Só Brito, Simon e Yeda não estiveram no jantar que o governador
Tarso Genro promoveu para “jantar” com artimanhas os ex-governadores, tentando envolvê-los na
sua política fiscal suicida.
. Ao meter a mão de uma só vez na astronômica quantia de
R$ 4,2 bilhões dos depósitos judiciais, ele meteu o pé pelas mãos de maneira
irreversível.
. Ele entregou aos convidados um paper de 31 linhas, na
verdade um texto repleto de lamúrias, de manifestações de intenções e nenhuma
proposta de ajuste ou solução para o estado falimentar em que meteu as contas
do RS:
Lamúrias – Há 40 anos o RS convite com déficits anuais
que se acumulam, financiando-os através de manobras espertas (ele ignora o
déficit zero de Yeda).
Manifestações de interesse – A dívida com a União, R$ 42
bilhões, e o dífict anual da Previdência, R$ 5,5 bilhões em 2012, terão que ser
resolvidos, mas ele não sabe quando e nem de que forma, embora esteja “se
empenhando na busca da melhor forma”, que não enuncia.
Propostas zero – A retomada do desenvolvimento do Estado
torna-se imprescindível, mas isto não deve ocorrer por meio de políticas de
recessão e estagnação, embora o governador não saiba de que forma ela seria
viável.
. Em declaração para a jornalista Taline Oppitz, do
Correio do Povo, Tarso Genro disse que os ex-governadores Jair Soares, Alceu Collares,
Olívio Dutra e Germano Rigotto “acharam o processo, absolutamente adequado”.
. Nada mais falso.
. O jantar não teve como resultado a decisão de ungir o
governador com o nihil obstat que ele tentou vender para Taline Oppitz.
. O governador Tarso Genro passou de todos os limites ao
meter a mão do jeito que meteu no dinheiro dos depósitos judiciais, deixando
claro que o dinheiro seria usado nos gastos correntes que ele não controla –
valores que segundo ele mesmo, jamais serão devolvidos pelo seu governo.