Governo Dilma pensa quintuplicar arrecadação do imposto sobre herança, que seria federalizado

O governo formula uma proposta para aumentar a cobrança do imposto estadual sobre heranças e doações e partilhar a receita com União e municípios, reservando a maior fatia para os governadores. um dos cenários com os quais o governo trabalha eleva a alíquota média nacional em 1G pontos percentuais. Nessa hipótese, a arrecadação sobe dos atuais RS 4,5 bilhões para R$ 25,1 bilhões. A orientação do Palácio do Planalto é aguardar o fim da votação do ajuste fiscal para enviar o projeto ao Congresso Nacional no segundo semestre.

As informações são do jornal Valor. Segue o texto completo da reportagem:

Os técnicos do governo ainda não concluíram o desenho final da proposta que será enviada ao legislativo, mas é certo que o tributo será progressivo e haverá faixas de isenção e hipóteses de não incidência do imposto, como ocorre em alguns Estados. O momento de envio foi definido: a prioridade é concluir a votação do ajuste fiscal - falta aprovar o projeto de lei das desonerações fiscais - para encaminhar a nora proposta de emenda constitucional (PEC) à Câmara dos Deputados.

O Valor teve acesso, com exclusividade, aos estudos conduzidos no governo com autorização da presidente Dilma Rousseff e coordenados pela Casa Civil e Ministério da Fazenda. O governo está dividido: o ministro da Fazenda,Joaquim Levy, é contrário à proposta, enquanto Aloizio Mercadante,da Casa Civil, e Nelson Barbosa, do Planejamento, veem com simpatia a ideia.
Os ministros que trabalham no projeto atuam para convencer a presidente Dilma de que as alterações no imposto sobre transmissão de causa mortis c doações (FTCMD) são viáveis, enquanto a regulamentação do imposto sobre grandes fortunas é uma possibilidade remota.

A avaliação é que, no primeiro caso, o governo pode atrair governadores e prefeitos para a causa, já que estão todos de pires na mão c as projeções apontam para aumento expressivo da receita. Para vencer a resistência dos governadores, o governo propõe reservar a maior parcela aos Estados, embora, atualmente, a renda fique integralmente com os cofres estaduais.

De outro lado, a avaliação entre os ministros defensores da proposta é que a taxação de grandes patrimônios implicaria a evasão de divisas do país num momento em que o governo esforça-se para atrair investimentos para as novas concessões de infraestrutura.

A ideia também anima o PT, que adotou uma postura crítica às medidas de Levy de reequilíbrio orçamentário e tem pressionado Dilma a, simultaneamente, fazer acenos para sua base social. Nesse contexto, elevar a cobrança sobre heranças significaria aumentar a participação dos mais ricos no ajuste fiscal.

O governo prepara uma proposta de emenda constitucional que estipule alíquotas mínimas e máximas para o tributo, a fim de partilhar a receita entre os três entes federativos. Não pretende encampar nenhum dos projetos atualmente em discussão na Câmara e no Senado.

Atualmente, a arrecadação é exclusiva dos Estados e a Constituição Federal prevê apenas alíquotas máximas do imposto. Uma resolução do Senado de 1992 fixou a aKquota máxima em 8%, que pode variar entre as unidades da Federação, sendo que apenas três Estados a praticam: Bahia, Ceará e Santa Catarina. Um levantamento da consultoria Enist & Young, que também subsidia os estudos do governo, aponta que a alíquota média aplicada pelos Estadosé 3,86%

Uma das simulações feitas pelo governo parte da proposta do professor titular do Insper Naérrio Menezes Filho, membro da Academia Brasileira de Gências. Ele sugere uma alíquota mínima de 20%, cenário em que a média da arrecadação nacional - hoje em RS 4,52 bilhões -subiria para R$25,1 bilhões.

"Seria bastante razoável aumentar a alíquota do ITCMD para cerca de 20%. O propósito desse imposto não seria reequilibrar o orçamento fiscal federal, já que seu impacto ar-recadatório é limi tado, mas ajudaria a tomar a sociedade brasileira um pouco mais justa", escreveu o professor Naércio em artigo publicado em abril no Valor. O texto tem sido citado por ministros na defesa das alterações neste tributo.

Com a alíquota mínima de 20%, a arrecadação anual com o imposto sobre herança em São Paulo subiria de R$ 1,7 bilhões para RS 10,5 bilhões, em valores de 2014. No Rio de Janeiro, dos atuais R$ 670,6 milhões para R$ 3,3 bilhões. Na Bahia, a receita iria de RS 79,7 milhões para R$ 398,7 milhões. No Paraná, de RS 331 milhões para R$ 1,6 bilhão. F. no Rio Grande do Norte, que pratica a menor alíquota sobre transmissão causa mortis, subiria de R$ 27,4 milhões para R$ 366,2 milhões.
O governo defende a progressividade do tributo, mas hoje isso só ocorre em dez Estados, inclusive São Paulo. Também endossa faixas de isenção e hipóteses de não incidência, conforme praticado na maioria das administrações estaduais.

Em São Paulo, a lei estadual 10.705/2000 prevê seis hipóteses de isenção no caso de transmissão causa mortis, e três em caso de doações. Por exemplo, imóveis residenciais, urbanos ou rurais, cujo valor não ultrapassar RS 106,2 mil e os familiares nele residirem e não tenham outro imóvel, está isento do tributo. Também se enquadra na isenção paulista o imóvel cujo valor não ultrapassar RS 53,1 mil, desde que seja patrimônio único. No Distrito Federal, são isentos do imposto de herança os imóveis inscritos no programa de assentamento da população de baixa renda, bem como imóveis avaliados em até R$ 81,1 mil reais (valor atualizado pela legislação local em 2011).

O governo também elaborou tabelas cotejando alíquotas pratica- das em outros países e a conclusão foi de que o Brasil é um dos países que menos tributa heranças e doações no mundo. A fonte é um levantamento da consultoria Enist & Young em 18 países. O Brasil opera a alíquota média estadual de 3,86% enquanto no Chile esse percentual é 13%, sendo 29% nos Estados Unidos. Se fosse aplicada no Brasil a alíquota chilena, a arrecadação subiria para RS 13,4 bilhões, e se fosse praticada a alíquota norte-americana, aumentaria para RS 36,9 bilhões.


O governo sabe que travará uma queda de braço para avançar com a proposta num cenário de crise eco- nômica e baixa popularidade da presidente, na qual respingam as denúncias de corrupção contra pe-tistas. No recente congresso do PT em Salvador, o governo atuou para sufocar moções a favor da alta de tributos. O ministro da Saúde, Ar-thur Chioro, foi desautorizado ao proporo resgateda CPMFpara subsidiar o setor. O presidente do PT, Rui Falcão, disse que "as pessoas têm medo de falar de imposto". Mas a alta do imposto sobre heranças tem defensores no núcleo duro govemista e sensibiliza Dilma pelos índices que apontam a alta concentração de renda no Brasil.

CEEE levou meio ano para saber onde Tarso enfiou os R$ 3 bilhões que recebeu de Dilmas

Leia a nota que a CEEE enviou esta manhã para o editor e na qual se apressa a dizer que Tarso fez tudo como manda a lei:

O acordo com a União (Governo Federal) definiu que o Grupo CEEE receberia os recursos em Títulos Públicos da Dívida Federal (NTN-B’s) e em três parcelas (tranches): em fevereiro de 2012, em dezembro de 2012 e em dezembro de 2013.
1) O valor líquido (descontados impostos) do acordo somou R$ 2,9 bilhões à época. As empresas do Grupo CEEE (CEEE Distribuição e a CEEE Geração e Transmissão), operacionalizaram os títulos com ganhos de R$ 377,8 milhões, perfazendo o total líquido de R$ 3,28 bilhões (R$ 2,9 bilhões mais valorização das NTN-B’s).
2) Os recursos não foram para o caixa único do Estado do Rio Grande do Sul: conforme os termos do acordo, foram integralmente destinados a investimentos (R$ 557,5 milhões) e despesas do setor elétrico (R$ 2,2 bilhões em pagamento de dívidas e impostos setoriais e multas regulatórias, transporte e compra de energia), além de R$ 38,5 milhões em impostos sobre as operações financeiras.
3) A lei aprovada na Assembleia Legislativa no final de 2013 não foi operacionalizada, pois dependeria de aval do Governo Federal e da Aneel para autorizar o uso de parte do recurso em outra finalidade que não investimentos e encargos intrassetoriais.
4) Com os recursos, o Grupo CEEE conseguiu atravessar o pior momento do setor elétrico no país, agravado pela crise hídrica. Nesta conjuntura, os preços da energia que as distribuidoras precisaram comprar para honrar os contratos subiram a patamares tão elevados no mercado de curto prazo que foi necessária ação federal para tentar reequilibrar o setor.

5) Dos valores recebidos, restam cerca de R$ 465 milhões, dos quais R$ 464 milhões em títulos estão cedidos como garantia de contratos de financiamentos em instituições financeiras como o BNDES.

Vá, hoje, na Assembléia, e pressione contra a emasculação do Plano Estadual de Educação

A votação do Plano Estadual de Educação, formulado em congresso do CPERS, sindicato dominado pela vanguarda do atraso do RS, no caso PT, PSOL e PCdoB, sairá hoje à tarde, na Assembléia Legislativa.


Quem puder, deve comparecer e pressionar os os deputados contra a introdução de ideologia de gênero (ninguém nasce macho ou fêmea, mas apenas um ser amorfo sexualmente)  social e politicamente criminoso. 

A semelhança dos sorrisos contidos de Marcelo e Al Capone

Se você clicar em cima das fotos (vá na página seguinte para fazer isto), será possível ampliar tudo e checar melhor os detalhes.

O editor varreu o Google em busca de alguma foto que demonstrasse semelhança com a expressão que Marcelo Odebrecht demonstrou ao sair da carceragem da Polícia Federal para exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal de Curitiba.

E encontrou.

Acima, as fotos de Marcelo Odebrecht e Al Capone.

O sorriso é o mesmo.Nenhum sinal de remorso,inseguranca,medo ou sentimento de humilhacao/constrangimento pela situacao. Estes senhores estao acima de tudo

No fac simile inferior, a ficha criminal de Al Capone.

Governo Sartori avaliza acerto do uso dos R$ 3 bi que Dilma pagou para a CEEE

Palavra do governo Sartori, PMDB:

- Nem um centésimo de centavo dos R$ 2,9 bilhões pagos pelo governo federal para a CEEE teve uso indevido por parte do governo Tarso Genro.

Foi tudo para pagar contas da própria estatal.

Nada foi parar no caixa único, como se temia, estirilizando-se ali como pó de chão.

A atual diretoria da CEEE levou meio ano para descobrir o que contas simples permitiram descobrir em poucas horas.

Esta é a CEEE que não queremos.

Alexandrino Alencar foi obrigado a ficar nu, antes de seguir algemado para Curitiba. Ele foi o primeiro a depor na PF.

" Antes do embarque, passou (Alexandrino Alencar) por minuciosa revista, que inclui ficar completamente nu, com verificações íntimas", conta, hoje, o repórter de Zero Hora, Carlos Rollsing. 

Começaram ontem mesmo, segunda-feira, os depoimentos dos diretores da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, presos na sexta-feira econduzidos para Curitiba.

O primeiro a depor, ontem, foi o diretor da Odebrecht, Alexandrino Alencar, ex-membro do Conselhão do Tarso, que possui fortes vínculos nos meios empresariais, políticos e de mídia (imprensa e publicidade) do RS, onde sempre atuou como lobista e patrono.

O diretor é acusado de pagar propinas no âmbito do mensalão e participar da organização do cartel das empreiteiras.

O jornal Zero Hora de hoje inclui o lobista no rol de ex-diretores da Fiergs, mas ele é na verdade um dos diretores atuais do Ciergs, o Centro das Indútrias do RS, um dos braços da Fiergs.

O repórter Carlos Rollsing, do diário gaúchgo, conta que nos bastidres da Lva Jato chamou atenção a tranquilidade de Alexandrino durante o vôo que o levou do Rio para Curitiba:

- Ele permaneceu algemado no avião desde o Rio. Antes do embarque, passou por minuciosa revista, que inclui ficar completamente nu, com verificações íntimas. Apesar do constrangimento, veio ao lado de um delgado no avião, conversando, relatando experi~encias de vida e negando envolvimento em crimes.

Sossela, ex-presidente da Assembléia, convoca audiência pública para debater praga dos javaporcos

O deputado Gilmar Sossela, PDT, ex-presidente da Assembléia, pediu audiência pública para esta quinta-feira em Porto Alegre.

Ele quer discutir tudo sobre a praga de javalis e javaporcos no RS.

Entrevista, Wagner Orelli - Esta intervenção federal no PSDB do RS foi uma traição decidida no tapetão

ENTREVISTA
Wagner Orelli, militante tucano de São Leopoldo, RS.


O senhor escreveu uma carta que obtém grande repercussão no PSDB do RS, protestando contra a intervenção decretada pelo senador Aécio Neves e que resultou no cancelamento da convenção estadual de domingo e na nomeação de Marchezan Júnior como interventor federal no Partido.
Tenho recebido muitos telefonemas e apoios em geral. É inacreditável que um homem com o perfil conciliador como o de Aécio, promova um ato de força como este.

Qual é a sua posição no PSDB e no governo ?
Zero. Sou militante tucano. Minha posição é ideológica. Fiquei revoltado, domingo, e escrevi a carta.

O que o senhor queria ?
Que a decisão fosse pelo voto, como fizemos ao eleger Aécio aqui em São Leopoldo, há um ano.

O que levou Aécio a decidir ?
O avô de Aécio, Tancredo neves, dizia que preferia um bom acordo a uma disputa, masnós, no Rio Grande, preferimos uma boa disputa, honesta, clara e olho no olho, em vez de arremedos. Isto não significa que não saibamos reconhecer a derrota honrosa.

O que acontecerá ?
Sangram o PSDB do RS, sem necessidade. Foio nomeada, goela abaixo, uma interventoria federal. Eles não têm o apoio da maioria, porque nós iríamos vencer a convenção de domingo e nos traíram no tapetão.

Interventor federal Marchezan Júnior já assumiu no PSDB do RS

O interventor federal nomeado pelo senador Aécio Neves para o PSDB do RS, Marchezan Júnior, já assumiu o comando do Partido no Estado.

Com ele, assumiu toda a Junta Interventora.

Judiciário, Ministério Público e TCE trombam com Sartori

Não foi nada tranquila a "reunião de emergência" que o governador Sartorio convocou ontem com os chefes de Poderes.

Houve tensão e mal-estar visível, porque Judiciário, Ministério Público e TCE não aceitam os índices de reajuste dos seus orçamentos, enviados para a Assembléia na forma da LDO, sem consulta a ninguém.

Os reajustes propostos para pessoal e custeio não cobrem nem metade do índice da inflação.

Sérgio Moro ouviu Tarso Genro como testemunha de Vaccari Neto

O ex-governador Tarso Genro foi interrogado ontem pelo juiz Sérgio Moro, que o ouviu por videoconferência desde Curitiba, tudo no âmbito da Operação Lava Jato.

Tarso não é investigado.

Ele prestou depoimento como testemunha do petista João Vaccari Neto, ex-tesoureiro nacional do PT, preso em Curitiba.

Tarso Genro falou durante 15 minutos e disse que mal conhece Vaccari Neto.

Juiz Sérgio Moro teria esperado o inverno e o recesso para prender Marcelo Odebrecht

Segundo a colunista Sônia Racy, integrantes da empreiteira acham que o juiz Sérgio Moro “calculou” a hora da nova fase da operação Lava Jato baseado em três fatores: baixada de bola do escândalo da Fifa, inverno e recesso de STF e STJ no mês de julho.

A colunista também avisou que Marcelo precisa de atendimento médico 24 horas por dia.

O juiz Sergio Moro cedeu ontem aos apelos da família e liberou dieta especial para o empresário Marcelo Odebrecht, presidente da maior construtora do Brasil. 

No fim de semana, o jornalista Alex Solnik, em carta aberta endereçada ao juiz, argumentou que mesmo no tempo em que foi preso político nos porões do DOI-Codi da ditadura teve direito a alimentação especial. Em despacho de ontem, Moro permitiu que os advogados levem alimentação especial ao empreiteiro.

Venezuela cede a pressões e agenda eleições parlamentares para 6 de dezembro

A definição era uma das reivindicações do líder opositor Leopoldo López, preso político em greve de fome.

Era o que também reivindicariam os senadores brasileiros que na semana passada foram impedidos de visitar Lopez.

Nova missão de senadores deve viajar nesta quarta, sob o comando do petista Lindenbergh Farias, mas integrada por outros senadores, todos governistas, como Roberto Requião. A idéia é fazer um contraponto à missão de Aécio e demonstrar que a ditadura de Maduro não é a ditadura de Maduro. 

Delator Paulo Roberto Costa, hoje, em Curitiba, pegará os políticos

Depois de ter colocado os principais políticos da base aliada do governo Dilma Rousseff sob suspeita de integrar o escândalo do Petrolão, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa vai prestar novo depoimento na manhã desta terça-feira na Polícia Federal, em Curitiba, para detalhar o papel de parlamentares no esquema que sangrou os cofres da Petrobras. 

A partir das delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, o procurador-geral da República Rodrigo Janot apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedido de abertura de inquérito para investigar 22 deputados federais, 13 senadores e 12 ex-deputados. No Superior Tribunal de Justiça (STJ) tramitam inquéritos contra os governadores Tião Viana, do Acre, e Luiz Fernando Pezão, do Rio de Janeiro, e contra o ex-governador do Rio Sergio Cabral.

Um dos principais delatores da Lava Jato, Costa foi responsável, por exemplo, pela acusação de que a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 foi abastecida com dinheiro de propina a partir de um pedido do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci. Palocci e o PT negam irregularidades na arrecadação da campanha.

Nesta segunda-feira a Polícia Federal em Curitiba fez uma acareação entre os dois delatores, mas as diferentes versões sobre o episódio envolvendo Palocci acabaram não sendo confrontadas. Uma acareação específica sobre o tema deve ser reagendada pelos policiais.


Movimentos confirmam novos protestos de rua para o dia 16 de agosto

Os grupos Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre (MBL) e Revoltados Online confirmaram para 16 de agosto  o novo protesto contra o governo Dilmas.

O protesto se concentrará na crítica ao ajuste fiscal sem diminuição do tamanho do Estado e ao ritmo negativo de crescimento da economia.

Em Porto Alegre, os protestos foram agendados inicialmente para o Parque Moinhos de Vento, tradicional local de encontro de todas as manifestações anteriores.

Nas redes sociais, o movimento convocatório já começou. 

Visualizações de ontem foram recorde de junho para esta página. Veja os números do Google Analitycs.

O relatório a seguir é do Google Analitycs, extraído diretamente da página, exatamente as 8h03min desta manhã de terça-feira. O dia mal começou.

As 34.058 visualizações da página, ontem, foram recorde do mês de junho.

O editor tem sustentado números parecidos ao longo dos últimos meses.

Em maio, foram 706.435 visualizações. 

Nenhum outro site ou blog independente do RS alcança números tão altos e apesar disto o mercado publicitário prossegue sem levar em conta a importância dos dados técnicos existentes. Como se sabe, este empreendimento só se remunera via publicidade, que somente é aceita de modo seletivo. 

Relatório:

Visualizações de página de hoje
7.221
Visualizações de página de ontem
34.058
Visualizações de página do mês passado
706.435

Tempo será de nuvens baixas, chuvas e muito frio no RS

Esta terça-feria começou com chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. EmPorto Alegre,7h58min, as nuvens cobrem todo o céu e boa parte dos morros, mas não chove. O frio é muito grande.  Durante o dia, a cobertura de nuvens diminuirá e o sol aparecerá no Oeste e no Sul. No Centro do Estado, o início da terça é chuvoso e terá nuvens com gradual melhora do tempo da tarde para a noite. No Norte e no Noroeste o dia terá instabilidade.

Ar frio ingressa e traz queda de temperatura, mais acentuada nas Metades Sul e Leste ante a trajetória oceânica da massa de ar polar. Será uma jornada fria com máximas baixas em diversas cidades. Esfria mais acentuadamente à noite, quando ocorrem as mínimas do dia.

As mínimas rondam os 4ºC em São José dos Ausentes e 5°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 17°C em Torres e Capão da Canoa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 9°C e 15°C.

Em Gramado, onde o tempo também é chuvoso, a temperatura nesta manhã é de 4 graus. 


Sartori lista novos calotes (atrasos) que aplicará em junho

 Calote, s.m. Uso Popular. Dívida que não foi quitada ou paga; a dívida obtida através da pessoa que não tinha a intenção de pagá-la.

Na reunião com os Poderes, Sartori disse que vai ficar pior, mas não avisou sobre atraso nos pagamentos dos salários deste mês, o que poderá acontecer. Na secretaria da Fazenda, trabalha-se com a hipótese de só pagar em dia quem ganha até R$ 2,5 mil. O governador não anunciou novos pacotes de ajustes, mas apenas nova leva de calotes (atrasos). A lista não incluiu contas deixadas para trás por Tarso e que o Piratini não quer honrar, como dívidas de R$ 280 milhões com os hospitais, relativas a novembro e dezembro.

O governador José Ivo Sartori aprovou pessoalmente as contas que o governo gaúcho não pagará este mês, tudo porque alega não ter dinheiro. Os números foram mostrados ontem aos chefes do Legislativo, Judiciário e Ministério Público. Saiba o tamanho dos principais calotes:

R$ 280 milhões da dívida com a União
R$ 43 milhões dos hospitais
R$ 11 milhões do transporte escolar
R$ 10,5 milhões da Emater
R$ 10 milhões de fornecedores
R$ 2 milhões de bolsas de pesquisas da Fapergs
R$ 1,9 milhão do passe livre para estudantes.

Também acontecerão atrasos nos repasses para todas as fundações, que não terão como pagar os salários antes do dia 5.


Os calotes só deixarão de sê=los no dia 22 de julho, data em que serão eliminados. 

MPF e PF começam a investigar relações entre Instituto Lula e Odebrecht

O MPF e a PF começaram a investigar as relações entre o Instituto Lula e a Odebrecht, porque desde que deixou o Palácio do Planalto, ao término do seu mandato em dezembro de 2010, Lula viajou pelo mundo em jatos cedidos pela empreiteira. Lula teria ajudado a construtora a obter contratos milionários em outros países e virado uma espécie de embaixador dos interesses da empresa. O instituto também recebeu doações em dinheiro da Odebrecht.

As relações podem ser promíscuas. 

Os delegados da Polícia Federal (PF) esperam compreender melhor o relacionamento a partir dos depoimentos de Marcelo Odebrecht, presidente da empreiteira, preso na última sexta-feira na 14ª fase da Lava-Jato. Ele está detido em Curitiba, na carceragem da superintendência da PF.


Presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto disse nesta segunda-feira, em evento promovido pela entidade, que o dinheiro doado pela Odebrecht é da "origem mais lícita". Okamotto reiterou que o procedimento existe em vários países do mundo, sem citar o instituto do tucano Fernando Henrique Cardoso. O executivo disse que pediu dinheiro às melhores empresas de todos os setores, entre as quais a Odebrecht.

Irônica, Dilma nega tentativa de suicidio e manda beijinhos para jornalistas

A presidente Dilma Rousseff ironizou nesta segunda-feira boatos que circularam nas redes sociais de que teria sido internada neste fim de semana após uma suposta tentativa de suicídio.

Depois de discursar na cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar, no Palácio do Planalto, a presidente se aproximou de jornalistas apenas para comentar o assunto.

"Me disseram há pouco que correu um boato de que eu estava internada, vocês acham que eu estava?", questionou Dilma correndo a mão sobre a silhueta mais fina graças a uma dieta rigorosa. Antes de se afastar dos jornalistas, a presidente ainda sorriu e jogou um beijo para o alto, dirigindo-se para o seu gabinete.

Minutos depois da declaração, a avaliação do Palácio do Planalto era a de que Dilma "errou" ao falar sobre o tema publicamente.

Segundo auxiliares da presidente, o assunto não foi divulgado pela imprensa "porque não tinha credibilidade", mas agora "a própria Dilma pautou os jornalistas".

Não estava previsto que a presidente fizesse qualquer declaração pública nesta segunda, diante de um cenário desfavorável.
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