CLIQUE AQUI para ler, também, a análise do jornalista Reinaldo Azevedo sobre a humilhação imposta pela direitista Merkel ao ultraesquerdista Tsipras.
Vale a pena ler a íntegra do documento liberado pelas autoridades européias e que detalham os termos do apoio à Grécia.
O material está disponibilizado no site de zerohora.com e foi alcançado a ele pela jornalista Marta Sfredo, enviada especial da RBS a Atenas.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Análise, Marco Antonio Biernfeld, blog Espaço Vital - Uma causa de R$ 1 bilhão e 400 milhões
Nota no saite da Procuradoria-Geral do Estado revela que
sua “Procuradoria junto aos Tribunais Superiores (PTS), em Brasília, convenceu
o STF a rever decisão que desfavorecia o Estado do RS, acolhendo as razões
apresentadas em agravo regimental; a atuação evitou prejuízo de aproximadamente
R$ 1,4 bilhão ao Estado”.
Trata-se de recurso extraordinário contra acórdão da 1ª
Câmara Cível do TJRS, que entendeu não haver incidência de ICMS sobre a
assinatura mensal cobrada pela Brasil Telecom (atualmente chamada de Oi), de
todos os usuários da telefonia convencional.
Do volumoso dinheiro, R$ 600 milhões são referentes ao
período de abril de 2011 (início da vigência da liminar) a dezembro de 2014; e
R$ 820 milhões em projeção até dezembro de 2018.
Em 6 de maio último, uma comitiva de gaúchos
representando o Estado do RS (procurador-geral do Estado Euzébio Fernando
Ruschel; procuradores Luís Carlos Kothe Hagemann e Victor Herzer da Silva; e
secretário adjunto da Fazenda Luiz Antônio Bins) cumpriu audiência com o ministro
Teori Zavascki, do STF, expondo as razões de defesa do Estado.
Na ocasião – segundo o saite da PGE – “o ministro
assegurou que reconsideraria a decisão, o que se confirmou no dia 3 de junho”.
Na sequência (25 de junho) foi reconhecida a repercussão
geral, pelo Plenário Virtual do STF. O mérito poderá ter solução no segundo
semestre. (ARE nº 782749).
A importância do contato dos advogados com o julgador
Na “rádio-corredor” do CF-OAB diz-se que os ´embargos
auriculares´ junto aos julgadores – embora dificilmente agendados - são sempre
importantes.
Há quem, usando a finesse, também ressalte a importância
a importância do ´petit comité´.
A propósito, numa das últimas aulas do primeiro semestre
deste ano, na Faculdade de Direito da PUC-RS, um professor discorreu sobre a
importância de os advogados “tentarem falar, em ´petit comité´ especialmente
com os desembargadores e os ministros do STJ e do Supremo”.
- O que é ´petit comité´? - perguntou – franco e humilde
– um jovem universitário, mais habituado com a linguagem do whatsapp e com
modismos das redes sociais.
O mestre, então, ensinou: “O termo vem do francês petit
(pequeno) e comité (comitê), ou seja, pode ser traduzido como ´pequeno grupo´.
Trata-se do nome dado a um evento exclusivo voltado para um grupo seleto de
pessoas. Esse termo pode ser usado para praticamente todas as reuniões que
envolvam uma quantidade restrita de pessoas. Porém, é mais utilizado quando se
referindo a um serviço personalizado, uma causa importante, ou um jantar
seleto.
Em síntese: a missão da PGE ao STF foi um ´petit
comité´ de sucesso
Governo aumenta limite dos empréstimos consignados de 30% para 35% da renda mensal
O governo aprovou nesta segunda-feira o aumento do
limite para a obtenção de crédito consignado, de 30% para 35% da renda do
trabalhador, aposentado ou pensionista. A regra valerá para os pagamentos de
cartão de crédito, empréstimos, financiamentos e operações de arredamento
mercantil.
A mudança foi publicada no Diário Oficial da União, por
meio de Medida Provisória, e assinada pelo vice-presidente da república, Michel
Temer.
Povo na rua, 16 de agosto, poderá decretar o fim do governo Dilma, analisa gente do governo e do PT
O jornalista Josias de Souza, UOL, informou na sua coluna de hoje que conversou com gente do PT e do ministério de Dilma, com os quais recolheu a seguinte convicção sobre as manifestações programadas para agosto:
- Operadores políticos de Dilma Rousseff temem que a
deterioração dos índices de inflação e de desemprego potencialize a
manifestação convocada por grupos que se opõem ao governo para o dia 16 de
agosto. Nas palavras de um ministro, se esse protesto for nacional e
expressivo, pode passar a 'falsa impressão de que a sociedade endossa o
discurso golpista da oposição.
Agora, é tratar de mobilizar, organizar a manifestar.
334 mil empregos na construção civil viraram pó em um ano
Se todos os demais setores da economia tivessem direito
ao seu próprio programa de manutenção dos postos de trabalho, ainda assim seria
praticamente impossível segurar a taxa de emprego neste ano. Não há FAT ou
política de desoneração da folha capaz de compensar o esfarelamento da área de
construção civil no país. Nenhuma outra atividade tem deixado um número tão
expressivo de trabalhadores pelo caminho.
A análise é do Relatório Reservado de hoje. Leia tudo:
Os dados são assustadores; só não vê
quem não quer. Entre maio de 2014 e maio de 2015, o Brasil registrou, no total,
um decréscimo de aproximadamente 593 mil postos de trabalho. Sozinho, o
segmento de construção entrou com 56% dessa estatística macabra, informa o
Relatório Reservado. Significa dizer que mais de 334 mil vagas viraram pó em 12
meses, o equivalente a quase mil carteiras de trabalho a menos por dia nos
canteiros de obra do país.
Há pouco mais de um ano, o setor representava 6,4% de
todos os empregos do país. Hoje, este índice já está em 5,8%. E que ninguém
pense que a devastação está restrita à indústria da construção pesada,
duramente afetada pela paralisia de investimentos em infraestrutura. Este nicho
do mercado, de melhor remuneração, perdeu mais, é verdade: 174 mil postos de
trabalho em 12 meses, o correspondente a 29,4% de todas as vagas fechadas no
Brasil. No entanto, o segmento de construção civil não ficou muito atrás: a
degola atingiu 160 mil empregos, ou 27% do total. A deterioração do setor de
construção tem um enorme efeito corrosivo sobre a economia como um todo. Cada
R$ 1 milhão que deixa de ser investido em obras significa um corte de R$ 1,6
milhão em termos de valor adicionado. Se convertida em gente, a perda é ainda
mais dolorosa: 56 postos de trabalho a menos.
Este quadro é consequência direta de uma trágica
combinação. De um lado, a Lava Jato, que criminalizou quase um setor inteiro e
atinge o futuro das empreiteiras, por praticamente inviabilizar sua entrada em
novos projetos na área de infraestrutura; do outro, a grave crise financeira do
Dnit, um explosivo de efeito imediato, que espalha estilhaços por obras já em
andamento. Some-se a isso os cortes de investimento decorrentes da política de
ajuste fiscal do governo. É como se as bombas de Hiroshima e Nagasaki caíssem
no mesmo lugar e na mesma hora, num catastrófico sincronismo.
O mais estranho é que um setor com tamanho impacto
econômico e social como a da construção civil tenha sido colocado à margem dos
seguidos programas de manutenção dos postos de trabalho. Parece até que o
esquecimento tem como segundas intenções reduzir o salário real do trabalhador
com o objetivo de colaborar no ajuste fiscal e no combate fiscal. O governo
joga uma roleta russa, que salva, sim, alguns segmentos da economia intensivos
em mão de obra, mas atinge a femoral do maior de todos os empregadores do país.
Curiosa seleção nem tão natural assim. Mecanismos como a desoneração da folha
de pagamentos e o recém- anunciado Programa de Proteção ao Emprego têm servido
para eleger uma elite do trabalho. Alguns setores vêm merecendo uma deferência
negada a outros. No fim das contas, a quem é essa deferência: ao trabalhador ou
ao empregador?
Zacchia disputará a presidência do PMDB de Porto Alegre
O ex-deputado Luiz Fernando Zacchia é candidato declarado a presidente do PMDB de Porto Alegre. O atual presidente é o secretário municipal Valter Nagelstein.
Zacchia tem conversado com o ex-deputado Beto Albuquerque, que busca apoio do PMDB a uma coligação na Capital.
O ex-deputado disse ao editor que o candidato do Partido é o vice-prefeito Sebastiao Melo:
- Ele é consenso.
O ex-deputado disse ao editor que o candidato do Partido é o vice-prefeito Sebastiao Melo:
- Ele é consenso.
Entenda como os mercados avaliam cenários neste início de segunda-feira
Neste boletim enviado há pouco para seus clientes e assinantes, a SH Global Kapital informa que o real segue movimento de principais moedas emergentes e do
Euro e abre em alta de 0,44%, cotado a R$ 3,170/USD. Já o índice futuro da BOVESPA indica que a abertura
deverá seguir o movimento dos futuros em Wall Street. O índice futuro da bolsa
paulista sobe 0,58%.
Também acabam de ser divulgados os dados da pesquisa FOCUS do
BC (leia nota abaixo), onde 70 bancos fazem suas previsões para os principais indicadores da nossa
economia. O mercado voltou a revisar para baixo sua projeção de
inflação para 2016
As projeções do mercado para as principais variáveis
macroeconômicas permaneceram praticamente inalteradas, com algumas exceções,
como a inflação para o próximo ano, conforme apontado pelo Relatório Focus, com
estimativas coletadas até o dia 10 de julho, divulgado hoje pelo Banco Central.
> A mediana das expectativas para o IPCA em 2015 foi
revisada para cima, de 9,04% para 9,12%, enquanto para 2016 foi reduzida de
5,45% para 5,44%.
> As estimativas para o PIB em 2015 continuaram
projetando uma queda de 1,50% e para 2016 permaneceram em 0,50%.
> A mediana das projeções para a taxa Selic se manteve
em 14,50% neste ano e subiu de 12,06% para 12,25% para 2016.
> As estimativas para a taxa de câmbio passaram de
R$/US$ 3,22 para R$/US$ 3,23 no final de 2015 e permaneceram em R$/US$ 3,40 no
final de 2016.
Para a abertura do mercado local nesta manhã chuvosa em
Porto Alegre, podemos esperar o seguinte, segundo o Broadcast (Agência Estado):
ACORDO GREGO ANIMA MERCADOS, ENQUANTO INVESTIDOR MONITORA
POLÍTICA INTERNA
São Paulo, 13/07/2015 - Após uma verdadeira maratona de
negociações, a Grécia e seus credores internacionais finalmente chegaram a um
acordo que garantirá a permanência do país na zona do euro e prevê ainda um
financiamento de cerca de 80 bilhões de euros a Atenas.
O novo plano confere alívio aos mercados internacionais
nesta manhã e deve ajudar os negócios domésticos, nesta segunda-feira de agenda
mais tranquila.
Foi acertado um reescalonamento da dívida grega - com
ampliação de prazos, mas sem diminuição da dívida - e o aumento da liquidez ao
combalido sistema financeiro do país. Ministros de Finanças da zona do euro vão
se reunir ainda hoje para discutir os detalhes do acordo, sendo que o texto
final será avaliado pelos Parlamentos nacionais dos países europeus, inclusive
da Grécia, até quarta-feira.
A chanceler alemã, Angela Merkel, adiantou que sugerirá
aos parlamentares alemães que aprovem o acerto. Nas bolsas, o plano é bem
recebido e as praças acionárias da Europa avançam mais de 1,0%, trajetória
acompanhada pelos índices futuros em Nova York, onde os juros dos Treasuries
também operam em alta. Já no mercado de moedas, o euro cai na comparação com o
dólar, com os investidores com um pé atrás até a aprovação do texto pelo
Parlamento grego. Internamente, o mercado monitora a reunião de coordenação
política da presidente Dilma Rousseff nesta manhã, já que um dos temas a serem
discutidos será a mudança da meta fiscal de 2015.
Apesar de Dilma ter afirmado no fim de semana, em Milão,
que não tem a intenção de reduzir a meta de 1,1% do PIB, a área econômica
estuda criar uma banda de flutuação para o superávit primário, segundo apurou
o Broadcast.
Em meio a esse cenário de instabilidade política e diante
da dificuldade da equipe econômica para fazer o ajuste fiscal, uma missão da
agência de classificação de risco Moody's deve chegar a Brasília na
quarta-feira para avaliação da nota do Brasil. Conforme apurou o Broadcast,
a maioria dos especialistas avalia que a nota do Brasil será rebaixada, mas
continuará com o "selo" de grau de investimento.
Voltando ao exterior, as preocupações com a China podem
dar uma trégua, depois de dados de importação e exportação melhores do que o
esperado em junho e com as bolsas chinesas em alta pelo terceiro pregão
consecutivo. Mas o dado da balança comercial é só um aperitivo, já que a semana
reserva dados importantes da economia do país, como o PIB do segundo trimestre,
vendas de varejo e produção industrial, sendo os dois últimos referentes ao mês
passado.
Também nos próximos dias os investidores terão pistas
importantes sobre a condução da política monetária nos Estados Unidos, a
começar pelo Livro Bege, que o Federal Reserve publica na quarta-feira.
PIB da China e vendas no varejo dos EUA no radar externo
No calendário internacional merecem atenção nesta semana
vários dados da China que saem na terça-feira: PIB do 2ºtrimestre, vendas no
varejo e produção industrial, ambos de junho. No mesmo dia, serão conhecidos a
produção industrial de maio da zona do euro e vendas no varejo dos Estados
Unidos de junho. Outros indicadores dos EUA previstos são a produção industrial
e inflação ao produtor, ambos de junho, e o Livro Bege (todos na quarta-feira),
além da inflação ao consumidor e índice de sentimento do consumidor preliminar
de julho, da Universidade de Michigan (sexta-feira). Na zona do euro, os
ministros de finanças se reúnem para discutir um plano de financiamento de
curto prazo para a Grécia.
Análise, João Pereira Coutinho, Folha - O governo grego sobreviverá a esta monumental humilhação ?
Neste artigo publicado na Folha de hoje, intitulado "Roleta grega", João Pereira Coutinho conta de que modo o governo esquerdista grego cedeu de cabo a rabo, humilhando-se de forma completa e colocando em risco sua própria permanência no Poder.
Leia:
No dia 5 de julho, os gregos foram às urnas. E, em gesto
de coragem, disseram "não" à "austeridade". A Europa exigia
que os gregos subissem a idade da aposentadoria? Os gregos disseram
"não". A Europa exigia aumento de impostos em sectores estratégicos
do país, como o turismo? Os gregos disseram "não". A Europa desejava
mais cortes na despesa do Estado? "Não", "não" e
"não".
Foi uma noite de festa em Atenas, provavelmente
esgotaram-se as garrafas de "retsina" e Alexis Tsipras, o premiê do
país, surgiu perante o seu povo garantindo que tinha mais poder para negociar
–e que um acordo com os outros governos europeus (que ele classificou de
"mentirosos" e que o seu ex-ministro das Finanças de
"terroristas") seria conseguido em poucos dias.
O clima era tão heroico que Vladimir Safatle, colunista
desta Folha, declarava poeticamente que os gregos tinham "um governo
que sabe como a política é a definição do inegociável". O título do texto
era ainda mais poético: "Aquele que diz 'não'" (7/7/2015)
Amanheceu em Atenas. E o mesmo premiê que pedira
"não" aos seus compatriotas tinha agora uma contraproposta para
apresentar em Bruxelas. E que nos dizia essa contraproposta?
Fácil: o leitor pode fazer "copy+paste" da
proposta inicial da União Europeia e terá a nova proposta grega quase
"ipsis verbis". Com um pormenor: a "austeridade" que o
governo grego recusara era defendida pelo mesmo governo em termos ainda mais
violentos (tradução: 12 mil milhões de euros em cortes). Como explicar a
mudança de Alexis Tsipras em 24 horas? E como explicar a utilidade do
plebiscito que ele convocou com arrogância suicidaria, abandonando as
negociações? Três hipóteses:
a) O premiê grego não leu a coluna de Vladimir Safatle.
b) O premiê grego sofre de um distúrbio de personalidade.
c) O premiê grego brincou com o destino do país,
esperando que o "não" assustasse a Europa inteira.
Eliminando as duas primeiras hipóteses como irracionais,
resta a terceira: o mesmo governo que disse "não" à austeridade e
insultou os credores com vigor, olhou para o abismo econômico que tinha à
frente e, no dia seguinte, já estava a pedir aos credores (aos
"mentirosos", aos "terroristas") um novo cheque de 50 mil
milhões de euros para não naufragar.
Perante esta história, digna de Marx (o Groucho, não o
Karl; como dizia o primeiro, "esses são os meus princípios; mas se você
não gosta, eu tenho outros"), será de admirar que a Europa considere o
governo grego um parceiro "não confiável" (para usar um eufemismo)?
E será de admirar que com a economia do país paralisada
durante duas semanas –bancos fechados, controlo de capitais etc.– as
necessidades de financiamento grego já estejam acima dos 80 mil milhões de
euros?
O resultado do circo está à vista: depois de 17 horas de
negociações, a Grécia está de joelhos como nunca esteve em 5 anos de
ajustamento. Da subida de impostos à imposição das privatizações; do controlo
das contas do país pelo FMI à venda de ativos públicos (50 mil milhões), pior
era impossível. E agora?
Agora, o governo grego tem 48 horas para passar no
Parlamento este novo plano, que transforma o plano original recusado por
Tsipras em brincadeira de crianças.
Desconheço se Atenas aceitará a terapêutica. Desconheço
se o governo de Tsipras irá sobreviver a esta monumental humilhação. E mesmo
que o Parlamento aceite tudo, desconheço se o povo grego ficará tranquilamente
em casa, depois das ilusões (e das traições) do seu próprio governo.
Por agora, o "caso grego" apenas oferece uma
lição aos pequenos "che guevaras" que gostam de brincar à política
com a vida de milhões de seres humanos: ocultar a realidade com mentiras e
soberba é o primeiro passo para que a realidade nos esmague sem perdão.
Artigo, Ricardo Noblat, O Globo - Para quê derrubar Dilma?
Chega de farsa! A oposição não quer derrubar Dilma.
Prefere vê-la arrastar-se, exangue, até o último dia do seu mandato. Para quê
correr o risco de substituí-la já?
Para dar lugar ao vice do PMDB? Para ser obrigada a fazer
com a economia o que Dilma está fazendo – ou coisa pior?
Para que Lula tente se recuperar em paz até a eleição de
2018? A essa altura, Lula torce para que Dilma renuncie. Logo...
Todo o poder a Dilma! Ou melhor: o mínimo de poder a
Dilma! E o máximo de desgaste a ser compartilhado por ela com Lula e o PT – os
três no “volume morto”, segundo o próprio Lula.
Recente pesquisa do IBOPE constatou que o “lulismo”,
hoje, sustenta-se mal e mal nas áreas mais pobres do Nordeste. E mesmo ali está
em processo de encolhimento.
Se uma nova eleição presidencial em segundo turno tivesse
sido disputada na semana passada por Aécio Neves (PSDB) e Lula, Aécio teria
vencido com folga por 48% a 33%.
Perderia para Lula apenas no Nordeste e entre os
eleitores de menor renda e escolaridade. Na faixa dos que ganham mais de cinco
salários mínimos, Aécio massacraria Lula por 72% a 28%.
Dilma obteve quase dois terços dos votos válidos
(descontados os nulos e brancos) nos municípios em que o PT venceu no segundo
turno as eleições presidenciais de 2006, 2010 e 2014.
Agora, nesses mesmos lugares, Lula atrairia 52% dos votos
contra 48% de Aécio. Um empate técnico, a levar-se em conta a margem de erro da
pesquisa que ouviu em todo o país 2.002 eleitores.
Eu sei, você lembra de 2006 quando Lula se reelegeu
apesar de baleado pelo escândalo do mensalão. Ao invés de pedir o impeachment
dele, a oposição achou melhor deixá-lo sangrar – e deu no que deu.
Compreendo o seu temor. Dizem que a História só se repete
como farsa. Não posso garantir. Sei, porém, que 2006 pouco tem a ver com 2015.
Ou nada.
Lula é Lula, Dilma, é Dilma. Lula tem carisma e é bom de
gogó. Dilma não tem, e quando fala é quase sempre um desastre. Antológica a
saudação à mandioca. Bem como à “mulher sapiens”.
Em 2006, Lula era popular, ainda recém-chegado ao poder.
Os brasileiros concederam a ele e ao PT um desconto. Foi moleza derrotar o
insosso Geraldo Alckmin. Tudo mudou desde então.
Menos de 10% dos brasileiros aprovam o desempenho de
Dilma. Ela jamais será esquecida como uma pura invenção de Lula. E também por
ter mentido à farta para se reeleger.
A crise econômica potencializou a crise ética que está na
raiz da crise política. Essa se agravará caso a Lava Jato culmine com a
eventual prisão de Lula. Somente ele sabe o que fez. Para estar com tanto
medo... Sei não.
Só sei que pelo menos um partido e um político não têm
queixas de Dilma: o PDT de Carlos Lupi e Eunício Oliveira (PMDB-CE), líder do
PMDB no Senado.
Depois de apontar o governo Dilma como o mais corrupto da
História, Lupi negociou com ele a demissão de Manoel Dias, ministro do Trabalho
indicado pelo PDT. Irá trocá-lo por um deputado mais sujeito aos seus
caprichos, digamos assim.
Há menos de um mês, Dilma compareceu em Brasília ao
casamento da filha de Eunício com Ricardo Fenelon Júnior, advogado há três
anos. Uma festança!
Na última segunda-feira, Fenelon acabou presenteado por
Dilma com a nomeação para a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil.
O que ele entende do assunto? Nada. E precisa? Basta ser
genro de senador aliado de uma presidente débil. Débil no sentido de frágil.
A cafetina da vez, no governo de Dilma,chama-se Jô; Jeanne Mary Corner foi aposentada no governo Lula.
CLIQUE AQUI para ler "Sexo, mimos e poder", revista Época. A reportagem conta como a nomenklastura petista do governo Lula refestelava-se em festas de luxo com prostitutas agenciadas pela cafetina Jeanne Mary Corner. -
Em reportagem intitulada "Dinheiro desviado da Petrobras também pagou prostitutas
de luxo", o repótter Flávio Ferreira conta na Folha de hoje, que além de financiar a compra de helicópteros, lanchas e
carros importados, o dinheiro desviado da Petrobras pelo esquema de corrupção
investigado na Operação Lava Jato também foi usado para pagar serviços de
prostituição de luxo com "famosas" da TV e de revistas para diretores
da estatal e políticos, segundo relatos de delatores às autoridades do caso.
Leia a reportagem:
A história foi explicada ao Ministério Público e à
Polícia Federal pelo doleiro Alberto Youssef e o emissário dele, Rafael Angulo
Lopez, após eles terem sido questionados sobre expressões usadas nas planilhas
nas quais registravam o fluxo do dinheiro do esquema de corrupção.
De acordo com os controles dos dois delatores, só em 2012
cerca de R$ 150 mil foram gastos para financiar a contratação das garotas,
algumas delas conhecidas pela exposição em programas de TV, capas de revistas e
desfiles de escolas de samba.
Colaboradores explicaram que todos os valores associados
aos termos "artigo 162" e "Monik" nas planilhas foram
destinados ao pagamentos de prostitutas que cobravam até R$ 20 mil por
programa.
A expressão "artigo 162" era uma referência ao
número do endereço de uma cafetina conhecida como "Jô", que agenciava
os programas para os dirigentes da Petrobras e políticos.
Nas planilhas entregues aos investigadores, há vários
lançamentos de R$ 5 mil e R$ 10 mil ligados a esses termos. Muitas vezes as
prostitutas buscavam os pagamentos em dinheiro no escritório de Youssef,
segundo os relatos.
O dinheiro do esquema de corrupção também era usado para
bancar festas com as garotas. Só em uma delas, no terraço do hotel Unique, em
São Paulo, foram gastos R$ 90 mil principalmente em bebidas, de acordo com os
delatores.
Um comprovante de transferência bancária de um ex-diretor
da Petrobras para uma garota conhecida na mídia, no valor de R$ 6 mil, foi
encontrado em uma das buscas autorizadas pela Justiça na Lava Jato, e ficou
famoso entre os investigadores do caso.
A força-tarefa da Lava Jato não utilizou esse papel e as
explicações dos delatores sobre o emprego de valores desviados para contratação
de prostitutas, pois a mera solicitação ou aceitação de propina ou vantagem
pessoal já confere o crime de corrupção —não importando, para fins penais, a
maneira como o dinheiro sujo foi utilizado.
Embora a prostituição não seja crime, explorar o trabalho
de garotas de programa é.
Focus revê projeções para 2015: juros básicos irão a 14,5% até o final do ano
Esta é a 13ª semana seguida de piora da estimativa para a
inflação; segundo pesquisa Focus do Banco Central, economistas de instituições
financeiras mantiveram a perspectiva para a Selic a 14,50% no final deste
ano e a 12,25% no final de 2016
Reitor da Estácio de Sá é homem de Tarso e do MEC
CLIQUE AQUI para ler entrevista de página inteira do reitor Ronaldo Mota, publicada hoje pelo jornal Zero Hora. -
O que não sabem o deputado Darcísio Perondi, que é médico, e a senadora Ana Amélia, não é propriamente que o MEC beneficiou uma universidade privada que nem escola tem em Ijuí, prejudicando a Unijuí, 58 anos, entidade comunitária, mas o fato de que o reitor da Estácio de Sá é um gaúcho, o professor aposentado da Universidade Federal de Santa Maria, ex-vice-reitor entre 1985/86, Ronaldo Mota.
O que não sabem o deputado Darcísio Perondi, que é médico, e a senadora Ana Amélia, não é propriamente que o MEC beneficiou uma universidade privada que nem escola tem em Ijuí, prejudicando a Unijuí, 58 anos, entidade comunitária, mas o fato de que o reitor da Estácio de Sá é um gaúcho, o professor aposentado da Universidade Federal de Santa Maria, ex-vice-reitor entre 1985/86, Ronaldo Mota.
Ele sabe tudo sobre o MEC, onde chegou a ministro interino, sempre nos governos do PT e sempre pelas mãos do também santamariense Tarso Genro.
É que Ronaldo Mota atuou ali entre 2004 e 2007, período
dos ministros Tarso e Haddad. Foi secretário executivo do Conselho
Nacional de Educação, ministro interino, Secretário Nacional de Educação a
Distância. Secretário Executivo do Fórum das Estatais pela Educação e
Secretário Nacional de Educação Superior.
Entre 2008 e 2012, atuou no Ministério de Ciência e
Tecnologia, onde foi assessor especial do Ministro e Secretário de
Desenvolvimento Tecnológico e Inovação.
Sucatão da American Airlines volta a assustar gaúchos no vôo para Miami
DEPOIMENTO
Assisti a pane no vôo AAL203 (Miami) só para variar.
Por volta das 00h45 quando decolava e estava a uns 150m
de altitude perdeu COMPLETAMENTE todas as luzes de navegação, ou seja, ficou
visualmente invisível e, mesmo assim continua até Curitiba ao que parece, pois
estou acompanhando o voo pelo FlightRadar24. Foi muito claro, pois simplesmente
perdeu toda a visibilidade externa, ou seja, ninguém poderia vê-lo.
É que das janela de onde resido agora tenho visada direta
do Salgado Filho e posso assistir as decolagens da pista 11 e as aterrissagens
da pista 19 que é a mesma, mas muda o sentido em função do vento reinante.
Neste momento, 1h04, ele está a 9.152m e a 872km/h na
aerovia para Curitiba.
Entre Vacaria e Lages mudou o rumo (reduziu velocidade e
altitude) dando a entender que iria para Floripa (FLN), mas após alguns minutos
reaprumou para Curitiba para onde segue agora, 1h15.
Como estou trabalhando, vou acompanhar até chegar em CWB
(Curitiba), quando te mando a tela da rota que ele fez.
Parece que as luzes de navegação voltaram, pois reaprumou
para Miami, uma vez que não acredito que tenha optado por seguir sem iluminação
externa noite toda.
Liberato Santos Diniz, Porto Alegre, RS.
Presidente do Sindicato Médico previne o RS: "A saúde pública gaúcha vive a pior crise da sua história".
Ao lado, o secretário fala para os dirigentes do SIMERS, sexta a noite, no Sheraton. -
O presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, fez a declaração pouco antes da palestra
do secretário estadual da Saúde, sexta a noite, no Sheraton. O editor foi convidado por Argollo para o jantar, que reuniu autoridades públicas, médicos e dirigentes sindicais.
O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, Paulo de Argollo Mendes, declarou que a saúde pública gaúcha vive a
pior crise da história, desde a implantação do Sistema Único de Saúde (SUS). Dramático, o dirigente sindical avisou no final da reunião, depois de ouvir o secretário da Saúde, João Gabbardo:
- O quadro é de colapso. Não há solução no
curto e médio prazos, segundo os números das finanças estaduais
apresentados pelo titular da Secretaria Estadual da Saúde (SES), João
Gabbardo dos Reis.
O evento promovido pelo SIMERS teve
como conferencista o próprio Gabbardo. O quadro desenhado pelo gestor é de
calamidade no SUS. O titular da SES apontou que o déficit na sua pasta vai
alcançar R$ 1 bilhão em 2015. O saldo negativo soma compromissos deste ano e
parte que não foi saldada no governo Tarso Genro.
Paulo Argollo destacou que há grande descontentamento dos
médicos em todo o Estado. “A atitude do secretário foi corajosa, ao vir
enfrentar uma plateia adversa, pois os médicos estão extremamente descontentes
com a situação da saúde”, pontuou o presidente do SIMERS.
Gabbardo informou sobre as ações a serem adotadas>
- A
primeira, que deve ter mobilização de diversos setores, será buscar mais
recursos da União, que repassa cada vez menos verbas a estados e municípios.
- Outras medidas, segundo Gabbardo, podem ser: empréstimos do Banrisul a hospitais
e otimização da gestão e operação dos estabelecimentos nas regiões.
- Ele aplica apenas
4% do orçamento no SUS, enquanto repassa 48% no pagamento de juros aos bancos.
A União respondia, em 2002, por 52,05% das verbas do SUS, e estados e
municípios juntos por 47,95%. Em 2013, o quadro se inverteu, pois o governo
federal aplicou 42,93% em saúde, e estados e municípios chegaram a 57,07%., A saúde está em colapso, mas os bancos estão muito bem
obrigado.
Médicos
sem salários
Atrasos no pagamento de médicos que atuam em hospitais em
diversos municípios já provocam redução ou restrições no atendimento. A
situação atinge tanto profissionais que são prestadores de serviço, como os com
carteira assinada.
Canoas – Repasses insuficientes do Estado ao
município levaram a prefeitura a buscar liminar na Justiça, mas quem está sendo
penalizado é um contingente de quase 400 médicos que atuam no Hospital de
Pronto Socorro de Canoas (HPSC), Hospital Universitário (HU) e Unidade de
Pronto Atendimento (UPA) Rio Branco e que ainda não receberam os salários de
junho. Eles são contratados pelo Sistema Mãe de Deus, que faz a gestão das três
unidades a partir de repasses da prefeitura.
O atraso nos salários completará uma semana nesta segunda-feira
(13 de julho). O SIMERS convocou assembleia extraordinária para a
noite deste segunda (a partir das 19h), na sede da entidade, na Rua Corte Real,
975, em Porto Alegre). A plenária avaliará as medidas a serem adotadas contra o
atraso, entre elas a paralisação do trabalho. “Apenas os médicos não foram
pagos, o que é uma flagrante discriminação, justamente contra quem lidera as
decisões e realiza os procedimentos para o cuidado dos pacientes. Isso é
revoltante”, reage Argollo.
O dirigente lembra ainda que, diferentemente os
municípios da Região Sul do Estado que são mais pobres, Canoas tem uma das
três maiores arrecadações estaduais. “É um município muito rico que poderia
manter em dia os salários, enquanto aguarda o cumprimento da ordem judicial”, cobra
Argollo. O grupo Mãe de Deus, ressaltou o presidente do SIMERS,
também é muito forte, deixou de recolher em 2013 (último dado
disponível) R$ 93 milhões em tributos, graças a isenções pela filantropia.
“O Mãe de Deus não está fazendo caridade ao atender o SUS, mas usando o nosso
dinheiro. O grupo também poderia manter os salários dos médicos em dia,
enquanto não recebe do município”.
Erechim – Outro caso dramático é o dos médicos do
Hospital Santa Terezinha, em Erechim, onde os profissionais em diversas
especialidades estão há mais de cem dias (em alguns casos há seis meses) sem
receber. Eles vinham mantendo a assistência, mas na semana passada a situação
ficou insustentável. O hospital alega que faltam ser repassados quase R$ 8
milhões pela SES.
“Não há como manter integralmente os serviços se o
hospital não repassa as verbas que já foram inclusive, em boa parte,
transferidas pelo Estado à direção do Santa Terezinha”, alertou Argollo. Desde
a quarta-feira (8 de julho), são mantidos os atendimentos de urgências e
emergências.
“Esperamos que a população se sensibilize, pois os
médicos, como qualquer trabalhador, têm compromissos que precisam ser pagos e
dependem da remuneração pela assistência que já prestaram”, explica o
presidente do Sindicato Médico. “O salário tem caráter alimentício, talvez
os médicos tenham de se retirar dos hospitais para fortalecer suas receitas
buscando outras alternativas, como atender em consultórios.”
LDO do RS será votada amanhã, antes do recesso
Irá a votação pelo plenário da Assembléia do RS, esta semana, a nova Lei de Diretrizes Orçamentárias.
A partir do dia 17, os deputados cumprirão recesso.
Tribunal de Justiça, TCE e Ministério Público Estadual farão pressão forte pela mudança do índice de reajuste das despesas, com ênfase para salários, no orçamento para 2015, 3,5%, o que equivalerá a congelamento de vencimentos de todo o setor público estadual.
A partir do dia 17, os deputados cumprirão recesso.
Tribunal de Justiça, TCE e Ministério Público Estadual farão pressão forte pela mudança do índice de reajuste das despesas, com ênfase para salários, no orçamento para 2015, 3,5%, o que equivalerá a congelamento de vencimentos de todo o setor público estadual.
Zona do euro fecha acordo com a Grécia. Decisão foi unânime.
O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, anunciou
nesta segunda-feira que os líderes da zona do euro fecharam "um acordo
unânime" para iniciar as negociações para o terceiro resgate em favor da
Grécia.
Tusk, disse que o acordo unânime fechado pelos líderes da
zona do euro para iniciar as negociações para o terceiro resgate em favor da
Grécia permitirá continuar apoiando o país.
"Acertamos em princípio que estamos preparados para
começar as negociações para levar um programa ao Mecanismo Europeu de
Estabilidade (MEE), o que em outras palavras significa continuar o apoio à
Grécia", disse Tusk em entrevista coletiva após reunião do organismo em
Bruxelas.
Em mensagem na rede social Twitter, assinalou ainda que
"tudo está preparado para levar o MEE para a Grécia, com sérias reformas e
apoio financeiro".
Justiça Federal condenou ex-prefeito de São Gabriel. Ele foi acusado de improbidade administrativa.
A Justiça Federal condenou o ex-prefeito de São
Gabriel Rossano Dotto Gonçalves (PDT) por
improbidade administrativa relativa ao mandato de 2009 a 2012. Rossano
usou recursos federais para pagar salários de servidores municipais.
Rossano Gonçalves afirmou que vai recorrer da decisão nesta semana.
A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) aponta
que o ex-prefeito usou verbas vinculadas à saúde e à educação para
pagamento de salários de servidores da prefeitura. Em outra ocasião,
destinou recursos para o pagamento de precatórios.
Em depoimento à Justiça, Rossano disse que os
valores foram usados para o benefício da administração pública: evitar a
paralisação dos servidores. Disse ainda que, para que se caracterizasse ato de
improbidade administrativa, seria necessária a presença de dolo ou má-fé,
o que não aconteceu.
– Não usei recursos em proveito próprio nem de
ninguém. Na época, a Justiça tinha bloqueado recursos da prefeitura para pagar
precatórios, então a minha única alternativa foi recorrer à verba
federal para pagar uma folha de salários, inclusive de servidores da
educação e da saúde – afirmou.
Rossano disse que vai entrar com embargos declaratórios
contra a decisão. Se não for suficiente, recorrerá ao Tribunal Regional
Federal. Ele é o atual presidente do PDT em São Gabriel e afirma que será
candidato à prefeitura em 2016. Atualmente ele é diretor institucional do
Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS) na gestão 2015/2016. Ele foi
prefeito de São Gabriel de 1997 a 2004 e de 2009 a 2012.
Interventor federal no PSDB do RS quer o Partido fora do governo Sartori
O interventor federal no PSDB do RS, chamou reuniões com filiados, sexta e sábado, para discutir a presença dos tucanos no governo Sartori.
Ninguém da junta interventora e também nenhum deputado estadual apareceu na sede do Partido.Os tucanos possuem quatro deputados na Assembléia.
Indagado sobre a intervenção federal, Marchezan Júnior alegou que o assunto não constava da pauta do dia.
O interventor federal acha que o PSDB perde ao participar do governo do PMDB no RS.
Ninguém da junta interventora e também nenhum deputado estadual apareceu na sede do Partido.Os tucanos possuem quatro deputados na Assembléia.
Indagado sobre a intervenção federal, Marchezan Júnior alegou que o assunto não constava da pauta do dia.
O interventor federal acha que o PSDB perde ao participar do governo do PMDB no RS.
Ministro da Justiça deporá quarta-feira na CPI da Petrobrás
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, terá que depor quarta-feira na CPI da Petrobrás.
Chuva, relâmpagos e trovoadas marcaram a abertura da manhã em Porto Alegre
Esta segunda-feira amanheceu (7h54min) com chuva forte em Porto Alegre, depois de temporal durante a noite, com muitos raios e trovões. O dia todo no RS será de muita instabilidade
com grande tendência para chuva - pancadas fortes e temporais com raios,
ventania e granizo - na maioria das regiões do Estado.
A temperatura em Porto
Alegre deve ficar entre 16ºC e 26ºC
Apesar das previsões de mal tempo, o sol pode aparecer em parte desta segunda
em algumas cidades, entre a chuva do começo e do fim do dia, com tempo quente e
abafado.
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