...) Se queremos
interromper o ciclo pernicioso que solapou as conquistas de décadas de
trabalho, temos que garantir que o combate à corrupção não seja interrompido. É
no sucesso das investigações e na exemplar punição dos culpados que está a
chance do Brasil de recuperar a confiança em si mesmo. O resultado será uma
oportunidade para a necessária mudança cultural: uma nova atitude dos governos,
dos parlamentos, das empresas, das instituições e de todos os cidadãos e
cidadãs. Um país que se eleva, pois se leva a sério".
Se, de fato, queremos mudar e estabilizar a mudança, precisamos
fechar o ciclo da nefasta governabilidade pragmática feita com base na
distribuição de cargos, assentos em conselhos e ministérios com altos
orçamentos, tendo como finalidade maior a continuidade no poder e ganhos
descabidos à custa do Estado.
Ela é fonte permanente de corrupção, fragilização e
descontinuidade de políticas públicas, além de enterrar a ética como elemento
indispensável ao exercício da função pública. Precisamos transitar para um
modelo de governança que componha o governo e construa
sua base parlamentar com o lastro de um programa fortemente
legitimado pela sociedade e aberto à sua participação e fiscalização.
Isso se chama institucionalização das conquistas, em
lugar da apropriação indébita delas, como se pessoas ou partidos fossem seus
donos. Apropriação esta que se completa com a tentação de se perpetuar no
comando do país, lançando mão de meios que, na prática, inibem a alternância no
poder e colocam em risco o fortalecimento da democracia.
O Brasil precisa parar de dar cheque em branco a seus
governantes e começar a exigir clareza e cumprimento de programas. Não pode
mais se deixar levar, como aconteceu nas eleições de 2014, pela ditadura do
marketing, pela lei do mais forte, pelos slogans vazios e pela agressividade
das mentiras. Continuar a proceder assim é alimentar as ervas daninhas que
crescem frondosas no quintal da política tradicional, regadas a acertos
espúrios e dando sobrevida contínua a figuras e atitudes que já fizeram muito
mal ao país.
Os que estão hoje em posição de poder – especialmente os
que têm alguma participação na gestão culposa ou dolosa que resultou
na crise atual – devem aceitar a ativa vigilância da sociedade e não
tentar desqualificá-la. Não é hora de manobras de bastidores pactuadas por
poucos. Não é mais hora da desculpa
Celso Loducca não é mais presidente da Loducca
Na manhã de hoje (19), Celso Loducca anunciou sua saída da presidência da Loducca, agência que fundou há 20 anos.
O cargo será assumido por Guga Ketzer, criativo há 17 anos na agência. Com a saída de seu fundador, a agência passará por uma mudança de nome, que será anunciado nos próximos meses. A marca Loducca já pertencia a Celso e segue com ele.
Segundo Guga Valente, presidente do Grupo ABC, a transição do posto já vinha sendo preparada há muito tempo
O cargo será assumido por Guga Ketzer, criativo há 17 anos na agência. Com a saída de seu fundador, a agência passará por uma mudança de nome, que será anunciado nos próximos meses. A marca Loducca já pertencia a Celso e segue com ele.
Segundo Guga Valente, presidente do Grupo ABC, a transição do posto já vinha sendo preparada há muito tempo
O que valeu para Ana Affonso não valerá para Manuela D'Ávila ?
Ao lado, a deputada comunista Manuela D'Ávila. -
No início do ano passado, a Mesa Diretora da Assembléia
acatou projeto apresentado pela deputada Ana Affonso, PT, cunhada do presidente
estadual do Partido, que conseguiu estender sua licença maternidade para 120
dias e dispensar a convocação de suplente, o que lhe garantiu salários integrais e todas as vagas dos seus correligionários no gabinete.
Um benefício corporativo enorme.
Ninguém se opôs.
Curiosamente, ontem o editor ficou sabendo do Projeto de
Resolução 18/2015, agora apresentado pelo mesmo PT, no caso pelo deputado Luiz
Fernando Mainardi, dispondo sobre novo inciso ao artigo 38 da Resolução 2.514,
que trata do mesmo assunto, a convocação de suplente de deputado em caso de
licença maternidade.
O que quer o líder do PT ?
"Restabelecer a representatividade do Plenário do
Parlamento Gaúcho (...) porque a regra atual, que prevê a licença parlamentar
sem a convocação do suplente por período de até 120 (cento e vinte) impõe uma deformidade
representativa por período que atinge até um terço do exercício legislativo".
No ano passado, o PT não pensou assim, porque queria
beneficiar a deputada Ana Affonso.
E por que razão mudou de idéia ?
Porque está em jogo o caso da deputada Manuela D'Ávila,
PCdoB, sua aliada, que terá filho a qualquer momento, não será substituída e
com isto a oposição teria um voto a menos, já que a parlamentar entrará de
licença maternidade por 120 dias, garantindo salários, gabinete e empregos.
O deputado Luiz Fernando Mainardi resolveu fazer um pit
stop na tramitação do seu Projeto de Resolução.
Artigo, JR Guzzo, Exame - Na prática, o governo já renunciou
Eis Aí o Brasil, mais uma vez, diante de mais
uma dessas situações em que não dá para saber, realmente, como seria possível encontrar
soluções quando o responsável pelo encontro dessas soluções acha que não há
problemas — ou, se porventura houver algum, atribui sua existência a causas
imaginárias.
É a velha história do cidadão que perdeu o relógio no
jardim e procura por ele no quintal, ou nem sabe que perdeu alguma coisa. Tanto
faz: em qualquer dos casos é certo que não vai encontrar nada. O presente
governo da presidente Dilma Rousseff, que já há bom tempo se transformou
num ex-governo, meteu o país nesse impasse permanente, e não dá nenhum sinal de
que tenha capacidade de sair dele.
Como sair do beco se o governo não reconhece que está num
beco? A última palavra oficial sobre a questão, que é a mesma de ontem e de
anteontem, foi dada dias atrás pela presidente, pelo ex-presidente Lula e pelo
PT, no programa de propaganda dos partidos políticos que a população é
obrigada, de tanto em tanto tempo, a ouvir no rádio e ver na televisão, em
cadeia nacional.
Ali, no meio da barulheira de panelas e buzinas que
ressoou por todo o Brasil em sinal de protesto, como vem acontecendo cada vez
que o governo abre a boca, nossas mais altas autoridades garantiram a todos que
estão cuidando muito bem de tudo. Vá lá, disseram — talvez não estejamos
fazendo exatamente o ideal, mas estamos fazendo melhor do que qualquer governo
que veio antes de nós.
Se há uma ou outra dificuldade, a culpa é da “crise
internacional”, não nossa, e se ninguém sabe que crise é essa — bem, paciência.
Daqui a pouco vai estar tudo beleza de novo. Parem de nos incomodar; Lula já
está de “saco cheio”. Não existe nos registros da ciência terapia conhecida
para o tratamento desse tipo de patologia.
Alguma saída vai acabar aparecendo, mais cedo ou mais
tarde; já aconteceu antes, como na patética comédia do governo Fernando Collor,
e vai acontecer de novo. Enquanto isso, o que se tem é o convívio com a
provação. O ponto que mais chama a atenção, no momento, não é exatamente o
boletim que anota a cada dia as misérias do atual desempenho da economia.
É sempre mais do mesmo. A inflação, em sete meses de
2015, já estourou a meta do ano inteiro. (Por falar nisso: talvez não exista
meta, mas, quando for atingida essa meta que não existe, o governo vai dobrar a
meta. É o que reza a atual filosofia da presidente Dilma.) O dólar sobe em ritmo
de república bananeira, quando a população é capaz de acreditar em tudo, menos
na seriedade da moeda que tem no bolso.
Estima-se que mais de 100 000 empregos estejam
desaparecendo a cada mês — e por aí segue a procissão. O fato que realmente
incomoda, neste momento, é a falência política em volta das derrotas
econômicas. Essa bancarrota se expressa, sobretudo, na pura e simples
incapacidade de governar por parte dos que foram eleitos para cumprir essa
obrigação.
O governo de Dilma, Lula e PT deixou de governar o Brasil
em algum momento da campanha eleitoral do ano passado, quando renunciou a todas
as suas responsabilidades para alcançar o objetivo único de se reeleger por
mais um período. De lá para cá, não voltou a dar sinais de vida. O resultado
disso, como comprovado mais uma vez no último programa oficial que levou ao ar,
é umgoverno que se declara em estado de hostilidade contra os 70% da
população que o condena — os piores índices já registrados na história nacional
das pesquisas de opinião.
Não foi capaz, do primeiro ao último minuto do programa,
de propor uma única ideia coerente para lidar com nenhum dos problemas urgentes
que estão aí. Empenhou-se, sombriamente, em ameaçar os brasileiros com
“consequências trágicas” caso não se conformem com a crise que ele próprio
criou e mantém.
Continua em guerra contra as investigações judiciais que
apuram a corrupção sem limites da máquina do Estado. Considera inimigos os
cidadãos que forem para as manifestações de rua deste dia 16 de agosto.
Vai piorar antes de melhorar.
Poder Judiciário decidirá, hoje, que tipo de ajuda dará ao caixa do Tesouro do Estado
O Poder Judiciário do RS poderá decidir esta tarde, 18h, se deixará de cobrar os juros pelo uso dos
depósitos judiciais por parte do executivo — valor que é pago mensalmente.. Somente em
2015, o Estado já pagou R$ 538,5 milhões pela utilização destes valores
Como se sabe, quando o Poder Executivo saca recursos dos
depósitos judiciais, ele precisa pagar pela correção do montante. O valor depositado é corrigido pela Taxa Básica de Juros (Selic) — hoje em
14,25%. Ou seja, o Estado paga 14,25% para usar o dinheiro.
Do total desse tipo de juros (14,25%), o percentual que corresponde ao
juro da poupança (cerca de 7%) é a correção que vai às partes do processo. O
que sobra deste valor vai para o Poder Judiciário (cerca de 7%), descontada a
taxa de administração por parte do Banrisul.
Sacados mês a mês como alternativa para financiar o rombo
nas contas públicas do Rio Grande do Sul, os depósitos judiciais utilizados até agora geraram uma conta de mais de R$ 538,5 milhões ao Poder
Executivo.
Caso o valor for projetado para um ano, o gasto será de
aproximadamente R$ 1 bilhão. É um valor semelhante ao que o Estado desembolsa
para pagar a folha mensal do funcionalismo (R$ 1,1 bilhão). É como se o Estado
pagasse um 14º salário, ou uma décima quarta folha. O valor devido em apenas um
ano também seria suficiente, por exemplo, para pagar quase a totalidade de uma
das obras mais importantes do Estado nos últimos anos: a BR-448 (Rodovia do
Parque), na Região Metropolitana de Porto Alegre, que custou R$ 1,3 bilhão.
Neste ano, o mês que o Estado mais gastou com correção dos
depósitos foi junho: R$ 88,9 milhões. É uma média de R$ 3 milhões de reais por
dia em juros. Em segundo lugar, está o mês de março: foram gastos R$ 82
milhões. Em seguida, maio: R$ 81,5 milhões. O valor é variável porque a taxação
é sobre o valor total da dívida.
Piratini passa maus sinais cruzados na área de gestão de pessoal
É uma imprudência e falta de percepção política o envio para a Assembléia do projeto que autorizou contratações emergenciais na Metroplan.
O Piratini parece pouco atento às suas contradições.
Já aconteceu algo parecido quando deu sinal verde para a contratação do filho do secretário da Segurança Pública por parte da secretaria da Saúde, mesmo depois de denúncia anterior sobre nepotismo cruzado.
O Piratini parece pouco atento às suas contradições.
Já aconteceu algo parecido quando deu sinal verde para a contratação do filho do secretário da Segurança Pública por parte da secretaria da Saúde, mesmo depois de denúncia anterior sobre nepotismo cruzado.
Procurador diz ter provas cabais sobre corrupção e propinas na Operação Zelotes
Ao lado, Jorge Gerdau, um dos donos do grupo Gerdau. -
Os trabalhos da Operação Zelotes, que apuram se
integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) receberam
suborno para suspender julgamentos e alterar votos a fim favorecer empresas
autuadas pela Receita Federal, apresentam valores desviados equivalentes aos da
Operação Lava Jato, que investiga a corrupção na Petrobras. A afirmação é do
procurador da República Frederico Paiva, responsável pela Zelotes, em
entrevista dada ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, nesta
terça-feira.
As denúncias devem ser apresentadas na primeira quinzena de setembro. Entre as empresas gaúchas investigadas estão RBS, Gerdau e Marcopolo. Paiva acredita que será possível recuperar R$ 5 bilhões de impostos desviados, dos R$ 19 bilhões que estão sob análise em pelo menos 70 processos.
Órgão ligado ao Ministério da Fazenda, o Carf é uma
espécie de tribunal administrativo que julga débitos tributários de empresas
com o Fisco. Para o representante do Ministério Público Federal (MPF), existem
“elementos sólidos” contra as empresas investigadas. “As denúncias contam com
provas cabais de corrupção muito bem fundamentadas”, enfatizou.
Apesar de ser semelhante à Lava Jato em termos
monetários, a Operação Zelotes não conseguiu o deferimento de prisões nem
avançou com delações premiadas. “Formulei medidas investigatórias que foram
indeferidas e pedidos de prisões que não foram adiante”, disse Paiva.
Ele reconheceu que existem dificuldades no combate a
crimes econômicos no Brasil. “O crime econômico é tratado de maneira diferente
no Judiciário brasileiro”, observou. Para Paiva, corruptos e corruptores terão
penas mais severas somente com a modernização das leis. “A mudança é lenta, mas
acredito que, aos poucos, o Brasil e o poder Judiciário vão mudar. Os cofres
públicos não aguentam o sistema político atual”, afirmou.
Zambiasi sai da RBS. Radialista poderá ser candidato a prefeito de Porto Alegre.
Um dos nomes mais populares do rádio gaúcho, Sérgio
Zambiasi não está mais no Grupo RBS. A saída do radialista surpreende
principalmente pelo momento de restruturação da área de rádios pelo qual passa
o grupo. Seu nome, ao lado de Gugu Streit, vinha sendo anunciado para a nova
programação da emissora que, em setembro, terá sua estreia no dial 92.1 FM.
Segundo a empresa, a decisão foi tomada em comum acordo.
Em nota, o Grupo RBS informou que “se orgulha de ter dividido com Zambiasi e
com os ouvintes da Rádio Farroupilha as últimas três décadas de convívio,
reconhecendo sua contribuição para a sociedade e agradecendo por seu trabalho e
profissionalismo”.
A demissão do radialista surpreendeu o mercado e os ouvintes da Rádio Farroupilha.
Ele é o presidente de honra do PTB do RS, pelo qual se elegeu deputado estadual e senador. Zambiasi não quis disputar a reeleição.
O PTB trabalha o nome de Zambiasi para a disputa pela prefeitura de Porto Alegre.
PIB despenca 1,89% no segundo trimestre. No ano, queda já chega as 2,49%.
A economia brasileira despencou 1,89% no segundo
trimestre, de acordo com a "prévia do PIB" divulgada pelo Banco
Central.
Nos três meses anteriores, a economia já havia caído
0,88% (valor revisado). Em seis meses, foram 2,49% de queda.
À beira da depressão.
Diferenças entre recessão
e depressão.
Para exemplificar as diferenças entre uma recessão e uma
depressão econômica, podemos citar uma velha piada dos economistas: Uma
recessão é quando o seu vizinho perde o emprego, uma depressão é quando você
perde o seu. De fato, recessão é um declínio do Produto Interno Bruto (PIB) por
dois ou mais trimestres consecutivos, já a depressão está relacionada com
outros aspectos mais amplos, como níveis de emprego, produção industrial,
rendimento real, etc. Ao longo da história do capitalismo, podemos perceber
momentos bons e de crise, ou seja, ciclos econômicos. Após o sistema
capitalista ter se firmado, esses ciclos passaram a ser algo constante. De
certa forma, depressão econômica é uma falha do sistema capitalista e de sua
teórica “mão invisível”. Inclusive, foi nos períodos após grandes depressões
que surgiram outras teorias econômicas um pouco diferentes da teoria de Adam
Smith, como o keynesianismo e o neoliberalismo. O mais completo exemplo de depressão foi a crise de 1929.
Aécio vem aí. Só terá a companhia dos interventores federais que nomeou.
No dia 29 de agosto o senador Aécio Neves visitará a Expointer, Esteio, RS. Ele será ciceroneado pelo interventor federal que nomeou para aparelhar o PSDB no Estado.
A intervenção decidida por Aécio não tem prazo para acabar e desmoraliza o Partido no Estado.
A intervenção decidida por Aécio não tem prazo para acabar e desmoraliza o Partido no Estado.
Será 35,1% maior a produção da Bsbios neste segundo semestre
A Bsbios aumentará sua produção em 35,1% na sua unidade de Passo Fundo. Será no segundo semestre. A autorização da ANP já saiu. Sairão 216 milhões de litros de biodiesel por ano.
Nova enquete quer saber opinião dos leitores sobre aumento de impostos proposto por Sartori
50% dos leitores querem que o boneco de Lula vestido de prisioneiro passe a se chamar Pixulula. A enquete sobre o caso foi encerrada esta manhã.
Outra enquete já está aí ao lado. Ela trata da proposta de aumento de impostos no RS. A pergunta e as respostas possíveis:
Você é contra ou a favor do aumento de impostos proposto por Sartori ?
Contra. Chega de impostos.
A favor. É preciso ajustar as contas.
Outra opinião.
Outra enquete já está aí ao lado. Ela trata da proposta de aumento de impostos no RS. A pergunta e as respostas possíveis:
Você é contra ou a favor do aumento de impostos proposto por Sartori ?
Contra. Chega de impostos.
A favor. É preciso ajustar as contas.
Outra opinião.
Sartori tenta conter oposição dos empresários ao aumento do ICMS
Os cidadãos, que afinal de contas pagarão a conta pelo ICMS mais caro, não se manifestam. As entidades que os representam , preferem calar-se ou lutar por demandas corporativas. Só os empresários buscam opor-se à derrama. -
O governador José Ivo Sartori chamou as entidades empresariais para uma reunião, esta manhã, quando tentará "vender" a proposta de aumento do ICMS.
As entidades são contra, mas a Fiergs poderá revisar sua posição "caso o governo case a proposta com reduções fortes de custos, inclusive reformas conhecidas do aparato público".
Em todas as tentativas anteriores de emplacar aumentos de impostos, as entidades apresentaram-se combativamente contra.
No governo Yeda, o próprio atual vice-governador, José Cairolli, junto com líderes da Federasul, moveu forte oposição, mas até agora não se manifestou.
O governador José Ivo Sartori chamou as entidades empresariais para uma reunião, esta manhã, quando tentará "vender" a proposta de aumento do ICMS.
As entidades são contra, mas a Fiergs poderá revisar sua posição "caso o governo case a proposta com reduções fortes de custos, inclusive reformas conhecidas do aparato público".
Em todas as tentativas anteriores de emplacar aumentos de impostos, as entidades apresentaram-se combativamente contra.
No governo Yeda, o próprio atual vice-governador, José Cairolli, junto com líderes da Federasul, moveu forte oposição, mas até agora não se manifestou.
Com operações travadas, complexo da GM empobrece prefeitura de Gravataí
O prefeito de Gravataí, sede da GM, quinto maior do Estado, Marco Alba, está peregrinando em Brasília, buscando recursos.
O que ele disse ao editor ainda há pouco:
- Está difícil desenrolar até valores definitivamente empenhados. O governo federal está sem dinheiro e aperta liberações o quanto pode.
Maco Alba pegou herança maldita dos governos do PT e enfrenta dívidas impagáveis, mas com a recessão e a desindustrialização, a receita do município despencou ferozmente. O caso agravou-se agora com a paralisação da GM e redução de atividades dos seus sistemistas, sobretudo Dana, o que já produz queda de arrecadação. O complexo automotivo de Gravataí responde por quase 50% de todo o retorno do ICMS, 25% do que o governo estadual recolhe.
O que ele disse ao editor ainda há pouco:
- Está difícil desenrolar até valores definitivamente empenhados. O governo federal está sem dinheiro e aperta liberações o quanto pode.
Maco Alba pegou herança maldita dos governos do PT e enfrenta dívidas impagáveis, mas com a recessão e a desindustrialização, a receita do município despencou ferozmente. O caso agravou-se agora com a paralisação da GM e redução de atividades dos seus sistemistas, sobretudo Dana, o que já produz queda de arrecadação. O complexo automotivo de Gravataí responde por quase 50% de todo o retorno do ICMS, 25% do que o governo estadual recolhe.
Delegado Mauat volta ao Lava Jato
O delegado federal Eduardo Mauat ficará na Lava Jato. O chefão da PF, Leandro Daiello, determinou a renovação de sua ordem de
missão para integrar a força-tarefa em Curitiba.
Ontem, o editor informou que o delegado tinha sido esfriado, tudo em função das acusações de que teria sido ele o autor do vazamento do grampo no qual Lula e Alexandrino Alencar combinavam acertos. Mauat, antes, já tinha afrontado o próprio Procurador Geral da República, quando reclamou que os políticos passaram a não mais ser ouvidos pela PF.
Greve do funcionalismo é justa, mas quem mais sofre não é o governo
A greve geral do funcionalismo subordinado ao Poder Executivo paralisará até sexta-feira as péssimas escolas estaduais, as claudicantes repartições da burocracia dos variados níveis e parte do sofrível atendimento policial.
O governo estadual reduz quase a zero seus serviços, perde receita e só não paralisa a segurança pública porque a Brigada Militar continua em serviço.
A greve afeta a vida das pessoas mais pobres que precisam de escola, creches, documentos e polícia.
A greve é justa no que diz respeito aos atrasos e parcelamentos salariais, mas é apenas corporativismo exacerbado nas palavras de ordem emitidas contra o ajuste fiscal e desmantelamento de órgãos estatais sobre os quais há descontrole na gestão, como são os casos da Cesa e Fundação Zoobotânica.
O governo estadual reduz quase a zero seus serviços, perde receita e só não paralisa a segurança pública porque a Brigada Militar continua em serviço.
A greve afeta a vida das pessoas mais pobres que precisam de escola, creches, documentos e polícia.
A greve é justa no que diz respeito aos atrasos e parcelamentos salariais, mas é apenas corporativismo exacerbado nas palavras de ordem emitidas contra o ajuste fiscal e desmantelamento de órgãos estatais sobre os quais há descontrole na gestão, como são os casos da Cesa e Fundação Zoobotânica.
Chove e faz frio esta manhã em Porto Alegre
Nuvens cobrem Porto Alegre, onde chouve neste momento (8h05min) e marcarão a manhã desta quarta-feira em todo o Estado, mas no decorrer do dia o sol aparece
com nuvens na maior parte do Estado. Pontos do Norte e da Metade Leste ainda
devem ter maior nebulosidade com períodos de sol intercalados com nuvens e chyuvas.
O ingresso de ar mais frio traz um dia de temperatura
amena na comparação com o calor que dominou as últimas três semanas.
As mínimas oscilarão entre os 5°C em São José dos Ausentes e os
10°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, devem alcançar 21°C em Uruguaiana. Em
Porto Alegre, os termômetros variam entre 12°C e 20°C.
Neste momento faz frio na Capital.
Jornal diz que governo manterá adiantamento de metade do 13o para aposentados
O jornal Folha de S. Paulo informou hoje que o governo manterá o adiantamento de metade do 13o salário, que sairá junto com os pagamentos de agosto.
Paulo Ferreira não se elegeu deputado Federal, mas foi o segundo que mais gastou no PT
O suplente de deputado Federal do PT do RS, Paulo Ferreira, marido da ministra do Desenvolvimento Social do governo Dilma, Tereza Campello, está agora no olho do furacão da Operação Lava Jato, tudo por conta da denúncia do ex-vereador de Americana, SP, Alexandre Romano, o Chumbinho, que na primeira delação que fez acusou-o de ter recebido propina, tudo através do escritório Portanova Advogados, Porto Alegre.
O Jornal das 10, Globonews, ontem a noit, revelou que Paulo Ferreira começou a conversar com Chumbinho quando era tesoureiro nacional do PT.
No RS, o petista é conhecido como homem de confiança de Zé Dirceu, não o abandonando nem mesmo nas piores horas.
Nas eleições do ano passado, Paulo ferreira fez 43 mil votos, quase a metade do que conseguiu na eleição anterior (77,3 mil votos). Ele gastou R$ 506,2 mil, o que significa que cada voto custou-lhe R$ 11,72, o segudo que mais gastou por voto no PT, só superado por Marco Maia (R$ 16,99). Apesar disto, não se elegeu, mas é suplente.
O Jornal das 10, Globonews, ontem a noit, revelou que Paulo Ferreira começou a conversar com Chumbinho quando era tesoureiro nacional do PT.
No RS, o petista é conhecido como homem de confiança de Zé Dirceu, não o abandonando nem mesmo nas piores horas.
Nas eleições do ano passado, Paulo ferreira fez 43 mil votos, quase a metade do que conseguiu na eleição anterior (77,3 mil votos). Ele gastou R$ 506,2 mil, o que significa que cada voto custou-lhe R$ 11,72, o segudo que mais gastou por voto no PT, só superado por Marco Maia (R$ 16,99). Apesar disto, não se elegeu, mas é suplente.
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