. O governo meterá a mão num negócio milionário, mas
ninguém garante que o dinheiro não acabará no ralo do caixa único (leia nota a
seguir) para tapar buracos e pagar até salários, como vem sendo feito com o
dinheiro dos três pedágios comunitários sob o seu controle.
. As atuais estradas sob pedágio comunitário (leia nota a
seguir) não recebem investimentos novos há 30 anos, estão esburacadas, mal
sinalizadas e sem os serviços que as estradas pedagiadas privadas oferecem,
como socorro e ambulâncias.
. O governo estadual do PT não deixou claro para os
contribuintes que tem preço alto a sanha ideológica que o move a meter a mão
nos pedágios. O principal deles, imediato, é o pagamento de indenização já
reconhecido pelo Daer e pela Agergs, no valor de R$ 3 bilhões. As
concessionárias estavam dispostas a renegociar os contratos de concessão,
assumir novos investimentos e melhorias, além de diluir o valor ao longo de
mais 20 anos de concessão. Yeda tinha deixado tudo isto acertado no seu projeto
Duplica RS, estourado pelo governo federal, que agiu a mando do PT do RS.
- Basta examinar o
estado deplorável das estradas estaduais comuns e a lentidão das obras de novas
rodovias, acessos rodoviários e obras de arte, para perceber o estado
calamitoso em que ficarão as novas rodovias – as principais – do RS.
CLIQUE na foto para ver melhor. A cena é de uma visita de Tarso a uma pajelança indígena do Pará, na época em que era ministro de Lula.
CLIQUE na foto para ver melhor. A cena é de uma visita de Tarso a uma pajelança indígena do Pará, na época em que era ministro de Lula.