E quer levá-lo para sua última viagem internacional por conta do erário público, dia 9 de novembro, na Turquia, a pretexto de participar da COP31.
Zucco fará bem se rejeitar os dois convites.
Não é hora de tanta amabilidade com o adversário derrotado vergonhosamente nas urnas, protagonista de um governo que jogou a economia gaúcha na recessão e reduziu a autoestima dos gaúchos.
E que sequer apoia o senador Flávio Bolsonaro.
É de bom tom que relações entre adversários sejam republicanas, mas devem ser austeras.
E só.

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