Foi agendada para 4 de dezembro a audiência de instrução
e julgamento da queixa crime que o governador Tarso Genro protocolou no 2º
Juizado Especial Criminal de Porto Alegre contra o ex-deputado João Luiz
Vargas. .
. Tarso Genro,
que alega ter sido ofendido em sua honra.
. O juiz do caso já enviou carta rogatória para que a
Justiça de SP ouça uma das testemunhas de João Luiz, no caso o delegado Romeu
Tuma Júnior.
. Em Porto Alegre, dia 4 de dezembro, serão ouvidas duas
outras testemunhas, entre elas o editor.
. João Luiz Vargas aproveitará as audiências para
requisitar documentos sigilosos ainda em poder da Polícia Federal e do MPF,
além de invocar testemunhas que acompanharam a vida política do governador,
pelo menos desde seu meteórico exílio e posterior prestação de serviço militar
no CPOR de Porto Alegre, onde recebeu a patente de tenente, em pleno período da
ditadura militar.
. O governador não gostou do livro "Conspiração
Rodin", lançada recentemente por João Luiz Vargas, como também ficou
incomodado com o pedido de impeachment protocolado pelo ex-presidente do TCE na
Assembleia.
. João Luiz Vargas, que já teve a sua casa de São Sepé
invadida por bandidos que o agrediram e à família, tem se queixado de ameaças
contínuas feitas por telefone, e considera que esta ação criminal se inscreve
na escalada de intimidações de que tem sido vítima desde que denunciou o
governador pelas tropelias cometidas contra ele pela Polícia Federal e pelo
Ministério Público Federal. Ele protocolou queixa formal na Assembleia.
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