Modern Logistics (cargas expressas aéreas) vem a Porto Alegre para afivelar base no RS

Virá na semana que vem a Porto Alegre a diretoria da Modern Logistics, empresa de aviação que se dedica ao transporte de cargas expressas e começa a operar no mercado nacional. A companhia nasceu de uma parceria entre um grupo de ex-executivos brasileiros da Azul Linhas Aéreas e da norte-americana Jetblue. Com forte interesse em operar no Rio Grande do Sul, a empresa pretende interligar toda a cadeia de produção, com foco em transporte aéreo, nos mesmos moldes do que faz a Fedex.  Comandada por Gerald Blake Lee, o objetivo da companhia é o de integrar indústrias, centros de distribuição e uma rede de pontes aéreas. O foco serão produtos de alto valor agregado, como eletrônicos, produtos farmacêuticos e autopeça.

O deputado Jerônimo Goergen, que apóia o empreendimento, agendou reunião na Fiergs para segunda-feira a tarde. 

Justiça Federal mantém prisão de quatro empreiteiros acusados de desvios na Petrobras

O juiz Sérgio Moro indeferiu pedidos de liberdade provisória feitos por Ricardo Pessoa, presidente da UTC, Dalton Avancini, presidente da Camargo Corrêa, o vice-presidente Eduardo Hermelino Leite e José Ricardo Auler, do Conselho de Administração.

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Análise - Saiba como Dilma usou 147 discursos para não prestar conta alguma do que fez no governo do Brasil

O Relatório Reservado de hoje diz que a abertura da caixa de Pandora da Petrobras e a descoberta dos malfeitos ali depositados são, ao mesmo tempo, sintoma e sequela de uma patologia nacional que alcançou proporções epidêmicas no governo Dilma: a falta de transparência, notadamente na gestão pública. Leia toda a análise -

O Estado brasileiro é uma companhia aberta, com 200 milhões de acionistas, que não publica balanço. O governo é o primeiro a dar o exemplo. No ano passado, um período pródigo em exposição para os seus padrões, Dilma Rousseff proferiu 147 discursos, concedeu 33 entrevistas e assinou 47 notas oficiais – os números do Portal da Presidência, ressalte-se, incluem apenas as comunicações no exercício do cargo, expurgando, até onde isso é possível, os atos de campanha. Em 77% dos pronunciamentos conferidos pelo Relatório Reservado, Dilma entediou a plateia com a mesma música, entoando repetidos dados monotemáticos sobre os resultados das políticas sociais no agregado dos governos petistas, anunciando obras - em grande parte, não realizadas – ou falando sobre a perseguição das elites.

Apenas em 23% de seus pronunciamentos, a presidenta tratou com ênfase de temas prementes para a agenda nacional, como juros, política fiscal, benefícios trabalhistas, crise hídrica, racionamento de energia, resultados das contas públicas etc. O que disse foi vergonhosamente desmentido pela realidade. Se Dilma Rousseff assinasse um balanço financeiro, levaria uma multa da CVM e as demonstrações contábeis do seu governo seriam suspensas por imprecisão ou improbidade. Pois bem, depois de se pronunciar de forma claudicante ou mesmo fraudulenta, a presidenta não aproveitou nenhuma das oportunidades imediatamente posteriores para explicar as afirmações inverossímeis. Em apenas 6% das suas comunicações, ela voltou aos assuntos críticos tratados anteriormente. E o fez não para prestar contas sobre a mudança das circunstâncias, mas para sustentar que os problemas inexistiam ou havia exagero e manipulação na extensão da sua gravidade. É importante ressaltar que o RR deu um desconto e não se deteve aos pronunciamentos sobre assuntos como o "mensalão" ou a Operação Lava-Jato. 

Os números falam por si: os 147 discursos de Dilma correspondem a cerca de 1,5 milhão de caracteres com espaços, ou seja, noves fora os agradecimentos praticamente o mesmo número de caracteres do livro "O Capital", de Thomas Piketty, obra do século sobre a redistribuição de renda. A mais criteriosa demonstração de dados foi o "Balanço da Copa do Mundo", aquela que perdemos de 7 x 1, com 10 mil caracteres. O maior discurso foi feito no lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar, com 20 mil caracteres. Do total, algo em torno de 345 mil letras e espaços, correspondentes exatamente a 23%, foram gastos com dizeres que mereceriam ser lançados como prejuízo se a linguagem fosse a das demonstrações financeiras. O número de explicações sobre os desmentidos que a realidade acusaria é residual. Nem sequer merece ser citado em volume de caracteres.


Assim que assumiu o Gabinete Civil no governo Lula, Dilma Rousseff acenou com um nível maior de transparência, com a criação de um sistema de acompanhamento dos projetos do PAC quase em tempo real. O "Pacômetro", no entanto, empacou - como, aliás, muitos dos projetos contidos no PAC. Na Presidência, Dilma exacerbou o desprezo pela prestação de contas e veracidade das informações. Teme-se que tenha viciado o país na escuridão de si próprio. E na omissão de seus governantes.

Sartori abrirá esta tarde a Festa da Vindima de Flores da Cunha

O governador José Ivo Sartori estará em Flores da Cunha, hoje, às 17h, para participar da abertura oficial da 13 ª Festa Nacional da Vindima (Fenavindima).

Dica do leitor - O Exército Islâmico breve em nossas cidades

DICA DO LEITOR - 
Não da para esconder a cabeça na areia.
Vejam o video e escutem o Imã.
O Exército Islâmico invade o Ocidente. A Bélgica já se prepara para receber o profeta.
Breve em nossas cidades
Eles minam por dentro e por fora, usando a liberdade que lhes concedemos e que eles fazem questão de desrespeitar, matando nossa gente como cordeiros indefesos.

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Conselho de Transportes Urbanos aprovará, hoje, tarifa de R$ 3,25 para passagens de ônibus de Porto Alegre

A nova tarifa para os ônibus de Porto Alegre sugerida pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), de R$ 3,27, deve ser aprovada pelo Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu), na manhã desta quinta-feira. Os 23 conselheiros votam, a partir das 10 horas, pela aprovação ou reprovação da planilha de custos do transporte, calculada pela EPTC.


O resultado da votação do Comtu será encaminhado ao prefeito José Fortunati, que decide a nova tarifa. A tendência é que o valor seja arredondado para R$ 3,25. Ainda não há previsão de quando a nova tarifa passará a valer nas roletas.

Lista dos políticos corruptos do Petrolão irá a qualquer momento para o STF

O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, prometeu enviar ao STF, até o final do mês, a lista dos políticos corruptos envolvidos no Petrolão.

Dilma quer editar Pacote Anticorrupção que, a seu mando, PT vetou na Câmara

A presidente Dilma Roussef quer ocupar cadeia nacional de rádio e TV para anunciar seu Pacote Anticorrupção. Os termos do pacote foram objeto de projeto do deputado Vieira da Cunha (PL5.681/2013), vetado pela bancada do PT, Partido de Dilma.

Petistas querem ir embora da Ceasa

A direção petista que permanece no comando da Ceasa não aguenta mais ficar no cargo.

Direção petista do Banrisul mandou tirar o nome de Médici da agência do banco em Bagé

Foi da direção petista do Banrisul a decisão de remover o nome do ex-presidente Médici da agência do banco em Bagé. Os petistas prosseguem mandando e desmandando no banco, dois meses depois da posse do governador José Sartori, PMDB.

. O ex-presidente Médici é filho de Bagé.

Nome do novo secretário da Saúde de Fortunati poderá sair ainda hoje.

O prefeito José Fortunati poderá decidir ainda hoje o nome que sucederá Carlos Casartelli, PTB, no cargo de secretário municipal da Saúde. A secretaria é chave na administração.

O PTB quer manter a posição, mas dificilmente conseguirá isto.

Procura empresarial por crédito aumentou 12,3% em janeiro

Conforme apurou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, houve elevação de 12,3% na busca empresarial por crédito em janeiro/15 em relação ao último mês do ano passado (dezembro/14). Na comparação com janeiro/14, a demanda das empresas por crédito exibiu alta de 6,4%.

. A procura foi muito expressiva e é até surpreendente, já que os sinais de recessão são visível
. De acordo com o que informaram hoje ao editor os economistas da Serasa Experian, o movimento de recomposição de estoques, típico de início de ano após as vendas do natal, impulsionou a busca por crédito no mês passado. Todavia, tal movimento deu-se intensamente nas micro e pequenas empresas do que nas médias e grandes, podendo significar que, diante da maior seletividade e rigor creditício junto às instituições financeiras, dada o atual quadro econômico mais adverso, as micro e pequenas empresas estejam buscando fontes alternativas de financiamento como o crédito mercantil, por exemplo.

Análise por porte
A alta da demanda por crédito em janeiro/15 deveu-se à maior procura registrada pelas micro e pequenas empresas, as quais demandaram 13,1% mais crédito em relação a dezembro/14. Nas médias empresas, a procura foi bem menor, crescendo apenas 1,9% no primeiro mês do ano. Já nas grandes empresas houve retração de 0,4% na demanda por crédito em janeiro/15 na comparação com dezembro/14.

Na relação interanual, isto é, contra janeiro/14, a elevação da busca por crédito também se concentrou nas micro e pequenas empresas, com expansão de 7,5%. Por outro lado, nas grandes empresas houve recuo de 0,9% na demanda por crédito em janeiro/15 contra janeiro/14 e nas médias empresas a retração foi bem maior neste mesmo critério de comparação: baixa de 10,2% frente a janeiro/14.

Índice que mede os aluguéis subiu 0,16% na segunda prévia de fevereiro

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,16% na segunda prévia de fevereiro, ante avanço de 0,55% na segunda prévia de janeiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quinta-feira,19. O resultado ficou no piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam taxa entre 0,16% a 0,33%, com mediana das expectativas em 0,20%. Na primeira prévia deste mês, o índice havia subido 0,09%.

Luiz Fernando Veríssimo alia-se ao Petrolão: "A Petrobrás é nossa !".

O escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo afirma hoje que, "do ponto de vista da eternidade nada do que está sendo revelado, em capítulos diários, sobre o propinato na Petrobras e os partidos políticos que beneficiou deixa de ser grave, mas é impossível não ver o cerco à estatal do petróleo no contexto maior da velha guerra pelo seu controle". O escritor não tem dado maior importância ao escândalo que envolve o PT e seus governos (Lula e Dilma), protagonistas da maior roubalheira jamais vista neste País. Seu interesse é defender a Petrobrás, ignorando que todos os bandidos presos, investigados e sob suspeita são funcionários da estatal (2 mil deles estão sob vigilância), o que significa que finalmente a Petrobrás foi privatizada por seus empregados, pelos seus fornecedores e pelos políticos do PT e sua base aliada.  "A punição dos responsáveis pelos desvios que enfraqueceram a estatal deve ser exemplar e todos os partidos beneficiados que se expliquem como puderem, mas que se pense sempre no contexto maior, no qual a sobrevivência da estatal como estatal, purgada pelo escândalo, é vital", disse Luiz Fernando, sem dar nomes aos bois e sem pedir a punição de Lula e Dilma, os verdadeiros chefes do Petrolão.

Plano de saúde quer reajuste médio de 18%

As operadoras e seguradoras de saúde vão propor neste ano um reajuste médio de 18% para os convênios médicos corporativos  modalidade de benefício concedida pelas empresas aos funcionários. A estimativa é que o reajuste médio mundial seja de 10,15% neste ano, de acordo com pesquisa realizada pela Aon. No Brasil, há quase 34 milhões de usuários de planos de saúde corporativos, o equivalente a 66% do total do mercado.

Nomeação dos seis diretores do Badesul sairá até o final do mês

O governo espera indicar até o final do mês os seis diretores do Badesul. Já são conhecidos os nomes de dois deles, Suzana Kakuta, presidente, e Kalil Sehbe, diretor. Depois das indicações, todos terão que participar de sabatina na Assembléia e se submeter à aprovação do Banco Central.

Suzana Kakuta, a nova presidente, continua dando expediente no comando da Tecnosinos, São Leopoldo. 

Primeiro hospital que corta atendimento para o SUS fica em Horizontina

Saiu o primeiro hospital gaúcho que parou de atender pelo SUS em protesto contra os atrasos nos repasses de recursos por parte do governo estadual. É o caso do Hospital Oswaldo Cruz, de Horizontina, que se queixa de dívidas de R$ 1 milhão que não consegue receber.
Tem mais gente na fila.

PT quer questionar na Justiça a criação da secretaria para Maria Helena Sartori

O PT quer questionar a criação da secretaria extraordinária do Gabinete de Políticas Sociais, entregue pelo governador José Ivo Sartori à mulher, Maria Helene Sartori. É puro factoide. Tarso cansou de usar os termos da lei estadual 5.837, 1969, que deu ao governo a prerrogativa de nominar como bem entender as duas secretarias extraordinárias que criou.

Goergen passa novos sinais de que PP do RS poderá migrar para o PSDB

A crítica do deputado Jerônimo Goergen ao seu próprio Partido, o PP, bate de frente em problemas que a seção gaúcha do Partido enfrenta há muitos anos sem solução. Ela também demonstra que o parlamentar terá que procurar outra legenda, caso queira resolver os dilemas que enfrenta e que, segundo ele, são os seguintes: 

1) Falta de identidade, já que nacionalmente há alinhamento com o governo Dilma, do PT, mas no RS faz oposição. 2) Incapacidade de se posicionar sobre qualquer grande tema de debate nacional. As críticas e insatisfações de Jerônimo Goergen não são exclusividade do parlamentar, mas da maior parte da seção gaúcha. É o que reforça a informação de que poderá haver migração em massa de progressistas para o PSDB.

400 mil marcham sob chuva contra o governo Kirchner, Argentina

A marcha do silêncio, realizada ontem a noite em Buenos Aires sob forte chuva, reuniu 400 mil pessoas, segundo cálculos da própria polícia do governo Kirchner, o grande vilão da noite. Vieram pessoas de toda a Argentina. Ao lado de gente comum, a passeata e a concentração reuniram também políticos, artistas, intelectuais e empresários. Trata-se de um novo protesto contra a presidente Christina Kirchner, agora indiciada formalmente como responsável pelo acobertamento do atentado terrorista praticado pelo governo do Irâ contra a sede da Amia, Buenos Aires, que resutou na morte de dezenas de judeus. Os protestos ganharam corpo depois do assassinato do promotor Alberto Nisman, que investigou o caso e produziu a denúncia finalmente aceita pela Justiça. Os argentinos estão convencidos de que Nisman foi assassinado a mando ou sob a cobertura do governo Kirchner.
. Vale a pena ler a opinião a sguir, publicada hoje pelo jornal Clarin, o mais importante da Argentina, sobre os atos de ontem a noite. Vai em espanhol, no original. Use a ferramenta de tradução deste site para entender melhor.

Fue un acto político profundamente democrático

Por Graciela Fernández Meijide (Ex secretaria de la CONADEP)

Marché ayer porque creo que cuando la tragedia se nos impone e instala la pena y el temor entre nosotros con un hecho de la dimensión de un magnicidio, es natural que nos unamos para soportar, acompañados, un hecho que, desde que recuperamos la democracia, descontábamos que no resurgiría entre nosotros.

Caminé para expresar mi respeto por Alberto Nisman, un hombre de la justicia que ejerció su tarea pública tal y como creyó que se lo ordenaba su función. Estuve ahí porque quise acompañar a su familia en su estupor, en su dolor, en su duelo y en su legítimo reclamo de saber la verdad.

Cuando se ve al Estado lejano, ausente; cuando prima entre nosotros la convicción de la ineficacia de las instituciones que deben atender nuestras necesidades y están obligadas a garantizar nuestros derechos. Cuando vemos azorados a funcionarios que fingen mirar para otro lado mientras montan maniobras de distracción. Cuando contemplamos que desde las más altas investiduras, con gélida actitud, no se emite ni una palabra de solidaridad con quienes lloran la pérdida de Nisman. Cuando se utiliza con impudicia cualquier recurso para atemorizar y disuadir la asistencia a una movilización que perciben “peligrosa”, cuando todos sentimos que se traspasó una raya, creo que no debería sorprender que gente, que seguramente no comparte sus elecciones político partidarias o religiosas, se mueva codo con codo para exigir que ni la muerte del ex fiscal ni la voladura de la Amia queden irresueltas o atrapadas para siempre en la lentitud de la justicia.

Soy consciente de que cada uno de los que caminamos teníamos en mente decenas de diferentes reclamos cotidianos. Sin embargo, marchamos en silencio, sin gritos, sin pancartas, sin identificaciones partidarias porque con esa consigna fuimos convocados. Caminé todas las cuadras del trayecto desde el Congreso de la Nación hasta la Plaza de Mayo con mis amigos del Club Político Argentino sin asustarme de que se me acusara de “hacer política”. Siempre que nos reunimos en una concentración, producimos una acción política. Solo quien actúa de mala fe, dirá que asistiendo a la marcha del 18-F se conspira con intención golpista. Sólo una mente afiebrada podría especular con la posibilidad de que la Presidente Cristina Fernández de Kirchner termine anticipadamente su mandato. Ya aprendimos que cada vez que un gobierno legal y legítimo llegó a su fin antes de término, víctima de un golpe militar o de una crisis económica o política, el país retrocedió: sus instituciones se debilitaron, la fisura social se profundizó y un gran número de personas terminó ingresando al mundo de los no integrados. Sepan aquellos que hasta hoy pretendieron hacernos desistir de estar presentes el 18-F en la Avenida de Mayo que desde hace mucho somos conscientes de que la consigna “cuanto peor mejor” contribuyó a desencadenar la tragedia de los años 70 durante la cual perdimos todos sin diferencias: nosotros y ellos. Por fin, teníamos derecho a reclamar a las máximas autoridades nacionales y de la Ciudad que garantizaran que todo el recorrido terminara en paz. Y así fue. Esto me anima a pensar que tal vez, algún día- deseo tanto que no esté lejano- podamos hacer que fluya el diálogo sin distinción entre ellos y nosotros. Creo que se puede.


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