Ouça esta fala de um médico cubano, naturalizado brasileiro, que discursou depois do ministro da Saúde, desmascarando sua fala e também o programa Mais Médicos. CLIQUE AQUI. O médico cubano disse que apoiar o governo de Cuba é sujar as
mãos de sangue.
O site www.uol.com.br, cujo texto completo vai integral a partir do próximo parágrafo, informou esta tarde que o ministro da saúde, Alexandre Padilha, declarou na manhã desta quarta-feira que não se pode ter postura arrogante e falar que os médicos cubanos não têm experiência. Ele estava presente na sessão da Comissão Geral do Programa Mais Médicos no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. Este é o ponto central de grande parte da oposição à vinda maciça de médicos cubanos, porque experiências anteriores na Bolívia, Equador e Venezuela, demonstraram que eles são profissionais escolhidos a dedo pelo Partido Comunista Cubano e servem caninamente à causa, colocando-se a serviço dos interesses políticos e eleitorais dos regimes esquerdistas da América Latina. O ministro não foi convincente em relação a outras duas questões básicas:
O site www.uol.com.br, cujo texto completo vai integral a partir do próximo parágrafo, informou esta tarde que o ministro da saúde, Alexandre Padilha, declarou na manhã desta quarta-feira que não se pode ter postura arrogante e falar que os médicos cubanos não têm experiência. Ele estava presente na sessão da Comissão Geral do Programa Mais Médicos no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. Este é o ponto central de grande parte da oposição à vinda maciça de médicos cubanos, porque experiências anteriores na Bolívia, Equador e Venezuela, demonstraram que eles são profissionais escolhidos a dedo pelo Partido Comunista Cubano e servem caninamente à causa, colocando-se a serviço dos interesses políticos e eleitorais dos regimes esquerdistas da América Latina. O ministro não foi convincente em relação a outras duas questões básicas:
1) O caráter de trabalho-escravo prestado pelos médicos de Cuba, já que a maior parte dos seus salários fica em poder dos irmãos Castro.
2) A revalidação dos diplomas ou pelo menos a avaliação profissional dos médicos cubanos, que vão trabalhar sem homologação de nenhuma academia.
. "Não estamos trazendo o regime cubano, nem sua
economia. Como em 58 países do mundo, trazemos a experiência da atenção básica
na saúde de Cuba. Quem quiser pode falar porque vivemos num país democrático",
afirma Reprodução/Twitter
. Padilha declarou que 20% dos cubanos têm pós-graduação.
"Tenho tranquilidade em falar de Cuba, sei que existem opiniões diferentes
sobre o regime cubano. Muitas polêmicas e opiniões diferentes. Não estamos
trazendo o regime cubano, nem sua economia. Como em 58 países do mundo,
trazemos a experiência da atenção básica na saúde de Cuba. Quem quiser pode falar porque vivemos num
país democrático".
. Ele também falou sobre sua própria experiência com a
ditadura, mas ninguém entendeu se ele fazia algum tipo de crítica ao regime dos Castro:
"- Só encontrei meu pai aos cinco anos, pois ele vivia no exílio.
Eu mandava fitas cassete para ele, meu irmão achava que eu vivia num
gravador".







