Este senhor da foto aí ao lado é o pai da ativista Elisa
Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sininho, o portoalegrense Antonio Sanzi. Ele
saiu em defesa da filha neste sábado, em Porto Alegre, depois que a Polícia
prendeu Sininho e recambiou-a para o Rio, onde ela e companheiros seus
preparavam ações de terrorismo, conforme amplo material apresentado ontem à
imprensa de todo o País.
. Antonio Sanzi acusou equivocadamente o estado
brasileiro de estar perseguindo politicamente centenas de manifestantes, entre
os quais a filha, todos eles vinculados aos chamados black blocs, os grupos terroristas
que vandalizam agências de banco, assassinaram um cinegrafista da Band,
intimidam a imprensa, ferem policiais e portam armas de guerra de maneira
ostensiva, tudo sob grossas máscaras, algumas delas contra gases.
. Os black blocs são movidos por ideias liberticidas e
comunistas, conseguiram inicialmente o apoio de Partidos de esquerda como PT,
PSOL e PSTU, mas acabaram isolados até mesmo por todos eles, tudo devido ao
radicalismo exacerbado dos seus discursos e das suas ações.
. Sininho e seus comparsas preparavam atos de violência física
para esta tarde no Maracanã.
. Foram apanhados antes.
. O curioso é que Antonio Sanzi não parece dar-se conta
de que governos do PT ou aliados a ele é que promoveram a repressão de ontem.
. Antonio Sanzi criticou a cobertura imprensa a cobertura
do caso:
- Interessa à mídia desse país, e não só à Globo, a
criminalização de qualquer possibilidade de negação do estado de desigualdade e
exceção que nós vivemos.
. Nada mais falso.
. Interessa à mídia, e não só a Globo, criminalizar
bandidos que usam a política para cavalgar as franquias democráticas para
acabar com a democracia no Brasil.
. É por isto que Sininho e seus 18 estão na cadeia neste
domingo.
. O que se espera é que fiquem por lá durante bom tempo.
. Foi só desta forma que grupos terroristas em todas as
partes do mundo democrático acabaram convencendo-se de que não é possível usar
a liberdade para acabar com a liberdade.