Apesar da lei sêca, estão em dia os pagamentos no âmbito do convênio entre a secretaria estadual da Fazenda e o PGQP, fundado pelo industrial gaúcho Jorge Gerdau.
Mesmo a dívida caloteada de R$ 420,6 em outubro já foi quitada.
O convênio com o PGQP vale R$ 3,8 milhões e irá até agosto.
Herança Maldita do governo Tarso será discutida hoje em Novo Hamburgo e Osório
O governador José Ivo Sartori irá esta manhã, 11h, até a Feevale, universidade de Novo Hamburgo, sendo que ànoite comparecerá a evento na Câmara de Osório.
Nos dois eventos, prosseguirá expondo os termos da herança maldita que recebeu de Tarso Genro.
É mais uma etapa da Caravana da Transparência.
Quem reclamava pela falta de transparência do goerno Tarso Genro, pode agora se fartar com os números de Sartori.
Nos dois eventos, prosseguirá expondo os termos da herança maldita que recebeu de Tarso Genro.
É mais uma etapa da Caravana da Transparência.
Quem reclamava pela falta de transparência do goerno Tarso Genro, pode agora se fartar com os números de Sartori.
Blairo Maggi avisa que a economia do Brasil está indo ladeira abaixo
O senador Blairo Maggi (PR), ex-governador de Mato Grosso
e um dos maiores produtores de soja do mundo, criticou a condução da economia
brasileira pelo governo Dilma Rousseff (PT) em entrevista ao jornal Estado de
São Paulo, veiculada neste domingo.
É uma entrevisgta de página inteira.
Segundo Maggi, que é da base aliada ao governo, 2015 é um
'ano perdido'. O senador avalia que a situação seria diferente se a presidente
tivesse adotado postura diferente, como a descentralização das decisões e o
enxugamento da máquina pública. Para ele, há inércia do governo petista.
“O governo é um paquiderme, um elefante que não se mexe”,
criticou.
Apesar de ter apoiado Dilma durante a campanha de
reeleição, o senador disse que provavelmente não iria se aliar a outro candidato
petista na próxima disputa pela presidência.
"As medidas que o governo tomou até agora são de
enxugamento de despesa. Mas essas despesas são, na verdade, despesas entre
aspas, porque são enxugamento de investimentos. Então, você corta investimento
e retrai mais ainda o processo de crescimento", avaliou.
Maggi revelou ainda que o ex-presidente Luiz Inácio
'Lula' da Silva também está descontente com a posição atual do governo.
"Ele também reclama da postura do governo. Da forma
como muitas coisas são colocadas e não são discutidas com a base de
apoio", afirmou.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Dilma não pode ignorar fogo amigo no caso Valter Cardeal x Padilha
Será difícil para a presidente Dilma Roussef ignorar o vazamento das conversações que mantiveram em Brasília o ministro Eliseu Padilha e o diretor da Eletrobrás, Valter Cardeal.
O caso foi parar na revista Época.
Valter Cardeal está por um fio no cargo.
Ele é amigo pessoal de Dilma, que o buscou no RS.
Logo abaixo, o leitor encontrará detalhes completos do incidente.
Ao mesmo tempo em que acontece fogo amigo, em São Paulo o ex-presidente Lula listou Padilha entre os três nomes do PMDB com os quais o PT terá que se entender para estabilizar o governo Dilma Roussef.
O caso foi parar na revista Época.
Valter Cardeal está por um fio no cargo.
Ele é amigo pessoal de Dilma, que o buscou no RS.
Logo abaixo, o leitor encontrará detalhes completos do incidente.
Ao mesmo tempo em que acontece fogo amigo, em São Paulo o ex-presidente Lula listou Padilha entre os três nomes do PMDB com os quais o PT terá que se entender para estabilizar o governo Dilma Roussef.
Entenda melhor a farsa do PT no campo social
Neste editorial de hoje, intitulado "A farsa do PT no campo social", o jornal "O Estado de S. Paulo" escreve que o Partido dos Trabalhadores (PT) tem sido motivo de
profundas e amargas decepções para quem acreditou em seus propósitos iniciais.
Leia tudo:
Criado há 35 anos por um grupo heterogêneo composto por acadêmicos de esquerda,
líderes sindicais e católicos identificados com a Teologia da Libertação,
levantou a bandeira da justiça social e da moralização da vida pública e se
propôs a lutar contra "tudo o que está aí", para garantir os direitos
dos trabalhadores e a inclusão na vida econômica dos miseráveis abandonados na
periferia das metrópoles e nos grotões do interior. Depois de mais de 20 anos,
ao custo de renegar fundamentos de seu ideário, conquistou o poder e ali
permanece até hoje, de braços dados com as lideranças políticas mais
retrógradas que antes combatia. Hoje, o PT "ou muda ou acaba",
segundo anátema lançado por um de seus muitos militantes desiludidos, a
senadora Marta Suplicy.
Outro contundente depoimento sobre os descaminhos do PT
foi prestado por um de seus apoiadores de primeira hora, o dominicano Frei Betto,
que no primeiro mandato de Lula, em 2003, coordenou a implantação do programa
Fome Zero, logo substituído pelo Bolsa Família. Substituição que, aliás,
motivou o afastamento voluntário de Frei Betto do governo, pelas razões que
deixa claras na longa entrevista concedida à coluna Direto da Fonte, de Sonia
Racy, publicada no Estado de 30 de março.
Afirma o religioso dominicano que hoje se assiste ao
"começo do fim" do PT. Mas, provável e compreensivelmente levado pela
memória afetiva que o liga a líderes e à história do PT e "apesar de todos
os pesares", Frei Betto entende que os 12 anos de governo do PT até agora
"foram os melhores de nossa história republicana". O que não o impede
de botar o dedo na ferida, indo diretamente à questão central que provoca sua
desilusão com o partido de Lula: "O PT trocou um projeto de Brasil por um
projeto de poder". E isso se reflete no fato de que não se concretizou até
hoje "nenhuma reforma de estrutura, nenhuma daquelas prometidas nos
documentos originais do PT". E cita: "Nem a (reforma) agrária, nem a
tributária, nem a política. E aí poderíamos acrescentar: nem a da educação, nem
a urbana. Em suma, o que falta ao governo - e desde 2003 - é planejamento
estratégico". Em outras palavras, um projeto de País.
Para Frei Betto, os governos do PT facilitaram "o
acesso dos brasileiros aos bens pessoais, mas não aos bens sociais". E
explica: "Se vamos em um barraco de favela, lá dentro tem TV a cores,
micro-ondas, máquina de lavar" e muitos outros bens de consumo.
"Porém, essa família continua no barraco, sem saneamento, em um emprego
precário, sem acesso à saúde, educação, transporte público e segurança de
qualidade. O governo facilitou o acesso dos brasileiros aos bens pessoais, mas
não aos bens sociais."
Essa colocação explicita o espírito das "políticas
sociais" dos governos petistas, sempre de caráter pontual, feitas para
atingir objetivos de curto prazo e, de preferência, eleitorais. Foi o que
ocorreu com a substituição do Fome Zero pelo Bolsa Família. O primeiro, muito
mais complexo e, consequentemente, preso a possibilidades de ampliação mais
lentas, não se limitava a proporcionar às pessoas excluídas da vida econômica
uma contribuição financeira mensal para a sobrevivência, mas oferecia um
conjunto de possibilidades e impunha obrigações, de modo a criar condições para
a inserção do beneficiado na atividade produtiva. É o que Frei Betto chama de
programa de "caráter emancipatório". Ao contrário, o Bolsa Família,
muito mais facilmente implantável e ampliável, acaba tornando seus
beneficiários dependentes financeiros do poder público. Cria e alimenta, em
português claro, verdadeiros currais eleitorais.
Essa evidência se confirma com o testemunho de outro
desiludido com o PT, o jurista Hélio Bicudo, que relatou em entrevista gravada
a um programa de televisão o seguinte episódio: em 2003, numa reunião de
membros do governo sobre a implantação do Bolsa Família, questionado sobre os
objetivos e benefícios do programa, o então ministro José Dirceu, chefe da Casa
Civil, respondeu sem pestanejar: "Quarenta milhões de votos". Dá para
entender por que o PT acabou se transformando numa farsa até para muitos
antigos e fiéis militantes e apoiadores.
Dívida brasileira na ONU já soma R$ 813,9 milhões
O governo Dilma consolida para o Brasil a reputação de mau pagador, após aplicar o “tombo” de US$ 259 milhões (equivalentes a R$ 813,2 milhões) na Organização das Nações Unidas. Só este ano, o Brasil já deveria ter pago US$ 79,6 milhões (ou R$ 249,9 milhões) à entidade. Todos os países-membros assumem o compromisso de manter, além da própria ONU, o tribunal internacional e também as missões de paz.
A ONU mantém uma “Lista de Honra” com os nomes dos países em dia com obrigações junto à entidade. Nessa lista, “Brazil” não aparece. Países como Cuba, Bolívia, Equador e República Dominicana, destinos comuns de investimentos do BNDES, estão em dia junto à ONU.
Segundo o site Diário do Poder, o Brasil é figurinha carimbada na lista de maiores devedores e até já foi citado pelo porta-voz da ONU como “exemplo a não ser seguido”.
A ONU mantém uma “Lista de Honra” com os nomes dos países em dia com obrigações junto à entidade. Nessa lista, “Brazil” não aparece. Países como Cuba, Bolívia, Equador e República Dominicana, destinos comuns de investimentos do BNDES, estão em dia junto à ONU.
Segundo o site Diário do Poder, o Brasil é figurinha carimbada na lista de maiores devedores e até já foi citado pelo porta-voz da ONU como “exemplo a não ser seguido”.
Serra quer atrair mais de 1 milhão de turistas neste inverno
A serra gaúcha prepara-se para entrar mais uma vez na rota do frio. Com a queda da temperatura, chegam os turistas. Apesar de a época de maior movimento na serra gaúcha ainda ser na véspera de Natal, no inverno do ano passado, mais de 1 milhão de pessoas visitaram a região nas estações mais frias do ano.
A expectativa é que o número de turistas ganhe um incremento entre 5% e 8% neste ano.
O movimento já começou a aumentar neste final e semana com as atrações de Páscoa onde milhares de turistas lotaram Gramado.
A expectativa é que o número de turistas ganhe um incremento entre 5% e 8% neste ano.
O movimento já começou a aumentar neste final e semana com as atrações de Páscoa onde milhares de turistas lotaram Gramado.
Vendas de Páscoa crescem 2% no RS
As vendas de Páscoa atingiram um crescimento de 2% nos supermercados gaúchos em 2015, na comparação com o ano passado, conforme divulgou neste domingo a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas).
Os consumidores gaúchos apostaram em chocolates menores, bombons e ovos pequenos para presentear os familiares.
Segundo a Agas, somente 2% dos quase 9 milhões de ovos colocados à venda não foram comercializados até o domingo pelo setor.
Os consumidores gaúchos apostaram em chocolates menores, bombons e ovos pequenos para presentear os familiares.
Segundo a Agas, somente 2% dos quase 9 milhões de ovos colocados à venda não foram comercializados até o domingo pelo setor.
Padilha nega lobby junto a Valter Cardeal por usina eólica em Tramandaí
CLIQUE AQUI para ler a reportagem da revista Época. Na foto ao lado, Padilha recebendo Cardeal. Na entrevista a seguir, o ministro não faz referência à conversa que vazou, embora ela só tenha sido testemunhada por ele mesmo e por Cardeal, homem de Dilma e do PT.
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB),
negou, neste sábado, em entrevista à Rádio Guaíba, as informações publicadas em
matéria da Revista Época, na qual é acusado de prática de lobby. Pela apuração
da revista, Padilha reuniu-se, já como ministro, com o diretor da Eletrobras
Valter Cardeal para facilitar futuros contratos com a multinacional portuguesa
EDP. A portuguesa mantém contrato de locação de um terreno de propriedade de
Eliseu Padilha e outros dois sócios, onde opera o Parque Eólico Cidreira I, no
litoral gaúcho. Segundo a revista Época, os rendimentos do negócio são de R$
1,6 milhão por ano para o ministro.
Padilha se defende da acusação, afirmando que o encontro
com o diretor da Eletrobras se tratou de uma visita de cortesia e que não há
qualquer interesse em expandir o parque eólico na propriedade dele. “Eu nunca
fiz lobby a favor de quem quer que seja, muito menos a favor da EDP, que hoje é
a arrendatária de uma área de terra que é minha e de outros dois proprietários.
Uma empresa que antecedeu a EDP construiu o parque eólico em Tramandaí e nos
paga arrendamento. Ponto. Nada mais. Tem pedido meu de ampliar? Não! Até porque
a minha área toda tá arrendada”, argumentou o ministro, destacando que os
valores todos são declarados para a Receita Federal, sem qualquer ilegalidade.
O texto da Época, publicado nessa sexta-feira, é assinado
pelos jornalistas Murilo Ramos e Thiago Bronzatto, com participação de Flávia
Tavares. À revista, Padilha disse, conforme a reportagem, que o encontro com o
diretor da Eletrobras tratou de uma possível ampliação do parque. Em entrevista
à Rádio Guaíba, Padilha negou que haja tal possibilidade.
O ministro declarou, ainda, que estuda entrar com ação
contra a revista Época pelo conteúdo da matéria, que apontou pessoas ligadas a
ele como supostos laranjas na consolidação do negócio. O ministro afirmou,
ainda, que não pode confirmar ou contestar o valor anual do negócio por se
tratar de um contrato com multinacional, que prevê sigilo.
Ao contrário do Lava Jato, OAB cala diante da Operação Zelotes
Os governos do PT não cansam de assombrar os brasileiros.
Apesar dos ataques diretos a escritórios de advocacia que teriam atuado de modo criminoso no Carf, segundo investigaçõesda Polícia Federal e do MPF, até o momento a OAB nada falou sobre o assunto.
Está cega, muda e surda.
Em outros episódios, como da Operação Lava Jato, a OAB tem se pronunciado de modo reiterado contra as investigações da PF, as denúncias do MPF e a atuação do juiz Sérgio Moro.
Apesar dos ataques diretos a escritórios de advocacia que teriam atuado de modo criminoso no Carf, segundo investigaçõesda Polícia Federal e do MPF, até o momento a OAB nada falou sobre o assunto.
Está cega, muda e surda.
Em outros episódios, como da Operação Lava Jato, a OAB tem se pronunciado de modo reiterado contra as investigações da PF, as denúncias do MPF e a atuação do juiz Sérgio Moro.
Recusar propina no Carf dava 'castigo', aponta investigação da Polícia Federal
O Carf é um órgão da Fazenda que julga, em segunda
instância, casos em que o contribuinte já foi autuado.
O jornal Folha de São Paulo deste domingo revela em reportagem que as investigações da Polícia Federal na Operação Zelotes
apontam que empresas que se recusavam a pagar propina a integrantes de uma
quadrilha que supostamente agia no Carf (Conselho Administrativo de Recursos
Fiscais) eram punidas com "castigo" de até R$ 1 milhão por mês.
As empresas eram vítimas de uma organização criminosa da qual faziam parte a ex-chefe da Casa Civil de Lula, Erenice Guerra, indicada para o cargo por Dilma, como também Antonio Cartaxo, nomeado para a chefia do Carf também por Lula e mantido por Lula.
Erenice Guerra,
quando era ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff, indicou José Ricardo da
Silva para o Carf. Depois de ser afastada do cargo, tornou-se sua sócia oculta,
através de um contrato de gaveta.
O relatório da PF sobre a operação Zelotes diz que José
Ricardo da Silva "é o articulador e possível chefe da suposta organização
criminosa".
Ele é acusado de fraudar a Receita Federal com seu pai,
Eivany Silva, e com sua irmã, Eivanice Canário. Segundo o Coaf, entre dezembro
de 2004 a fevereiro de 2015 ele fez transações financeiras atípicas num valor
de 19,6 milhões de reais.
São todos do PT. A arte ao lado também é da Folha.
Leia tudo:
A multa seria imposta à empresa se houvesse o julgamento
no Conselho do processo a que a ela estava respondendo e, por isso, a quadrilha
pressionava para que a votação ocorresse rapidamente.
O Carf é um órgão da Fazenda que julga, em segunda
instância, casos em que o contribuinte já foi autuado.
Em várias das interceptações feitas os suspeitos falam
abertamente sobre os esquemas de corrupção. Num diálogo entre o conselheiro
Paulo Cortez e seu sócio, o advogado Nelson Malmann, o conselheiro diz que a
quadrilha fazia absurdos contra os "pequenininhos" e que os
"grandões" ficavam "livres".
"É só pagar a taxa", diz o conselheiro.
Os integrantes do esquema também conseguiam formas
originais de receber a propina, dizem os investigadores. Eles comentam que, no
caso do Santander, um dos conselheiros que votaram para que o banco fosse
isento de uma multa foi convidado a dar uma palestra na instituição.
Segundo Cortez, o conselheiro não quis voltar de avião,
mesmo com passagem grátis, pois não queria "chamar a atenção" para a
mala de dinheiro que estava trazendo. Cortez não informa o valor na conversa. O
conselheiro voltou de ônibus para Brasília.
Os valores são sempre contados a partir da casa dos
milhões. Num diálogo do ex-auditor da Receita e conselheiro do Carf Jorge
Victor Rodrigues, com Jefferson Ribeiro Salazar, também ex-auditor, eles falam
num pagamento de 20 (identificado pelos investigadores com R$ 20 milhões) para
resolver o problema do Banco Safra.
Segundo ele, parte do dinheiro teria de ser repassada à
Procuradoria, identificada como a PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda
Nacional), órgão da Fazenda.
"Nesses 20 [milhões] está também a Procuradoria,
eles têm uma boca grande!", disse Rodrigues.
No mesmo caso, Rodrigues e Salazar discutem a forma de
receber o pagamento, já que o banco exigia que houvesse uma empresa de boa
qualidade para receber o pagamento pela consultoria para evitar que a área de
compliance (fiscalização interna) do banco suspeitasse da operação.
Cortez, Mallmann, Salazar e Rodrigues não foram
localizados pela Folha. O Santander nega irregularidades. O Safra não se
pronuncia sobre o assunto.
85% dos leitores avisam que irão para as ruas no dia 12
85% dos leitores cravaram na resposta "sim",
quando perguntados na enquete desta página se participariam dos protestos de
rua programados para o dia 12 em todo o País.
É um número altíssimo.
Apenas 11% disseram que não sairão às ruas.
Nova enquete já está disponível aí ao lado e pergunta o
que pode fazer o governo Sartori pela segurança pública dos gaúchos.
Duas respostas estão disponíveis:
Botar a polícia na rua e fiscalizar sua atuação ali.
Não fazer nada
A alegação de que novos policiais não são nomeados e que
horas extras foram cortadas não justifica o despoliciamento, até porque níveis
superiores de inteligência e equipamentos mais modernos, já em poder da segurança,
podem ser usados com maior eficiência - e não são.
A reforma do Estado é medida de mais longo prazo, mas ela se impõe sobretudo em relação duas áreas que pesam de modo brutal sobre o custo da Folha de Pessoal, oferecendo rendimentos muito abaixo do que esperam os gaúchos, no caso segurança pública e educação. Anomalias históricas precisam ser enfrentadas com coragem, sobretudo as que estão relacionadas com produção, produtividade e qualidade, o que inclui reformas radicais na gestão, inclusive o fim para as aposentadorias precoces e a resolução do déficit previdenciário, o que também resultaria em melhores salários para os contigentes existentes.
Crime debocha do governo Sartori no RS
Se não bastassem os 8 assaltos a bancos, realizados
num período de 72 horas no Rio Grande do Sul, o crime organizado passou todos
os limites na manhã desse sábado, dia 04 de abril. Quatro homens armados,
usando máscaras cirúrgicas para esconder o rosto assaltaram a lotérica
que fica na ala externa do Mercado Público, no Largo Glênio Peres.
Eram 11 horas da manhã.
Uma companhia do 9º BPM atua na Praça 15 de novembro. A
instalação física fica a exatos 75 metros da lotérica. Ali, estratégicamente a
Brigada Militar tem 10 homens treinados para “pronto emprego”.
Alguma coisa de muito grave está acontecendo com a
Segurança Pública do Rio Grande do Sul.
O Governador José Ivo Sartori tem de identificar,
imediatemente quem está interessado em enfraquecer seu governo na área da
Segurança. A opinião pública não vai perdoar omissões, corporativismos e corpo
mole.
- A nota a seguir é do blog Cristal Vox, Porto Alegre.
Luis Milman protesta contra artigo antissemita publicado pelo jornal Zero Hora
Professor de jornalismo na Ufrgs e ele mesmo jornalista profissional, além de escritor, o gaúcho Luiz Milman não goistou de artigo publicado no jornal Zero Hora deste sábado, no qual um antropólogo local defendeu o sacrifício de animais em cerimônias de batuque, comparando-a com prática igual que ocorreria em atos religiosos em sinagogas de Porto Alegre e de todas as partes do mundo.
Luiz Milman mostrou-se indignado nesta carta enviada para a diretor ade redação do jornal, porque antes de mais nada o artigo é mentiroso, já que nenhum sacrifício de animal é realizado em qualquer cerimônia levada a efeito nas sinagogas.
O artigo ofende claramente o povo judeu.
Leia a carta:
Recebi muitas mensagens de judeus revoltados, pelo
Facebook, tratando do artigo publicado por ZH, no sábado passado, dia 3 de
abril. Comum a todas as manifestações, era a repulsa causada na comunidade
judaica pelo citado artigo, de autoria de um antropólogo local, que fazia a
defesa dos sacrifícios animais em rituais de batuque. Até aí, um tema
admitidamente controverso e, por essa razão de interesse jornalístico. No
entanto, o artigo avança para a formulação de uma simetria ritualística entre
as práticas dos batuqueiros e os rituais realizados nas sinagogas
judaicas., com base na sua informação de que nas sinagogas também é comum a
prática de sacrifícios. E que no caso das últimas, não há pressão para que as
práticas sejam proibidas devido ao receio da “poderosa comunidade judaica”.
Para começar, uma palavra sobre o tal antropólogo: trata-se de um sabujo
antissemita que se anuncia como pesquisador, mas que, em verdade, não passa de
um infeliz palpiteiro sobre temas que não conhece. E não são temas difíceis de
pesquisar para alguém que se diz antropólogo. Bastaria ter visitado algumas
sinagogas locais e constatar que, nelas, não se faz sacrifícios de animais de
qualquer espécie. E não se faz há mais de 2mil anos, desde a queda do II Templo
de Jerusalém.
Mas a mixórdia publicada pelo tal antropólogo, visava, se
analisada com vagar, equiparar os estudos e a liturgia milenares de uma
religião literária, que cumpre papel central na formação da cultura ocidental,
com formas animistas de culto, para as quais a sangria de animais é ainda
a parte central. Um arrematado despropósito, que se projeta da tentativa
psicótica de propor a equivalência entre religiões e práticas rituais que não
tem nada em comum. Quanto à denúncia feita pelo antropólogo, de que os rituais
judaicos são tratados com panos quentes porque se teme a poderosa comunidade
judaica, é forçoso dizer que, mais uma vez, um artigo antissemita, mentiroso e
ofensivo com relação aos costumes judaicos, é publicado por Zero Hora, a
exemplo do que já o foram tantos outros. Tem-se adotado esta norma em ZH, é de
se constatar; e mesmo que os proprietários do grupo RBS sejam de origem
judaica, ninguém sabe o que esta condição implica para eles. E fica a pergunta:
qual a razão de publicar a excrescência antropológica justamente no dia em que
os judeus comemoram o Pessach, a importante Páscoa Judaica, data na qual se
recordam os milagres da saída do Egito? O que passou pela cabeça do
editor(a) de opinião do jornal, ao permitir que tamanho despropósito, sem qualquer
base factual, mentiroso e reprovável sob todos os pontos de vista, fosse
publicado justamente neste dia?
Tudo isto pode ser ocasional, mas não é o que parece. E
aqui chegamos ao terceiro ponto. A forma inconsequente, amadorística e
irresponsável com que são tratadas questões cultural e socialmente sensíveis
para a comunidade judaica tem despertado um crescente asco por este jornal.
Isso mesmo, asco. Muitas pessoas da comunidade já cancelaram suas assinaturas
de Zero Hora devido a posturas ora pró-Palestina do noticiário sobre o conflito
com Israel, ora no mínimo apressadas e até mesmo fraudulentas quando da
abordagem de temas judaicos.
Fica aqui minha indignação por mais esta violência
cometida por Zero Hora contra a comunidade judaica do Rio Grande.
Luis Milman, Porto Alegre.
PF INDICA QUE SECRETÁRIO DA RECEITA DO GOVERNO LULA PARTICIPOU DA CORRUPÇÃO NO CARF
O jornalista Claudio Humberto diz neste domingo que no governo Dilma, Cartaxo, que presidiu o Carf, virou caso de polícia. A polícia apreendeu muito dinheiro em espécie na casa do genro de Cartaxo. Depois doo Mensalão e do Petrolão, o PT enfrenta agora o Carfão.
Leia tudo:
A Polícia Federal grampeou, com autorização judicial, ao
menos dois telefones de Otacílio Dantas Cartaxo, que no governo Lula foi o
"xerife" que chefiou a Secretaria da Receita Federal entre 2009 e
2010. No governo Dilma, presidiu de 2011 até janeiro deste ano o Conselho
Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão responsável por julgar
reclamações de contribuintes em débito com a Receita, e alvo das investigações.
Há indícios de que Cartaxo participou do esquema de venda
de decisões favoráveis a grandes empresas. A PF acha que ele mantinha relações
de proximidade com investigados no esquema, entre eles o próprio genro,
Leonardo Siade Manzan.
Nas escutas, lobistas e conselheiros conversam sobre
supostas gestões do exsecretário em favor de empresas suspeitas de pagar
propina no órgão. O monitoramento dos telefones de Cartaxo foi necessário,
segundo relatório da PF enviado à Justiça Federal, "tendo em vista a
suspeita que há sobre este alvo e a sua condição de presidente do Carf".
Os investigadores chegaram a pedir a prorrogação das
interceptações. Ex conselheiro do Carf, o genro de Cartaxo é apontado pela PF
como um dos principais integrantes do grupo suspeito de operar o esquema de
venda de decisões. Na casa dele, os agentes apreenderam R$ 800 mil em dinheiro.
Manzan é sócio da SBS Consultoria Empresarial, empresa
que, segundo a polícia, foi usada para "dissimular atividades
criminosas", como corrupção de conselheiros e lavagem de dinheiro do
esquema. A relação com o sogro, segundo um dos relatórios, conferia a Manzan
"grande prestígio e influência dentro do Carf, o que ele exerce sem
pudor".
Os áudios, segundo a PF, indicam que Cartaxo, após deixar
a presidência do Carf, "passará a trabalhar na consultoria do seu genro, a
SBS Consultoria". As conversas entre os investigados, interceptadas na
Operação Zelotes, fazem referências a supostas atividades do exchefe da Receita
em favor do esquema.
Numa delas, o conselheiro Paulo Roberto Cortez diz a um
de seus sócios que recebeu um "recado sutil" de Cartaxo por meio do
colega Valmir Sandri. O presidente do conselho queria, segundo Cortez, fazê-lo
"calar a boca" sobre a forma como o processo da Gerdau estava sendo
conduzido.
Em vez de ser relatado por um representante da Fazenda no
Carf, o caso ficou sob responsabilidade do próprio Valmir. As investigações
mostram indícios de que a Gerdau negociou propina para ter decisão favorável no
caso, que envolve uma dívida de R$ 4 bilhões.
O processo ainda não foi concluído. A Gerdau informa que
não foi comunicada sobre seu envolvimento na Operação Zelotes por nenhuma
autoridade. Alega também que contrata "escritórios externos" para
auxiliá-la nos processos que correm no Carf e que ainda não pagou esses
prestadores de serviço. O pagamento, segundo a empresa, é condicionado ao êxito
e ao "respeito à legalidade". As informações são de reportagem de
Fábio Brandt, Murilo Rodrigues Alves e Andraza Matais, do jonal O Estado de S.
Paulo deste Sábado (4).
Familiares de Valter Cardeal possuem expertise na área de energia eólica
O diretor da Eletrobrás, Valter Cardeal, que agora protagoniza nova polêmica com o ministro Eliseu Padilha, é gaúcho de Porto Alegre. Ele foi diretor da CEEE e do PDT. Dilma levou-o para Brasília quando foi indicada ministra de Minas e Energia de Lula.
Familiares de Valter Cardeal possuem expertise na área de energia eólica no RS.
Familiares de Valter Cardeal possuem expertise na área de energia eólica no RS.
Padilha e Cardeal não se bicam há muito tempo
A reportagem da revista Época envolvendo possíveis conversações pouco republicanas entre o ministro Eliseu Padilha e o diretor da Eletrobrás, Valter Cardeal, tudo em torno de usinas eólicas do RS, não conta que os dois personagens já estiveram em campos opostos há poucos anos.
No governo Lula, quando Valter Cardeal era presidente da Eletrobrás, ele fez campanha cerrada contra a implantação de uma usina eólica no Litoral Norte. Gente ligada ao diretor, tentou envolver Padilha no negócio, porque o ministro estaria interessado em alugar suas terras para o empreendimento.
Este caso foi parar na Justiça.
Sabendo o que ocorreu, é surpreendente que Eliseu Padilha tenha recebido Valter Cardeal no seu gabinete de Brasília.
Os termos do encontro dos dois vazaram imediatamente.
No governo Lula, quando Valter Cardeal era presidente da Eletrobrás, ele fez campanha cerrada contra a implantação de uma usina eólica no Litoral Norte. Gente ligada ao diretor, tentou envolver Padilha no negócio, porque o ministro estaria interessado em alugar suas terras para o empreendimento.
Este caso foi parar na Justiça.
Sabendo o que ocorreu, é surpreendente que Eliseu Padilha tenha recebido Valter Cardeal no seu gabinete de Brasília.
Os termos do encontro dos dois vazaram imediatamente.
Ombudsman da Folha reclama leniência da própria Folha no trato da Zelotes. No RS, jornais evitam o assunto.
Vera Magalhães e Otávio Frias, ao lado. Não só a Folha, mas toda a mídia trata o caso com dedos de pelica. Só O Estadão atreveu-se a iniciar o noticiário e a sustentá-lo.
"Só na última quinta, uma semana depois do
início, a operação galgou a manchete deste jornal", diz a jornalista Vera
Guimarães Martins, que exerce o cargo de ombudsman da Folha de S. Paulo,
comandada por Otávio Frias Filho.
Ela avisou:
- A punição de quem paga suborno para
levar vantagem não é só questão de Justiça, é aspiração de qualquer sociedade
que se quer desenvolvida.
O jornal Zero Hora, Porto Alegre, embora esteja envolvido diretamente no escândalo, já que seu grupo controlador, a RBS, está sendo investigado pelo uso de propinas para conseguir cancelar dívidas fiscais com a Receita Federal, tem publicado reportagens, inclusive citando-se, mas faz isto de modo mercamente formal, como quem cumpre um indesejado dever de casa. Seus jornalistas evitam falar na Operação Zelotes, mas quando fazem isto, demonstram tolerância que nunca tiveram em todos os casos de escândalo já conhecidos.,
Os demais jornais gaúchos evitam até mesmo tratar do assunto, receando incomodar o concorrente e blindando-se de futuras represálias.
O caso só rola com vigor nas redes sociais.
Artigo, Fernando Henrique - Do governo Dilma há pouco a esperar
Deste governo há pouco a esperar, mesmo quando, movido
pelas circunstâncias, tenta corrigir os rumos. Tanto quanto popularidade,
falta-lhe credibilidade
Nas últimas semanas tenho dado entrevistas aos jornais e
às TVs, talvez mais do que devesse ou a prudência indicasse. Por quê? A mídia
anda à busca de quem diga o que pensa sobre o “caos” (a qualificação é
oficiosa, vem da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República)
em que estaríamos mergulhados e é necessário que vozes da oposição sejam
ouvidas.
A crise atual marca o fim de um período, embora ainda não
haja percepção clara sobre o que virá. Em crises anteriores, as forças opostas
ao governo estavam organizadas, tinham objetivos definidos.
Foi assim com a queda de Getúlio em 1945, quando a
vitória dos Aliados impunha a democracia; idem na segunda queda de Getúlio,
quando seus opositores temiam a instauração da “República sindicalista”; o
parlamentarismo, igualmente, serviu de esparadrapo para que Jango pudesse tomar
posse; em 1964 as “marchas das famílias pela liberdade” aglutinaram as forças
políticas aos militares contra o populismo presidencial e, posteriormente, se
entregaram a práticas autoritárias; deu-se o mesmo, por fim, quando a frente de
oposição, liderada pelo PMDB, em aliança com dissidentes da antiga Arena, pôs
fim ao regime criado em 1964.
Em todos esses casos, previamente ao desenlace, houve o
enfraquecimento da capacidade de governar e os opositores tinham uma visão
política alternativa com implicações econômicas e sociais, embora se tratasse
fundamentalmente de crises políticas.
Mesmo no impeachment de Collor, a crise era política e a
solução idem. Naturalmente, ajustes econômicos foram feitos em seguimento às
soluções políticas, basta lembrar a dupla Campos/Bulhões nos anos 1960. Ou
ainda, os planos Cruzado e Real, que se seguiram à Constituinte e à derrocada
de Collor.
No que se distingue o “caos” atual? Em que ele é mais
diretamente a expressão do esgotamento de um modelo de crescimento da economia
(como também em 1964 e nas Diretas Já), embora ainda não se veja de onde virá o
novo impulso econômico.
Mais do que de uma crise passageira, o “caos” atual
revela um esgotamento econômico e a exaustão das formas político-institucionais
vigentes. Será necessário, portanto, agir e ter propostas em vários níveis.
Embora haja alguma similitude com a situação enfrentada
na crise de Jango Goulart, nem por isso a “saída” desejada é golpista e muito
menos militar. Não há pressões institucionais para derrubar o governo e todos
queremos manter a democracia.
Explico-me: a pretensão hegemônica do lulo-petismo
assentou-se até a crise mundial de 2008, na coincidência entre a enorme
expansão do comércio mundial e a alta do preço das commodities, com a
continuidade das boas práticas econômicas e sociais dos governos
Itamar/Fernando Henrique Cardoso.
Essas práticas foram expandidas no primeiro mandato de
Lula, ao que se somou a reação positiva à crise financeira mundial. Ao longo do
seu segundo mandato, o lulo-petismo assumiu ares hegemônicos e obteve, ao mesmo
tempo, a aceitação do povo (emprego elevado, bolsa-família, salário mínimo real
aumentado) e o consentimento das camadas econômicas dominantes (bolsa BNDES
para os empresários, Tesouro em comunicação indireta com o financiamento das
empresas, Caixa Econômica ajudando quem precisasse).
Só que o boom externo acabou, os cofres do governo
secaram e a galinha de ovos de ouro da “nova matriz econômica” — crédito amplo
e barato e consumo elevado — perdeu condições de sustentabilidade.
Isso no exato momento em que o governo Dilma pôs o pé no
acelerador em vez de navegar com prudência. Daí que o discurso de campanha
tenha sido um e a prática atual de governo, outra. Some-se a isso a crise
moral, na qual o Petrolão não é caso único.
As oposições devem começar a desenhar outro percurso na
economia e na política. Como a crise, além de econômica e social, é de
confiabilidade (o governo perdeu popularidade e credibilidade), começam a
surgir vozes por “um diálogo” entre oposições e governo.
Problema: qual o limite entre diálogo político e
“conchavo”, ou seja, a busca de uma tábua de salvação para o governo e para os
que são acusados de corrupção?
A reconstrução de uma vida democrática saudável e uma
saída econômica viável requerem “passar a limpo” o país: que prossigam as
investigações e que a Justiça se cumpra. Ao mesmo tempo há que construir novos
modos de funcionamento das instituições políticas e das práticas econômicas.
As oposições devem iniciar no Congresso o diálogo sobre a
reforma política. Em artigo luminoso do senador Serra, publicado no “Estadão”
de 26 passado, estão alinhadas medidas positivas, tanto para a reforma
eleitoral como para práticas de governo.
Iniciar a proposta de voto distrital misto nas eleições
para vereador em municípios com mais de 200 mil eleitores é algo inovador (o
senador Aloysio Nunes fez proposta semelhante). Há sugestões de igual mérito na
área administrativa, como a criação da Nota Fiscal Brasileira, e ainda a
corajosa e correta crítica ao regime de partilha que levou a Petrobras a se
superendividar.
De igual modo, o senador Tasso Jereissati apresentou
emenda moralizadora sobre o financiamento das eleições, impondo tetos de doação
de até 800 mil reais para os conglomerados empresariais e restrições de acesso
ao financiamento público às empresas doadoras. Partidos que até agora apoiam o
governo, como o PMDB, também têm propostas a serem consideradas.
Sei que não basta reformar os partidos e o código
eleitoral. Mas é um bom começo para a oposição que, além de ir às ruas para
apoiar os movimentos populares moralizadores e reformistas, deve assumir sua
parte de responsabilidade na condução do país para dias melhores.
Pepe Vargas e Rosseto entre os recordistas no uso de jatinhos da FAB para viagens para casa. Dilma resolveu acacabar com a farra.
Depois da veiculação da reportagem por TVEJA, a Casa Civil anunciou que, na próxima semana, a presidente Dilma Rousseff editará um decreto que restringe o uso de jatinhos da FAB para levar ministros de volta às suas cidades de origem nos fins de semana. A medida será detalhada ao longo da próxima semana.
O ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) foi o
recordista nos três primeiros meses deste ano: ele decolou sozinho quatro vezes
de Brasília para Belo Horizonte. Os demais ministros foram Pepe Vargas
(Relações Institucionais), Mauro Vieira (Itamaraty), Miguel Rossetto
(Secretaria Geral da Presidência) e Eleonora Menicucci (Políticas para as
Mulheres).
Conforme o site de VEJA revelou, cada viagem em jatinhos
da FAB custa cerca de 12.000 reais por hora de voo - 44 vezes mais caro que a
média de preço de uma passagem aérea comercial (268 reais).
"É uma barbaridade, coisa de horda palaciana. Custa
quantas vezes mais isso? É não ter o mínimo de bom senso e de critério do uso
do dinheiro público, de saber qual é o custo e o benefício disso. É um governo
que não só contribui para o desperdício de um lado, mas para a corrupção de
outro e para o abuso daqueles que se utilizam para benefício próprio, para seu
prazer pessoal ou para o deslumbramento no cargo", diz o deputado Rubens
Bueno.
Assinar:
Postagens (Atom)






