Na reunião que convocou para esta terça-feira com seus diretórios estaduais, o PR não só quer sacramentar o rompimento com o governo Dilma Rousseff, como quer fazer o mesmo com o PT em todos os Estados e municípios. O PR foi posto para fora do governo porque resultou pilhado em malfeitorias pela presidente, conforme o próprio governo.
. No RS, o PR não possui deputado estadual. O PRB, que é da Igreja Universal, este sim tem um deputado, Carlos Gomes, que apóia Tarso.
Pane em avião da TAM no Salgado Filho obriga passageiros a desembarcarem
Uma pane na bomba de combustível de uma aeronave da TAM que sairia esta manhã de Porto Alegre, com destino a Brasília, ocasionou o cancelamento do voo.
. O avião estava prestes a decolar quando foi constatado o problema. Todos os passageiros foram obrigados a desembarcar.
. O avião estava prestes a decolar quando foi constatado o problema. Todos os passageiros foram obrigados a desembarcar.
Com planos de dobrar o tamanho da bancada municipal, PSDB de Porto Alegre lança curso de formação política
De olho na ampliação da bancada tucana na Câmara Municipal, hoje com os Vereadores Mário Manfro e Luiz Brás, o Instituto Teotônio Vilela do PSDB de Porto Alegre lançará nesta quarta-feira um curso permanente de formação política, que se estenderá até outubro.
. “A importância da eleição de 2012 no contexto de 2014” será o tema da primeira palestra, proferida pelo advogado José Antônio Rosa, Presidente do Movimento Franco Montoro.
. Os tucanos querem dobrar o tamanho da bancada na Câmara, que conta com apenas dois vereadores, Luiz Braz e Mário Manfro.
. “A importância da eleição de 2012 no contexto de 2014” será o tema da primeira palestra, proferida pelo advogado José Antônio Rosa, Presidente do Movimento Franco Montoro.
. Os tucanos querem dobrar o tamanho da bancada na Câmara, que conta com apenas dois vereadores, Luiz Braz e Mário Manfro.
Ana Amélia quer que governo brasileiro tenha pulso firme na questão da termoelétrica de Uruguaiana
Senadora Ana Amélia Lemos (PP), acompanhada de seus colegas de partido, o Deputado Federal Luiz Carlos Heinze e o Deputado Estadual Frederico Antunes, vai cobrar ações efetivas do Ministério de Minas e Energia com relação à usina termoelétrica AES Uruguaiana.
. A usina está paralisada há mais de dois anos, em razão do não fornecimento de gás natural por parte da Argentina.
. Sem uma intervenção enérgica por parte do governo brasileiro, a termoelétrica tem tudo para se transformar em um novo elefante branco.
Leandro & Stormer – a maior comunidade de Traders do Brasil!
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Tarso e Zamin falaram demais e acabaram fora do ato que selou o acordo entre o Inter e a Andrade Gutierrez
- Os grandes ausentes da cerimônia desta manhã no estádio do Internacional foram o Governador Tarso Genro e o Presidente do Banrisul, Túlio Zamin. Ambos exageraram na dose ao pressionar em demasia a AG, falaram o que não deviam e ficaram sem condições de ir à cerimônia. O Banrisul demonstrou que possui uma administração gemerária, já que o banco atrapalhou a operação de empréstimo, abriu informações sigilosas e prometeu divulgar detalhes do financiamento, o que irritou a AG, que preferiu deixar Zamin e Tarso falando sozinhos e foi buscar o dinheiro no BTG Patual, do Rio. O Banrisul agiu de tal maneira inusual que a SPE formada pela AG perdeu três possíveis sócios que teria, porque o banco abriu os nomes antes mesmo da concordância de cada um deles.
Andrade Gutierrez e Internacional finalmente assinaram o contrato pelo qual o grupo mineiro realizará todas as obras de revitalização do estádio colorado de Porto Alegre. As obras exigirá R$ 205 milhões do grupo e estarão concluídas em dezembro do ano que vem, empregando mil trabalhadores de imediato e 2.500 no pico dos trabalhos.
. Os mineiros ficarão com direitos sobre quase tudo no mesmo estádio, durante os 20 anos. A oposição raivosa da atual diretoria estima que a AG faturará R$ 1 bilhão de lucro ao longo dos 20 anos.
Ridicularia gaúcha
O Governador Tarso Genro chegou a tempo de apenas testemunhar a assinatura do contrato entre o Sport Club Internacional e a Construtora Andrade Gutie, hoje no estádio Estádio Beira Rio. Tarso voltava de uma inspeção das obras da RS 118, em Gravataí, mas mandou o motorista ficar dando voltas pra que ele pudesse ouvir o evento pelas rádios e, desta forma, só chegando após a assinatura estar concretizada. O Governador não queria pagar o mico de chegar lá e dar qualquer rolo e o contrato novamente não fosse assinado.
No dia 15 de março, após uma série de desmentidos sobre a assinatura de reforma do estádio com a consttrutora, Tarso foi enfátiico: "A nossa relação com a Andrade Gutierrez está esgotada"
Andrade Gutierrez e Internacional finalmente assinaram o contrato pelo qual o grupo mineiro realizará todas as obras de revitalização do estádio colorado de Porto Alegre. As obras exigirá R$ 205 milhões do grupo e estarão concluídas em dezembro do ano que vem, empregando mil trabalhadores de imediato e 2.500 no pico dos trabalhos.
. Os mineiros ficarão com direitos sobre quase tudo no mesmo estádio, durante os 20 anos. A oposição raivosa da atual diretoria estima que a AG faturará R$ 1 bilhão de lucro ao longo dos 20 anos.
Ridicularia gaúcha
O Governador Tarso Genro chegou a tempo de apenas testemunhar a assinatura do contrato entre o Sport Club Internacional e a Construtora Andrade Gutie, hoje no estádio Estádio Beira Rio. Tarso voltava de uma inspeção das obras da RS 118, em Gravataí, mas mandou o motorista ficar dando voltas pra que ele pudesse ouvir o evento pelas rádios e, desta forma, só chegando após a assinatura estar concretizada. O Governador não queria pagar o mico de chegar lá e dar qualquer rolo e o contrato novamente não fosse assinado.
No dia 15 de março, após uma série de desmentidos sobre a assinatura de reforma do estádio com a consttrutora, Tarso foi enfátiico: "A nossa relação com a Andrade Gutierrez está esgotada"
Lula e Dilma elogiaram tanto as UPPs, criação de Tarso, e agora abandonaram tudo. Por que razão?
(Folha de SP, 16)
1. O governo federal engavetou a principal promessa de campanha da Presidente Dilma Rousseff na área de segurança pública: instalar 2.883 UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) pelo Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, técnicos avaliaram o cálculo do projeto apresentado pelo governo Lula e encampado por Dilma na campanha como “superdimensionado”. Ainda segundo técnicos, não haveria sequer efetivo policial suficiente em algumas cidades para instalar as UPPs.
2. Agora, de acordo com o Palácio do Planalto, os recursos inicialmente previstos para construção das unidades pacificadoras, que chegam a cerca de R$ 1,6 bilhão, irão para outras ações, como combate ao uso do crack e vigilância das fronteiras do país.
* Clipping: resumo do blog do ex-prefeito Cesar Maia, hoje, segunda.
1. O governo federal engavetou a principal promessa de campanha da Presidente Dilma Rousseff na área de segurança pública: instalar 2.883 UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) pelo Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, técnicos avaliaram o cálculo do projeto apresentado pelo governo Lula e encampado por Dilma na campanha como “superdimensionado”. Ainda segundo técnicos, não haveria sequer efetivo policial suficiente em algumas cidades para instalar as UPPs.
2. Agora, de acordo com o Palácio do Planalto, os recursos inicialmente previstos para construção das unidades pacificadoras, que chegam a cerca de R$ 1,6 bilhão, irão para outras ações, como combate ao uso do crack e vigilância das fronteiras do país.
* Clipping: resumo do blog do ex-prefeito Cesar Maia, hoje, segunda.
PSDB e PPS adiam reunião para decidir coligações nas eleições do RS
Ficará para o fim da tarde a reunião que o deputado federal Nelson Marchezan Jr. (PSDB) agendou com o deputado estadual Luciano Azevedo (PPS), marcada inicialmente para as 14h, no escritório do tucano.
. Na pauta, coligações entre os dois partidos no interior do estado para as eleições deste ano.
. Marchezan passou o final de semana em Brasília e, por falta de vôos, está com dificuldade para chegar a Porto Alegre.
Yeda comemora com ironia desempenho dos municípios gaúchos no índice Firjan
A divulgação, no final de semana, do índice Firjan – da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro –, que avaliou a saúde financeira de 5.622 municípios brasileiros, mereceu nota irônica da ex-governadora Yeda Crusius em seu Twitter.
. Escreveu ela: “Quando votamos, no Congresso Nacional, a Lei de Responsabilidade Fiscal, teve partido grande que votou contra ‘uma lei neoliberal’! Os cidadãos dos municípios agradecem”.
. O indicador constatou que 75% dos municípios do RS têm administração financeira boa ou excelente.
. Guaporé é a melhor cidade gaúcha, seguida de Caxias do Sul, Arroio do Sal, Alpestre e Putinga. Inhacorá, a pior, é antecedida de Unistalda, Bom Jesus, Gravataí e Rosário do Sul.
CLIQUE AQUI para pesquisar a situação de cada Estado e de cada município.
. Escreveu ela: “Quando votamos, no Congresso Nacional, a Lei de Responsabilidade Fiscal, teve partido grande que votou contra ‘uma lei neoliberal’! Os cidadãos dos municípios agradecem”.
. O indicador constatou que 75% dos municípios do RS têm administração financeira boa ou excelente.
. Guaporé é a melhor cidade gaúcha, seguida de Caxias do Sul, Arroio do Sal, Alpestre e Putinga. Inhacorá, a pior, é antecedida de Unistalda, Bom Jesus, Gravataí e Rosário do Sul.
CLIQUE AQUI para pesquisar a situação de cada Estado e de cada município.
Goergen entrega parecer sobre a reforma do Código de Processo Civil à Câmara
O deputado Jerônimo Goergen (PP) apresenta nesta segunda-feira à Câmara Federal seu parecer sobre a reforma do Código de Processo Civil (PLS 166/2010), defasado desde a década de 60.
. Entre as sugestões estão a desburocratização cartorária e a aplicação de uma regra geral de honorários contra a Fazenda Pública.
. Um grupo de trabalho criado pela OAB gaúcha, auxiliou o deputado na elaboração das propostas para a criação do novo CPC, que está em elaboração pela Câmara.
Favorecimento do Ecad impõe semana decisiva à Ministra da Cultura Ana de Hollanda
Esta semana será crucial para a Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que poderá ser a primeira baixa do governo Dilma neste ano.
. A Ministra foi convidada a depor na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado para explicar a nota técnica emitida pelo MinC defendendo o Ecad junto ao Ministério Público Federal.
. O Ecad está sendo acusado pelo MPF de cartelização e cerceamento da liberdade na internet por cobrar blogs e sites pela incorporação de vídeos.
. A Ministra foi convidada a depor na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado para explicar a nota técnica emitida pelo MinC defendendo o Ecad junto ao Ministério Público Federal.
. O Ecad está sendo acusado pelo MPF de cartelização e cerceamento da liberdade na internet por cobrar blogs e sites pela incorporação de vídeos.
MST usa crianças e velhos paras meter fogo em barricadas e bloquear rodovia federal em Bagé
Mais de 500 ativistas do MST bloquearam a rodovia Bagé-Hulha Negra, na BR-293, na altura do km 165, em plena Fronteira Oeste do RS. A ocupação e bloqueio da rodovia começou esta madrugada.
. Crianças e idosos também estão entre os ativistas, que meteram fogo numa barricada e impedem a passagem de carros.
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Romário denuncia: "Vão aproveitar as obras da Copa para roubar como nunca no Brasil!"
O ex-jogador e deputado federal Romário, um dos principais críticos à organização da Copa do Mundo de 2014, declarou temer que o campeonato se torne o "maior roubo da história do país", tudo por causa da má gestão dos políticos brasileiros envolvidos.
"Esta palhaçada vai piorar quando faltar um ano e meio para o mundial. O pior está por vir, porque o governo irá viabilizar as obras emergenciais, que não precisam de licitações. Por isso, estamos fadados a assistir ao maior roubo da história do Brasil", escreveu Romário em sua página no Facebook.
Para o ex-jogador, o governo engana o povo, e a presidente Dilma Rousseff "está sendo enganada ou se deixa enganar quando afirma que a Copa no Brasil será a melhor edição de todos os tempos".
Romário criticou a ausência de deputados na reunião entre o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e Dilma, na última sexta-feira, quando foi discutido o projeto da Lei Geral da Copa, que deve ser votado na Câmara Federal ainda esta semana.
Após a reunião, Blatter revelou que Dilma lhe deu amplas e plenas garantias de que o Brasil respeitará todos os compromissos assumidos com a Fifa, o que inclui a permissão de vender bebidas alcoólicas nos estádios, um dos pontos considerados mais polêmicos pelo Congresso.
Romário convidou os brasileiros a se manifestar e disse que o povo tem toda a razão ao reivindicar e exigir mais seriedade por parte dos políticos e maior responsabilidade nas questões relativas à Copa do Mundo no Brasil.
* Clipping www.veja.com.br
"Esta palhaçada vai piorar quando faltar um ano e meio para o mundial. O pior está por vir, porque o governo irá viabilizar as obras emergenciais, que não precisam de licitações. Por isso, estamos fadados a assistir ao maior roubo da história do Brasil", escreveu Romário em sua página no Facebook.
Para o ex-jogador, o governo engana o povo, e a presidente Dilma Rousseff "está sendo enganada ou se deixa enganar quando afirma que a Copa no Brasil será a melhor edição de todos os tempos".
Romário criticou a ausência de deputados na reunião entre o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e Dilma, na última sexta-feira, quando foi discutido o projeto da Lei Geral da Copa, que deve ser votado na Câmara Federal ainda esta semana.
Após a reunião, Blatter revelou que Dilma lhe deu amplas e plenas garantias de que o Brasil respeitará todos os compromissos assumidos com a Fifa, o que inclui a permissão de vender bebidas alcoólicas nos estádios, um dos pontos considerados mais polêmicos pelo Congresso.
Romário convidou os brasileiros a se manifestar e disse que o povo tem toda a razão ao reivindicar e exigir mais seriedade por parte dos políticos e maior responsabilidade nas questões relativas à Copa do Mundo no Brasil.
* Clipping www.veja.com.br
Artigo, Adão Paiani - Judeus na terra da tolerância e da diversidade
Quem não leu, procure e leia. Na edição de sábado do jornal Zero Hora de Porto Alegre, o Presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, Jarbas Milititiski, lembra o dia 18 de março, data em que é comemorada a imigração judaica no Brasil.
Em tempos de intolerância religiosa explícita, travestida de pretensa defesa da laicidade do Estado, muito oportuna a lembrança da presença judaica no Brasil, a profunda ligação destes com nosso país e a histórica tolerância que trouxe para cá, além dos judeus e gente de todas as etnias e credos. Assim se construiu, com erros e acertos, o Brasil, um país cristão, com símbolos cristãos espalhados por toda a parte, mas que ao longo de sua história soube estabelecer uma relação não excludente com todos os que o adotaram como nova pátria.
O artigo lembra bem a trajetória judaica em terras brasileiras, desde a época do descobrimento, quando de cada dez portugueses que aqui chegavam, oito eram de origem judaica, o que faz com que hoje cerca de um décimo da população brasileira atual tem ascendência judaica direta – dentre os quais eu me incluo, como descendente, pela linha materna, de judeus ashkenazim da Polônia.
Lembra também o período holandês, onde era permitida a prática aberta da religião judaica, com a fundação da primeira sinagoga das Américas, a Kahal Kadosh Zur Israel, em Recife; a chegada dos imigrantes da Europa Oriental, fugindo dos brutais pogroms, no começo do século XX, e que, no Rio Grande do Sul fundaram as colônias de Phillipson e Quatro Irmãos; os fugitivos da perseguição nazista, na década de trinta e a última leva, depois da partilha da Palestina pela ONU, no final dos anos quarenta.
A história da imigração judaica no Brasil, bem lembrou o Presidente da FIRS, demonstra a vocação democrática, de acolhimento à diversidade étnica, cultural e religiosa que fez do nosso país a pátria de tantas pátrias. Uma herança abençoada, que nem a mais tresloucada decisão dos “doutores da lei” - um Conselho de Magistrados que, não conseguindo nem resolver as dissenções internas do seu próprio Tribunal, quer ter a pretensão de impor à sociedade uma estapafúrdia leitura constitucional - será capaz de destruir.
Em tempos de intolerância religiosa explícita, travestida de pretensa defesa da laicidade do Estado, muito oportuna a lembrança da presença judaica no Brasil, a profunda ligação destes com nosso país e a histórica tolerância que trouxe para cá, além dos judeus e gente de todas as etnias e credos. Assim se construiu, com erros e acertos, o Brasil, um país cristão, com símbolos cristãos espalhados por toda a parte, mas que ao longo de sua história soube estabelecer uma relação não excludente com todos os que o adotaram como nova pátria.
O artigo lembra bem a trajetória judaica em terras brasileiras, desde a época do descobrimento, quando de cada dez portugueses que aqui chegavam, oito eram de origem judaica, o que faz com que hoje cerca de um décimo da população brasileira atual tem ascendência judaica direta – dentre os quais eu me incluo, como descendente, pela linha materna, de judeus ashkenazim da Polônia.
Lembra também o período holandês, onde era permitida a prática aberta da religião judaica, com a fundação da primeira sinagoga das Américas, a Kahal Kadosh Zur Israel, em Recife; a chegada dos imigrantes da Europa Oriental, fugindo dos brutais pogroms, no começo do século XX, e que, no Rio Grande do Sul fundaram as colônias de Phillipson e Quatro Irmãos; os fugitivos da perseguição nazista, na década de trinta e a última leva, depois da partilha da Palestina pela ONU, no final dos anos quarenta.
A história da imigração judaica no Brasil, bem lembrou o Presidente da FIRS, demonstra a vocação democrática, de acolhimento à diversidade étnica, cultural e religiosa que fez do nosso país a pátria de tantas pátrias. Uma herança abençoada, que nem a mais tresloucada decisão dos “doutores da lei” - um Conselho de Magistrados que, não conseguindo nem resolver as dissenções internas do seu próprio Tribunal, quer ter a pretensão de impor à sociedade uma estapafúrdia leitura constitucional - será capaz de destruir.
Dica de video - Coisas que Porto Alegre fala
Coisas que Porto Alegre fala
Shit People Say in Porto Alegre
Conversas bem humoradas de jovens portoalegrenses da classe média, na rua, na Praça da Encol, no Bier Markt, sempre sob o sol forte de dias como o deste domingo. A dica é da leitora Drika Ramos, do Facebook do editor.
CLIQUE AQUI para ver e ouvir.
Shit People Say in Porto Alegre
Conversas bem humoradas de jovens portoalegrenses da classe média, na rua, na Praça da Encol, no Bier Markt, sempre sob o sol forte de dias como o deste domingo. A dica é da leitora Drika Ramos, do Facebook do editor.
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Entrevista, Roberto Civita, jornal Valor - "Não preciso agradar a todo mundo"
- Na entrevista a seguir que concedeu para a jornalista Cynthia Malta, do caderno do jornal Valor do final de semana, o dono da Editora Abril, Roberto Civita, 75 anos, ensina que suas publicações, sobretudo o carro-chefe, Veja, têm posições absolutamente definidas em favor do estado democrático de direito e da economia de mercado, tais como nós os entendemos no mundo ocidental. Na entrevista, ele fala muita coisa sobre o Grupo Abril e informa que no ano passado faturou R$ 4,7 bilhões. Veja, sozinha, entre as publicações, é responsável por 50% de todo o faturamento. Um sucesso. É a quarta maior revista de informações semanais do mundo, com circulação de 1,2 milhão de exemplares. O editor selecionou o trecho que considera mais relevante da entrevista, a seguir. No link, você pode ler a entrevista na íntegra. Vale a pena.
"Veja" é para quem? No que ela acredita? Acreditamos, nesta empresa, na livre-iniciativa e somos contra a estatização, socialização, por achar que não funciona. Não é visão filosófica. E o capitalismo sem regras também não funciona. Tem que ter equilíbrio. Nós defendemos essa posição com firmeza. Se vem alguém dizendo que não, que a solução é a socialização de tudo, a gente briga. E acaba tendo um sabor editorial na matéria. Ao longo dos anos, Civita diz ter conquistado "um monte de gente que concorda". Considera que a coisa mais valiosa na Abril é ter pessoas com uma visão alinhada. "As pessoas que não concordam, veem o mundo de outro jeito, acabam não ficando, são meio rejeitadas pelo organismo." - O senhor não acha importante ter em "Veja" também o lado contrário? - Não, acho que não. Espera. Quando é uma questão de fato, acho que sim. Se você tem duas ou três ou mais versões de uma mesma coisa, aí é obrigação ouvir, não pode dar um lado só. Mas na posição editorial não precisa levar em conta [o contrário]. Senão, você faz um jornal, uma revista, uma TV anódinos, sem cor, sem posição. O empresário diz preferir os leitores que tomem partido e digam: "Eu gosto, é comigo, eu concordo. Esta [revista] aqui fala o que eu penso. Eu não quero um monte de leitores que dizem.... é, por um lado, mas se por um lado, e o outro lado... Não quero. Quero gente que diz: 'É isso'", afirma, batendo a mão de leve na mesa, para enfatizar a afirmação do leitor imaginário. "Os outros que comprem outra coisa. Não preciso agradar a todo mundo.
CLIQUE AQUI para ler os textos alinhados ao longo de cinco páginas do jornal.
"Veja" é para quem? No que ela acredita? Acreditamos, nesta empresa, na livre-iniciativa e somos contra a estatização, socialização, por achar que não funciona. Não é visão filosófica. E o capitalismo sem regras também não funciona. Tem que ter equilíbrio. Nós defendemos essa posição com firmeza. Se vem alguém dizendo que não, que a solução é a socialização de tudo, a gente briga. E acaba tendo um sabor editorial na matéria. Ao longo dos anos, Civita diz ter conquistado "um monte de gente que concorda". Considera que a coisa mais valiosa na Abril é ter pessoas com uma visão alinhada. "As pessoas que não concordam, veem o mundo de outro jeito, acabam não ficando, são meio rejeitadas pelo organismo." - O senhor não acha importante ter em "Veja" também o lado contrário? - Não, acho que não. Espera. Quando é uma questão de fato, acho que sim. Se você tem duas ou três ou mais versões de uma mesma coisa, aí é obrigação ouvir, não pode dar um lado só. Mas na posição editorial não precisa levar em conta [o contrário]. Senão, você faz um jornal, uma revista, uma TV anódinos, sem cor, sem posição. O empresário diz preferir os leitores que tomem partido e digam: "Eu gosto, é comigo, eu concordo. Esta [revista] aqui fala o que eu penso. Eu não quero um monte de leitores que dizem.... é, por um lado, mas se por um lado, e o outro lado... Não quero. Quero gente que diz: 'É isso'", afirma, batendo a mão de leve na mesa, para enfatizar a afirmação do leitor imaginário. "Os outros que comprem outra coisa. Não preciso agradar a todo mundo.
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Raúl Castro e o funeral do 'novo homem' de Che
Michael Reid*
- A análise a seguir é de Michael Reid, ediotor de Américas do “TRhe Economist” e autor de “O Continente Esquecido”. Ele fala sobre o funeral do “novo homem” imaginado por Che Guevara, obra que está a cargo de Raul Castro, em Cuba. É o ocaso, também , do socialismo real ou do comunismo ao estilo soviético. Leia trechos do artigo e também o texto completo no link:
Morto Guevara, elevado ao papel de santo patrono de Cuba comunista, Fidel Castro achou úteis algumas dessas ideias. Mesmo aceitando de má vontade a rigidez da ortodoxia soviética, em troca de enormes subsídios econômicos, Fidel periodicamente invocou o "novo homem" de Che;(...)Ele desencavou o "novo homem" pela primeira vez na "campanha de retificação" da metade dos anos de 1980, que envolveu uma recentralização da economia mesmo quando Mikhail Gorbachev fazia o oposto nos derradeiros dias da União Soviética. O colapso da União Soviética e o fim dos subsídios fizeram a economia cubana encolher 35% em três anos, no começo da década de 1990. Fidel estabeleceu um "período especial em tempos de paz" e fez concessões relutantes ao capitalismo, permitindo a criação de empresas familiares e investimentos externos.
Mas quando encontrou um novo benfeitor em Hugo Chávez, o presidente da Venezuela, Fidel cancelou várias dessas concessões.
(...)
Cuba está ameaçada por uma economia sistematicamente improdutiva e pela falta de incentivos ao trabalho (ou sanções a quem não trabalha), legados, nos dois casos, de seu irmão. Em pronunciamento na Assembleia Nacional, em dezembro de 2010 - a mais completa exposição feita por ele de suas reformas -, Raúl criticou "o excessivo enfoque paternalista, idealista e igualitarista que a revolução instituiu em áreas da justiça social". Mais adiante, no mesmo pronunciamento, declarou: "A realidade dos números, além disso, se sobrepõe a todas as nossas aspirações e desejos" - uma censura tácita a Che e tudo que ele representava.(...)Há vários motivos para acreditar que, desta vez, ao contrário do que ocorreu na metade dos anos 1990, as mudanças econômicas em Cuba não são apenas um ajuste tático. O primeiro deles é que Raúl percebe claramente que não há alternativa. Ao se aliar a Hugo Chávez, Fidel atrelou o destino de Cuba ao poder exercido pelo presidente venezuelano e a sua saúde. E nenhum dos dois parece sólido.
(...)
Raúl sempre disse que as próprias ineficiências de Cuba são uma ameaça maior que o "bloqueio" americano (cuja utilidade política para o regime compensa em muito seu custo econômico). Seus assessores econômicos sabem que Cuba precisa trocar o igualitarismo paternalista de Fidel por um Estado latino-americano de bem-estar social. Isso significa jogar fora a "libreta", com a qual todo cubano recebe uma cesta básica mensal, e lançar um tipo de Bolsa Família voltada para os mais necessitados.
(...)
No crepúsculo da revolução, os horizontes de Cuba estão se contraindo. Trata-se de um país em declínio numa América Latina em ascensão.
(...)As mudanças econômicas não trarão necessariamente a democracia. Há muitas variantes do capitalismo autoritário latino-americano que Cuba poderá adotar.
CLIQUE AQUI para ler o texto completo, publicado no jornal Valor deste final de semana.
- A análise a seguir é de Michael Reid, ediotor de Américas do “TRhe Economist” e autor de “O Continente Esquecido”. Ele fala sobre o funeral do “novo homem” imaginado por Che Guevara, obra que está a cargo de Raul Castro, em Cuba. É o ocaso, também , do socialismo real ou do comunismo ao estilo soviético. Leia trechos do artigo e também o texto completo no link:
Morto Guevara, elevado ao papel de santo patrono de Cuba comunista, Fidel Castro achou úteis algumas dessas ideias. Mesmo aceitando de má vontade a rigidez da ortodoxia soviética, em troca de enormes subsídios econômicos, Fidel periodicamente invocou o "novo homem" de Che;(...)Ele desencavou o "novo homem" pela primeira vez na "campanha de retificação" da metade dos anos de 1980, que envolveu uma recentralização da economia mesmo quando Mikhail Gorbachev fazia o oposto nos derradeiros dias da União Soviética. O colapso da União Soviética e o fim dos subsídios fizeram a economia cubana encolher 35% em três anos, no começo da década de 1990. Fidel estabeleceu um "período especial em tempos de paz" e fez concessões relutantes ao capitalismo, permitindo a criação de empresas familiares e investimentos externos.
Mas quando encontrou um novo benfeitor em Hugo Chávez, o presidente da Venezuela, Fidel cancelou várias dessas concessões.
(...)
Cuba está ameaçada por uma economia sistematicamente improdutiva e pela falta de incentivos ao trabalho (ou sanções a quem não trabalha), legados, nos dois casos, de seu irmão. Em pronunciamento na Assembleia Nacional, em dezembro de 2010 - a mais completa exposição feita por ele de suas reformas -, Raúl criticou "o excessivo enfoque paternalista, idealista e igualitarista que a revolução instituiu em áreas da justiça social". Mais adiante, no mesmo pronunciamento, declarou: "A realidade dos números, além disso, se sobrepõe a todas as nossas aspirações e desejos" - uma censura tácita a Che e tudo que ele representava.(...)Há vários motivos para acreditar que, desta vez, ao contrário do que ocorreu na metade dos anos 1990, as mudanças econômicas em Cuba não são apenas um ajuste tático. O primeiro deles é que Raúl percebe claramente que não há alternativa. Ao se aliar a Hugo Chávez, Fidel atrelou o destino de Cuba ao poder exercido pelo presidente venezuelano e a sua saúde. E nenhum dos dois parece sólido.
(...)
Raúl sempre disse que as próprias ineficiências de Cuba são uma ameaça maior que o "bloqueio" americano (cuja utilidade política para o regime compensa em muito seu custo econômico). Seus assessores econômicos sabem que Cuba precisa trocar o igualitarismo paternalista de Fidel por um Estado latino-americano de bem-estar social. Isso significa jogar fora a "libreta", com a qual todo cubano recebe uma cesta básica mensal, e lançar um tipo de Bolsa Família voltada para os mais necessitados.
(...)
No crepúsculo da revolução, os horizontes de Cuba estão se contraindo. Trata-se de um país em declínio numa América Latina em ascensão.
(...)As mudanças econômicas não trarão necessariamente a democracia. Há muitas variantes do capitalismo autoritário latino-americano que Cuba poderá adotar.
CLIQUE AQUI para ler o texto completo, publicado no jornal Valor deste final de semana.
Morreu em Caxias, Ruy Pauletti, ex-deputado do PSDB
Morreu esta manhã, as 5h, o ex-deputado Federal pelo PSDB e ex-reitor da Universidade de Caxias, Ruy Pauletti, 76 anos. O presidente da Assembléia, Alexandre Postal, foi avisado da morte do líder tucano, que foi deputado estadual também, e colocou a Assembléia à disposição para o velório, mas a família e os amigos preferiram realizar a cerimôn ia na Câmara de Vereadores
Frederico conversará nesta segunda com Eliana Calmon. Ele quer ajuda do CNJ para agilizar pagamentos de precatórios no RS.
Será nesta segunda-feira a reunião entre o Deputado Frederico Antunes, PP, Coordenador da Frente Parlamentar dos Precatórios, e a Corregedora Nacional de Justiça, Eliana Calmon.
. O Deputado quer que o Conselho Nacional de Justiça auxilie a agilização dos pagamentos dos precatórios no RS.
. O Deputado quer que o Conselho Nacional de Justiça auxilie a agilização dos pagamentos dos precatórios no RS.
Dica de Livro - Doença de Parkinson, edição do Moinhos de Vento
Doença de Parkinson - Busca da qualidade de vida
Telmo Reis e Colaboradores
Edição do Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre
Edição do Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre
- Tarde de autógrafos, segunda-feira, 18h, Livraria Saraiva, 18h.
Andrade Gutierrez e Inter assinam contrato do novo estádio nesta segunda. Banrisul caiu fora do negócio.
- Na fase final do acerto com o Inter, a Andrade Gutierrez ignorou as ameaças do governo gaúcho, abandonou as tratativas com o Banrisul (o Banrisul violou o sigilo bancário da operação) e se acertou diretamente com Brasília e o BNDES.
Será nesta segunda-feira, 11h, no próprio estádio, a assinatura do contrato pelo qual o grupo mineiro Andrade Gutierrez assumirá o compromisso de reformar e entregar pronta a nova arena do Internacional, Porto Alegre. As obras custarão R$ 332 milhões. A AG pegara R$ 205 milhões emprestados ao BNDES. O Inter entrará com R$ 26 milhões em dinheiro vivo, reembolsará R$ 8 milhões relativos a camarotes já vendidos e oferecera uma contrapartida de R$ 14 milhões que o grupo mineiro já investiu no local.
. O mais surpreendente no negócio desta segunda-feira é que a Andrade Gutierrez deixou de lado completamente as negociações que vinha fazendo com o Banrisul, que repassaria os R$ 205 milhões do Bndes. O Banrisul conduziu uma negociação desastrada com o investidor, porque violou o sigilo bancário das conversações iniciais, ao abrir informações sobre o modelo de negócio , no caso uma nova Sociedade de Propósito Específico, que negociava a adesão de possíveis sócios, entre os quais IPE Saúde, o próprio Banrisul e Previmpa, o fundo de previdência de Porto Alegre, além de prometer fazer um full disclosure sobre o empréstimo.
- O Internacional apelou para a AG porque foi a única empresa privada que se interessou pelo negócio e porque a Fifa exigiu do Inter garantias financeiras que ele não conseguiu dar. Em troca do investimento, os mineiros terão direito a explorar novas áreas criadas no estádio durante 20 anos, inclusive o novo edifício-garagem de 3 mil vagas.
Será nesta segunda-feira, 11h, no próprio estádio, a assinatura do contrato pelo qual o grupo mineiro Andrade Gutierrez assumirá o compromisso de reformar e entregar pronta a nova arena do Internacional, Porto Alegre. As obras custarão R$ 332 milhões. A AG pegara R$ 205 milhões emprestados ao BNDES. O Inter entrará com R$ 26 milhões em dinheiro vivo, reembolsará R$ 8 milhões relativos a camarotes já vendidos e oferecera uma contrapartida de R$ 14 milhões que o grupo mineiro já investiu no local.
. O mais surpreendente no negócio desta segunda-feira é que a Andrade Gutierrez deixou de lado completamente as negociações que vinha fazendo com o Banrisul, que repassaria os R$ 205 milhões do Bndes. O Banrisul conduziu uma negociação desastrada com o investidor, porque violou o sigilo bancário das conversações iniciais, ao abrir informações sobre o modelo de negócio , no caso uma nova Sociedade de Propósito Específico, que negociava a adesão de possíveis sócios, entre os quais IPE Saúde, o próprio Banrisul e Previmpa, o fundo de previdência de Porto Alegre, além de prometer fazer um full disclosure sobre o empréstimo.
- O Internacional apelou para a AG porque foi a única empresa privada que se interessou pelo negócio e porque a Fifa exigiu do Inter garantias financeiras que ele não conseguiu dar. Em troca do investimento, os mineiros terão direito a explorar novas áreas criadas no estádio durante 20 anos, inclusive o novo edifício-garagem de 3 mil vagas.
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